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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Secretaria de Segurança Pública de SP, familiares de policial vítima de latrocínio

SSP DE SÃO PAULO,RECEBEU HOJE, A COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS DOS POLICIAIS DE SÃO PAULO E A ESPOSA DO SD.PM MAZINHO,MORTO POR BANDIDOS EM UM "SUPOSTO" LATROCÍNIO,NA SECCIONAL DE POLICIA DE CAMPINAS.
SSP DE SÃO PAULO,RECEBEU HOJE, A COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS DOS POLICIAIS DE SÃO PAULO E A ESPOSA DO SD.PM MAZINHO,MORTO POR BANDIDOS EM UM "SUPOSTO" LATROCÍNIO,NA SECCIONAL DE POLICIA DE CAMPINAS. Clique aqui e veja o momento do crime

sábado, 16 de novembro de 2013

1º Seminário Internacional dos direitos humanos dos militares




O objetivo do seminário é apresentar aos militares, advogados, operadores do Direito, acadêmicos de Direito e ao público em geral uma visão real dos Direitos Humanos, visão esta mal entendida e às vezes ignorada em nosso país hoje. Como também apresentar alternativas para que os militares possam lutar pelos seus direitos de forma legal e ordeira, levando ao conhecimento do público a situação precária que se encontram, sem que seja necessário agir de forma radical.

O seminário será realizado dias 29 e 30 de novembro de 2013.

• 1º Dia (sexta-feira, 29/11/2013): Entrega de credenciais a partir de 16h00 as 17h50, em seguida de 18h00 as 20h00 será Dedicado somente ao palestrante principal, que apresentará três abordagens em torno do tema, com tempo total de 02 horas;

• 2º Dia (sábado, 30/11/2013): será dividido em dois momentos, sendo o primeiro momento a partir de 09h00 iniciando com um coffe brake, e as 10h00 iniciando uma palestra principal de 90 min, com o convidado da Holanda que atua em haia, em seguida mesa redonda com duração de uma hora; às 12h30 intervalo de 2 horas para almoço; às 14h00 inicia o segundo momento com debates por um período de uma hora, em seguida mais 90 min para perguntas e respostas aos debatedores e ao palestrante.

Telefones para contato: (85) 3268.1719
(85) 8713.4214
(85) 9925.5129

Inscrições: R$ 30,00

Local: Ponta Mar Hotel - Av. Beira Mar, 2200, Meireles - Fortaleza.

Fonte: Vereador Capitão Wagner, PMCE

terça-feira, 19 de março de 2013

Ministra dos Direitos Humanos, vai acompanhar caso de jornalista assassinado



   A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR), Maria do Rosário, acompanhará as investigações da morte do jornalista Rodrigo Neto de Faria. A ministra viaja no início da tarde desta terça-feira (19) para Ipatinga, em Minas Gerais, onde está marcada uma reunião com o delegado José Walter Mota Mattos, do 12º Departamento de Polícia Civil. Representantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público mineiro também participam da reunião.



   Maria do Rosário quer saber o andamento das investigações e mostrar o interesse da secretaria na solução do caso. A possível relação do crime com o trabalho do jornalista também será questionada na reunião. Faria atuava na editoria policial e estaria apurando informações sobre um grupo de extermínio formado por policiais da região.


   O jornalista foi morto a tiros no dia 8 de março. Ele se aproximava de seu veículo quando foi atacado por dois homens em uma moto. Ele trabalhava em uma rádio e em um jornal da cidade.


Fonte: Estado de Minas/foto site políticabrasileira.com.br


Comento: Excelente a presença da Ministra Maria do Rosário neste caso, pena que em outros igualmente ou mais graves, ela tenha se omitido, quando na morte dos policiais de São Paulo, onde ela sequer se pronunciou sobre o caso, como se o fato fosse na China. Até quando seremos confundidos com a geração da chamada ditadura? Será que ela também confunde PM com Exército, como faz a maioria dos jornalistas?

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

"A PM é o melhor inseticida social"


O vaticínio acima é do coronel da Polícia Militar, Marcus Jardim, indicado para o cargo de secretário Municipal de Segurança e Controle Urbano de Niterói pelo prefeito eleito, Rodrigo Neves(PT).
Além dessa pérola, revelada após operação que deixou nove mortos no Complexo do Alemão em abril de 2008, a página do Núcleo Frei Tito de Direitos Humanos do PSOL no Facebook, cita outras "opiniões brilhantes" do oficial que comanda, desde 2007, o 16º BPM, em Olaria.
"Quem não gosta do Caveirão gosta de maconha. Quem não gosta do Caveirão, gosta de cocaína", disse o coronel em novembro de 2007.
Mas, provavelmente a sua maior provocação surgiu em 2007, no ano dos Jogos Pan-americano quando, diante de deputados da Alerj, ao comentar uma operação no Complexo do Alemão. Na época ele comentou: "Um garoto de 12 anos mata um de nós e ninguém fala nada. Quando é o contrário, há todo esse sensacionalismo".
Marcus Jardim foi indicado para o cargo na prefeitura de Niterói depois da desistência do Coronel Paulo Henrique, Ex-Bope, que abriu mão da secretaria municipal para assumir o comando da Coordenadoria das Unidades de Polícia Pacificadoras. 
Jornal do BrasilHenrique de Almeida

domingo, 17 de junho de 2012

Militares protestam contra placa comemorativa

Por Tânia Monteiro

Brasília - Militares da ativa e da reserva estão em nova rota de colisão com a Secretaria de Direitos Humanos, chefiada pela ministra Maria do Rosário, que quer instalar uma placa na Academia Militar da Agulhas Negras (Aman), a escola de formação de oficiais do Exército, em memória de um cadete que teria sido torturado em sessão de treinamento, em 1990.
A causa da morte, encampada pelo Grupo Tortura Nunca Mais, foi apontada pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos como resultante de maus-tratos e tortura baseada em alegações - isto é, sem provas cabais -, apesar de a Justiça Militar brasileira, após a realização de Inquérito Policial Militar, não incriminar ninguém.
Em função de um acordo, a Secretaria de Direitos Humanos reconheceu responsabilidade do Estado pela violação dos direitos à vida e à segurança da pessoa. Tal reconhecimento ocorrerá em cerimônia pública, na Aman, e contará com a presença de autoridades federais e de convidados, ainda neste semestre, como apurou o Grupo Estado.
O general Marco Antônio Felício da Silva, autor do documento com apoio de militares da reserva contrários à criação da Comissão da Verdade, disse que, "para não deixar dúvidas quanto à subserviência e à afronta que representa tal acordo, a placa acintosamente levará o nome da Comissão Interamericana de Direitos Humanos", o que ele considera que "fere a soberania nacional". O general, que lamentou a morte do cadete, diz ainda que o acordo "aponta a Aman como palco de torturas e denigre o seu corpo de instrutores".
A Secretaria de Direitos Humanos contesta as afirmações, diz que não propôs a placa e explica que apenas intermediou a negociação. A pasta ressalta ainda que o acordo para a instalação da placa foi assinado por várias autoridades, inclusive o Comandante do Exército.
A enorme insatisfação com o acordo levou militares da ativa e da reserva a questionarem, internamente, a decisão do comandante do Exército, general Enzo Peri, de aceitar a colocação da placa. Peri não quis comentar a decisão.
Obtido pelo Grupo Estado, um ofício do chefe de gabinete do Comandante do Exército, de 14 de maio, informa que o "acordo", em seu artigo 8.º, estabelece "o reconhecimento da responsabilidade do Estado (em relação à morte do cadete Lapoente) em relação à violação dos direitos humanos", "reconhecimento" que irritou os militares, que lembram que "no exercício da profissão militar, no seu dia a dia, o risco de vida é constante". 
O Estado de S.Paulo

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A ministra gaúcha dos Direitos Humanos finalmente olhou para o Presídio Central de Porto Alegre

Fechado para novos detentos

Em junho de 2008, a CPI do Sistema Carcerário descreveu o Presídio Central de Porto Alegre como uma “masmorra”, um “inferno” onde um amontoado de gente sobrevivia em meio ao lixo e ao esgoto.

Os integrantes da CPI utilizaram 120 das 512 páginas do relatório final da investigação para mostrar como a situação no lugar conseguia ser pior que a registrada na Colônia Agrícola de Campo Grande (MS), onde presos e porcos dividiam o mesmo espaço. A oposição petista no estado delirou com as constatações óbvias do caos e aproveitou para malhar a então governadora Yeda Crusius.


Pois quase quatro anos se passaram, os petistas chegaram ao governo com Tarso Genro, e o Presídio Central continuou o inferno denunciado pela CPI. Hoje, porém, Maria do Rosário, a ministra dos Direitos Humanos de Dilma Rousseff, resolveu avisar que irá inspecionar o Presídio Central nesta sexta-feira.
Mas o que levou Maria a finalmente suspeitar das condições dos direitos humanos no presídio? Desde ontem uma decisão judicial proíbe que detentos já condenados ingressem no Presídio Central. Não se trata, portanto, de socorrer os direitos humanos, mas sim de socorrer o governo do companheiro Genro, que está na Europa, no momento, e não poderá mais depositar detentos no lugar.

Por Lauro Jardim/blog Radar online