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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Advogado de Nem defende no STF oficial do Exército

Ameaçado de expulsão pela OAB, o advogado de “Nem” Luiz Carlos Cavalcanti Azenha – preso com o traficante na fuga – defende no Supremo um oficial do Exército acusado de ordenar a entrega de três jovens de uma favela do centro do Rio aos traficantes. Morreram, claro.

Coluna do Cláudio Humberto
Jornal do Brasil

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Denúncia anônima liga assessor especial de Sérgio Cabral a advogados detidos junto com traficante Nem

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Alguém da inteligência das Forças Armadas, da PMRJ ou da Polícia Federal vazou, na Internet, um e-mail que faz a prisão do traficante Nem cheirar muito mal para o governador Sérgio Cabral. A mensagem anônima denuncia uma proximidade entre o assessor especial do governador fluminense, Jovenal da Silva Alcântara, e “dois advogados muito influentes e poderosos” detidos junto com o famoso narcovarejista da Rocinha que a propaganda oficial promete ser pacificada pela milagrosa UPP (Unidade Padrão de Policiamento).

O e-mail também ironiza a proposta feita pelo secretário de segurança pública José Mariano Beltrame de reduzir a pena de Nem, como uma delação premiada, em troca de informações que colaborem para desbaratar o milionário narcotráfico no Rio de Janeiro. O texto também chama a atenção para a prisão de Nem, quando um delegado da Polícia Civil “aparece do nada” e tenta ficar com a ocorrência, só não conseguindo porque PM honestos do BOPE furaram o pneu do veículo onde o traficante se escondia na mala. O delegado foi convocado ao local da ocorrência pelos advogados também detidos: André Luiz Soares Cruz e Demóstenes Armando Dantas Cruz. A Polícia Federal chegou a tempo e atrapalhou qualquer negociação.
 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Rocinha: Bope apreende 24 fuzis e 25 quilos de cocaína


Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreenderam, nesta segunda-feira, 24 fuzis, dois lança-rojões, sete pistolas, duas granadas e cerca de 25 quilos de cocaína. O material foi encontrado pelo Bope na comunidade Dioneia, localizada no acesso da mata da Rocinha.

O Bope também apreendeu, na localidade conhecida como Curva do S, na Rocinha, 150 camisas falsificadas semelhantes às da Polícia Civil.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/rocinha-bope-apreende-24-fuzis-25-quilos-de-cocaina-3240114.html#ixzz1dmYz9tKb



Extra.globo.com

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Polícia apreende quase 400 kg de drogas, 15 fuzis e 75 motos na ocupação da Rocinha



R7

Nem pode ajudar a esclarecer casos de corrupção policial, diz Beltrame

Chefe do tráfico de drogas na Favela da Rocinha, Nem foi preso na semana passada - Wilton Junior/AE
São Paulo, 14 - Em entrevista ao jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, nesta segunda-feira, 14, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, disse que o traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, preso na última quinta-feira, 10, pode ajudar a elucidar casos de corrupção envolvendo policiais civis e militares. 

Segundo Beltrame, o depoimento do traficante Nem pode ser uma "oportunidade importantíssima" e não descarta o oferecimento de alguma medida judicial para que Nem contribua com a Justiça e a polícia. Para o secretário, a Operação de Choque de Paz foi "um trabalho de inteligência e não de guerra".
Wilton Junior/AE
Solange Spigliatti, do estadão.com.br

sábado, 12 de novembro de 2011

Nem: 'O crack destrói as pessoas, a famílias e a comunidade inteira', "policial não pode ser mal remunerado"...

Traficante confirma que dava propina a policiais corruptos

Rio - Nem, chefe do tráfico de drogas da Rocinha, se diz flamenguista, fã do ex-presidente Lula e considera José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública do Rio, "um dos caras mais inteligentes" que ele já viu.

Em entrevista a jornalista Ruth de Aquino, da revista Época, o traficante, até então o bandido mais procurado pela polícia do Rio de Janeiro, faz uma análise das Unidades de Polícia Pacificadoras instaladas nas comunidades cariocas.

"O Rio precisava de um projeto assim. A sociedade tem razão em não suportar bandidos descendo armados do morro para assaltar no asfalto e depois voltar. Aqui na Rocinha não tem roubo de carro, ninguém rouba nada, às vezes uma moto ou outra. Não gosto de ver bandido com um monte de arma pendurada, fantasiado. A UPP é um projeto excelente, mas tem problemas. Imagina os policiais mal remunerados, mesmo os novos, controlando todos os becos de uma favela. Quantos não vão aceitar R$ 100 para ignorar a boca de fumo?"
Foto: Paulo Araujo / Agência O Dia
Foto: Paulo Araujo / Agência O Dia
Antônio Francisco Bonfim Lopes enaltece também o ex-presidente Lula e conta que ex-criminosos da favela hoje trabalham na construção civil graças ao PAC instalado na Rocinha.

"Adoro o Lula. Ele foi quem combateu o crime com mais sucesso. Por causa do PAC da Rocinha. Cinquenta dos meus homens saíram do tráfico para trabalhar nas obras. Sabe quantos voltaram para o crime? Nenhum. Porque viram que tinham trabalho e futuro na construção civil."

Na entrevista, Nem conta ainda que não usa drogas e que só bebe álcool. Recrimina o uso do crack.

“Não negocio crack e proíbo trazer crack para a Rocinha. Porque isso destrói as pessoas, as famílias e a comunidade inteira. Conheço gente que usa cocaína há 30 anos e que funciona. Mas com o crack as pessoas assaltam e roubam tudo na frente.”

O traficante, preso na última quarta-feira, confirma que paga propina a policiais corruptos. “Pago muito por mês a policiais. Mas tenho mais policiais amigos do que policiais a quem eu pago. Eles sabem que eu digo: nada de atirar em policial que entra na favela. São todos pais de família, vêm para cá mandados, vão levar um tiro sem mais nem menos?”

Sobre religião, Nem disse que tem o hábito de ler a Bíblia. E garante: “Não vou para o inferno".

A entrevista foi feita na Favela da Rocinha, no último dia 4.

ODIA online

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Veja a casa do CABO que recusou 1 Milhão de "Nem"


Cabo André Souza foi exemplo na tropa esta semana também ao tentar salvar a vida do cinegrafista Gelson Domingos, assassinado em Antares, carregando-o nos braços

Rio - É numa casa simples, de dois quartos, no subúrbio, que mora um dos PMs do grupo que recusou a propina de R$ 1 milhão oferecida em troca da liberdade do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Dinheiro que o cabo André Souza, de 39 anos, do Batalhão de Choque, só conseguiria juntar se trabalhasse 44 anos seguidos, sem gastar um centavo do salário — estimado em cerca de R$ 1.900 mensais. E que daria para comprar a casa própria que ele tanto sonha.
Órfão de mãe desde os 6 anos, Souza falava ainda criança que seria PM. Sonho que começou a se tornar realidade na portaria de prédio da Zona Sul, onde o então porteiro dividia as horas de trabalho com os estudos para o concurso. Ele tem um filho de 15 anos.
Acostumado com o pouco ‘glamour’ da profissão, Souza só entendeu a dimensão de prender o traficante mais importante do Rio ao chegar no quartel, na manhã desta sexta-feira. Recebido aos gritos de ‘parabéns’ e pela euforia da equipe, o militar, que no último fim de semana ajudou a socorrer o cinegrafista Gelson Domingos — morto por traficantes na favela de Antares —, diz que a maior recompensa é o reconhecimento da família e dos amigos. “Minha mulher ligou e disse que tem orgulho de mim, que sou o herói dela. Isso vale muito mais que R$ 1 milhão”.

Propina recusada na prisão de "Nem" corresponde a 24 anos de salário dos PMs

O tenente Disraeli Gomes, de 32 anos, está há dez na Polícia Militar. Na quarta à noite, ele comandava a operação de cerco à Rocinha. Ao reconhecerem nele a mesma farda usada, no passado, por dois ex-PMs presos horas antes daquele dia escoltando bandidos na Gávea, três pessoas num Corolla arriscaram a sorte.

“Temos ali no porta-malas R$ 1 milhão, mas é dinheiro de evasão de divisas. Podemos conversar”, disse um dos suspeitos, tentando persuadir o tenente a não abrir o compartimento onde o traficante Nem se mexia.

Disraeli ganha R$ 3.500 líquidos por mês e não vive num mar de rosas. Na mesma equipe, havia outros policiais em situação financeira ainda menos favorável. O cabo André Souza, de 39 anos, está há nove anos na corporação. Recebe R$ 1.700 líquidos, tem um filho de 15 anos que estuda em escola pública, não tem carro nem casa própria.

“Vamos para a Polícia Federal”, disse Disraeli, que estava com a equipe na Rua Marquês de São Vicente, na Gávea. Os policiais não abriram o porta-malas porque o motorista se dizia cônsul.


Parte do grupo de PMs do Batalhão de Choque que participou da prisão de Nem
Parte do grupo de PMs do Batalhão de Choque que participou da prisão de Nem Foto: Roberto Moreyra

Os três suspeitos seguiram no Corolla escoltados pelos policiais. O comboio seguiu até a Lagoa. Nova parada. Um dos três suspeitos saiu do carro e ofereceu um valor fixo: “Dou R$ 20 mil”.

Nova negativa. O grupo segue. Nova parada, até que policiais federais chegaram e abriram o porta-malas. Lá dentro, o prêmio da honestidade: Nem.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/pms-que-prenderam-nem-recusaram-propina-de-1-milhao-3189169.html#ixzz1dOgGc3tj

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Veja a "trajetória" do traficante "Nem"



R7

Advogado de Nem oferece R$ 1 milhão para policiais libertarem traficante

Nem no momento em que foi preso
O policial que efetuou a prisão de Nem, na madrugada desta quinta-feira, informou à rádio CBN que um advogado do traficante ofereceu R$ 1 milhão para que o criminoso fosse libertado. Ainda segundo a emissora, no veículo em que Nem foi encontrado, estava o cônsul honorário da República do Congo.
O traficante foi levado para a sede da Polícia Federal, no Centro do Rio, para prestar depoimento.
Nem foi pego em frente ao Clube Piraquê, na Lagoa, Zona Sul do Rio, a bordo de um Corolla preto, junto a outros dois comparsas. As primeiras informações dão conta de que não havia armas com o trio, que carregava uma mala, provavelmente, cheia de dinheiro. 
Mais cedo, a Polícia Federal (PF), com apoio da Secretaria de Estado de Segurança (SESEG), da Subsecretaria de Inteligência e da Superintendência de Inteligência do Sistema Penitenciário, desencadeou uma operação que resultou na apreensão de armas e drogas oriundas da Favela da Rocinha e na prisão de 10 pessoas, sendo quatro policiais e um ex-PM.
JB online

G1