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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

terça-feira, 4 de março de 2014

Atenção investidores!!! ESCÂNDALO NA PETROBRAS: 3 COPIADORES POR 7 MILHÕES e por aí vai...

Auditoria da Petrobras revela irregularidades no contrato com construtora OdebretchCLIQUE E ASSISTA NO BOM DIA BRASIL

Comento: Em poucos anos a Petrobras deverá ser leiloada para pagar as dívidas...o PT está acabando com o Brasil.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

72 milhões de reais por dia

Reduc: acima do limite
o bilionário déficit da conta-petróleo do Brasil (que entre janeiro e novembro  superou os 20 bilhões de dólares) vai subir. Por causa das paradas obrigatórias, depois de acidentes, das operações de refino na Reduc (Rio de Janeiro) e na Repar (Paraná), a Petrobras terá que importar óleo diesel e gasolina refinados nas duas unidades.
Se importar toda a produção da Reduc, o acréscimo no gasto total com importação será de 29 milhões de reais por dia, de acordo com cálculos feitos pelo consultor Adriano Pires. Na Repar, essa conta chega a 43 milhões de reais por dia.
Por Lauro Jardim/VEJA

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

"É um crime privatizar a PETROBRAS e o Pré-Sal", dizia Dilma...



Leia no G1, Campo de Lira do Pré Sal, foi leiloado.


Quem não tem caráter? Quem é mentiroso? Quem é demagogo? Quem acredita nessa mulher? Quem é reacionário? É um crime privatizar a PETROBRAS, é um crime votar nessa senhora...e ainda tem alguns românticos, ingênuos...que acreditam e enxergam a política de maneira maniqueísta de direita e esquerda; que representam apenas os lados dos bolsos dos políticos brasileiros...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Marido da nova presidente da Petrobras tem 42 contratos com a estatal, 20 deles sem licitação


Quem conhece as duas de perto costuma dizer que a engenheira Maria das Graças Silva Foster, 58, é um "clone" da presidente Dilma Rousseff. A diretora de Gás e Energia da estatal substituirá José Sergio Gabrielli na presidência da empresa.

Rígida e extremamente exigente, assim como Dilma, Graça, como gosta de ser chamada, tem fama de agressiva no trato com sua equipe. São uma espécie de "criador e criatura", dizem.

Por causa dessa fama de difícil no trato, no começo do governo Dilma havia na Petrobras uma torcida para que seu destino fosse um ministério em Brasília --ela foi cogitada para a Casa Civil-- e não a presidência da estatal, o que se consumou só agora.

Nessa época surgiram as informações de que a empresa do marido de Graça multiplicou os contratos com a Petrobras a partir de 2007, ano em que a engenheira ganhou cargo de direção na estatal.

De 2007 a 2010, a C.Foster, de propriedade de Colin Vaughan Foster, assinou 42 contratos, sendo 20 sem licitação, para fornecer componentes eletrônicos à estatal. Entre 2005 e 2007, apenas um havia sido firmado.

Em nota, a Petrobras informou que não firmou contratos com a empresa de Colin Foster, marido de Graça, mas fez "pequenas compras de componentes", entre 2005 e 2010. Não informou, no entanto, o valor total das compras. Continue lendo no Blog Implicante:>>>>>>>>

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Banda Podre da Petrobras: Vão investigá-la?

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net em 26/10/11Por João Vinhosa

Inegavelmente, o que mais dificulta o combate à banda podre de uma instituição é o corporativismo – aqui entendido como a relutância dos integrantes da instituição em denunciar o envolvimento da mesma em atos lesivos ao interesse público. 

Por isso, grande esperança foi criada com o abalo do corporativismo na Petrobras, provocado pelas impressionantes denúncias feitas pelo sindicato dos trabalhadores na indústria do petróleo (Sindipetro) contra a Gemini – sociedade da Petrobras com uma empresa privada para produzir e comercializar gás natural liquefeito (GNL).

Porém, a esperança se transformou em frustração: sintomaticamente, o Sindipetro – que havia denunciado, de maneira contundente, a prática de corrupção na Gemini – desistiu de continuar exigindo a apuração do autêntico crime de lesa-pátria que já causou, continua causando, e ainda causará incomensuráveis prejuízos ao país. 

Na realidade, a desistência do Sindipetro de exigir a apuração da entrega do cartório de GNL a uma multinacional pertencente a um grupo norte-americano é bem mais que sintomática. Principalmente, ao se considerar que o Sindipetro é o mentor e grande comandante da campanha “O petróleo tem que ser nosso”.

Diante dos procedimentos do Sindipetro, lícito torna-se inferir: existe uma poderosa rede de cumplicidade para evitar a apuração de atos lesivos ao interesse públicos praticados no caso Gemini.

Diferentemente do Sindipetro, a Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet) nunca discutiu o assunto Gemini. Parece até que as gigantescas vantagens dadas à sócia da Gemini em detrimento do interesse público contam com total aprovação da combativa Aepet.

A suspeição da existência de um forte tráfico de influência para blindar a Gemini – sociedade arquitetada no período em que Dilma Rousseff acumulava os cargos de Ministra de Minas e Energia e Presidente do Conselho de Administração da Petrobras – fica ainda mais reforçada com os procedimentos da alta administração da Petrobras.

É de se destacar que, em 2 de dezembro de 2010, por meio da carta DG&E n° 75/2010, a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, declarou que as denúncias contra a Gemini já eram do conhecimento dos conselheiros do Conselho de Administração da Petrobras, e afirmou que todos os esclarecimentos sobre o assunto já haviam sido “exaustivamente prestados, não restando mais nada a ser acrescentado”. Ninguém pode ter qualquer dúvida sobre a gravidade da situação: tamanha agressão à verdade indica que a diretora Foster está escondendo fatos altamente comprometedores. 

Em 12 de setembro de 2011, por meio do artigo “O Conselheiro Gerdau e a corrupção na Petrobras”, o conselheiro Jorge Gerdau, representante dos acionistas minoritários no Conselho de Administração da Petrobras, foi alertado para um fato gravíssimo: as brechas existentes no Acordo de Quotistas vinculado ao Contrato Social da Gemini possibilitam a prática de enormes superfaturamentos contratualmente “legais” contra a Petrobras.

A propósito, em 17 de outubro de 2011, o acionista minoritário da Petrobras Romano Guido Allegro protocolou, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), um pedido de “afastamento imediato” do conselheiro Gerdau por conflito de interesses; no pedido, dirigido à presidente da CVM, Maria Helena Santana, nos autos do processo RJ- 2011-5450, o conselheiro é acusado de “negligência com os seus representados”.

Relativamente a órgãos fiscalizadores, especial atenção deve ser dada às denúncias sobre a Gemini protocoladas no Ministério Público Federal (MPF) e na Polícia Federal.

Quanto às denúncias encaminhadas contra a Gemini ao MPF, um relevante fato veio, recentemente, à tona: o requerimento feito pelo servidor do Ministério Público do Estado do Amapá José Francisco de Oliveira Teixeira ao Corregedor Nacional do Ministério Público em 18 de agosto de 2011. Por meio de tal documento, citado servidor requer as providências cabíveis em relação à matéria intitulada “Perguntem ao Procurador Roberto Gurgel” de autoria do engenheiro João Vinhosa.

Devido ao fato de não ter tido notícias vindas do MPF, o autor da matéria acima citada, também autor do presente artigo, encaminhará cópia do mesmo ao Corregedor Nacional do Ministério Público.

Quanto à Polícia Federal, o autor prestou depoimento na delegacia de Campos dos Goytacazes em 29 de setembro de 2011. Além de se colocar à disposição para responder qualquer pergunta relativa à suas acusações, o autor apresentou um relatório de 10 folhas e 21 anexos.

Como não sabe quais foram as providências tomadas pela PF, e tendo tomado conhecimento da campanha “Brasil: País rico é País sem corrupção” a ser lançada no próximo dia 26 de outubro pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), o autor encaminhará cópia deste artigo à ADPF para que, sob o impulso de citada campanha, sejam apurados os fatos relativos à banda podre da Petrobras.

João Vinhosa é engenheiro e ex-conselheiro do extinto Conselho Nacional do Petróleo (CNP) joaovinhosa@hotmail.com