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quinta-feira, 7 de maio de 2015

SP: Líder do PCC é morto por policiais da ROTA


Claudino dos Santos, de 29 anos, foi morto durante uma troca de tiros com a polícia, em São Paulo.Confira a reportagem completa no vídeo.

R7

sábado, 12 de outubro de 2013

Ameaça de ataques a policiais de São Paulo (no país da copa...)


Vinícius Leonetti
Senhoras e Senhores Policiais Militares, 


Venho através desta, informar, que foi interceptadas ligações telefônicas de  uma Facção criminosa, que age dentro e fora dos Presídios do Estado de SP. Onde podemos estar na iminência de ataques contra integrantes de nossa instituição. Pedimos à todos o cuidado no deslocamentos para seus lares e nossa ida e volta ao serviço. No deslocamentos de Viaturas, bem como no seu Pontos de estacionamentos. Juntos e com o setor de inteligencia da Policia Militar, estamos fazendo o Possível para minimizar os riscos.


Que Deus esteja conosco.
Conte com o Comando.
A intranet é o seu canal oficial de comunicação.
BENEDITO ROBERTO MEIRA

CEL PM COMANDANTE GERAL

sexta-feira, 22 de março de 2013

Corpo de PM é encontrado em porta-malas de carro na zona sul de SP



Policiais observam corpo de soldado da PM encontrado morto no porta-malas de um carro abandonado na zona sul de São PauloO corpo de um soldado da Polícia Militar foi encontrado no porta-malas de um carro abandonado na rua Luciano Silva, na Vila das Belezas, zona sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (21), após denúncia ao 190.

Os moradores da região desconfiaram de um cheiro forte que vinha de um Renault Kangoo abandonado desde o dia 16 no local.

Quando os militares abriram o porta-malas do carro encontraram o corpo do soldado Genivaldo Carvalho Ferreira, 44, que estava algemado, e havia levado um tiro na cabeça. Ele estava desaparecido há pelo menos uma semana.

Ao lado do corpo, que estava em avançado estado de decomposição, foram encontrados a farda e os documentos do soldado. Segundo a PM, o carro pertencia ao policial morto.
Câmeras de segurança de um condomínio próximo flagraram o momento que um homem abandonou o carro e fugiu com um motociclista que o esperava.

O caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO

Comento: Em 2012 foram duzentos profissionais da segurança pública assassinados. Mudou o secretário de segurança pública, virou o ano e as mortes continuam...será que só irão tomar atitude quando começar a matar promotores, juízes ou políticos? Esse é o país da copa...esta é a segurança que vocês terão...turistas estrangeiros...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Marginais queimam ônibus em Uberlândia, pela morte de comparsa

Suspeitos incendeiam ônibus em protesto por morte de comparsa, diz PM (Foto: Reprodução/TV Integração)

Suspeitos incendeiam ônibus em protesto por morte de comparsa, diz PM

Crime foi na noite de domingo (17), em Uberlândia.
Segundo a Polícia Militar, quatro homens atearam fogo no veículo.


Um ônibus do transporte coletivo que fazia a linha Roosevelt/Terminal Central (A-104) foi incendiado na noite deste domingo (17), no Bairro Roosevelt, em Uberlândia. Segundo testemunhas relatam à Polícia Militar (PM), quatro suspeitos anunciaram que queimariam o veículo em protesto à morte de um comparsa, durante ação policial também na noite de domingo.
Ainda segundo a polícia, os suspeitos mandaram o motorista, o cobrador e os passageiros descerem e atearam fogo no veículo. Ninguém ficou ferido e os criminosos fugiram em motos.
O Corpo de Bombeiros informou ao G1 na manhã desta segunda-feira (18), que o fogo foi controlado mais de uma hora após o início do incêndio. Eles isolaram o local e acionaram a Polícia Militar. A São Miguel, empresa responsável pelo ônibus incendiado, disse que, por enquanto, não se pronunciará sobre o caso.
A PM disse, ainda, que um assaltante foi morto durante troca de tiros com a polícia na noite de domingo, no mesmo bairro onde o veículo foi queimado. Na ocasião, a polícia flagrou uma quadrilha que pretendia assaltar ônibus em rodovias.
G1-Triângulo Mineiro

OAB pede que advogados presos por ataques sejam transferidos para PM


O presidente da OAB/SC, Tullo Cavallazzi Filho, encaminhou neste domingo (17) um ofício ao comandante-geral da PM, Coronel Nazareno Marcineiro, pedindo que os advogados Simone Vissoto, Francine Bruggemann, Gustavo Gasparino Becker e João de Souza Barros sejam transferidos para uma das unidades da PM em Santa Catarina. Os advogados foram presos suspeitos de envolvimento nos atentados que ocorrem no estado deste o dia 30 de janeiro.
Segundo o Departamento de Administração Prisional, por serem advogados, eles têm direito ao benefício da Sala de Estado Maior, e podem cumprir a prisão em uma unidade especial, neste caso, um Batalhão de Polícia Militar. O Comandante da PM e o Diretor do DEAP disseram que irão se empenhar na remoção dos presos para salas de Estado Maior tão logo as vagas sejam disponibilizadas, como determina o Estatuto da Advocacia.
De acordo com o conselheiro estadual da OAB, Leonardo Pereima, as advogadas Simone Vissoto e Francine Bruggemann foram transferidas para o presídio de Jaraguá do Sul no sábado (16), no Norte do estado. Já os advogados Gustavo Gasparino Becker e João de Souza Barros, até as 1740 deste domingo (17), estavam no Centro de Triagem do Estreito, em Florianópolis.
Desde o início dos atentados em Santa Catarina, a entidade ja emitiu três notas oficiais. Na primeira delas, repudiou os atos criminosos, cobrou a transferência de presos ligados aos atentados para presídios federais e exigiu a observância das prerrogativas profissionais. Em outra nota, criticou o Diretor do DEAP, Leandro Lima, que fez declarações genéricas em relação ao envolvimento de advogados com facções criminosas. A nota provocou a retratação do Diretor em carta dirigida à OAB/SC. No último sábado (16), num comunicado, a entidade voltou a reconhecer a legitimidade da intervenção do governo e da Força Nacional de Segurança, mas exigiu novamente respeito às prerrogativas dos advogados. O G1 não conseguiu contato com quem está defendendo os advogados presos.
G1-Santa Catarina

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Força-tarefa em 12 cidades prende 60 por ataques em SC


Polícia Civil atua em 12 cidades (Foto: João Salgado/RBS TV)A Polícia Civil de Santa Catarina iniciou uma força-tarefa com 300 homens para cumprir 97 mandados de prisão em 12 cidades na noite desta sexta-feira (15). A operação busca deter criminosos envolvidos nos atentados que atingem Santa Catarina desde 30 de janeiro.
De acordo com a Polícia, até as 9h30 deste sábado (16), 60 pessoas foram presas e armas foram apreendidas. As ações são coordenadas com base da Acadepol, a academia de polícia, em Florianópolis, e, segundo a entidade, não estão relacionadas à chegada da Força Nacional em  Santa Catarina. Continue lendo no G1

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Fronteira escancarada: o crime em seu 'direito' de ir e vir!


Novamente noticiários estão a mostrar ataques de facções criminosas e outros bandidos no Estado de Santa Catarina, em face de agentes do Estado e cidadãos comuns, bens e serviços públicos e privados.
Os ataques promovidos por facções e criminosos em São Paulo são recorrentes.
Ações de milícias e traficantes no Rio de Janeiro servem de cenários inclusive de novelas e filmes.
A droga e seus males estão a aniquilar milhares de lares, famílias e vidas, direta ou indiretamente (como em assaltos, estupros, etc, com o criminoso sobre efeito de drogas), em todo território nacional.
Ocorre que, não adianta essa conversa de desarmamento da população, muito menos a demagogia de que tem que ‘prender o grande traficante’, se incontável número de armas e munições, bem como toneladas de drogas, entram livremente - dia e noite - em nosso país de extensão continental!

A política de segurança voltada para os milhares de quilômetros de fronteira do Brasil com países como Paraguai, Bolívia, Colômbia, Peru, Venezuela e Guianas (para se citar os mais conhecidos pela ‘entrada de armas e drogas’), sem pessoal e estrutura eficientes, é praticamente zero.

Sim, pois não adianta mostrar sempre a famosa ‘ponte da amizade’ (entre Paraguai e Brasil, que liga Foz do Iguaçu-PR a Ciudad del Este-PY), como se todo acesso do Brasil a seus vizinhos (e vice-versa) fosse realizado mediante ponte e, o mais fora do comum, mediante barreiras de fiscalização.

Postarei os seguintes vídeos para mostrar como, por exemplo, é constituída a maior parte da fronteira nacional, colocando como exemplo, um trecho entre Brasil com o Paraguai, entre as cidades de Ponta Pora-MS e Pedro Juan Caballero-PY (quem é da região poderá até achar que não há novidade alguma…mas tenha certeza que boa parte da população nacional não tem a minima idéia de como seja, acreditando que hajam cancelas, postos da polícia e forças armadas, cercas, etc).

No primeiro video, há uma pequena amostra de como se pode inclusive confundir onde é Brasil e onde é Paraguai.

Verá que do lado direito do video, está a cidade de Ponta Porã-MS…e o video caminha para a esquerda…chegando a uma rotatória.

Pois é…essa rua que no video aparece quase na vertical e cruza a rotatória divide Brasil e Paraguai.

Assim, tudo que está a esquerda da rotatória no video é Paraguai.

Veja video 01:





Viu como parece apenas uma filmagem de um trecho de um centro de uma cidade qualquer do país?

E reparou como há carros, motos e pedestres a passar de um lado para outro, tranquilamente?

Olhe esse outro vídeo (vídeo 02):




É assim!

Agora colocarei o video 03, em que ao lado esquerdo da estrada é Paraguai e da estrada para direita é Brasil!

Repare que, quase ao final do video há um ‘marco’ de cor branca, que parece uma coluna isolada de concreto, pintado de cor branca, ao lado esquerdo da estrada: é um marco a dizer que do lado esquerdo daquele sinal é Paraguai!

É assim!

(não vou nem falar para passar o video mais devagar para ver o motociclista a esquerda passando sem capacete na estrada no lado paraguaio e um casal com um filhinho sem capacete tuchado no meio aos braços da mulher, na area brasileira…)

Veja video 03:




Agora, com essa bagunça toda, alguém acha que armas e drogas entram no Brasil como?

E os carros roubados vão para onde?

Depois vem à mente aqueles ditados do caboclo de ‘estamos a enxugar gelo’ ou ‘estamos a secar o chão sem fechar a torneira’ e especialistas da segurança, politicos e juristas acham ruim!

Acorda Brasil!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Jogaram bomba na casa de agente prisional em Santa Catarina, (na crise da segurança pública do Brasil)


Dois menores foram apreendidos suspeitos de colocar fogo em ônibus na Caieira do Saco dos Limões, nesta terça-feira (5) (Foto: Ronney Mendes/Divulgação)Mais cinco atentados foram registrados em Santa Catarina na sétima noite de ataques. São José, Tubarão, Indaial e Chapecótiveram ataques registrados contra três ônibus e um caminhão. Ainda na cidade do Oeste, a residência de um agente prisional foi alvo de um artefato explosivo, segundo a Polícia Militar (PM). Na tarde desta terça, um ônibus de transporte coletivo também havia sido incendiado na capital catarinense, na Caieira do Saco dos Limões, com 10 pessoas dentro. Não há registro de feridos em nenhuma das ocorrências, conforme informações da Polícia. Continue lendo no G1

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Policial militar é assassinado em São José dos Campos - SP


Um policial militar, que estava de folga, foi assassinado na madrugada desta quarta-feira (30) no bairro Palmeiras de São José, na zona sul de São José dos Campos. Dennis Santos Muradi, de 26 anos, estava fechando a academia de um amigo onde costumava malhar quando dois homens se aproximaram e atiraram. O policial trabalhava em São Paulo, mas morava em São José.
A vítima chegou a revidar o tiro e correu alguns passos, mas não resistiu e morreu minutos depois. O corpo do policial foi encontrado após denuncia anônima pelo 190. O carro usado pelos suspeitos de atirarem no PM foi localizado nesta madrugada por volta das 4h15 no Parque Meia Lua, em Jacareí. Ninguém foi preso. A vítima será sepultada às 17h desta quarta-feira no cemitério Parque das Flores, na zona leste de São José dos Campos.
É o segundo policial que trabalhava em São Paulo que foi morto na região. Há um mês, outro policial militar de 38 anos foi assassinado no bairro Santo Antônio, em Lorena. De acordo com a Polícia Militar, o policial estava na casa de um amigo quando foi assassinado. A vítima morava em Lorena, mas trabalhava em São Paulo.
Do G1 Vale do Paraíba e Região

domingo, 2 de dezembro de 2012

"O QUE ESTÁ MATANDO A POLÍCIA DO BRASIL"? Jornal The New York Times

São Paulo, a maior cidade da América Latina, continua a descer em um feudo de sangue violentos entre a polícia e um grupo de crime organizado, o Primeiro Comando da Capital, conhecida por seu Português iniciais PCC Em 2012, 94 policiais foram mortos na cidade - o dobro do que em todo o 2011. Entre julho e setembro, os agentes policiais em serviço mataram 119 pessoas na região metropolitana. Nos três primeiros dias de novembro, 31 pessoas foram assassinadas na cidade. Estas estatísticas escondem uma história mais profunda sobre as cidades latino-americanas, as forças policiais e da guerra contra as drogas.

Único erro Sra. da Silva foi a de que ela vivia em uma comunidade pobre. E, como um policial, que não estava sozinha. Quase todos os assassinatos de oficiais de polícia de São Paulo em 2012 aconteceu enquanto estavam de folga. Os assassinatos foram concentrados em partes mais pobres da cidade, muitas vezes ocorrendo em doorsteps oficiais. Os mortos tendem a ser conhecido em suas comunidades e viviam em bairros controlados pelo crime organizado, longe da protecção nas partes ricas da cidade.


Em cidades como São Paulo, os policiais mal pagos muitas vezes vivem lado a lado com os membros do crime organizado na alastrando periferias urbanas que foram negligenciadas pelo governo. Eles são muitas vezes designados para trabalhar em áreas distantes de suas casas. Quando em serviço, eles estão bem protegidos, mas quando fora de serviço, eles têm praticamente nenhuma segurança.


Na década de 1990, grupos criminosos como o P.C.C. emergiu de prisões violentas e começou a competir para o relvado urbana. Fraco controlo de armas de fogo, fronteiras porosas e um comércio lucrativo de drogas agravou a situação.


"Nós jogamos futebol juntos crescer", disse um policial chamado Andre disse-me recentemente de traficantes locais ", mas eu consegui ir para o caminho certo". André cresceu no Jardim Ângela, um bairro de São Paulo, que já foi chamado o mais perigoso do mundo pela Organização das Nações Unidas.


Sua infância se assemelhava a de muitas crianças pobres. Ele morava em uma casa construída por seus avós imigrantes e foi para uma escola pública. Quando adolescente, ele evadiu traficantes rivais, assim como os esquadrões de extermínio itinerantes de policiais fora de serviço da polícia. Comum em muitas cidades brasileiras, esses esquadrões anti-crime variam de vigilantes locais a grupos paramilitares, conhecidos como milícias.


Andre recentemente teve que fugir Jardim Ângela depois de membros de gangues pensou que ele tinha delatado-los. Agora, a fim de viver em relativo anonimato em outra parte da cidade, ele tem luar trabalhar três ou quatro outros trabalhos.


Muitos policiais atuais eram amigos de infância e colegas de membros atuais do crime organizado. Oficiais têm muitas vezes membros da família que são casadas com os criminosos e às vezes eles continuam a viver ao lado ou em frente um do outro. Polícia do Brasil a entrada tipo exames recruta por níveis de ensino, e criar barreiras à progressão na carreira e de mobilidade econômica. Sem deixar o trabalho para estudar para vários anos, não há maneira de subir a escada profissional em vigor no Brasil a polícia.


COM algumas maneiras para fora das comunidades pobres, os policiais encontrar outras maneiras de sobreviver. Alguns deixam suas armas e distintivos na estação de evitar ser identificado como policial. Outros assumem diferentes identidades em seus bairros - como professores de história, motoristas de táxi ou guardas de segurança privada - ou voar sob o radar de grupos criminosos por não socializar a todos. E há oficiais corruptos na folha de pagamento de grupos do crime organizado, bem como aqueles que optam por se tornar vigilantes.


Em junho, antes da atual crise, um policial me disse que coexistindo com o PCC teve a dinâmica de dissuasão de uma guerra fria e as consequências da vida real de destruição mutuamente assegurada.


Embora tentem, os líderes políticos não podem evitar a responsabilidade. Governador do estado, Geraldo Alckmin, tem visto este tipo de violência antes. Sr. Alckmin governou o estado antes de uma série de PCC ataques em 2006. E enquanto ele elevou os salários da polícia modestamente nos últimos anos, ele tem feito muito pouco para aliviar a exposição de baixo nível oficiais.Existe um abismo enorme entre o que os políticos acham que deve acontecer e as conseqüências de suas ações para policiais em áreas pobres. Na verdade, prometendo bater gangues em sua apresentação, como o Sr. Alckmin prometeu, stokes os fogos de retaliação. Sua afirmação recente de que "qualquer um que não tenha resistido à prisão está viva", uma frase também utilizada por um ex-governador para descrever o massacre de 1992 de 111 detentos na prisão de Carandiru, tem inflamado do PCC, enviou a contagem de corpos subindo e voltou São Paulo a uma era de repressão policial. E as vítimas são muitas vezes os alvos mais próximos e mais fácil - as pessoas como a Sra. da Silva.


Os policiais não podem viver até as expectativas do público quando eles estão preocupados em esconder suas identidades. Abordagens para a segurança pública precisa refletir esta realidade. Aumento dos salários e remoção de barreiras de carreira seria útil. Em última análise, porém, o Brasil e outros governos latino-americanos devem encontrar maneiras de tornar os policiais mais valorizados e respeitados em suas próprias comunidades, apresentando uma imagem mais simpática da força policial. Uma forma possível é tê-los oferecer outros serviços respeitados da comunidade como um segundo ou terceiro trabalho.


Anúncio na semana passada de que o São Paulo de segurança pública secretário e da região dois chefes de polícia foram disparados é promissor. Abertura a novas idéias e um cômputo frio com deficiências do sistema são desesperadamente necessários.De fato, sem uma nova perspectiva, a violência nunca pode realmente diminuir.


Graham Denyer Willis é doutorando em Estudos e Planejamento Urbano no Instituto de Tecnologia de Massachusetts.


Uma versão deste artigo de opinião apareceu na imprensa em 02 de dezembro de 2012, na página SR5 da edição nacional com o título: o que está matando Polícia do Brasil?.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

PM é baleado em emboscada na frente da esposa e do filho em Santos


Policial é baleado na frente da esposa e do filho em Santos, SP (Foto: Jonatas Oliveira/G1)
Um policial militar foi baleado na manhã desta terça-feira (27) em Santos, no litoral de São Paulo, quando chegava em casa. Ele não estava com farda. O crime aconteceu por volta das 7h, na frente da esposa e do filho do policial. Até o momento ninguém foi preso.

Segundo testemunhas, o PM André França estava voltando do trabalho quando foi abordado por três homens na porta de casa. Os criminosos alegaram que era um assalto e levaram o policial para dentro da residência. Ainda de acordo com as testemunhas, os criminosos teriam visto o colete do policial que estava dentro da casa. Em seguida, o PM teria reagido ao assalto e acabou sendo baleado com três tiros, na axila, na clavícula e no abdômen. A esposa do policial e o filho da vítima, um bebê, presenciaram o crime.

O crime aconteceu na Rua Francisco Costa Pires, no bairro Vila São Jorge, limite de município com a cidade de São Vicente. A vítima foi levada para o Crei e já passou por uma cirurgia. O estado do policial é grave. Nas próximas horas ele deve ser submetido a outra cirurgia. Fonte: G1 Santos

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Policial aposentado morre após sofrer atentado em Praia Grande, SP


Um sargento aposentado da Polícia Militar foi morto após um atentado na tarde desta quarta-feira (21) em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Um bandido acabou sendo baleado e morreu, o outro fugiu.
O crime aconteceu por volta das 17h30, no bairro Guilhermina. Carlos Alberto Lazarenha tem 50 anos, trabalhava no batalhão de Praia Grande e estava aposentado há pouco mais de dois meses. Ele foi levado ao Pronto Socorro Municipal e passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu durante a noite. CONTINUE LENDO NO G1 SANTOS

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Homicídios em São Paulo aumentam 92%

SÃO PAULO - Dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo nesta quarta-feira mostram que a capital paulista registrou 150 homicídios em outubro deste ano, um aumento de 92% em relação aos 78 cometidos no mesmo período do ano passado.

Há pelo menos dois meses, a Grande São Paulo vive uma onda de violência, com execuções, chacinas e mortes de policiais. Nesta quarta-feira, o governo de São Paulo anunciou a troca no comando da Secretaria.

Também houve aumento no número de homicídios registrados nos municípios da região metropolitana. Foram 136 homicídios em outubro, ante 95 no mesmo período do ano passado, um aumento de 43%. Os casos não incluem a capital.
Levando em conta todo o estado, o aumento foi de 37%, com 505 homicídios registrados em 2012, ante 366 em 2011.