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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Plebiscito é contra informação, para desviar o foco, desmobilizar a massa. VEM PRA RUA!!!


      Para os que ainda estão acreditando nessa onda de plebiscito, referendo, ou seja lá o nome que se queira dar, é preciso que saibamos que o termo correto a ser usado nesse momento de turbulência e desgaste evidente para o governo e as pretensões de reeleição da presidente Dilma Rousseff, chama-se contra informação. Ou seja, os governantes querem desmobilizar as massas, com promessas mirabolantes, com planos inexequíveis, inclusive inconstitucionais como dizem muitos juristas. Sem falar no altíssimo custo de se convocar um plebiscito, que giraria em torno de R$400 milhões de reais, para não resolver ou decidir nada. Durante esse tempo, o povo ficaria feito cordeiro, sentado no sofá, assistindo as caríssimas campanhas publicitárias informativas, na vã tentativa de se "informar", sobre o que eventualmente será decidido. 

          Acorda meu povo!!!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Dilma propõe 5 pactos e plebiscito para constituinte da reforma política

A presidente Dilma Rousseff propôs na tarde desta segunda-feira (24) aos 27 governadores e aos 26 prefeitos de capitais convidados por ela para reunião no Palácio do Planalto a adoção de cinco pactos nacionais (por responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte, e educação). Continue lendo e assista o vídeo no G1

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

RJ - Sociedade civil tentará plebiscito contra privatização do Maracanã


Ideia é que o estádio não seja entregue para a administração privada após o fim das reformas para a Copa 2014. 

Rio de Janeiro - O Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, a Frente Nacional de Torcedores, o movimento O Maraca é Nosso, entre outras entidades da sociedade civil, e parlamentares do Rio estudam a possibilidade de convocação de um plebiscito popular sobre o destino da administração do Maracanã. A alternativa foi debatida na quinta-feira (8), em meio à questionada audiência pública convocada pelo governo para apresentar o projeto de concessão do complexo esportivo, como forma de minorar os males já feitos ao local. Arquibaldos e geraldinos argumentam que se o estádio foi desfigurado, que ao menos não seja entregue para a administração privada após o fim das reformas para a Copa 2014 e a Olimpíada 2016. 

Atuando no Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, o vereador eleito Renato Cinco (Psol) aponta a alternativa do plebiscito como uma das prioridades de seu mandato a partir de 1º de janeiro. "Hoje o nosso objetivo é conseguir o debate sobre a privatização. O governo quer discutir o modelo de privatização, mas não quer discutir se deve ou não privatizar, que deve ser o primeiro debate. Vamos brigar por isso, essa consulta à população para a Copa das Confederações acontecer com o Maracanã nas mãos do estado", afirmou ele, que classificou a tentativa de audiência pública no Galpão da Cidadania, na zona portuária, como um "arremedo de democracia" ao tentar se legitimar uma decisão que o governo tomou sem consultar a população. CONTINUE LENDO NO MÍDIA INDEPENDENTE