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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Participe: ROLEZINHO DA FAMÍLIA POLICIAL

PREZADA ESPOSA DE POLICIAL:
Você sabia que nestes vinte e sete dias do ano de 2014, já foram assassinados QUINZE policiais militares no estado de São Paulo, em razão de serem policiais? 
Que três policiais militares se suicidaram em razão de pressões advindas do fato de serem policiais?
Que pelo menos uma delas estava sendo perseguida por seus comandantes e havia sido transferida injustamente e tentava voltar para sua cidade de origem?
Que interesse seus comandantes tinham em que ela ficasse longe de sua cidade? O que eles ganhariam com isso?
Ela se "suicidar" resolveu o problema de seus comandantes, que tinham interesse em esconder esse fato e o real motivo - qual seria? - da sua transferência (a bem do serviço...)
Sabia que isso dá uma média de mais de uma morte a cada dois dias?
Sabia que o policial representa para o estado apenas um numeral de sete dígitos? Isso significa que ele é algo próximo a um em um milhão, ou seja, a perda de um policial representa um impacto para o estado, de 0,000001 (muitos zeros depois da vírgula, não é mesmo?), enquanto que para a família, representa um dano inestimável.
Seu marido tem conversado com a família a esse respeito? Se não o faz, é omisso...
Você entende que pode ficar sem ele de repente? Pense a respeito.
Quanto vale para os seus filhos, a vida do pai deles?
Então, minhas caras, eu as convoco para tomarem uma decisão que pode mudar a história da sua família:
Seu marido (filho, pai, esposa), por se tratar de militar, não pode reivindicar o direito à vida que lhe está sendo arrancado pelos marginais, sob pena de ser punido, preso, demitido e outras atrocidades que seus comandantes fazem para encobrir os erros do Estado, que deveria zelar pela sua vida e integridade física e não faz. Mas você, enquanto família e maior interessada que ele volte vivo pra casa, NÃO SÓ PODE COMO DEVE.
ESTÁ NA HORA DE DEFENDERMOS QUEM NOS DEFENDE.
VAMOS PRA RUA, FAMILIARES DE POLICIAIS. 
NÃO É POR CENTAVOS, MAS POR VIDAS.
NOSSOS HERÓIS ESTÃO SENDO ABATIDOS DIANTE DOS NOSSOS OLHOS.
PARTICIPE DOS MOVIMENTOS. DÊ A SUA CONTRIBUIÇÃO. MOSTRE O QUE É A FAMÍLIA...
Estejam conosco dia 05 de Fevereiro, a partir das 13:00 em frente à escola de sargentos.
Vai haver advogados trabalhando gratuitamente como voluntários, dando assistência jurídica, para garantir que abusos de superiores não sejam levados a efeito nesse dia.
NÃO SE OMITAM. CONTAMOS COM VOCÊS... Participe do "Rolezinho da Família Policial", dia 05 de fevereiro, quarta - feiraConcentração às 13 horas em frente a Escola Superior de Sargentos na Marginal Tietê. Todos deverão trajar roupas escuras, luto pelas centenas de policiais assassinados ou que cometeram suicídio pelo abandono social. Os profissionais da Segurança Pública precisam de leis mais severas para aqueles que matam policiais dentro ou fora do serviço. Compareça, traga sua família! Quem gosta de polícia é polícia e seus dependentes, pensionistas. REAJA FAMÍLIA POLICIAL!!!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

"GENOCÍDIO DE POLICIAIS CONTINUA"

Mais um policial militar assassinado.
O genocídio de PM continua e as autoridades e imprensa teimam em criticar a "violência policial", como se nós fossemos culpados de toda essa violência em São Paulo...
Hipocrisia pura de um país onde o crime compensa e o mal cresce a cada dia.
Acorda Brasil...
http://www.atribuna.com.br/pol%C3%ADcia/policial-militar-aposentado-é-assassinado-a-tiros-em-são-vicente-1.361987
Mais um policial militar assassinado.

O genocídio de PM continua e as autoridades e imprensa teimam em criticar a "violência policial", como se nós fossemos culpados de toda essa violência em São Paulo...

Hipocrisia pura de um país onde o crime compensa e o mal cresce a cada dia.

Acorda Brasil...vereador Coronel Telhada

sábado, 18 de janeiro de 2014

Policiais são mortos ao tentar recuperar uma bicicleta em Belém


Beco do Relógio Belém (Foto: Ary Souza/O Liberal)
As polícias Civil e Militar estão fazendo diligências ininterruptas desde a noite da última sexta-feira (17), pelos assassinos de dois cabos da Polícia Militar. O crime ocorreu por volta das 23h no "Beco do Relógio", na avenida Roberto Camelier, no bairro da Cremação, em Belém.

De acordo com a delegada Maria Lúcia Santos, da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, os policiais militares estavam à paisana e foram até o local para resgatar a bicicleta do filho de um deles, que teria sido roubada. “Eles foram surpreendidos, com certeza. As armas deles foram furtadas”, afirma a delegada.
Os cabos Max Marcos Miranda Almeira, 41 anos e Wellington Robson Mendes Gonçalves, 36, foram alvejados dentro do beco e morreram no local. A área em que as vítimas estavam é considerada “vermelha”.
A polícia tem informações de que seriam três os autores dos disparos e já tem pistas sobre os assassinos, mas prefere não divulgar para não atrapalhar as investigações.
Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML). Eles vão ser necropsiados na manhã deste sábado (18) e devem ser liberados ao meio dia.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Policial e vizinho são mortos a tiros em bar da região norte de BH


Um policial militar e um vizinho foram assassinados no bairro Tupi, região norte de Belo Horizonte. O cabo Rogério Aparecido Pereira de Moraes, de 39 anos, e Renato Éder da Mata Costa, de 32, foram baleados dentro de um bar da rua Eutália Engrácia de Almeida.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Leia o oficio entregue ao Secretário de Segurança Pública de São Paulo


Hoje, soube as 14:30 que as 15:30 o SECRETARIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DE SP,ESTARIA AQUI EM CAMPINAS, A RESPEITO DA CHACINA. ELABORAMOS UM OFÍCIO RÁPIDO E,JUNTO COM A ESPOSA DO POLICIAL SD MAZINHO, ELE RECEBEU. SEGUE O TEOR DO TEXTO:


Associação de Familiares e Amigos de Policiais do Estado de São Paulo
Órgão Municipal de Utilidade Pública Lei nº12. 911



OFÍCIO Nº 10/2014
ILMO 
SR SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO
DR.FERNANDO GRELLA



REF: ASSASSINATOS DE POLICIAIS MILITARES



Saudações Cordiais.
A ASSOCIAÇÃO DE FAMILIARES E AMIGOS DE POLICIAIS DE SÃO PAULO/AFAPESP, a COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA DE SP/CDHPSP, A ASSOCIAÇÃO DAS PRAÇAS DA POLICIA MILITAR DE SÃO PAULO/ASPRA, a ASSOCIAÇÃO DAS PRAÇAS DA POLICIA MILITAR ATIVOS E REFORMADOS DE SÃO PAULO/APPMARESP;
Através deste ofício, vem respeitosamente requerer e expor :

-Em primeiro lugar, deixamos claro que somos a favor da vida,incondicionalmente;
-Somos a favor e lutamos por DIREITOS HUMANOS a todos os cidadãos de bem, em especial, aos HUMANOS POLICIAIS,que em decorrência de seus regulamentos corporativistas,não podem requerê-los.

Estamos assistindo nossos POLICIAIS MILITARES sendo massacrados quase que diariamente, por bandidos que respaldados pela certeza da impunidade, mantidos por poder aquisitivo de facções criminosas que por sua vez,contam com LEIS frouxas que os acobertam, apoiado pelos DIREITOS HUMANOS que insistem, em um lado apenas de uma versão,invertendo os valores de POLICIAIS que doam suas vidas em defesa de outras vidas,denegrindo e os colocando no mesmo patamar que bandidos,criminosos e a escória da sociedade.
Somente este ano, foram 10 Policiais mortos e 37 outros Policiais, vitimas de bandidos que por sorte, sobreviveram.

Em Campinas, dois POLICIAIS MILITARES MORTOS na primeira quinzena de 2014.

Agora, nessa chacina ocorrida na data de 12 de janeiro,na mesma cidade, é fácil querer computar na “conta” dos Policiais,subestimando até mesmo, a inteligência dos homens e mulheres que compõe o efetivo da POLICIA MILITAR DE CAMPINAS. Qual Policial Militar,sabendo da rigidez do SISTEMA punitivo ao qual estão subordinados, com a CORREGEDORIA que para apurar os fatos contra policiais,se despende em numeroso efetivo,ao contrário, de quando se precisa dos mesmos,para prender matadores de Policiais, seria “ingênuo” para usar botas, fardamento e ainda anunciar “policia”?
A sociedade não pode ser enganada. Os Policiais não podem mais serem o escudo de toda a desgraça que o próprio sistema, cria e alimenta.

Nos enoja,ver um ouvidor de Policia dizer antes mesmo dos términos das investigações,que há “fortes indícios” de Policiais estarem envolvidos. O que é isto?

Este Sr. Acompanhou algum familiar de Policial morto em SP?

Se quer respondeu qualquer uma das várias denuncias que fizemos?

NÃO. A impressão que temos é que SER POLICIAL, signifique : “sua morte é normal”
.
Diante disso e de muitos outros fatores que serão relacionados em oficio posterior, requeremos:

- O RELATÓRIO DO DHPP, que mostre os resultados das investigações dos POLICIAIS MORTOS no ano de 2013 e 2014;

-Que,tenhamos o apoio dessa Secretaria de Segurança,para projetos de LEI que torne hediondo crimes praticados contra agentes de Segurança Pública;
-Que se crie uma pasta acessível,dentro da SSP/SP para que se investigue todos os casos onde estão envolvidos mortes de policiais;

-Que as denuncias encaminhadas a OUVIDORIA DE POLICIA, sejam levadas em consideração,uma vez que, delas depende muitas vezes, a vida de policiais ameaçados;
-Que a Comissão dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança Pública, tenha os devidos acessos a estas investigações, para que os familiares tenham um retorno e uma satisfação,porque hoje, são simplesmente abandonados pelo Estado.



Sendo só o que nos apresenta,receba um forte abraço e nossos elevados protestos de estima e consideração.



Att



ADRIANA BORGO 
Em nome das Entidades acima relacionadas
Presidente da AFAPESP/CDHPSP



Campinas, 14 de janeiro de 2014.

Secretaria de Segurança Pública de SP, familiares de policial vítima de latrocínio

SSP DE SÃO PAULO,RECEBEU HOJE, A COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS DOS POLICIAIS DE SÃO PAULO E A ESPOSA DO SD.PM MAZINHO,MORTO POR BANDIDOS EM UM "SUPOSTO" LATROCÍNIO,NA SECCIONAL DE POLICIA DE CAMPINAS.
SSP DE SÃO PAULO,RECEBEU HOJE, A COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS DOS POLICIAIS DE SÃO PAULO E A ESPOSA DO SD.PM MAZINHO,MORTO POR BANDIDOS EM UM "SUPOSTO" LATROCÍNIO,NA SECCIONAL DE POLICIA DE CAMPINAS. Clique aqui e veja o momento do crime

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Para os defendem o militarismo: Recruta, tem morte cerebral decretada

Após uma semana internado, recruta do CFAP tem morte cerebral decretada. O recruta da PM Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, teve morte cerebral decretada pelo Hospital Central da Polícia Militar, ontem à noite. Paulo ficou uma semana internado após passar mal em treinamento no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da PM. O comandante do HCPM, coronel Armando Portocarrero, afirma que a causa da morte foi um derrame causado por uma série de fatores que incluem a temperatura, a prática de exercício físico e uma possível propensão genética. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar se houve excessos. A família do ex-aluno espera que os oficiais responsáveis sejam punidos.

domingo, 10 de novembro de 2013

Soldado da UPP da Rocinha é espancado até a morte em Teresópolis (RJ)



Comento: A guerra civil está mais do que declarada...só o governo ignora o fato...será que teremos que esperar que matem turistas da Copa 2014, ou das Olimpíadas 2016, para que as autoridades tomem providências? E o Congresso? Parece que vive numa bolha...os deputados têm seguranças...E os Direitos Humanos? piada de mau gosto...

Na terra do senador Sarney, PM é executado dentro do posto policial

Fato aconteceu após o posto policial onde o PM estava ser metralhado.

SÃO LUÍS – O policial militar Francinaldo Sousa Pereira morreu depois de o trailler, onde ele estava, ser metralhado por bandidos no Bairro Vilanova, na área Itaqui-Bacanga. A informação foi confirmada pelo delegado titular do Anjo da Guarda, Valter Vanderley. Segundo populares, a ação teria ocorrido no início da noite e, além da morte do PM, outros militares que estavam no local, além de moradores teriam sido feridos pelos criminosos.
Ainda não há informações sobre quem teria organizado o ataque ao posto. Quase ao mesmo tempo, desta vez no Bairro de Fátima, outro posto da polícia foi alvejado por bandidos, de acordo com o comandante do policiamento na região, coronel Pereira.
maranhaonews
Foto facebook
Com a morte de hoje, já chega a 12 o número de policiais mortos no Maranhão.
Em nota a secretaria de Segurança Pública informou que o Serviço de Inteligência, o Batalhão de Choque e o Grupo Tático Aéreo (GTA) fazem as buscas pelos criminosos.
Veja, a seguir, a nota:
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) informa que o Serviço de Inteligência, com apoio de homens do Batalhão de Choque e do helicóptero do Grupo Tático Aéreo – GTA, que está sobrevoando áreas de São Luís, está à procura dos envolvidos na morte do soldado Francinaldo Sousa Pereira, durante ataque, neste sábado (9), a um traillerda polícia, na Vila Nova.
A ação da SSP busca identificar, ainda, criminosos, que também num ataque a outro trailler da polícia, balearam o sargento Marco Antonio Correa Cutrim e uma moradora no Bairro de Fátima. Ambos foram levados para o Centro Cirúrgico do Socorrão I.
(imirante.com)

domingo, 3 de novembro de 2013

Sargento da PM morre metralhado por fuzil em Itupeva - SP (no país da Copa...)

A viatura da PM onde estavam os militares.
O sargento da Polícia Militar, Jorge de Melo Fernandes, 42 anos, que atuava no 4ª Pelotão de Polícia Militar de Itupeva, foi morto com 3 tiros de fuzil, disparados por marginais, na madrugada deste domingo, dia 3 de novembro.

Por volta das 3 horas, o policial estava a bordo da viatura I-11211, que era conduzida pelo soldado Allan. Os militares seguiam para o bairro do Guacuri, para atender a uma denúncia de veículos com pessoas suspeitas. Mas ao passarem pelo Jardim Brasil, em Itupeva, suspeitaram da presença de dois veículos, nas proximidades do caixa eletrônico de um mercado. 
Os policiais consultaram as placas de um Renault Clio, porém, o cadastro apontava como ‘placa fria’, já que a numeração indicava um Monza vermelho, fato que levantou a suspeita dos militares. Já as placas da Montana estavam dobradas para cima, o que impediu sua anotação.
Os veículos passaram a ser acompanhados pela rodovia Mário Tonoli. Logo atrás, também no acompanhamento, estava uma segunda viatura, ocupada pelos soldados Muniz e J. Carlos, que prestavam apoio na ocorrência. O carro foi acompanhado por cerca de 4 quilômetros, pela rodovia Mário Tonoli (principal acesso à Indaiatuba) e, nas proximidades do bairro Santa Eliza passaram a empreender alta velocidade. A Montana estava à frente, seguida pelo Renault.
Segundo o motorista da viatura policial, em certo momento, os ocupantes da Montana deram um ‘cavalo de pau’ no veículo e, de posse de armas de grosso calibre dispararam vários tiros em direção da viatura.
“Foi tudo muito rápido. Eles deram um cavalo-de-pau e foram logo atirando contra a nossa viatura. Foram muitos tiros”, disse o policial militar que junto aos demais soldados chegaram a revidar aos disparos.
Três tiros atingiram o sargento, sendo dois no pescoço e um na cabeça. Por rádio, Allan pediu socorro ao colega, que havia sido baleado. Sem controle, a viatura subiu em um barranco e capotou na pista.
Policiais que ocupavam a viatura I-11207 também dispararam contra os criminosos. Um dos tiros perfurou o para-brisa. Os policiais acreditam que pelo menos um dos disparos tenham atingido um dos criminosos.
Logo após os disparos, o bando fugiu do local. Peritos do Instituto de Criminalística foram acionados para fazer a perícia na viatura e no local do homicídio.  Após ser necropsiado, o corpo do sargento Jorge será trasladado e sepultado na cidade de Barretos, onde morava com a mãe e um filho de 13 anos.
Policiais de cidades da região, como Indaiatuba e Jundiaí, também foram até o local dos fatos. Chocados com a cena, os militares demonstraram consternação com a morte do colega de farda. “Tenho mais de 10 danos de serviço militar e nunca imaginei que um dia iria ter minha farda manchada pelo sangue de um colega morto”, disse um dos soldados.
O delegado Titular de Itupeva, dr. Elias Ribeiro Evangelista Junior foi até o local e junto de sua equipe de policiais civis que já deram início às investigações. Segundo o delegado, já existem pistas que podem levar aos autores do crime.
O comandante do 11º Batalhão de Polícia Militar do Interior, tenente-coronel Aloísio Alberto de Queiroz Júnior, esteve no local e lamentou o ocorrido. Ele disse que a Polícia Militar está solidária e vai prestar todo apoio à família da vítima. “O sargento Jorge era considerado um excelente militar, que honrava a farda, cumpria todas as suas obrigações”, disse.
Uma viatura do Corpo de Bombeiros de Itupeva foi utilizada para lavar a pista, que ficou marcada de óleo, destroços da viatura e sangue.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Dizem que não há pena de morte no Brasil; pergunte aos Amarildos...

  

   Pena de morte é proibida no Brasil, sendo cláusula pétrea, sem qualquer possibilidade que seja mudada. Na prática, o que vemos é justamente o contrário. Na mesma constituição federal que recentemente completou 25 anos; constatamos o quão atrasada ela está alguns aspectos; inclusive totalmente falaciosa em outros casos, como no valor do salário mínimo para suprir as necessidades básicas, na falta de bons serviços essenciais que garantam os chamados Direitos Fundamentais com a grande mentira que é a saúde, educação e a segurança pública. 


   Sobre este último "direito", a única certeza é de que vivemos uma guerra civil velada, um verdadeiro bang-bang à italiana, onde se mata mais do que muitos países que estão efetivamente em guerra. Morrem-se bandidos e mocinhos e paradoxalmente a mídia geralmente sempre coloca o criminoso como coitado. Deve dar mais audiência, (por essas e outras que as equipes de jornalismo, durantes as manifestações de junho; sempre levaram um cacete de alguns manifestantes mais exaltados). 

   Mais voltando para os Direitos Humanos, se o Estado não consegue garantir a segurança de seus agentes, no caso policiais, juízes, promotores, oficiais de justiça; como acreditar que o mesmo Estado conseguiria exercer esses direitos com o cidadão comum?

    Se o Amarildo foi morto, (clique aqui e leia mais no G1), de fato o Estado deve ser responsabilizado. Mas, como alguém (esse alguém de nome Amarildo) saberia onde fica o paiol dos traficantes sem que tivesse algum tipo de intimidade com os "pedreiros" do tráfico? Algumas perguntas são óbvias: porque haveriam esconderijos de armas numa favela "pacificada"? Porque as câmeras de vídeo não estavam funcionando no entorno da UPP? Coincidência? Acaso? Omissão do Estado?

    O fato é que Amarildo não será o primeiro e nem o último, assim como todos os dias policiais continuarão morrendo para defender um Estado que não é nação, como disse o poeta Renato Russo.

domingo, 6 de outubro de 2013

Policial da UPP da Cidade de Deus, no Rio, é morto a tiros em serviço

O policial Anderson Dias Brazuna, de 34 anos, foi morto a tiros enquanto fazia uma ronda na Avenida Miguel Salazar Mendes de Moraes, na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio, na noite deste domingo (6). 
Soldado, que trabalhava na UPP da comunidade, averiguava denúncia de carro roubado. (Foto: Ari Peixoto/TV Globo)Segundo depoimentos, o soldado, que trabalhava na UPP da comunidade, averiguava uma denúncia de um carro roubado. Três pessoas que estavam no automóvel seriam detidas, mas uma delas fugiu. A ação policial provocou a reação de cerca de 50 pessoas que estavam numa festa próxima do local aonde ocorreu a abordagem e houve confusão. Durante a discussão, dois homens passaram numa moto e efetuaram os disparos.
O agente foi baleado no peito e, apesar de ter sido socorrido, morreu antes de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da comunidade. Um dos suspeitos também foi baleado e levado ao local.

sábado, 5 de outubro de 2013

PM É ESQUARTEJADO E QUEIMADO APÓS SER DESCOBERTO EM BAILE FUNK

Um policial militar teve o corpo esquartejado e queimado após ser descoberto em uma revista na entrada de um baile funk no bairro do Sambaiatuba, em São Vicente, no litoral de São Paulo.

De acordo com informações da Polícia Civil, ele estava acompanhado por um ex-sargento da Aeronáutica e um outro homem quando pessoas na porta do local descobriram sua profissão. Houve troca de tiros com os organizadores da festa. O policial foi atingido pelos disparos e morreu no local. Após isso, ele teve seu corpo esquartejado, queimado, além de ser jogado no lixão do bairro.
Já o ex-sargento levou um tiro na nuca e foi encaminhado para o Hospital Municipal de São Vicente, onde passou por cirurgia e segue em recuperação. Já o terceiro homem, que não foi identificado, conseguiu fugir.
O caso foi registrado no 1º DP de São Vicente. Por enquanto, ninguém foi preso.


G1

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Fogo amigo: PM é morto por engano por colega no DF ao tentar impedir assalto

          Um cabo da Polícia Militar do Distrito Federal foi morto por engano por um colega na madrugada desta quinta-feira (6), quando tentava impedir um assalto a um ônibus. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da entidade. O PM responsável pelos disparos foi internado em estado de choque. Em nota pelo Facebook, a corporação disse estar prestando todo o apoio aos familiares.
A vítima estava à paisana e fora do horário de serviço. Ele percebeu o assalto dentro do ônibus, na avenida Hélio Prates, em Taguatinga, interceptou o veículo e entrou armado para conter o assaltante. Quando os colegas do batalhão em que ele trabalha chegaram, ele foi confundido com o assaltante e foi atingido nas costas. O cabo chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas já chegou morto ao hospital.
O suspeito também foi atingido e foi levado para Hospital Regional de Ceilândia sem gravidade. Testemunhas que não quiseram se identificar disseram que os policiais já abordaram o veículo atirando.
Após prestar depoimento, o motorista do ônibus contou o que aconteceu. “Eu parei na parada, desceram três passageiros e entrou um outro, correndo, e mandou eu tocar o carro [ônibus] imediatamente. Assim que eu vou arrancar o carro, veio um Siena [automóvel do PM morto por engano]. Entrou na frente do carro e abordou o rapaz que estava dentro do carro, mandou descer. Quando o rapaz desceu, eu escutei uns tiros, aí eu abaixei a cabeça e o cobrador e deu o acontecimento desse fato”, falou. Clique aqui e assista matéria no G1

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Projeto aumenta pena para quem matar agentes da área de segurança pública


Arquivo/ Beto Oliveira
Alexandre Leite
Alexandre Leite: medida é uma reação à escalada de violência contra os agentes da segurança.
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4629/12, do deputado Alexandre Leite (DEM-SP), que prevê pena de até 30 anos de reclusão para quem matar agentes públicos da área de segurança, como policiais, agentes penitenciários, oficiais de justiça, bombeiros militares, guardas civis, promotores e juízes.
Atualmente, o crime de homicídio é punido pelo Código Penal com pena de reclusão de 6 a 20 anos.
“Os meios de comunicação têm mostrado a escalada da violência contra os funcionários públicos da segurança. A Nação tornou-se refém dos criminosos, de delinquentes, e o cidadão esconde-se, atemorizado, ameaçado, diminuído”, diz o deputado.
Conforme o projeto, cometer atentado contra qualquer autoridade da segurança pública, bem como contra repartição da área de segurança pública, é um crime punível com reclusão de 4 a 8 anos. Se o atentado resultar em morte de agente público, a pena passa a ser de reclusão de 15 a 30 anos.
Na mesma pena incorre quem cometer atentado contra o cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau de agente de segurança pública.
Tramitação
O projeto tramita em conjunto com o PL 3131/08, que será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Wilson Silveira
Edição – Pierre Triboli

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

quinta-feira, 9 de maio de 2013

MAIS POLICIAIS, MENOS MORTES


Estudo do Ipea aponta que aumentando o efetivo policial em 10% o índice de homicídios pode reduzir de 0,8% a 3,4% em um ano

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que existe uma relação direta entre o efetivo policial e os homicídios. Os números apontam que quanto mais policiais nas ruas, menos assassinatos. 

A população, sem consultar qualquer estudo, de maneira perceptiva mesmo, também acredita na relação mais policiais, menos mortes, que parece até óbvia. 

A pesquisa, porém, sai do “óbvio” quando quantifica essa relação é mostra quantos crimes podem ser evitados com mais efetivos nas ruas. 

Os pesquisadores do Ipea apontam, por exemplo, que o aumento do efetivo policial em 10% pode reduzir de 0,8% a 3,4% o índice de homicídios em 12 meses. No intervalo de cinco anos, a redução acumulada pode chegar a significativos 14%. 

É evidente que a violência não é combatida somente com o aumento do efetivo. São necessárias ações articulas para combater as diferenças causas da violência. 

Esse conjunto de ações vai da estruturação das policias (homens, equipamentos, inteligência etc), passa pela garantia de acesso da população mais vulneráveis aos serviços essenciais (saúde, educação, moradia, saneamento etc) e se complementa com políticas públicas inclusivas que sejam capazes de oferecer alternativas, sobretudo aos jovens – principais vítimas e autores da violência -, mais atraentes que o assédio do crime organizado. 

Mas, voltando aos dados do estudo, o aumento do efetivo, indiscutivelmente, é um dos tripés de uma política de enfrentamento à violência bem-sucedida. 

No caso do Espírito Santo, o sucateamento das polícias, sem dúvida, contribuiu para o aumento das taxas de homicídios na última década. 

Como revelou o coronel da reserva Sérgio Aurich, em entrevista a Século Diário em março deste ano, a PM, em 1993, tinha um efetivo de 8,2 mil homens. Vinte anos depois esse efetivo, em vez de aumentar, caiu. Só este ano o governador Renato Casagrande começa a repor lentamente os efetivos das polícias, que não foram repostos durante a gestão do ex-governador Paulo Hartung. 

Tomando por base os números do Ipea, que apontam que o aumento de 10% do efetivo é capaz de reduzir em até 3,4% os índices de homicídios, o leitor pode calcular quantas mortes poderiam ter sido evitadas se o governo passado tivesse investido com responsabilidade na Segurança Pública. 

Para deixar claro que o governo Hartung abandonou a segurança, basta avaliar outro dado. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um policial para cada 250 habitantes. Para ficar dentro do parâmetro da OMS, a PM capixaba teria que ter hoje um efetivo de 14 mil policiais. Temos pouco mais da metade disso. Por isso, não por acaso, temos também a segunda maior taxa de homicídios do País há mais de uma década. 

Fonte:  Século Diário/AMESE