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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Policiais perseguem, atiram em pneu e param caminhonete de traficantes


Nesse vídeo, que parece cena de cinema, um helicóptero do Graer e da ROTAM de Goiania localiza, atiram nos pneus e abordam uma Hilux de traficantes. O motorista já havia furado um bloqueio da polícia, mas não esperava que um helicóptero iria entrar na perseguição.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Polícia nos EUA testa bala com GPS em perseguições


Cápsula contém sistema de posicionamento global que facilita perseguições policiais (Foto: Starchase)
Policiais de quatro Estados americanos estão utilizando uma bala com GPS (Sistema de Posicionamento Global), que facilita a localização de veículos perseguidos.

A ideia por trás da tecnologia, que ganhou o nome da empresa que a desenvolveu, a Starchase, é tornar perseguições policiais em alta velocidade mais seguras, permitindo que a polícia monitore o trajeto dos suspeitos sem colocar vidas em risco.
De dentro do carro, o policial aciona um botão no painel que dispara a bala de dentro de uma caixa instalada acima do para-choque dianteiro.
A bala gruda na traseira do carro à frente e a partir daí a polícia pode interromper a perseguição.
É possível rastrear não somente a localização do veículo, como também sua velocidade.
A bala com GPS está sendo utilizada nos Estados de Iowa, Flórida, Arizona e Colorado e a Starchase agora pretende levar o sistema para a Grã-Bretanha.
Os custos de instalação do equipamento são de US$ 5 mil dólares e cada bala vale US$ 500.
Privacidade
"Esta nova tática está se provando importante para a polícia. (Graças às balas) Foi possível desde resgatar meninas vítimas de tráfico humano até parar motoristas bêbados ou sob influência de drogas", disse Trevor Fischbach, presidente da StarChase.

O acadêmico britânico Dave Allen, da Universidade de Leeds, que recentemente fez uma pesquisa sobre o futuro da tecnologia para polícia britânica, disse que há um claro uso operacional para a bala com GPS.
"Eu acredito que os custos vão cair rapidamente e vamos ver as balas sendo usadas rotineiramente num futuro não muito distante", disse ele à BBC.
Mas, segundo ele, é preciso refletir sobre o uso da tecnologia, que "pode levantar questões a respeito de liberdade civis", disse ele.

sábado, 29 de junho de 2013

Cabo PM afirma ser vítima de perseguição devido à participação em protestos

Condenado em abril por participação de protestos em 2012, policial está detido desde sábado

HELIO ALMEIDA
Rio - O cabo da Polícia Militar, Wagner Jardim Hamude, está detido desde o último sábado no quartel em que trabalha, em Itaperuna, no Noroeste do estado. Ele, que é do 29º BPM, foi condenado a 30 dias de detenção em abril deste ano pela participação na greve de policiais e bombeiros no início de 2012.

Para o militar, que conversou com O Dia Online , a sentença só foi cumprida agora porque ele participou das manifestações recentes no município, em que os moradores exigem a redução do preço da passagem de ônibus e o fim do monopólio do transporte coletivo na cidade. 
Mensagem do militar na Internet
Foto:  Reprodução Internet
O cabo, que teve acesso à Internet, publicou em seu perfil no Facebook que sua detenção tem relação com os protestos. "Com o surgimento das manifestações, decidiram desarquivar as acusações das passeatas do ano passado, que não servem de causa e me deter", escreveu o militar, que ajudou na campanha a favor aumento salarial e melhores condições de trabalho de agentes da PM e dos Bombeiros. Na época, ele foi mandado para Bangu 1.

Recurso não foi analisado

Após receber o documento com a punição, no dia 16 de abril, Hamude apresentou um recurso mostrando o que seriam as ilegalidades do processo que o acusa, segundo ele sem provas. O cabo afirma que alteraram discursos pra servir de prova contra ele próprio.

"Esse recurso teria quatro dias para ser analisado. Já se passaram 75 dias e não houve resposta. Estou preso há uma semana sem que meu recurso seja analisado. Um absurdo jurídico", afirmou Hamude, que recebe ajuda para tentar sair da detenção.

O militar está cumprindo uma escala de serviço, mas é impedido de sair na folga. Ele disse que não foi acusado formalmente sobre a responsabilidade pelos novos protestos, "mas escolheram depois de 15 meses essa data para me prender".

Ele disse que atua nos movimentos na região junto com estudantes. "Antes da prisão de sábado promovi uma reunião entre o comandante do batalhão e outros representantes do movimento, talvez por isso (que foi detido)".
Sentença alega de militar incentivou outros policiais a aderirem a greve do ano passado
Foto:  Reprodução Internet
De acordo com a decisão do Conselho Disciplinar, o cabo foi punido "pelo fato de dar apoio ao movimento gravista da PMERJ, (...) mesmo sabendo da necessidade de cada membro zelar pela preservação da imagem de sua corporação", informa o documento. O militar contestou a decisão, alegando que "nos autos não se encontra fonte fiel de que o acusado tenha colaborado com tais atos", e cita trecho em que afrima que ninguém será considerado culpado até o julgamento, o que para ele não ocorreu.

'Medo de sofrer perseguições'

No Facebook, ele comentou: "Estou detido desde por 'promover reuniões, debates, passeatas e conceder entrevistas com apoio ao movimento. Por isso não estive presente nas últimas passeatas'", postou o militar. O cabo disse que não que se pronunciou antes sobre a detenção porque acredita que poderá ser punido ainda mais, mesmo não descartando a hipótese de que a divulgação de sua situação poderia pressionar as autoridades a liberá-lo.

"Por que não divulguei isso antes? Havia duas possibilidades: O pessoal protestar pela moralização do Estado. Não nego que essa opção me ajudaria. Mas havia uma segunda possibilidade: O medo de sofrer essas perseguições, ser ilegalmente pressionado pudesse desestimular algumas pessoas que querem comparecer às passeatas", comentou.

Hamude agradeceu as palavras de ajuda pela rede social. "Àqueles que gritaram meu nome na passeata meu sincero agredecimento. Fiz o que pude, instruí dentro da lei e de minha experiência. Força aí, pessoal", disse, recebendo apoio logo em seguida. "Você realmente é um guerreiro", disse uma pessoa.

No fim da entrevista, ele se despede e mostra que acredita ter feito a coisa certa. "Por mais que eu tenha sido perseguido e tenha passado por prisões ilegais e arbitrariedades, não me arrependo de nada. Aquilo que alcançamos é muito maior. O bem coletivo não tem preço".
A reportagem tentou contato por telefone com a assessoria do governo do estado, que se encontrava ocupado até a publicação desta matéria.

Nesta quinta-feira, durante entrevista à Rádio Itaperuna AM, o presidente da Câmara Municipal, Alexandre Pereira da Silva (Alexandre da Auto Escola – PP), agendou uma reunião para a próxima segunda-feira com o prefeito e o responsável pela Empresa Santa Lúcia para resolver o impasse.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Sobre militares: Deputado dos Direitos Humanos denuncia ‘ditadura’ no Brasil


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A Assembleia Estadual do Rio de Janeiro é composta por 70 deputados. Desses, 64 se manifestaram a favor da anistia aos policiais e bombeiros militares que participaram de uma greve no ano passado, mas até agora o tema não foi posto em votação.


De acordo com o deputado Marcelo Freixo (PSOL), um ativista dos direitos humanos digno de elogios por observar os problemas da segurança pública de forma mais global, "o clima nos quartéis é de muita tensão, todos se sentem perseguidos, e o governo trata o assunto com mão pesada", afirmou o parlamentar ao jornal Folha de São Paulo.

Há dez dias, 20 médicos – isso mesmo, médicos! – foram presos porque postaram críticas aos seus superiores em redes sociais.

Se fossem os profissionais da saúde que atendem em hospitais convencionais, a população certamente ensaiaria um novo “caras-pintadas” pelas ruas do Rio. Como são médicos dos Bombeiros, deixa quieto.

Este é o país dos estádios de R$ 1 bilhão. 

sexta-feira, 8 de março de 2013



"Se ordenares teus comandados eles te obedecerão, se tratá-los como irmãos eles irão à guerra contigo, porém se tratá-los como filhos, eles morrerão por ti" (Sun Tzu)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

SARGENTO BARBOSA APRESENTOU DENÚNCIA CONTRA O CORONEL CORREGEDOR DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS

* José Luiz Barbosa 

"Em 17 de outubro do corrente ano, por forças alheias a minha vontade, encerrei precocemente minha carreira como 2º Sgt da Polícia Militar de Minas Gerais, para minha tristeza e felicidade de minha família", depois de sofrer perseguição, intimidação, retaliação por ter adotado como filosofia de vida e profissional, a luta contra as injustiças, abusos, desmandos e arbitrariedades, dos quais muitos mesmos denunciados, jamais foram apurados ou tiveram seus autores responsabilizados." 

"Podem até me matar", mas jamais me calarão, podem arrancar minha gradução, mas os vencimentos para sustento de minha família não conseguiram, e minha dignidade lutarei por ela até cair de joelhos, e nunca me farão recuar, acovardar e desistir de lutar por justiça e tratamento humano, justo e cidadão para policiais e bombeiros militares, principalmente dos oprimidos, fracos e injustiçados, pois estas são as premissas que escolhi como filosofia de vida, desde meu ingresso nas fileiras da Polícia Militar nos idos da década de 80.

Com estas afirmações inicei a participação na audiência pública da comissão de direitos humanos da Assembléia legislativa de Minas Gerais, para discutir violação de direitos e garantias fundamentais, da qual é vítima um Capitão PM acusado em processo administrativo disciplinar, e para denunciar violação ao direito de expressão e opinião em face do Cel PM Hebert Fernandes Souto Silva, corregedor da Polícia Militar.
É vergonhoso ainda termos que admitir em pleno estado democrático de direito, que a Polícia Militar aja como se estivesse em um estado de exceção, em que as violações de direitos são a regra e não exceção, e para agravar a violação, sua motivação começa quando se luta de modo firme e intransigente pelo direito de exercer direitos, e num passe de mágica, de postulante a direito transmuta-se em inimigos e recalcitrantes, assumindo a condição de supostos infratores da disciplina e da arcaica e ultrapassada legislação penal militar, exatamente por contrariar a lógica reinante, que contraria interesses que segundo a doutrina militar que vigora nas hostes hierárquicas superiores estariam enfraquecendo a disciplina e a hierárquia e possibilitando a impunidade administrativa.

Entretanto, olvidam sem nenhum constrangimento a inalienável condição e status jurídico do cidadão policial militar, que mesmo tendo diferentes sujeições e obrigações questionáveis constitucionalmente, nenhum governo desde a redemocratização  decidiu enfrentar, abolir e revisar o ordenamento jurídico caduco e autoritário, pois assim perde-se também o poder de dominação e manipulação para atender seus interesses em detrimento dos interesses da cidadania e do respeito a dignidade humana, fundamentos indissociáveis de uma polícia cidadã e de uma segurança pública efetiva, eficaz e democrática. 

E afirmo sem nenhuma dúvida, que todo este estado de abuso de poder e desrespeito aos mais elementares direitos e garantias fundamentais tem sua estréia, no exato momento que o policial e bombeiro militar, em especial os praças, decidem lutar e reivindicar seus direitos, o que na cultura institucional é uma afronta e verdadeiro atentado a ordem estabelecida, não contra a hierárquia e disciplina, mas em desfavor da administração pública militar, ou de determinados grupos que se apropriam do poder dispondo-o como sua propriedade privada e exclusiva, o que invariávelmente desagua em desvios, abusos e excessos.Continue lendo no blog do CABO FERNANDO:>>>>>>>>

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vídeo mostra criminosos sendo perseguidos por PM de folga no PR



De acordo com a Polícia Militar (PM), a perseguição começou quando dois policiais que estavam de folga e participavam de um jogo de futebol, viram dois homens disparando tiros contra uma mulher. As imagens mostram o momento em que um dos policiais com uniforme de futebol corre com a arma na mão e dispara tiros contra o carro dos criminosos.
 A câmera de segurança de um condomínio registrou imagens de uma perseguição policial na tarde de quinta-feira (20), no bairro Santa Quitéria, em Curitiba.

A câmera de segurança de um condomínio registrou imagens de uma perseguição policial na tarde de quinta-feira (20), no bairro Santa Quitéria, em Curitiba.
"Os policias tentaram parar os homens. Como eles não obedeceram a abordagem, os PMs os perseguiram e também atiraram", contou ao G1 o Sargento Leshiw. Um dos criminosos foi preso minutos após a perseguição. A PM apreendeu na casa dele R$ 140 mil. O outro está foragido.
A mulher de 26 anos, baleada na perna e no pé, foi encaminhada para o Hospital do Trabalhador e já foi liberada.

Adriana JustiDo G1 PR, com informações da RPC TV

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Efeitos danosos do assédio moral nas relações de trabalho



Pode-se entender o assédio moral como uma forma de violência de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade psíquica do indivíduo, por meio de ações as mais diversas, compreendendo gestos, palavras e atitudes, que humilham, degradam e atingem reiteradamente a vítima, visando desestabilizá-la, isolá-la ou eliminá-la do local de trabalho.
No Brasil, a expressão mais difundida para o fenômeno é "assédio moral", sendo utilizados também, como dito, os termos "terrorismo psicológico" ou "psicoterror". Em países estrangeiros, há o uso de termos variados, a saber,bullyingmobbingharassment e ijime, terminologias que refletem diferenças de nacionalidade e de perspectiva cultural dos pesquisadores.
2.1.Conseqüências do mobbing para a saúde da vítima
O assédio moral no ambiente de trabalho causa sérios danos à saúde da vítima, tanto física como psíquica, com a manifestação de distúrbios psicossomáticos.
Os estudos realizados por Hirigoyen evidenciam exatamente isso. De início, os efeitos sentidos pela vítima são o estresse e a ansiedade, a depressão, distúrbios psicossomáticos, podendo chegar, nos casos extremos, ao estresse pós-traumático. [01]
O quadro a seguir, fruto de levantamento realizado por Margarida Maria Silveira Barreto, médica do trabalho e pesquisadora, com 2.072 trabalhadores, ilustra como homens e mulheres respondem ao assédio moral no ambiente de trabalho: [02]
Sintomas
Mulheres (%)
Homens (%)
Crises de choro
100
-
Dores generalizadas
80
80
Palpitações, tremores
80
40
Sentimento de inutilidade
72
40
Insônia ou sonolência excessiva
69,6
63,6
Depressão
60
70
Diminuição da libido
60
15
Sede de vingança
50
100
Aumento da pressão arterial
40
51,6
Dor de cabeça
40
33,2
Distúrbios digestivos
40
15
Tonturas
22,3
3,2
Idéia de suicídio
16,2
100
Falta de apetite
13,6
2,1
Falta de ar
10
30
Passa a beber
5
63
Tentativa de suicídio
-
18,3
Como se pode constatar, há diversos sintomas comuns a homens e mulheres, em maior ou menor proporção, sinalizando todos eles o sofrimento imposto à vítima de assédio moral.

Autor: Aloizio Apoliano Cardozo Filho

Procurador Federal desde dezembro de 2003, atualmente lotado e em exercício na Procuradoria-Geral Federal, em Brasília, órgão vinculado à Advocacia-Geral da União.Ex-servidor do Poder Judiciário do Estado do Ceará, de 1995 a 2003. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará.Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho.

fonte: jus.com.br
 arte: http://pactoseimpactos.blogspot.com:


Outro link interessante: Click aqui:>>>

Nota do blog: Pena que muitos estados não reconhecem algumas práticas abusivas como assédio moral ou sexual. Isso explica os índices cada vez maiores de suicídio dentro dos quartéis.