Seguidores

Mostrando postagens com marcador mestrado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mestrado. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de abril de 2015

'Venci meus próprios medos', diz vigilante após título de doutor


Doutor em Ciências Sociais pela UFCG, José Itamar trabalha como vigilante na UEPB (Foto: Júlio César/UEPB)
Lavador de carros, engraxate, jardineiro e feirante, quando criança e adolescente. Vigilante durante mais de duas décadas de sua vida. Também professor há quase 20 anos e, agora, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). José Itamar Sales da Silva, aos 46 anos e várias conquistas, não desiste de sonhar: "Venci meus próprios medos. Achava que universidade era coisa de rico. Agora vou continuar lutando, posso não chegar onde desejo, mas não será por falta de tentativa", ressaltou.


A trajetória de Itamar teve muitos obstáculos, mesmo antes de chegar à profissão que lhe proporcionou a oportunidade de seguir nos estudos. O difícil percurso também conta com a perda do pai e as reprovações nas primeiras tentativas de cursar mestrado e doutorado, este concluído há apenas um mês. Continue lendo no G1

terça-feira, 11 de novembro de 2014

BOLSA DE MESTRADO/ DOUTORADO EM CONVÊNIO COM A FAPEMIG incrições até dia 14NOV


A Polícia Militar de Minas Gerais se deparou com um novo cenário da educação na APM, a partir da  Lei Complementar 115/11 e da Resolução nº. 4133/11. Enquanto aquela lei alterou a exigência e formação para ingresso na corporação, esta resolução regulamentou a construção do Mestrado Profissional no âmbito da APM. Tais mudanças propiciaram a parceria entre PMMG e FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais), por meio do Programa de Capacitação de Recursos Humanos – PCRH/FAPEMIG, a fim de conceder bolsas de mestrado e doutorado para os militares.

O PCRH é destinado a apoiar a formação e capacitação de recursos humanos dos órgãos e entidades da administração direta e indireta do Estado de Minas Gerais. É importante enfatizar que o PCRH é um programa de apoio institucional e, como tal, o nível de exigência com relação ao planejamento e apresentação de resultados por parte das instituições beneficiárias é maior do que com os outros apoios e auxílios da FAPEMIG.



REQUISITOS DO CANDIDATO


São requisitos exigidos pela FAPEMIG:
a)    Ser graduado em curso de nível superior.
b)    Dedicar-se exclusivamente ao programa de pesquisa proposto quando se tratar de bolsa integral;
c)    Estar atuando em área correlata ao conteúdo do curso pretendido.
d)    Estar a mais de 10 (dez) anos da habilitação para a aposentadoria.
e)     Estar selecionado em programa de mestrado/doutorado no país (a bolsa NÃO é para pós-graduação lato sensu), de reconhecida relevância na área, classificado pela Capes com, no mínimo, conceito 4 (quatro).
(Caso não saiba qual é a nota do seu curso, favor consultar no link abaixo:
http://www.capes.gov.br/avaliacao/cursos-recomendados-e-reconhecidos)
Obs: Muitos cursos de mestrado/doutorado são nota 3 da Capes, principalmente os cursos novos. Conforme mencionado, esta é uma exigência da FAPEMIG e não pode ser alterada pela PMMG. Se o seu curso for nota 3 não é possível solicitar bolsa.
A PMMG  NÃO está oferecendo vagas em algum curso de mestrado/doutorado específico. O militar deverá ter sido aprovado, ou estar em processo de aprovação na seleção do curso de mestrado/doutorado da Instituição de Ensino de sua escolha. O pedido de bolsa será avaliado segundo os critérios da FAPEMIG e os interesses da PMMG.

f) Vincular o projeto de dissertação/tese aos interesses da instituição beneficiária.
g) Ter parecer de recomendação da Comissão Interna de Seleção e Coordenação.
h) Não acumular bolsa da FAPEMIG com qualquer outra concedida por agência pública de fomento ou por organismos nacionais ou internacionais.
i) Se comprometer formalmente em permanecer na Instituição após o término do treinamento, por período equivalente, no mínimo, ao do benefício recebido.
j) Não solicitar apoio para cursos que sejam da própria instituição beneficiária.
l) Estar adimplente quanto a relatórios técnicos e prestações de contas relativas a quaisquer das modalidades de apoio recebidas da FAPEMIG.
m) Estar cadastrado na plataforma Lattes do CNPq

MENSALIDADES

Valores: Bolsa Mestrado R$ 1500,00
              Bolsa Doutorado R$ 2200,00

a) Máximo de 24 (vinte e quatro) mensalidades de bolsa para o mestrado e 48 (quarenta e oito) para o Doutorado, cujos valores estão disponibilizados em:

b) Para os candidatos que cursarão o mestrado/doutorado em município diferente do seu domicilio ou do seu local de trabalho será paga mensalidade integral. Os que fizerem seus cursos no mesmo município do domicilio ou na região metropolitana do mesmo, receberão um apoio correspondente a 50% do valor da respectiva bolsa.

c) No caso do candidato já estar cursando o mestrado sem bolsa, ou ter tido bolsa de outra agência por determinado tempo, esse período deverá ser descontado do limite de 24 (mestrado) e 48 (doutorado) meses. Logo, não haverá pagamento retroativo aos meses já cursados.

ATENÇÃO: a bolsa não cobre custos com a inscrição no programa, que é custeada pelo aluno, assim como a matrícula.


Para maiores esclarecimentos, consultar o Manual do PCRH no endereço: http://www.fapemig.br/apoio/formacao/pcrh/

Qualquer dúvida favor entrar em contato com o Centro de Pesquisa e Pós-graduação, na Seção de Pesquisa: (31) 2123-9513

Caso preencha os pré-requisitos descritos para solicitar bolsa para FAPEMIG, favor enviar um P A para a caixa da Seção de Pesquisa (Sec Pesquisa/cpp) as seguintes informações:

1-Nome completo
2-Título do Trabalho
3-Período de realização do curso (início e término previsto)
4-Início Bolsa
5-Término Bolsa
6-Instituição Receptora (exemplo: UFMG, PUC etc)
7- Área do Conhecimento (tabela FAPEMIG no endereço: http://www.fapemig.br/apoio/tabelas-vigentes-0/areas-de-atuacao/
8-Justificativa interligada à missão e às áreas/setores de atuação da Instituição (máximo 5 linhas)
9-Resultados Esperados  (máximo 5 linhas)
10- Valor total estimado do curso


Prazo: enviar até 14nov14 
Fonte: intranetpmmg

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Policial Militar poderá se ausentar da função para fazer mestrado

A presidente em exercício do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Eliana Calmon, manteve decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) que concedeu liminar a um major da Polícia Militar para que ele pudesse se afastar de suas atividades, sem prejuízo dos vencimentos, para participar de curso de mestrado em Fortaleza.

Inconformado com a medida do TJMA, o estado do Maranhão apresentou pedido de suspensão de liminar perante o STJ. Em seu entendimento, haveria necessidade de autorização prévia da administração para que o policial se ausentasse das suas funções com objetivo de fazer mestrado no qual a administração não teria interesse.

O estado apontou a existência de lesão à ordem e à economia públicas, além de ofensa ao interesse da coletividade. Sustentou que a manutenção da medida poderá estimular outros policiais a formular pedido no mesmo sentido.

Caráter excepcional

Segundo Eliana Calmon, a suspensão de liminar e de sentença tem caráter excepcional e seu deferimento está condicionado à ocorrência de grave lesão à ordem, à segurança, à saúde ou à economia públicas. Para ela, não houve a efetiva comprovação do dano apontado pelo estado, somente meras alegações.

Embora o estado tenha afirmado que a manutenção da decisão do TJMA privilegia o interesse privado em detrimento do interesse público, segundo a ministra, tal argumento não é suficiente para demonstrar que o cumprimento da medida causará sérios prejuízos à coletividade.

Dada a natureza excepcional do instituto da suspensão de liminar, cumpre reiterar que a lesão ao bem jurídico tutelado deve ser grave, devendo o requerente demonstrar, de modo cabal e preciso, que a manutenção do decisum atacado traria desastrosa consequência para a coletividade, mencionou a ministra.

Efeito multiplicador

De acordo com Eliana Calmon, a mera alegação de que a perturbação da decisão terá um efeito multiplicador não constitui elemento autorizador da suspensão de liminar ora pleiteada.

Por fim, ela entendeu que não há relação de causalidade entre a prevalência da decisão que concedeu a liminar e o efeito multiplicador apto a causar grave lesão à economia pública.

Por essas razões, sem emitir juízo acerca do provimento judicial ora atacado, entendo que a sua manutenção até o julgamento definitivo não possui, aparentemente, o potencial lesivo suscitado, concluiu.

Processo: SS 2649
 
Fonte: Notícias de Sergipe