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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Oficial PMPR esta sendo investigado suspeito de abastecer site de pedofilia.

PM investiga denúncia contra oficial suspeito de pedofilia Giselle Ulbrich Há duas semanas, um tenente do 13.º Batalhão da Polícia Militar é investigado por pedofilia. 

Ele estaria mantendo um site de pornografia infantil e usando os computadores da corporação, durante o horário de serviço, para fazer a “manutenção” do site. 

O policial, que não terá o nome divulgado por enquanto, já foi afastado do serviço de rua, enquanto corre o inquérito policial-militar (IPM) que o investiga. 

O coronel Ademar Cunha Sobrinho, que chefia o 1.º Comando Regional da Polícia Militar (CMPR), confirmou que a cúpula da corporação teve conhecimento das denúncias há duas semanas. 

As queixas que chegaram inicialmente ao comando eram sobre o comportamento estranho do tenente, que passava muito tempo no computador e alheio ao serviço. 

O policial ocupava o cargo de coordenador de Policiamento da Unidade (CPU). 

Em seguida, novas denúncias revelaram que ele estaria usando computadores do quartel do 13.º Batalhão, no Novo Mundo, além do computador de uma das companhias do Batalhão, instalada no Sítio Cercado, para abastecer o site de pornografia. 

Alguns policiais chegaram a ver o tenente abrindo as fotos nos computadores. “Estávamos esperando alguma oportunidade de flagrante. Mas devido à gravidade da denúncia, recolhemos os computadores para perícia”, disse o coronel. 

Fonte: Adeilton9599

sábado, 15 de outubro de 2011

Soldado mata comandante da Polícia Militar em Cassilândia



O soldado da Polícia Militar de Cassilândia (MS), Adriano Paulo da Silva, 34 anos, conhecido como Paulão é suspeito de matar à queima roupa o tenente Mário José Eufrásio da Silva, conhecido por Eufrásio, 49 anos, lotado também no batalhão da PM de Cassilândia. O crime aconteceu na madrugada de hoje (15).


O site Cassilândia News recebeu a informação preliminar de que os soldados Carapia e Bettiol e o cabo Caleghari foram acionados pelo 190 para atenderem uma ocorrência de violência doméstica. Ao chegarem ao local, notaram que tratava-se de uma briga entre o soldado Paulão e sua esposa.
Os policiais conseguiram levar a esposa de Paulão para o batalhão, com a finalidade de protegê-la, e ficaram na residência conversando e tentando acalmar o policial. O cabo Caleghari, inclusive, ficou segurando o filho do casal no colo.O tenente Eufrásio, superior hierárquico, foi chamado pelos policiais para acalmar Paulão. Eufrásio, que estava de férias, chegou desarmado no local.

Segundo informações recebidas pelo site Cassilândia News, após uma breve conversa dentro da casa, Paulão pegou a arma e deu um tiro em direção a Eufrásio. O tenente desviou e não foi atingido. Em seguida, Eufrásio conseguiu fugir para trás da casa. Paulão ameaçou os três policiais e disse que se reagissem ele atiraria. Após ameaçar, Paulão também foi para trás da residência, onde encontrou o tenente e deu três tiros à queima roupa: dois no abdomen e um na cabeça.

Uma das hipóteses é que o tenente tenha ido para trás da residência, para poder entrar na casa e surpreender o policial por trás e assim desarmá-lo. No total, foram deflagradas 6 cápsulas da arma de Paulão, que pertence à Polícia Militiar.

Os policiais militares tentaram parar Paulão, dando dois tiros em direção à perna dele, porém nenhum o atingiu. Depois de atirar no tenente, eles conseguiram agarrar, desarmar e prender Paulão em flagrante.

Eufrásio chegou sem vida na Santa Casa. O corpo está no hospital e a Perícia Científica de Paranaíba (MS) e o médico legista Dairson de Castro estão fazendo o laudo necroscópico.
Paulão se negou a realizar o teste do bafômetro, porém, segundo policiais, ele aparentava ter ingerido bebida alcóolica.

O policial preso será encaminhado para Campo Grande (MS), onde responderará por crime perante a Justiça Militar.


Fonte: Fatima News

blog do Adeilton9599

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Deputado denuncia irregularidades no Gate de MG


A requerimento do Deputado Sargento Rodrigues, foi realizada Audiência Pública na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para apurar denúncia de irregularidades ocorridas em transferências de policiais do Grupamento de Ações Táticas Especiais – GATE, bem como o cometimento de improbidade administrativa naquela unidade. Os responsáveis pelos atos seriam o Tenente Coronel PM Marcelo Vladmir Correa e o Major PM Ledwan Salgado Cotta, respectivamente Comandante e Subcomandante da unidade.

A motivação apresentada pelo comandante do Gate de que as transferências se justificariam pela necessidade de serviço, seria, na avaliação de Rodrigues, insuficiente, além de não obedecer aos princípios legais daadministração pública. "Além disso, a transferência não atende ao interesse público, uma vez que retira da unidade um policial preparado para colocar um novato, sem experiência prática", comenta o deputado. As denúncias apresentadas são de que as transferências teriam acontecido sem a devida justificação do Gate.

Além das transferências, várias outras irregularidades estariam acontecendo na gestão do atual comando do batalhão. Segundo documentos apresentados pelo deputado Sargento Rodrigues, o Major Ledwan teria determinado que uma equipe de policiais sob seu comando efetuasse policiamento específico em uma festa particular, promovida por um empresário. O fato é que o GATE atua exclusivamente em ocorrências policiais de alta complexidade.

Rodrigues ainda relatou ter chegado ao seu conhecimento o uso de viaturas para fins particulares, tais com buscar em casa documentos de um parente do Major Ledwan para resolver problemas sobre armamento na Polícia Federal. Ele também apresentou denúncia de autorização para compra e respectivo pagamento de trinta microfones e fones para rádio transmissor, conhecidos como “microfone glutorial”, sendo que o material não foi entregue até hoje. Uma cópia da nota fiscal, no valor de R$ 23 mil, foi entregue à Comissão, na qual consta a seguinte observação: “entrega da NF, sem envio de mercadoria (só para pagamento antecipado)”. O deputado ressaltou que a lei prevê que o pagamento da mercadoria deva ser feito apenas após a entrega do produto.

Uniformes vencidos
Outra denúncia apresentada foi o uso de uniformes com validade vencida pelos policiais do esquadrão antibombas da unidade, designado para fazer a desativação de explosivos. Isso estaria ocorrendo desde 2004, colocando em risco a vida dos agentes, uma vez que a eficácia da proteção do equipamento está comprometida. O deputado questionou o fato dos uniformes estarem vencidos há tanto tempo, ao lembrar a existência de um convênio de cinco anos firmado entre a Polícia Militar e o Banco Central, no valor de aproximadamente R$ 4 milhões, por meio do qual a corporação seria encarregada de fazer a escolta de valores da instituição.

Obra inacabada
Ao final, Rodrigues denunciou o pagamento de uma obra não concluída, em 2008, no valor de R$ 50 mil. Uma empresa teria sido contratada e paga pelo Gate para construir uma cozinha, na antiga sede da unidade, que não foi finalizada. A justificativa apresentada pelo então comandante, major Cotta, foi que a obra, que incluía a reforma de dois banheiros e a construção de um refeitório, não foi concluída devido a uma enchente, ocorrida no fim do ano, que motivou a transferência do Gate para outro prédio. Sargento Rodrigues questionou o fato da mudança de endereço, o que, segundo ele, caracterizaria a alteração do objeto e do contrato inicial sem autorização legal.

Ausência de providências
Diante das evidências apresentadas, o deputado classificou como preocupante o fato de, até este momento, não terem sido tomadas as devidas providências para apurar as denúncias. “Presume-se ser possível a má utilização de recursos públicos, além da existência de crimes de improbidade administrativa e omissão por parte do Tenente Coronel Vladimir, uma vez que não executou procedimentos legais para apurar os fatos e atribuir responsabilidade aos envolvidos.

Ao final da audiência, foram aprovados requerimentos para que seja solicitado ao promotor do patrimônio Público, Dr. João Medeiros Silva Neto, apuração das denúncias, com encaminhamento das notas taquigráficas, e também o envio ao Comandante-Geral da Polícia Militar de pedido de cancelamento das transferências ilegais, além do afastamento cautelar do Major Ledwan do subcomando do Gate.

Em entrevista à Rádio Itatiaia, Sargento Rodrigues relata melhor a situação: clique aqui e escute na íntegra a entrevista.

Fonte: Fotos: ALMG - Lia Priscila
blog Papo de PM

domingo, 11 de setembro de 2011

A DIFERENÇA ENTRE UM PRAÇA E UM OFICIAL

O corregedor da PM Coronel Ronaldo Menezes, explicou que:
"Quando envolve um oficial, a competência de instauração do processo administrativo é da Secretaria de Segurança e a solução também é da Secretaria de Segurança. A Polícia Militar não toma parte da decisão efetiva, diferentemente no caso dos praças. No caso dos praças, a competência é do comandante geral da PM".
O corregedor disse ainda que "o oficial, por força de lei maior, só pode ser demitido dos quadros das corporações militares se for julgado por tribunal de segunda instância. No caso do Rio, como não existe uma Justiça Militar, um Tribunal de Justiça Militar, todos esses feitos conduzem para o Tribunal de Justiça". JORNAL REDENÇÃO

JORNAL EXTRA 11/09/2011