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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

BA: Perícia confirma que sargento matou colegas e depois cometeu suicídio

A TRAGÉDIA

A tragédia aconteceu na manhã de quinta-feira (29), em frente ao Corpo de Bombeiro. No interior do veículo Cerato, da Kia, placa NYQ-8396, estavam os examinadores de provas de rua da 3ª Ciretran – Circunscrição Regional de Trânsito: Luís Eugênio Teixeira dos Santos e Maria das Graças Costa Veiga, conhecida como Gal do Detran. Os dois estavam na companhia do sargento Amarildo Novais, coordenador do setor de habilitação no mesmo órgão. Todos foram baleados.

Luís Eugênio levou três tiros e Gal dois. Ambos morreram na hora, dentro do carro. O sargento Novais, que também levou um tiro na cabeça, chegou a ser socorrido e encaminhado, por uma ambulância do Corpo de Bombeiro, para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Continue lendo no blog Força Tática:>>>>>>>>>>>>

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

No país da Copa: Entorno do DF tem pelo menos 15 homicídios em dois dias

O Entorno do Distrito Federal teve pelo menos 15 homicídios registrados no último fim de semana. A polícia ainda não tinha o balanço total dos crimes no início desta segunda-feira (31).
No Instituto de Medicina Legal de Luziânia, que atende dez cidades do Entorno, os peritos tiveram muito trabalho. Luziânia foi a localidade com maior número de homicídios, pelo menos cinco.
Em Valparaíso foram ao menos três e no Novo Gama e Águas Lindas, duas mortes em cada. Também foram registrados assassinatos em Padre Bernardo e Cidade Ocidental
Em Valparaíso, na região de Céu Azul, um homem foi baleado na porta de casa. O homicídio aconteceu antes do meio-dia de domingo (30). A rua ficou interditada até a chegada da perícia, que levou quase cinco horas para aparecer.
No Novo Gama, um homem foi morto a facadas depois de um bate-boca. A perícia levou mais de seis horas para chegar até o local porque os agentes tiveram que atender outras ocorrências.
Valparaíso é uma das três cidades que recebem os agentes da Força Nacional de Segurança. A ocupação no Entorno começou em abril, mas o número de homicídios continua alto. São 75 para cada cem mil habitantes, sendo que, a média nacional é de 25 assassinatos para cada cem mil habitantes.
Com a greve da Polícia Civil do Entorno, algumas delegacias até funcionam, mas com pouco efetivo. A categoria está paralisada desde o dia 21 de outubro.
G1 DF

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Laudo da Vigilância Sanitária denuncia péssimas condições de trabalho de peritos em MG

Laudo parcial da Vigilância Sanitária do estado consta o que já foi denunciado pelo Fantástico quanto as péssimas condições de trabalho enfrentadas pelos peritos em Minas Gerais. O estudo foi feito a pedido de uma comissão da Assembleia Legislativa. Em Uberlândia, na recepção já se percebe a falta de estrutura para as perícias. Na parede o interruptor sem proteção, o teste de balística é realizado em pés de pimenta. Já o laboratório toxicológico foi improvisado em um dos cômodos da casa.

Produtos químicos, como ácidos e solventes manipulados por peritos, não são descartados em um encanamento adaptado, vão normalmente na rede de água e esgoto residencial. Problemas também na tubulação que serve para a passagem de gases fora da sala. Sem filtragem adequada, tudo passa para o ambiente interno sem nenhum tratamento. Por falta de espaço os arquivos e laudos de testes ficam no chão. Apenas alguns flagrantes registrados pela equipe de reportagem da TV Integração na casa onde fica a perícia da Polícia Civil de Uberlândia.

Ainda segundo o superintendente da Gerência Regional de Saúde (GRS), o laudo final deve ser entregue à comissão da Assembleia Legislativa no máximo em 15 dias. Disse também que se a conclusão final apontar que o local oferece risco à saúde humana será pedida a interdição da casa.



MGTV UDI/megaminas.com

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Situação da perícia criminal no Brasil é precária



G1


Nota do blog: Tudo o que foi falado na reportagem, para quem trabalha com segurança, já está careca de saber. A novidade é para o público, o povão, que acredita em muita das vezes, que a nossa realidade é a mesma do seriado CSI. Temos que dar os parabéns para o Experidião Porto, um dos entrevistados na matéria, pela coragem e firmeza com que demonstrou os problemas. A segurança pública, como vários outros temas, na maioria dos casos não é tratada com o profissionalismo que o caso requer. Em muitos casos, não temos profissionais a frente das pastas, e  sim, indicados por preferência política. Esse amadorismo, em alguns estados, se reflete na compra de equipamentos inadequados, despreparo para lidar com problemas como corrupção, falta de recursos, efetivo e planejamento, principalmente junto as demais esferas. Experidião Porto além de profissional também é blogueiro:http://www.experidiao.com/

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Balas usadas na morte de juíza são da Polícia Militar


Foto: Severino Silva / Agência O Dia


Juíza chegava em casa dirigindo um Fiat Idea quando 21 tiros foram disparados pelos assassinos, em Niterói

Projéteis recolhidos pelos peritos na cena do crime haviam sido comprados pela PM. Parte da munição teria ido para quartel de São Gonçalo, onde há suspeitos lotados

Rio - As balas usadas no assassinato da juíza Patrícia Acioli são da Polícia Militar. Os agentes da Divisão de Homicídios (DH) já sabem que os cartuchos de calibre 40 arrecadados no local da execução, em Piratininga, Niterói, são de um lote de 10 mil projéteis vendido pela Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) à PM. O próximo passo da investigação é descobrir quais foram os batalhões abastecidos. Informalmente, a Secretaria de Segurança levantou que parte da munição foi distribuída para três unidades — uma delas seria o 7º BPM (São Gonçalo).

No local onde a juíza foi assassinada, no dia 11, policiais da DH encontraram cápsulas de dois calibres: 40 e 45. No entanto, só os projéteis de calibre 40 são usados pela PM. Os de calibre 45 são exclusivos das Forças Armadas. A magistrada foi atingida por 21 disparos. Segundo fontes ligadas à investigação e à cúpula da Secretaria de Segurança, como os cartuchos têm número de lote, os investigadores pediram informações à fabricante do material e souberam o nome do comprador. Na sexta-feira, a PM foi consultada pela Secretaria sobre a distribuição do lote para fazer o levantamento. Numa verificação superficial, viu que parte dos cartuchos é do estoque enviado a unidades do Interior.

Para os investigadores, a informação é importante, uma vez que há suspeitas de que entre os autores do crime estejam homens que respondiam a processos na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde Patrícia atuava. Ela participou de julgamentos de integrantes de grupos de extermínio, milícia e contravenção. Entre os envolvidos, há policiais do 7º BPM.

Corregedor na mira de milícia

Na semana em que a juíza foi morta, outra autoridade recebeu ameaças. Informações passadas ao Disque-Denúncia no dia 18 dão conta de plano para matar o corregedor-geral da PM, coronel Ronaldo Menezes.

Segundo o relato, o crime estaria sendo tramado por policiais civis e militares (entre estes, um PM reformado), todos ligados a uma milícia de Ramos, Zona Norte. Dois dos policiais citados já foram presos pela Polícia Federal.

Ainda segundo a denúncia, o motivo do crime seria a suposta prisão dos envolvidos, determinada pelo coronel Menezes. Procurado, o oficial não comentou o assunto.

Outro pedido de escolta negado

Em processo de março de 2009, o Tribunal de Justiça negou escolta para Patrícia Acioli. O despacho foi dado pela juíza Sandra Kayat, por ordem do então presidente do TJ e atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Luiz Zveiter. A decisão foi tomada ‘por não se vislumbrar a necessidade de adoção de qualquer medida extraordinária de segurança’.

Zveiter afirmou que a escolta de Patrícia foi retirada, em 2007, antes de sua gestão no TJ. Advogado da família da juíza, Técio Lins e Silva disse que vai pedir cópia do processo para ver se as informações podem ajudar nas investigações.

Reportagem de João Antônio Barros e Vania Cunha
ODIA