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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PARADA GAY EM COPACABANA: Policiais homens estavam proibidos de revistar os travestis. Somente as "FEMs" poderiam fazer as revistas nos travecos.


Um fato absurdo chegou ao nosso conhecimento no dia de hoje. Segundo informações de alguns policiais do 19ºBPM (Copacabana), foi realizada uma reunião na semana passada, na qual estavam presentes o comandante do 19º batalhão da PM em Copacabana, Ten.Cel. Claudio Oliveira, policiais da unidade e organizadores da PARADA GAY, que foi realizada no ontem (Domingo 18/11/2012), para decidir alguns pontos importantes do evento e para orientar os policiais em como agir e tratar o público gay durante o evento. Até aí, tudo bem, nada demais nisso. Mas o fato que chamou a atenção e causou certa indignação nos policiais e agora em nós do BlogDaVerdadeRJ após ficarmos sabendo, foi que o sr. Tenente-Coronel Claudio deu ordem para que os policiais homens NÃO REVISTASSEM OS TRAVESTIS e que esta missão fosse executada apenas por POLICIAIS MULHERES. Ué coronel Claudio, como assim? Travestis não são mulheres, são homens, e só podem ser revistados por policiais homens e não por policiais mulheres como o sr. queria. E as policiais mulheres (FEMs), o que acham dessa atitude do ten-cel Claudio? E tem mais, o ten-cel também ordenou que os policiais perguntassem aos travestis, em caso de abordagens, como o mesmo gostaria de ser tratado, pelo nome de registro ou pelo o "nome de guerra". É um absurdo isso! Já imaginou uma policial "FEM" revistando um traveco? Continue lendo no Blog da Verdade

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Parada gay homenageia comandante de batalhão da PM

Tenente-coronel recebe honraria por dar apoio aos eventos LGBT em Madureira

Rio - A Parada Gay de Madureira surpreendeu ontem ao escolher um policial militar para homenagear. A honraria, que é novidade nos 11 anos do evento, foi concedida ao comandante do 9º BPM (Rocha Miranda), o tenente-coronel Cláudio dos Santos. O motivo é o apoio que ele sempre dá aos eventos LGBT do bairro.

A homenagem foi feita pela organizadora do evento, Loren Alexander, em cima do trio elétrico: “O comandante age de igual para igual sempre”. Santos foi efusivamente aplaudido pela multidão que tomou as ruas de Madureira. Fardado, o militar destacou em seu agradecimento que seu papel é garantir a segurança, independente do evento: “Os frequentadores da Parada podem contar com a Polícia Militar. Qualquer problema que tiverem em relação à segurança, não hesitem em chamar um de nós”. Santos recebeu a homenagem no único dos 10 trios elétricos em que não havia drag queens, dançarinos, jogo de luz e bolas coloridas.
O tema da festa era por um Rio de Janeiro sem preconceito. E preconceito era o que não se via. Para Adriana Barbosa, 25 anos, a Parada é fundamental para mostrar o apoio dos heterossexuais à causa: “Venho com a minha família todo o ano para lutar contra a homofobia”.

Em maio, o governador Sérgio Cabral avisou que militares homossexuais do estado poderiam desfilar fardados na Parada Gay, o que não se viu em Madureira. Dia 9 de outubro, o mesmo evento acontece na orla de Copacabana.

ODIA

sábado, 6 de agosto de 2011

Militares holandeses participam pela primeira vez de parada gay em Amsterdam


AMSTERDAM - Militares uniformizados participaram pela primeira vez da parada gay de Amsterdam, que neste sábado levou às ruas da cidade holandesa uma multidão com muitas fantasias e, em alguns casos, poucas roupas. Uma embarcação patrocinada pelo ministério da Defesa navegou entre outras cerca de 80 que coloriram o canal Prinsengracht, ao som de músicas que animavam os participantes.

Acompanhada por milhares de pessoas nas margens do canal, a parada inaugurou um festival que terá quase 300 eventos e festas ao longo do fim de semana. As brincadeiras incluem a popular "Olimpíada Drag Queen", com provas como lançamento de bolsas.

Ativistas britânicos e americanos também estavam junto com generais e oficiais de alto escalão - alguns gays, outros apenas mostrando solidariedade. Ao todo, eram cerca de 80 autoridades militares e civis no barco do ministério da Defesa.

Diferentemente dos militares dos EUA - que só puderam passar a declarar abertamente a orientação sexual com o fim da política do "Don't ask don't tell" -, os gays servem abertamente nas Forças Armadas holandesas desde 1974, e por 25 anos tiveram um departamento para cuidar de seus interesses - a Fundação dos Homossexuais nas Forças Armadas.

Porta-voz diz que de 6% a 8% dos militares holandeses são homossexuais

Ainda assim, militares gays disseram que ter a participação de oficiais na parada de Amsterdam "é um grande passo adiante" em um país já acostumado à igualdade sexual. Durante anos, a Fundação não teve permissão para se juntar ao evento. Nos últimos dois anos, porém, militares foram autorizados a participar em barcos de outras organizações.

- Os líderes políticos achavam que não era apropriado usar uniforme nesse tipo de parada - disse o major Peter Kees Hamstra, porta-voz da Fundação. - Isso mostra a todo mundo que o clima está mudando.

Segundo o porta-voz, entre 6% e 8% dos militares holandeses são homossexuais, o que corresponde à proporção observada na população em geral. Apesar da reputação de país liberal, a Holanda também registra casos de preconceito sexual nas fileiras militares.

- É incrível estar aqui - disse o ex-tenente do Exército americano Dan Choi, que foi demitido no ano passado por violar a antiga política do "Don't ask don't tell", que impedia os militares de revelarem sua orientação sexual, mas garantia que pudessem ser contratados sem que serem perguntados sobre o assunto.

fontes: O Globo e Agências Internacionais