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sábado, 20 de setembro de 2014

POLICIAL NÃO PODE FAZER O SERVIÇO QUE COMPETE A PREFEITURA

Clique e assista o vídeo no G1
"Uma sociedade que não respeita a policia que tem será capaz de matá-lo, até mesmo fardado." EE
Coronel Telhada
Apoio incondicionalmente o Sd PM Henrique Bueno de Araújo, que matou um indivíduo defendendo a si e seus companheiros de farda.
Nunca vi um cidadão de bem atacando policial e tentando desarmar qualquer PM.
Conforme disse meu amigo Arnaldo Adasz: "Policial está armado para defender o povo, o patrimônio público e privado, a lei, mas principalmente a si mesmo. Tentar atacar um policial armado é pedir para receber uma reação imediata e pode ocasionar a morte do atacante. 
Que bom que neste caso tem um vídeo do momento em que o policial é atacado e se defende atirando. 
"Ah, tinha que se defender com instrumento não letal"... alguns dirão.
Pra quê? O camarada que tem coragem de atacar um policial armado, imagina o que ele faria se o. PM estivesse com arma não letal ou se fosse qualquer cidadão comum?"
Concordo. O único culpado da morte do atacante é o próprio atacante; foi ele quem provocou toda essa tragédia...
Doa a quem doer essa é a verdade e o PM deve ser protegido, apoiado e defendido pelo estado. Quer mais segurança pública? Aprendam a defender aqueles que protegem a sociedade...
Sr. Secretário de Segurança Pública, solicito que venha a público e defenda a polícia que o Sr. comanda, demonstrando a todos que está conosco...
Eu já enfrentei multidões enfurecidas e sei muito bem que se a multidão dominar o PM ele pode ser morto...

facebook.com/APPMARESP
O policial foi fazer um trabalho que não era o seu, a mando de seus comandantes, numa parceria onde a PM, que mal consegue combater os graves crimes contra a vida, contra o patrimônio e contra a sociedade, vai fiscalizar ambulantes, protegendo o interesse de determinados grupos econômicos.
Este policial militar está sozinho. Vai responder criminalmente pela sua conduta, pode ficar preso. Vai pagar milhares de reais ao advogado para defendê-lo, do próprio bolso, sem o amparo de seus comandos. Sua família foi destruída no momento que ele puxou o gatilho, independente de querer ou não. 
Sua vida foi destruída em razão de querer ganhar uns trocados trabalhando na folga, sem garantia nenhuma.
O mesmo Estado omisso que o convenceu a trabalhar para a prefeitura fiscalizando os ambulantes, é o que vai processá-lo e o julgar por "desvio de conduta".
Precisamos repensar o nosso atual modelo de polícia.
Se o Estado não consegue prover a segurança do cidadão, por que motivo usa seus policiais pra fiscalizar contravenções penais de menor ou insignificante importância?

domingo, 22 de julho de 2012

Pesquisa de coronel mostra o que faz policiais militares virarem assassinos

Dissertação defendida em junho na USP considera quadro atual 'grave'; morte de publicitário fez corporação discutir abordagens


BRUNO PAES MANSO - O Estado de S.Paulo

Um dos policiais sonhava em proteger a sociedade e trabalhava dobrado para prender suspeitos. Mas nada adiantava - levados à delegacia, eles eram soltos após pagar propina. O outro se sentia superpoderoso com a arma na mão e achava que seria admirado pela tropa depois de praticar assassinatos. Os dois se tornaram policiais assassinos e cumpriram pena no Presídio Romão Gomes, em São Paulo.

Identificados pelos pseudônimos Steve e Mike, contaram suas histórias e motivações ao tenente-coronel Adílson Paes de Souza, que foi para a reserva em janeiro. As entrevistas estão na dissertação de mestrado A Educação em Direitos Humanos na Polícia Militar, defendida no mês passado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco.

A discussão sobre o que leva um agente público a atirar e matar ganhou força na semana passada, quando uma abordagem equivocada da Polícia Militar causou a morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, de 39 anos, no Alto de Pinheiros, zona oeste. O erro fez a polícia rever anteontem seu treinamento de como abordar veículos suspeitos de forma correta.

Na entrevista, Steve explicou ao coronel sua rotina de visitar velórios de policiais mortos. Inúmeras frustrações o levaram a assumir o papel de "juiz, promotor e advogado". Já o policial que se identificou como Mike relatou que imaginava que, ao praticar homicídios, seria mais respeitado por colegas de tropa.

"Como meu trabalho mostra, existe razão na preocupação de entidades nacionais e internacionais com a violência na sociedade brasileira", diz Souza. "O quadro é considerado grave. Fiz o estudo e ouvi os policiais por acreditar que a mudança da situação passa por melhorias na educação do policial."

Formado em Direito, o tenente-coronel também integra a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo desde 2007. Foi orientado pelo professor Celso Lafer e participaram de sua banca o filósofo Roberto Romano e o professor André de Carvalho Ramos. O trabalho cita dados da Ouvidoria de São Paulo sobre violência policial: com população quase oito vezes menor que a dos Estados Unidos, o Estado de São Paulo registrou 6,3% mais mortes por policiais militares em um período de cinco anos.

Direitos humanos. A educação de baixa qualidade em direitos humanos é apontada pelo coronel como uma das causas da violência policial. A dissertação mostra que, no ano 2000, eram dadas 144 horas/aula de direitos humanos. Dezoito anos depois, os currículos com matérias de direitos humanos diminuíram no Estado. Atualmente, o tema corresponde a 90 horas/aula, o que significa 1,47% do total da carga horária do curso.

Souza ainda sugere em seu trabalho maior participação da sociedade civil para ajudar a criar um tipo de educação de perfil crítico, com debates mais transparentes e participação popular.

VEJA O DEPOIMENTO DE PMS OUVIDOS PELO CORONEL

'Matar alguém se tornou um vício'
Policial diz que 'levava a vítima para um matagal, concedia-lhe um minuto para oração e a sentenciava à morte'


Como era o serviço?

Movido pela revolta com a situação com que me deparei (favelas, meninas estupradas, pessoas pobres vítimas de roubo). Comecei a trabalhar além do horário normal, muito além das oito horas diárias. Comecei a prender todo mundo. Daí percebi uma outra realidade que também não conhecia. Muitas pessoas presas por mim e conduzidas ao distrito policial eram soltas. Numa ocasião, prendi duas pessoas em flagrante delito, por terem praticado roubo a um supermercado. Isso aconteceu pela manhã. A ocorrência foi apresentada no distrito policial, mas na mesma data, à noite, me deparei com essas duas pessoas livres, andando normalmente pelas ruas de um bairro. Estranhando a situação, realizei a abordagem em ambos, quando um deles disse que tudo estava certo e que a quantia em dinheiro destinada a mim estava com o delegado de polícia na respectiva delegacia, uma vez que houve um acordo para liberação deles. Nesse momento, percebi que a corrupção existente nos distritos policiais da área onde eu trabalhava gerava a impunidade dos delinquentes.

O que aconteceu em seguida? Continue lendo Blog Arma Branca

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Dois morrem ao trocar tiros com polícia em assalto em Uberlândia


Depois de roubar uma loja no Bairro Custódio Pereira, em Uberlândia, suspeitos trocaram tiros com a Polícia Militar (PM) na manhã desta sexta-feira (4). Dois deles foram baleados, socorridos ao Hospital de Clínicas da UFU, mas não resistiram. Os outros dois envolvidos no crime foram presos.

Segundo a polícia, três suspeitos armados com revólver e encapuzados entraram em uma loja de roupas na Rua Prudente de Morais e anunciaram roubo. Eles fecharam as portas do estabelecimento, pegaram as roupas e o dinheiro do caixa e fugiram em um Pálio Weekend.

Uma viatura da Polícia Militar se deparou com o veículo próximo ao Parque do Sabiá, zona leste da cidade. Mesmo sem saber do roubo, os policiais deram ordem para que o carro parasse. Os suspeitos fugiram sentido BR-050 e antes de entrar na rodovia, abriram o porta-malas do carro e atiraram na viatura. Os militares revidaram e acertaram dois suspeitos.

Eles foram levados ao hospital em estado grave e não resistiram. Uma mulher de 29 anos e um homem de 24 que estavam no carro foram detidos. A PM recuperou roupas, dinheiro e apreendeu um revólver calibre 38. Segundo a polícia, com exceção da mulher, os envolvidos estavam albergados no Presídio Jacy de Assis e têm diversas passagens. Fonte: G1 Triangulo