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sábado, 1 de março de 2014

Profissionais da limpeza urbana paralisam atividades por 24 horas no Rio


Foto: Garis da cidade do Rio de Janeiro paralisaram suas atividades por 24 horas em pleno carnaval. 

Revoltados com o descaso do prefeito Eduardo Paes em relação a categoria, os garis decidiram parar e se reunir em uma assembléia no sindicato que se localiza no bairro da Tijuca. 

Os profissionais de limpeza pública decidirão nessa plenária se a greve continua por todo carnaval ou não. A categoria não recebe reajuste salarial há muito tempo e também são péssimas as condições de trabalho.

Assista a marcha dos garis ao vivo: http://twitcasting.tv/midianinja

Foto/Reprodução da internet
#mic
#MIC_RJ
#midiativismo
Garis da cidade do Rio de Janeiro paralisaram suas atividades por 24 horas em pleno carnaval. 

Revoltados com o descaso do prefeito Eduardo Paes em relação a categoria, os garis decidiram parar e se reunir em uma assembléia no sindicato que se localiza no bairro da Tijuca. 

Os profissionais de limpeza pública decidirão nessa plenária se a greve continua por todo carnaval ou não. A categoria não recebe reajuste salarial há muito tempo e também são péssimas as condições de trabalho.


CLIQUE E ASSISTA O VÍDEO NA MÍDIA NINJA

terça-feira, 21 de agosto de 2012

EM GREVE, PRF SÓ ATENDERÁ URGÊNCIA E EMERGÊNCIA NAS ESTRADAS DE MINAS


A categoria reivindica reajuste, exigência de nível superior para policial rodoviário federal, adicional noturno e de insalubridade e reestruturação da carreira.

O atendimento de ocorrências de acidentes nas rodovias federais de Minas Gerais só serão feitos em caso de urgência e emergência. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) que está em greve desde ontem. Com a medida, nas batidas que não causarem vítimas, e sim danos materiais, os envolvidos terão de seguir até um posto mais próximo da corporação para fazer o boletim de ocorrência.

De acordo com Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado de Minas Gerais (SINDPRF-MG), os casos que representarem perigo à vida serão atendidos normalmente. O sindicato faz um alerta para motoristas que se envolverem em batidas sem vítimas para retirar os veículos da pista e evitarem novos acidentes. Durante a paralisação, também não será feita a escolta de cargas, entrega de boletins de ocorrência e de extrato de multas.

O número de policiais nas estradas não sofrerá alteração. Isso porque, segundo o sindicato, a quantidade de agentes que trabalha na malha rodoviária do Estado é inferior ao necessário. CONTINUE LENDO NO BLOG DO LOMEU

domingo, 19 de agosto de 2012

Advogados da União também podem entrar em greve nos próximos dias

Brasília  - O presidente da Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni), Marcos Luiz da Silva, disse hoje (18) que a categoria poderá decretar greve a partir da próxima semana, se considerar insatisfatória a proposta do governo, de reajuste de 15,8%, a ser pago até 2015. Silva esteve reunido na tarde de hoje com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.

“Entendemos que a proposta sequer repõe a inflação do período. A ideia é levar a proposta para as bases, onde já há um sentimento de um certo repúdio à proposta apresentada. Temos a expectativa de uma reação da base, podendo inclusive haver deflagração de greve”, disse o representante dos advogados da União, que são cerca de 1,7 mil em todo o país.
Também participaram da reunião representantes de procuradores federais e defensores públicos.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Polícia Civil paralisa serviços em mais uma delegacia, em Vitória

Delegacia do Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle) para até as 18h.

Policiais civis reivindicam direito à aposentadoria especial.


Polícia Civil paralisa atividades na Deacle. (Foto: Divulgação/Sindipol-ES)
Policiais civis paralisaram os serviços na Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei (Deacle) na manhã desta sexta-feira (14), em Maruípe, na capital do Espírito Santo. Essa é mais uma ação dentro das paralisações feitas pela Polícia Civil para reivindicar aumento de salário e melhores condições para a categoria.

Os serviços só devem ser retomados às 18h. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis no Estado do Espírito Santo (Sindipol-ES), as paralisações devem continuar até que providencias sejam tomadas.
Divisão de Homicídios
A Polícia Civil paralisou as atividades no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória nesta segunda-feira (10). A paralisação começou às 8h e terminou às 18h.

"Queremos o direito à aposentadoria especial e adicional de insalubridade. Nós trabalhamos correndo risco de morte", afirma o diretor do Sindipol-ES, Edimar Nunes Vieira.
G1 ES

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Atenção conveniados da PM/BM do Brasil: Médicos de planos de saúde suspendem atendimento hoje


Seis meses após a primeira paralisação, os médicos voltam a suspender hoje o atendimento aos beneficiários de planos de saúde. Os profissionais deixarão de atender consultas de algumas operadoras em 23 estados e no Distrito Federal. A paralisação vai durar 24 horas e, nesse período, o atendimento às urgências e emergências será mantido. Os clientes afetados podem remarcar as consultas.

Em abril deste ano, os médicos fizeram o primeiro boicote às operadoras, quando interromperam por um dia o atendimento a clientes de todos os planos. Desta vez, os planos que não negociaram ou não apresentaram propostas suficientes para atender às reivindicações da categoria são o alvo do protesto.

Os médicos querem o aumento imediato dos honorários, reajuste fixo anual da remuneração e o fim da interferência das empresas em sua autonomia. As associações médicas defendem o valor de R$ 60 por consulta. De acordo com elas, os planos pagam, em média, R$ 40. Segundo a categoria, as mensalidades dos planos foram reajustadas em 150% nos últimos anos. No entanto, as operadoras destinam menos de 20% da arrecadação para a remuneração dos profissionais.

“O recurso da saúde suplementar que vai para o médico caiu quase pela metade”, disse o presidente eleito da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso.

Em relação à interferência no trabalho, as entidades alegam que as empresas recusam determinados exames e chegam a mudar procedimentos. “Tentam, por exemplo, reduzir a permanência do paciente na UTI [Unidade de Terapia Intensiva]. Evidentemente, todas as vezes que isso acontece há um conflito enorme”, explicou Cid Carvalhaes, presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam).

Os profissionais cobram posicionamento e articulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável por regular o setor, para solucionar as divergências entre a categoria e os planos. “O que está colocado em jogo é a assistência a 46 milhões de usuários. O governo tem responsabilidade. Estamos chamando a ANS para a responsabilidade”, disse Aloísio Tibiriça, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Os médicos vão parar o atendimento a, pelo menos, 23 planos de saúde. A estimativa é que os planos afetados tenham de 25 milhões a 35 milhões de usuários, cerca de 76% do total de clientes em todo o país. As negociações com as operadoras foram feitas pelos representantes de cada estado. Por isso, cada unidade da Federação definiu sua própria lista com os planos que serão afetados.

Em nove estados, será suspenso o atendimento a todas as operadoras – no Ceará, Espírito Santo, Maranhão, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, no Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins. A lista dos planos que serão alvo da paralisação está disponível no site do CFM, no endereço eletrônico http://www.cfm.org.br/.
 
Carolina Pimentel
Jornal do Brasil

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Exemplo a ser seguido pela PEC 300: Para cobrar piso nacional, professores param em 21 Estados

Professores de 21 Estados aderiram à paralisação nacional  nas escolas públicas realizada nesta terça-feira, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Foram confirmadas 17 redes estaduais e 25 municipais no protesto para cobrar o pagamento do piso nacional para os educadores em todo o Brasil. De acordo com a CNTE, amanhã as atividades voltarão ao normal nas escolas.
A Lei do piso salarial determina que nenhum professor da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais pode ganhar menos do que R$ 1.187 mensais. Em audiência com o Ministro da Educação, Fernando Haddad, nesta tarde, a CNTE cobrou o cumprimento da lei. "O ministro se mostrou favorável ao movimento e disse que vai intermediar por nós", disse Roberto Leão, presidente da CNTE.
Em alguns lugares, durante a paralisação, houve atos públicos, assembleias e passeatas. Em Brasília, foi feita uma conferência com os professores. Rosilene Corrêa, diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), disse que mil professores, aproximadamente, compareceram à conferência. "Meu balanço é que o dia foi positivo e, pelo número de presentes, acredito que houve, no mínimo, 30% de adesão de professores a paralisação".
Segundo a Secretaria de Educação do Distrito Federal (DF), 1% das escolas do DF aderiram à paralisação e nenhuma escola teve paralisação total, apenas parcial.
Em Itabuna (BA), os professores da rede municipal de ensino fizeram uma passeata pela avenida Cinquentário, com faixas e cartazes. Os educadores usaram carroças para simbolizar a velocidade em que as mudanças para melhorar a educação são tratadas pelos governos.

Fonte:  JB online