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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Inscrição para Oficiais do Corpo de Bombeiros/MG termina 16/1


Estão abertas até o dia 16 de janeiro de 2014, as inscrições para concurso público que irá selecionar candidatos para o Curso de Formação de Oficiais  do Corpo de Bombeiros Militares de Minas Gerais. A taxa de inscrição é de R$ 110 e serão preenchidas 30 vagas, sendo 27 para homens e 3 para mulheres

As provas objetivas serão aplicadas no dia 16 de fevereiro de 2014 nas cidades de Belo Horizonte, Montes Claros, Juiz de Fora, Uberaba, Uberlândia, Varginha, Governador Valadares e Divinópolis. O edital completo pode ser consultado nos sites do Corpo de Bombeiros e da Fumarc.
A organização do concurso será feita pela Fundação Mariana Resende Costa (Fumarc).

sábado, 18 de agosto de 2012

COMANDO DA PM MANDA ABRIR IPM CONTRA MAJOR QUE CHAMOU MILITARES DA ROTAM DE LADRÕES

Hoje na parte da manhã estive na Cia de Cães da Polícia Militar no Bairro Saudade e os militares da Rotam que lá encontrei estavam revoltados, para piorar a situação fiquei sabendo que além de tudo ja relatado na postagem anterior, estava na sala de aula do curso Rotam um Major do Pará que veio também fazer o curso e assistiu o oficial chamar os militares de ladrões.
Alem disso o Major da Corregedoria afirmou que os militares que usam tatuagens são marginais, e os oficiais da Rotam Comando são frouxos. "Por mim acabava com esse Batalhão, eu defendi isso no caso serra", disse oficial que parece ter ficado louco.
  PARABÉNS AO COMANDO QUE AGIU RÁPIDO.

MAJOR DA CORREGEDORIA CHAMA MILITARES DA ROTAM DE LADRÕES

Durante instrução do curso Rotam um Major da Corregedoria da Polícia Militar humilhou os militares da Rotam.

O oficial disse que 90% dos militares do Batalhão SÃO LADRÕES e que o batalhão só aprende muitas armas porque forja as apreensões.

Para piorar disse ainda que o CEL Lisboa, atual Comandante Regional de Governador Valadares e ex-comandante do Batalhão Rotam (e que foi promovido a coronel por competência) é incompetente e não teve pulso na condução da ocorrência na Serra em Belo Horizonte.

O fato causou revolta no batalhão. Os oficiais e praças do batalhão estão revoltados.

Esse Major é aquele que tempos atrás foi pego em flagrante ROUBANDO em um supermercado e a Polícia Militar administrou para que não fosse excluído. 

MAJOR, LAVE SUA BOCA PARA FALAR DO BATALHÃO ROTAM.

Comentário nosso: Esse cidadão, baluarte da ética e do pundonor militar, está processando este blogueiro, por postar notícia verídica no blog. Repito, notícia VERÍDICA, no blog, infelizmente não é contra ou a favor deste major, porém demonstra apenas um fato verdadeiro, com registro de ocorrência, reportagem pela imprensa, propagação na Audiência Pública promovida pelo Deputado Sargento Rodrigues e mais, confirmado pelo próprio major, que assumiu ter cometidos erros no passado. Mesmo assim, este blogueiro responde por dano moral, é mole, dano moral...isso mesmo...ele é que cometeu o crime, eu é que tenho que responder pelo crime que não cometi...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Oficial da PM que atirou contra dois tenentes da Aeronáutica será demitido da corporação

O oficial da Polícia Militar que atirou, por engano, contra um carro em que estavam dois oficiais da Aeronáutica em junho de 2007 será demitido da corporação. Na ocasião, uma tenente Larissa Carolina morreu. A informação é da Secretaria de Estado de Segurança.

Conforme informou o secretário José Mariano Beltrame, o processo administrativo para efetivar a demissão e a perda da patente do capitão PM André Luiz de Oliveira Milares, do Batalhão de Três Rios (38º BPM), conforme decisão do Tribunal de Justiça do Rio, foi encaminhado nesta quarta-feira para a Casa Civil. CONTINUE LENDO NO BLOG SOSPM

quarta-feira, 30 de maio de 2012

MP prende mais um Coronel PM no Rio


Ação do MP prende em flagrante Coronel da PM por estelionato em Friburgo - Site do MPRJ

Uma ação liderada pela Promotoria de Investigação Penal de Nova Friburgo - Região Serrana Fluminense - em parceria com agentes da 151ª Delegacia de Polícia, do 11º Batalhão de Polícia Militar e do Grupo de Apoio às Promotorias (GAP) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) prendeu o Coronel PM Gilberto Fernando de Chagas, e outros dois homens, pela prática de estelionato. A pedido do MPRJ, a prisão de Chagas foi convertida em preventiva. 

Chagas, com a ajuda dos comparsas, enviava aos moradores da cidade cartas convocando-os a comparecer à Sociedade Esportiva Friburguense, para se inscrever no "Programa de Qualificação Profissional". 

"O mecanismo utilizado pelo Coronel, para acionar os moradores, foi um 'comunicado oficial', contemplando o endereço, levando os destinatários a crerem se tratar de convite oriundo da própria administração pública, o que lhes proporcionaria vantagem e obtenção de emprego e renda", informou o Promotor de Justiça Giuliano Seta. 

Para dar credibilidade à farsa, o grupo também usou a expressão "Programa Gera Mais Emprego", para induzir os leitores ao erro. Assim, levaram as pessoas que receberam as cartas a pensarem que se tratava de um programa de incentivo estatal. As cartas também faziam referências ao "Fundo de Amparo ao Trabalho", expressão similar ao "Fundo de Amparo ao Trabalhador", previsto pela Lei n° 7998/90. 

De acordo com o Promotor de Justiça Giuliano Seta, a correspondência ressaltava a importância dos interessados comparecem ao local de inscrição, portando identidade e CPF, além do comprovante de residência. 

"Nossa preocupação é que os dados fornecidos pelas vítimas pudessem ser usados de forma irregular, como na obtenção de empréstimos consignados", afirmou o Promotor. 

Segundo a convocação, os cursos seriam ministrados em Santa Cruz/RJ, e o candidato receberia o valor mensal que podia variar de R$ 30 a R$ 99, de acordo com o curso. O suposto Programa Qualificador oferecia cursos nas áreas de petróleo e gás, operador de telemarketing, operador de caixa, web designer, designer gráfico, programador, dentre outros. O valor da inscrição e das mensalidades, sem prazo para o pagamento da última parcela, era de R$ 69,90.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Oficial PMPR esta sendo investigado suspeito de abastecer site de pedofilia.

PM investiga denúncia contra oficial suspeito de pedofilia Giselle Ulbrich Há duas semanas, um tenente do 13.º Batalhão da Polícia Militar é investigado por pedofilia. 

Ele estaria mantendo um site de pornografia infantil e usando os computadores da corporação, durante o horário de serviço, para fazer a “manutenção” do site. 

O policial, que não terá o nome divulgado por enquanto, já foi afastado do serviço de rua, enquanto corre o inquérito policial-militar (IPM) que o investiga. 

O coronel Ademar Cunha Sobrinho, que chefia o 1.º Comando Regional da Polícia Militar (CMPR), confirmou que a cúpula da corporação teve conhecimento das denúncias há duas semanas. 

As queixas que chegaram inicialmente ao comando eram sobre o comportamento estranho do tenente, que passava muito tempo no computador e alheio ao serviço. 

O policial ocupava o cargo de coordenador de Policiamento da Unidade (CPU). 

Em seguida, novas denúncias revelaram que ele estaria usando computadores do quartel do 13.º Batalhão, no Novo Mundo, além do computador de uma das companhias do Batalhão, instalada no Sítio Cercado, para abastecer o site de pornografia. 

Alguns policiais chegaram a ver o tenente abrindo as fotos nos computadores. “Estávamos esperando alguma oportunidade de flagrante. Mas devido à gravidade da denúncia, recolhemos os computadores para perícia”, disse o coronel. 

Fonte: Adeilton9599

sábado, 15 de outubro de 2011

Soldado mata comandante da Polícia Militar em Cassilândia



O soldado da Polícia Militar de Cassilândia (MS), Adriano Paulo da Silva, 34 anos, conhecido como Paulão é suspeito de matar à queima roupa o tenente Mário José Eufrásio da Silva, conhecido por Eufrásio, 49 anos, lotado também no batalhão da PM de Cassilândia. O crime aconteceu na madrugada de hoje (15).


O site Cassilândia News recebeu a informação preliminar de que os soldados Carapia e Bettiol e o cabo Caleghari foram acionados pelo 190 para atenderem uma ocorrência de violência doméstica. Ao chegarem ao local, notaram que tratava-se de uma briga entre o soldado Paulão e sua esposa.
Os policiais conseguiram levar a esposa de Paulão para o batalhão, com a finalidade de protegê-la, e ficaram na residência conversando e tentando acalmar o policial. O cabo Caleghari, inclusive, ficou segurando o filho do casal no colo.O tenente Eufrásio, superior hierárquico, foi chamado pelos policiais para acalmar Paulão. Eufrásio, que estava de férias, chegou desarmado no local.

Segundo informações recebidas pelo site Cassilândia News, após uma breve conversa dentro da casa, Paulão pegou a arma e deu um tiro em direção a Eufrásio. O tenente desviou e não foi atingido. Em seguida, Eufrásio conseguiu fugir para trás da casa. Paulão ameaçou os três policiais e disse que se reagissem ele atiraria. Após ameaçar, Paulão também foi para trás da residência, onde encontrou o tenente e deu três tiros à queima roupa: dois no abdomen e um na cabeça.

Uma das hipóteses é que o tenente tenha ido para trás da residência, para poder entrar na casa e surpreender o policial por trás e assim desarmá-lo. No total, foram deflagradas 6 cápsulas da arma de Paulão, que pertence à Polícia Militiar.

Os policiais militares tentaram parar Paulão, dando dois tiros em direção à perna dele, porém nenhum o atingiu. Depois de atirar no tenente, eles conseguiram agarrar, desarmar e prender Paulão em flagrante.

Eufrásio chegou sem vida na Santa Casa. O corpo está no hospital e a Perícia Científica de Paranaíba (MS) e o médico legista Dairson de Castro estão fazendo o laudo necroscópico.
Paulão se negou a realizar o teste do bafômetro, porém, segundo policiais, ele aparentava ter ingerido bebida alcóolica.

O policial preso será encaminhado para Campo Grande (MS), onde responderará por crime perante a Justiça Militar.


Fonte: Fatima News

blog do Adeilton9599

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Deputado denuncia irregularidades no Gate de MG


A requerimento do Deputado Sargento Rodrigues, foi realizada Audiência Pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para apurar denúncia de irregularidades ocorridas em transferências de policiais do Grupamento de Ações Táticas Especiais – GATE, bem como o cometimento de improbidade administrativa naquela unidade. Os responsáveis pelos atos seriam o Tenente Coronel PM Marcelo Vladmir Correa e o Major PM Ledwan Salgado Cotta, respectivamente Comandante e Subcomandante da unidade.

A motivação apresentada pelo comandante do Gate de que as transferências se justificariam pela necessidade de serviço, seria, na avaliação de Rodrigues, insuficiente, além de não obedecer aos princípios legais daadministração pública. "Além disso, a transferência não atende ao interesse público, uma vez que retira da unidade um policial preparado para colocar um novato, sem experiência prática", comenta o deputado. As denúncias apresentadas são de que as transferências teriam acontecido sem a devida justificação do Gate.

Além das transferências, várias outras irregularidades estariam acontecendo na gestão do atual comando do batalhão. Segundo documentos apresentados pelo deputado Sargento Rodrigues, o Major Ledwan teria determinado que uma equipe de policiais sob seu comando efetuasse policiamento específico em uma festa particular, promovida por um empresário. O fato é que o GATE atua exclusivamente em ocorrências policiais de alta complexidade.

Rodrigues ainda relatou ter chegado ao seu conhecimento o uso de viaturas para fins particulares, tais com buscar em casa documentos de um parente do Major Ledwan para resolver problemas sobre armamento na Polícia Federal. Ele também apresentou denúncia de autorização para compra e respectivo pagamento de trinta microfones e fones para rádio transmissor, conhecidos como “microfone glutorial”, sendo que o material não foi entregue até hoje. Uma cópia da nota fiscal, no valor de R$ 23 mil, foi entregue à Comissão, na qual consta a seguinte observação: “entrega da NF, sem envio de mercadoria (só para pagamento antecipado)”. O deputado ressaltou que a lei prevê que o pagamento da mercadoria deva ser feito apenas após a entrega do produto.

Uniformes vencidos
Outra denúncia apresentada foi o uso de uniformes com validade vencida pelos policiais do esquadrão antibombas da unidade, designado para fazer a desativação de explosivos. Isso estaria ocorrendo desde 2004, colocando em risco a vida dos agentes, uma vez que a eficácia da proteção do equipamento está comprometida. O deputado questionou o fato dos uniformes estarem vencidos há tanto tempo, ao lembrar a existência de um convênio de cinco anos firmado entre a Polícia Militar e o Banco Central, no valor de aproximadamente R$ 4 milhões, por meio do qual a corporação seria encarregada de fazer a escolta de valores da instituição.

Obra inacabada
Ao final, Rodrigues denunciou o pagamento de uma obra não concluída, em 2008, no valor de R$ 50 mil. Uma empresa teria sido contratada e paga pelo Gate para construir uma cozinha, na antiga sede da unidade, que não foi finalizada. A justificativa apresentada pelo então comandante, major Cotta, foi que a obra, que incluía a reforma de dois banheiros e a construção de um refeitório, não foi concluída devido a uma enchente, ocorrida no fim do ano, que motivou a transferência do Gate para outro prédio. Sargento Rodrigues questionou o fato da mudança de endereço, o que, segundo ele, caracterizaria a alteração do objeto e do contrato inicial sem autorização legal.

Ausência de providências
Diante das evidências apresentadas, o deputado classificou como preocupante o fato de, até este momento, não terem sido tomadas as devidas providências para apurar as denúncias. “Presume-se ser possível a má utilização de recursos públicos, além da existência de crimes de improbidade administrativa e omissão por parte do Tenente Coronel Vladimir, uma vez que não executou procedimentos legais para apurar os fatos e atribuir responsabilidade aos envolvidos.

Ao final da audiência, foram aprovados requerimentos para que seja solicitado ao promotor do patrimônio Público, Dr. João Medeiros Silva Neto, apuração das denúncias, com encaminhamento das notas taquigráficas, e também o envio ao Comandante-Geral da Polícia Militar de pedido de cancelamento das transferências ilegais, além do afastamento cautelar do Major Ledwan do subcomando do Gate.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, Sargento Rodrigues relata melhor a situação: clique aqui e escute na íntegra a entrevista.

Fonte: Fotos: ALMG - Lia Priscila
blog Papo de PM