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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Brasil à beira da guerra civil!

  As manifestações pelo descontentamento da má prestação dos serviços públicos no Brasil, parece não ter fim. O que seria uma "marolinha", segundo o Lula, ganhou fôlego e agregou à pauta, outras reivindicações além dos ("caros") vinte centavos. Na realidade essas duas moedas de dez centavos foi como se fosse gasolina ateada ao fogo, e desejos represados, anestesiados pelo carnaval, futebol, desta vez foram insuficientes para domar o povo. Como diria novamente o Lula: "nunca antes na história desse país"...

Todos estamos perplexo sobre qual final terá essa história, ao mesmo tempo que sonhávamos por esse dia, em que as massas arrebentariam as amarras, vivemos um período conturbado, com atos literais de revolta, contra a omissão do Estado, a corrupção de seus governantes, e o sofrimento do povo.

 Não seria exagero se considerássemos esses pequenos focos de violência, como um prenúncio do que está por vir, caso as reformas exigidas não venham com a velocidade imposta pelas ruas. Se os políticos acharem que nos enrolarão novamente, com promessas, com vaselina...pagará o preço altíssimo, ao ver a quantidade de vândalos proliferaram por todo o Brasil.

Especialmente a presidente Dilma Rousseff, se achar que freará as massas como fez com policiais e bombeiros do Brasil que lutavam por dignidade e melhores salários via PEC 300; produzindo escutas ilegais, prisões arbitrárias, expulsões abusivas, saiba que na revolta não há regulamentos capazes de segurar as massas. E mais, qualquer tentativa de criminalizar o movimento, cai por terra pelo histórico de arruaça que alguns atuais petistas tiveram, nas condutas homicidas, na prática de roubos, na morte de agentes da segurança pública nos anos setenta. Qualquer partido ou político que queira criticar o movimento tem que se lembrar disso, como também deveria usar os serviços públicos para ter a real noção dos anseios da população.

Enquanto manifestantes morrem atropelados, comerciantes têm suas lojas depredas e objetos furtados, a polícia faz das "tripas" coração para consertar as cagadas dos governos, "seja de qual bandeira for", a população ganha fôlego, via redes sociais, que servem de informação e arma visando ajoelhar essa classe política que ignora a iminência de uma guerra civil.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

“Meu primeiro pensamento foi a segurança da população” (versão do PM ferido em São Paulo)

"Eu entendo a manifestação, mas usar de violência é errado"
Vignoli mostra o ferimento que resultou em cinco pontos na cabeça

Na noite de terça-feira (11), durante uma manifestação pela diminuição da tarifa de ônibus e metrôs na região central da Capital, um policial militar fazia a guarda do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), na Praça Doutor João Mendes, quando passou pelo que considera “uma das situações mais difíceis de sua carreira”.
Wanderlei Paulo Vignoli entrou na Polícia Militar do Estado de São Paulo, nos anos 90, com um ideal: proteger a população, garantindo os direitos de todos. Com 42 anos de idade, sendo 20 deles dedicados à população paulista, o soldado viu seu lema ser colocado em prática durante o protesto de ontem.
“Meu trabalho é garantir a segurança não só dos funcionários do prédio, mas também das pessoas que trabalham ou passam pelas proximidades, além do próprio patrimônio”, conta.
E era o que fazia quando, por volta das 19 horas, viu um jovem tentar escalar uma das paredes para pichar. Na tentativa de impedi-lo, o PM foi subitamente cercado por vários manifestantes, que passaram a agredi-lo com pedras e pedaços de pau.
“Do nada, surgiram milhares de pessoas e, enquanto eu tentava impedir uma pichação, fui alvejado por várias pedradas na cabeça. Fiquei um pouco zonzo e caí, e um jornalista [Giba Bergamim Jr., do jornal Folha de SP] que viu a ação tentou impedir as pessoas”, relata o policial, lembrando do momento em que pelo menos 10 pessoas atiram objetos ou o agrediam.
Natural de Santo Anastácio, cidade quase 600 quilômetros distante do ocorrido, Vignoli disse nunca ter enfrentado nada parecido. “Casos diários como furtos e roubos nós estamos acostumados, mas é a primeira vez que passo por algo assim”.
Disciplina e rigor
Ainda cercado pelos manifestantes, o policial pegou sua arma e apontou para cima, gritando para se afastarem. “Em nenhum momento pensei em atirar contra eles. Minha obrigação, antes de tudo, é com a vida e a segurança da população”, falou Vignoli.
Mesmo em desvantagem e pondo sua própria segurança em risco, o soldado manteve o controle. Segundo Vignoli, isso só foi possível graças às instruções da PM. “Recebemos treinamentos constantes na polícia, onde aprendemos a usar a arma só em último caso. Além do mais, mesmo entre os manifestantes, há quem não queria brigar, além de haver vítimas ali no meio”, relata.
Ao ser questionado se, em tese, poderia ter atirado em legítima defesa, o policial completa: “Eu pensei primeiro nas pessoas que estavam ali, e não em mim. Temos que evitar os crimes protegendo a população. Sempre que possível, devemos reter o agressor sem o uso da arma”, relata.
De acordo com Vignoli, ele ficou menos de dois minutos nessa situação, até que outros policiais do patrulhamento do Tribunal o ajudaram. O soldado foi levado à Assistência Médica Ambulatorial (AMA), na região da Sé, e encaminhado ao Hospital da Polícia Militar, onde permaneceu internado com traumatismo craniano.
"Eu também uso metrô e ônibus"
Para o soldado, a manifestação é plausível, mas não seus métodos. "A manifestação é algo previsto e permitido na Constituição Brasileira. Eu entendo o porquê das passeatas, mas não a violência delas", explicou.
Vignoli usa metrô para ir e voltar do trabalho. A gratuidade da passagem é garantida apenas quando ele está de farda, em serviço. Nos momentos de folga, o policial paga a passagem normalmente. "Se vou sair, eu pego ônibus, pego metrô, pego trem. E pago a passagem como qualquer cidadão", disse.
Presos em flagrante
Após a ação, por volta das 19h30, os outros policiais conseguiram identificar e deter o editor E.D.S., de 26 anos, e o artista D.S.F., 20, como alguns dos agressores. Os suspeitos continuavam atirando pedras nos PMs e tentavam pichar a parede do TJ.
Os homens foram conduzidos ao 1º Distrito Policial (Sé) e autuados, em flagrante, por lesão corporal, dano qualificado e desacato. Como a fiança, arbitrada em três mil reais, não foi paga, os suspeitos permaneceram presos.

domingo, 20 de maio de 2012

VÍDEO DO ATO RIO CONTRA A CORRUPÇÃO, hoje 20/05/12 em Copacabana



O ato foi um sucesso! 

Os objetivos da mobilização são a conquista da anistia para os Policiais Militares e os Bombeiros Militares do Rio de Janeiro que estavam lutando por salários justos e a instauração da CPI da Delta na ALERJ.
Lembro que 64 deputados estaduais já assinaram como autores o projeto da anistia e que faltam apenas as assinaturas de 10 deputados estaduais para a instalação da CPI. 

Os organizadores divulgaram que os próximos atos serão: 
1) Dia 22 MAI 2012, terça-feira, às 14:00 horas, na ALERJ. 
2) Dia 27 MAI 2012, domingo, às 10:00 horas, na Praia de Copacabana, Posto 2, apoiando protesto dos funcionários da saúde púbica. 

Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Policiais e Bombeiros do Recife fizeram passeata cobrando direitos




A extinção dos Qüinqüênios, dita por incorporação, de nós, Policiais Militares, de fato, representa a maior aberração jurídica proposital criada no Estado de Pernambuco nos últimos dias, por atinge de morte a estabilidade das relações jurídica, que deveria imperar entre administrador e administrados, por atinge de morte os institutos constitucionais axiomáticos federais que pregam como direito fundamental do cidadão a inviolabilidade do Ato Jurídico Perfeito e a inviolabilidade do Direito Adquirido, por mais que se tente criar, vergonhosamente, teses jurídicas em sentido contrário, traindo juramentos, para tentar em vão esconder isso...

Se a extinção dos Qüinqüênios não atentou contra os citados institutos jurídicos constitucionais, nada mais atentará..., pois não se terá nos livros jurídicos-acadêmicos mais nenhum outro exemplo para dizer o que seria então violação a Atos Jurídicos Perfeitos, a Direito Adquiridos (cômico, mas puramente verdadeiro).
Em, 26 de outubro de 2011.

SEVERINO FERREIRA