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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Perseguição NOTA 10 para PM de Uberlândia
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Carro furtado bate em viatura durante perseguição
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
SARGENTO BARBOSA APRESENTOU DENÚNCIA CONTRA O CORONEL CORREGEDOR DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS
* José Luiz Barbosa
"Em 17 de outubro do corrente ano, por forças alheias a minha vontade, encerrei precocemente minha carreira como 2º Sgt da Polícia Militar de Minas Gerais, para minha tristeza e felicidade de minha família", depois de sofrer perseguição, intimidação, retaliação por ter adotado como filosofia de vida e profissional, a luta contra as injustiças, abusos, desmandos e arbitrariedades, dos quais muitos mesmos denunciados, jamais foram apurados ou tiveram seus autores responsabilizados."
"Podem até me matar", mas jamais me calarão, podem arrancar minha gradução, mas os vencimentos para sustento de minha família não conseguiram, e minha dignidade lutarei por ela até cair de joelhos, e nunca me farão recuar, acovardar e desistir de lutar por justiça e tratamento humano, justo e cidadão para policiais e bombeiros militares, principalmente dos oprimidos, fracos e injustiçados, pois estas são as premissas que escolhi como filosofia de vida, desde meu ingresso nas fileiras da Polícia Militar nos idos da década de 80.
Com estas afirmações inicei a participação na audiência pública da comissão de direitos humanos da Assembléia legislativa de Minas Gerais, para discutir violação de direitos e garantias fundamentais, da qual é vítima um Capitão PM acusado em processo administrativo disciplinar, e para denunciar violação ao direito de expressão e opinião em face do Cel PM Hebert Fernandes Souto Silva, corregedor da Polícia Militar.
É vergonhoso ainda termos que admitir em pleno estado democrático de direito, que a Polícia Militar aja como se estivesse em um estado de exceção, em que as violações de direitos são a regra e não exceção, e para agravar a violação, sua motivação começa quando se luta de modo firme e intransigente pelo direito de exercer direitos, e num passe de mágica, de postulante a direito transmuta-se em inimigos e recalcitrantes, assumindo a condição de supostos infratores da disciplina e da arcaica e ultrapassada legislação penal militar, exatamente por contrariar a lógica reinante, que contraria interesses que segundo a doutrina militar que vigora nas hostes hierárquicas superiores estariam enfraquecendo a disciplina e a hierárquia e possibilitando a impunidade administrativa.
Entretanto, olvidam sem nenhum constrangimento a inalienável condição e status jurídico do cidadão policial militar, que mesmo tendo diferentes sujeições e obrigações questionáveis constitucionalmente, nenhum governo desde a redemocratização decidiu enfrentar, abolir e revisar o ordenamento jurídico caduco e autoritário, pois assim perde-se também o poder de dominação e manipulação para atender seus interesses em detrimento dos interesses da cidadania e do respeito a dignidade humana, fundamentos indissociáveis de uma polícia cidadã e de uma segurança pública efetiva, eficaz e democrática.
E afirmo sem nenhuma dúvida, que todo este estado de abuso de poder e desrespeito aos mais elementares direitos e garantias fundamentais tem sua estréia, no exato momento que o policial e bombeiro militar, em especial os praças, decidem lutar e reivindicar seus direitos, o que na cultura institucional é uma afronta e verdadeiro atentado a ordem estabelecida, não contra a hierárquia e disciplina, mas em desfavor da administração pública militar, ou de determinados grupos que se apropriam do poder dispondo-o como sua propriedade privada e exclusiva, o que invariávelmente desagua em desvios, abusos e excessos.Continue lendo no blog do CABO FERNANDO:>>>>>>>>
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Vídeo mostra criminosos sendo perseguidos por PM de folga no PR
De acordo com a Polícia Militar (PM), a perseguição começou quando dois policiais que estavam de folga e participavam de um jogo de futebol, viram dois homens disparando tiros contra uma mulher. As imagens mostram o momento em que um dos policiais com uniforme de futebol corre com a arma na mão e dispara tiros contra o carro dos criminosos. A câmera de segurança de um condomínio registrou imagens de uma perseguição policial na tarde de quinta-feira (20), no bairro Santa Quitéria, em Curitiba.
A câmera de segurança de um condomínio registrou imagens de uma perseguição policial na tarde de quinta-feira (20), no bairro Santa Quitéria, em Curitiba.
"Os policias tentaram parar os homens. Como eles não obedeceram a abordagem, os PMs os perseguiram e também atiraram", contou ao G1 o Sargento Leshiw. Um dos criminosos foi preso minutos após a perseguição. A PM apreendeu na casa dele R$ 140 mil. O outro está foragido.
A mulher de 26 anos, baleada na perna e no pé, foi encaminhada para o Hospital do Trabalhador e já foi liberada.
Adriana JustiDo G1 PR, com informações da RPC TV
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Efeitos danosos do assédio moral nas relações de trabalho
Pode-se entender o assédio moral como uma forma de violência de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade psíquica do indivíduo, por meio de ações as mais diversas, compreendendo gestos, palavras e atitudes, que humilham, degradam e atingem reiteradamente a vítima, visando desestabilizá-la, isolá-la ou eliminá-la do local de trabalho.
No Brasil, a expressão mais difundida para o fenômeno é "assédio moral", sendo utilizados também, como dito, os termos "terrorismo psicológico" ou "psicoterror". Em países estrangeiros, há o uso de termos variados, a saber,bullying, mobbing, harassment e ijime, terminologias que refletem diferenças de nacionalidade e de perspectiva cultural dos pesquisadores.
2.1.Conseqüências do mobbing para a saúde da vítima
O assédio moral no ambiente de trabalho causa sérios danos à saúde da vítima, tanto física como psíquica, com a manifestação de distúrbios psicossomáticos.
Os estudos realizados por Hirigoyen evidenciam exatamente isso. De início, os efeitos sentidos pela vítima são o estresse e a ansiedade, a depressão, distúrbios psicossomáticos, podendo chegar, nos casos extremos, ao estresse pós-traumático. [01]
O quadro a seguir, fruto de levantamento realizado por Margarida Maria Silveira Barreto, médica do trabalho e pesquisadora, com 2.072 trabalhadores, ilustra como homens e mulheres respondem ao assédio moral no ambiente de trabalho: [02]
Sintomas | Mulheres (%) | Homens (%) |
Crises de choro | 100 | - |
Dores generalizadas | 80 | 80 |
Palpitações, tremores | 80 | 40 |
Sentimento de inutilidade | 72 | 40 |
Insônia ou sonolência excessiva | 69,6 | 63,6 |
Depressão | 60 | 70 |
Diminuição da libido | 60 | 15 |
Sede de vingança | 50 | 100 |
Aumento da pressão arterial | 40 | 51,6 |
Dor de cabeça | 40 | 33,2 |
Distúrbios digestivos | 40 | 15 |
Tonturas | 22,3 | 3,2 |
Idéia de suicídio | 16,2 | 100 |
Falta de apetite | 13,6 | 2,1 |
Falta de ar | 10 | 30 |
Passa a beber | 5 | 63 |
Tentativa de suicídio | - | 18,3 |
Como se pode constatar, há diversos sintomas comuns a homens e mulheres, em maior ou menor proporção, sinalizando todos eles o sofrimento imposto à vítima de assédio moral.
Autor: Aloizio Apoliano Cardozo Filho
Procurador Federal desde dezembro de 2003, atualmente lotado e em exercício na Procuradoria-Geral Federal, em Brasília, órgão vinculado à Advocacia-Geral da União.Ex-servidor do Poder Judiciário do Estado do Ceará, de 1995 a 2003. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará.Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho.
fonte: jus.com.br
arte: http://pactoseimpactos.blogspot.com:Outro link interessante: Click aqui:>>>
Nota do blog: Pena que muitos estados não reconhecem algumas práticas abusivas como assédio moral ou sexual. Isso explica os índices cada vez maiores de suicídio dentro dos quartéis.
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