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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Tenente é acusado de furtar casa de traficante no Rio


O primeiro-tenente do Exército Luiz Octávio de Goes Freitas, de 28 anos, é acusado de furtar uma chopeira, de R$ 7,5 mil, e dois aparelhos de ar-condicionado, de R$ 1,2 mil e R$ 1,5 mil, da casa de um traficante e de uma família do Complexo do Alemão, no Rio.
O crime ocorreu em dezembro de 2010 e em janeiro de 2011, quando a Força de Pacificação expulsou o tráfico.
Após um ano e quatro meses, o Superior Tribunal Militar aceitou a denúncia do Ministério Público Militar. 
jornal "O Estado de S.Paulo".

quarta-feira, 14 de março de 2012

Por que as Forças Armadas sufocam greves de trabalhadores, mas recuam diante de traficantes?

Militares serão expulsos da corporação pelo ‘crime de greve’. Criminosos de toda espécie estão expulsando o Exército no Rio... 


O jornal Estado de S. Paulo publicou uma matéria informando que o Exército sofreu nada menos do que 89 ataques de traficantes no morro do Alemão, no Rio de Janeiro. Em um mês!

Por isso, as Forças Armadas teriam decidido deixar a comunidade e bater em retirada, mostrando que a história de pacificação naquele estado não passa de mídia paga. E com muito dinheiro.

De acordo com o deputado Antony Garotinho – que já foi governador do Rio, teve a chance de melhorar a segurança, mas sabe-se lá o que ele fez no setor – policiais recrutas (alunos recém-formados) estão ocupando o espaço deixado pelos homens do Exército.

- Sem o treinamento mínimo necessário, sem aulas de tiro porque falta munição, são obrigados a pagar cursos particulares. Nem estágio em um batalhão vão fazer. Serão jogados direto no "olho do furacão". Podem imaginar o que vai acontecer – disse o parlamentar.

Brasil ‘forte’

Nas greves de policiais e bombeiros no Rio, na Bahia, no Ceará e em qualquer estado que ‘se atreva’, as forças do Exército, Marinha e Aeronáutica são acionadas com o maior vigor possível, para sufocar o movimento de quem quer apenas ter dignidade para prestar um melhor serviço à sociedade. 

São helicópteros, tanques de guerra e um efetivo digno de combate na Terceira Guerra Mundial, tudo para intimidar e prender pais de família acusado de “crime de greve”.

Já para combater assaltantes, traficantes e sequestradores, o Brasil não encontra forças suficientes. Pois, de acordo com o jornal o Estado de S. Paulo, até o Exército deu meia volta diante dos inimigos que verdadeiramente os políticos deveriam sufocar.

Aonde isso vai chegar?

ParaíbaemQAP/Blog do LOMEU

terça-feira, 13 de março de 2012

O que o príncipe inglês não sabia, no país da COPA: Crescem ataques contra a Força de Pacificação do Exército no RJ

O Exército registrou um aumento no número de ataques de criminosos contra a Força de Pacificação que ocupa os complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, nas últimas semanas.

Segundo o assessor de comunicação da força, coronel Fernando Fantazzini, somente em fevereiro deste ano, os militares foram alvos de 89 ataques nos dois complexos de favelas, muitos deles com armas de fogo.

"Mais ataques hostis aconteceram contra a tropa nesse período, porque a nossa tropa começou a entrar mais em becos e a fazer um patrulhamento mais intensivo. Com esse patrulhamento chegando às vielas e aos becos, as reminiscências do crime organizado estão sendo incomodadas e estão tentando, de toda maneira, reagir à nossa ação", disse Fantazzini.

No último sábado (10), os militares foram atacados com paus e pedras por manifestantes no Complexo da Penha, ao mesmo tempo em que o príncipe britânico Harry visitava o conjunto de favelas vizinho do Alemão. No mesmo dia, também foram registrados tiroteios entre criminosos e militares.
Paula Giolito - 07.set.2011/Folhapress
Jipes do Exército entram no complexo do Alemão, no Rio; aumenta número de ataques contra as tropas
Jipes do Exército entram no complexo do Alemão, no Rio; aumenta número de ataques contra as tropas
O Exército ocupou os dois complexos de favelas em novembro de 2010, com o objetivo de acabar com o controle do território por quadrilhas armadas e preparar terreno para a instalação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). Inicialmente, o Exército ficaria até o segundo semestre do ano passado, mas a permanência foi prorrogada porque a Polícia Militar não conseguiu formar policiais suficientes para a UPP.

domingo, 11 de março de 2012

Em visita ao Morro do Alemão, príncipe inglês pergunta: "Por que coletes à prova de balas em área pacificada?"

Fabrício Ivasse é 1º tenente do Exército brasileiro que ocupa, desde novembro de 2010, as treze favelas que formam o complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Aos 26 anos, recebeu neste sábado a missão mais atípica de sua carreira, que nem por isso deixou de trazer um alto grau de responsabilidade: foi ele o interlocutor dos militares diante do príncipe Harry, que visitou as comunidades por quase quatro horas. "Fui escolhido porque eu sou formado em inglês", disse, humilde.
Tão logo desceu do teleférico da estação Palmeiras, no Alemão, Ivasse recepcionou, junto com outros homens do Exército, entre eles o general Tomás Miné Ribeiro, chefe da Força de Pacificação, sua alteza para lhe explicar, nos mínimos detalhes, como funciona o trabalho do Exército na comunidade - antes dominada pela maior facção criminosa do Rio. Continue lendo no Jornal do Brasil:>>>>>>

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Exército decreta toque de recolher no Morro do Alemão, segundo moradores. (Ué, não está pacificado?)


Moradores do Complexo do Alemão denunciaram que o Exército decretou toque de recolher na Rua Dois, na noite passada e na madrugada desta terça-feira. Segundo informações da rádio CBN, os militares da Força de Pacificação teriam entrado novamente em confronto com moradores da comunidade, no mesmo local onde ocorreu um tumulto no domingo à noite. 
As luzes na Rua Dois, ao lado da Estação do Teleférico Itararé, foram desligadas pelos militares, ainda de acordo com as denúncias.
Ontem à noite, moradores atearam fogo em pedaços de madeira na Avenida Itaoca, próximo à comunidade Nova Brasília, também no Complexo do Alemão. Ônibus foram obrigados a desviar a rota por outras estradas.
Nesta segunda-feira, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para investigar a atuação dos militares envolvidos no tumulto com moradores no Complexo do Alemão no domingo. As procuradores da República Gisele Porto e Aline Caixeta estiveram na comunidade para ouvir os responsáveis pela Força de Pacificação sobre o incidente. O general Cesar Leme Justo e o coronel Nilson Nunes Maciel apresentaram às procuradoras o relatório que foi encaminhado ao Comando Militar do Leste, que relata com mais detalhes o ocorrido.
As procuradoras irão ouvir também a vítima que deu entrada do Hospital Getúlio Vargas e outras que forem identificadas. O inquérito será vinculado a um anterior, que investiga o incidente ocorrido no dia 24 de julho na Vila Cruzeiro, no qual um morador foi atingido no olho por uma bala de borracha e foi ouvido na Procuradoria da República na quarta-feira passada (31). Cabe ao Ministério Público Militar oferecer denúncia na esfera criminal e ao Ministério Público Federal entrar com uma ação de improbidade, caso seja comprovado algum abuso.
Desde o início da ocupação do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, o MPF acompanha o atuação da Força de Pacificação através de um grupo de trabalho formado pelas procuradoras Gisele Porto e Aline Caixeta. Além de investigar quaisquer excessos cometidos pelas tropas, o MPF cobra uma atuação preventiva do Exército na relação com os moradores e a implementação de políticas públicas nas comunidades.
A partir de questionamentos da sociedade, o MPF promoverá também um debate sobre a constitucionalidade da atuação do Exército na segurança pública. Uma audiência para discutir o tema acontecerá na sede da Procuradoria da República no Rio, no dia 06 de outubro, com a presença de juristas, representantes do Comando Militar do Leste e da sociedade civil, sendo livre a participação da população.
Jornal do Brasil