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sábado, 31 de dezembro de 2011

Padre é preso acusado de abusar de 06 menores



Um padre da Igreja São Francisco de Assis foi preso preventivamente nesta sexta-feira (30) suspeito de abusar sexualmente de seis crianças da comunidade rural do Tororó, no Jardim Botânico, Distrito Federal. As vítimas seriam quatro meninas e um menino da mesma família, além de mais uma menina vizinha a esses irmãos.
O padre negou à polícia que tenha cometido os crimes e calou-se diante dos questionamentos da imprensa. A assessoria de imprensa da Arquidiocese de Brasília informou que não vai se pronunciar, mas que os advogados da entidade estão acompanhando o caso.
De acordo com a polícia, o padre tem relação próxima com a família das vítimas. Os crimes teriam sido cometidos na igreja, na casa do padre e na casa das vítimas ao longo do último ano. Uma arma calibre 36 foi encontrado na casa do indiciado. Segundo a polícia, a arma seria usada para ameaçar as vítimas.

As investigações policiais começaram há três semanas, após a denúncia feita pela mãe dos irmãos abusados. "Temos provas irrefutáveis de que ele praticou o abuso", declarou o diretor-geral da Polícia Civil, Onofre de Moraes. Se for condenado, o suspeito pode cumprir pena de 15 anos pelo abuso contra cada criança mais três anos pelo porte de armas, resultando em 93 anos de pena máxima.Continuar lendo no G1:>>>>>>>>>>>>>>

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Justiça condena padre a 60 anos de prisão por abuso sexual em Franca


O padre José Afonso Dé foi condenado pela 2 ª Vara Criminal de Franca, no interior de São Paulo, a 60 anos e oito meses de prisão por estupro e atentado violento ao pudor. Em abril de 2010, o pároco foi acusado de pedofilia e indiciado por abusar sexualmente de seis garotos, entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010.

As vítimas, com idades entre 12 e 16 anos, eram coroinhas e frequentadores da Paróquia São Vicente de Paulo, em Franca. Segundo o advogado de defesa, Eduardo Maestrelo Caleiro Palma, a decisão foi proferida no meio do ano, mas como o caso corre em segredo de Justiça, não havia sido divulgada.

G1 SP/EPTV