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quinta-feira, 7 de maio de 2015

SP: Líder do PCC é morto por policiais da ROTA


Claudino dos Santos, de 29 anos, foi morto durante uma troca de tiros com a polícia, em São Paulo.Confira a reportagem completa no vídeo.

R7

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

"A sociedade carioca cria seus ‘capitães do mato’ e depois os joga aos leões"


 E assim colocamos nas ruas do Grande Rio nossos ‘capitães do mato’. E vamos esperar que eles fizessem o que? Em minha opinião já fazem até muito, da forma correta, diante do universo em que trabalham, vivem e convivem… . E eles erram, erram cometendo erros que muitas vezes custam a vida de inocentes. E por isso são punidos, expulsos de sua corporação, perdendo seu ganha pão e indo para a cadeia. Nós fazemos o que? Gritamos: – Os joguem aos leões! Os crucifiquem! E assim aplacamos nossa consciência omissa diante do que se passa em nossa polícia militar. Continue lendo no blog do Segadas

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Major PM é excluída em São Paulo


majorsilvia

PMs presos reformam casa de diretora

Josmar Jozino do Agora
Um PM e um ex-PM presos no Presídio Militar Romão Gomes, na Água Fria (zona norte), deixaram o local pelo menos três vezes sem autorização judicial para fazer serviços de marcenaria na casa da major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes, que é subcomandante da unidade prisional.
A saída dos presos foi flagrada na última terça-feira pela equipe da TV Bandeirantes e exibida anteontem no “Jornal da Band”.
A Corregedoria da Polícia Militar e a Promotoria de Justiça Militar investigam o caso.
O juiz-corregedor geral do Tribunal de Justiça Militar, Luiz Alberto Moro Cavalcante, e o diretor do Presídio Romão Gomes, tenente-coronel Daniel Ignácio, não tinham conhecimento da saída ilegal.
Resposta
A Polícia Militar informou ontem que a major Silvia Martinez Brandão Ferreira de Moraes foi apresentada à Corregedoria da PM para prestar esclarecimentos.
A polícia informou também que foi aberto um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos.
A reportagem ligou para o Presídio Romão Gomes e foi informado que a major está de folga e retorna ao serviço na próxima semana.
Na casa da oficial, ninguém atendeu ontem às ligações.
A reportagem também não conseguiu localizar os advogados dos dois PMs que estão presos.

domingo, 21 de setembro de 2014

Art. 23 - "Não há crime quando o agente [policial] pratica o fato"...

facebook.com/Marcos Do Val
Uma tragédia - duas vítimas. 
Em nome dos numerosos questionamentos que recebi acerca do fato, emitirei aqui minha opinião técnica sobre o ocorrido em São Paulo, no qual o policial militar, Henrique Dias Bueno de Araújo, alvejou um camelô no bairro da Lapa, zona oeste de São Paulo.
A primeira questão que gostaria de tentar elucidar é: o “uso progressivo da força” e em seguida, gostaria de explicitar o que diz o código penal brasileiro.
O uso da força, faz parte do dia-a-dia da atividade policial e as instruções acerca de seu uso constam nos principais manuais técnicos de todo o mundo. Vejam a escala de progressão:
1. Presença Policial; 
2. Verbalização; 
3. Controle de contato;
4. Controle físico;
5. Técnicas defensivas não letais (Spray e etc.);
6. Força Letal.
O que diz o nosso código penal?
“Art. 23 - Não há crime quando o agente [policial] pratica o fato:
I - em estado de necessidade;
II - em legítima defesa;
III - em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito.”
É possível claramente observar que o soldado seguiu rigorosamente o “uso progressivo da força” e demostra uma grande preocupação na proteção da sua equipe e de sua retaguarda. Quando retirou a sua arma do coldere, teve o cuidado de mantê-la baixa e o dedo fora do gatilho, conforme preconizam os treinamentos.
Notamos que o camelô Carlos Augusto Muniz Braga é uma pessoa de estatura física muito maior em relação ao policial, o qual ficaria claramente em desvantagem num possível combate corpo a corpo. O policial após ter as ações dos ítens 1, 2, 3 e 4 do “uso progressivo da força” frustradas, fez uso do Spray de pimenta - item 5 da escala. Carlos Augusto de Muniz Braga atacou o policial com intenção de desarmá-lo do seu equipamento não letal. Neste momento, o polical recorreu ao item 6, utilizando-se de seu armamento letal.
Nos EUA o policial possui o direito de utilizar seu equipamento letal contra qualquer pessoa que atente contra a sua segurança e sua integridade física. Ao acompanhar uma operação em Austin, Texas, presenciei uma ação em que um motorista deu ré no seu próprio carro para tentar ferir o policial e o mesmo se utilizou da força letal para conter o risco de sua integridade e de sua equipe.
Há no trabalho policial uma linha tênue que divide o campo da prevaricação e dos excessos de violência. 
É preciso compreender que a agressão dirigida para o policial é um ato que envolve, em si, um risco, no mundo todo. Em outros diversos países, o agressor (de policiais, em específico) pode até ser punido com prisão perpétua, se não pagou com a própria vida.
Lamento a perda de uma vida, e não se trata, neste momento, de abordar o fato levianamente. No entanto, considero que a ação do policial foi coerente com os preceitos técnicos, na situação que se apresentou, dentro das possibilidades acessíveis – embora o fato não deixe, por isso, de se apresentar como triste e trágico.
Em seguida, o link de acesso ao video da ocorrência:

sábado, 20 de setembro de 2014

POLICIAL NÃO PODE FAZER O SERVIÇO QUE COMPETE A PREFEITURA

Clique e assista o vídeo no G1
"Uma sociedade que não respeita a policia que tem será capaz de matá-lo, até mesmo fardado." EE
Coronel Telhada
Apoio incondicionalmente o Sd PM Henrique Bueno de Araújo, que matou um indivíduo defendendo a si e seus companheiros de farda.
Nunca vi um cidadão de bem atacando policial e tentando desarmar qualquer PM.
Conforme disse meu amigo Arnaldo Adasz: "Policial está armado para defender o povo, o patrimônio público e privado, a lei, mas principalmente a si mesmo. Tentar atacar um policial armado é pedir para receber uma reação imediata e pode ocasionar a morte do atacante. 
Que bom que neste caso tem um vídeo do momento em que o policial é atacado e se defende atirando. 
"Ah, tinha que se defender com instrumento não letal"... alguns dirão.
Pra quê? O camarada que tem coragem de atacar um policial armado, imagina o que ele faria se o. PM estivesse com arma não letal ou se fosse qualquer cidadão comum?"
Concordo. O único culpado da morte do atacante é o próprio atacante; foi ele quem provocou toda essa tragédia...
Doa a quem doer essa é a verdade e o PM deve ser protegido, apoiado e defendido pelo estado. Quer mais segurança pública? Aprendam a defender aqueles que protegem a sociedade...
Sr. Secretário de Segurança Pública, solicito que venha a público e defenda a polícia que o Sr. comanda, demonstrando a todos que está conosco...
Eu já enfrentei multidões enfurecidas e sei muito bem que se a multidão dominar o PM ele pode ser morto...

facebook.com/APPMARESP
O policial foi fazer um trabalho que não era o seu, a mando de seus comandantes, numa parceria onde a PM, que mal consegue combater os graves crimes contra a vida, contra o patrimônio e contra a sociedade, vai fiscalizar ambulantes, protegendo o interesse de determinados grupos econômicos.
Este policial militar está sozinho. Vai responder criminalmente pela sua conduta, pode ficar preso. Vai pagar milhares de reais ao advogado para defendê-lo, do próprio bolso, sem o amparo de seus comandos. Sua família foi destruída no momento que ele puxou o gatilho, independente de querer ou não. 
Sua vida foi destruída em razão de querer ganhar uns trocados trabalhando na folga, sem garantia nenhuma.
O mesmo Estado omisso que o convenceu a trabalhar para a prefeitura fiscalizando os ambulantes, é o que vai processá-lo e o julgar por "desvio de conduta".
Precisamos repensar o nosso atual modelo de polícia.
Se o Estado não consegue prover a segurança do cidadão, por que motivo usa seus policiais pra fiscalizar contravenções penais de menor ou insignificante importância?

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Tenente Coronel é condenado por xingar subordinado



Justiça tardou mas não falhou..
Tj Militar mantém condenação de ex-comandante da PM de Olímpia/SP

Em julgamento realizado no dia 12 de agosto próximo passado, a Primeira Câmara do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo negou provimento ao recurso apresentado e manteve a pena de nove meses e 10 dias ao tenente coronel Naby Affiune (foto), ex-comandante da Polícia Militar de Olímpia. Ele é acusado de infringir o artigo 216, c.c. o artigo 218, incisos II e IV, por 32 vezes e o artigo 174, todos do Código Penal Militar.
A decisão por unanimidade teve a participação dos juízes Fernando Pereira (Presidente) e Orlando Eduardo Geraldi, que acompanharam o relato do juiz Silvio Hiroshi Oyama.
Como se recorda em sessão realizada no dia 19 de novembro de 2013, o Conselho Especial de Justiça, por unanimidade de votos, julgou parcialmente procedente a ação penal.
JULGAMENTO
No entendimento dos juízes, que seguiram o relator, as palavras proferidas contras as vítimas tiveram o condão de ofendê-las, ao ponto “deles questionarem suas esposas se estas eram infelizes por terem se casado com policiais”.
“O dolo é mais que evidente. Chamar uma pessoa de anen­céfala, jegue, imbecil, inútil, incompetente ou que vai empalá-la ou ainda que sua esposa é infeliz porque casado com um policial militar, demonstra a intensidade do elemento subjetivo a animar sua conduta”, cita um dos trechos da decisão.
Diz ainda que “não contente em humilhar seus pares, buscou levar o escárnio para as relações familiares dos ofendidos. Abusou da sua posição hierárquica superior para perpetrar o crime”.
Consta na sentença que “o Apelante afirma que agiu de forma rígida e disciplinar. O problema é que exacerbou, saindo da órbita do aceitável para o campo da ilegalidade”.
“Já que não posso empalar vocês, vou dar uma sarobada em cada um”
“Suas esposas são burras e infelizes por terem se casado com policiais como vocês”; “já que não posso empalar vocês, vou dar uma sarobada em cada um” e “amarrem suas calças, pois eu voltei com o taco maior”, estes são alguns dos impropérios que levaram o tenente coronel Naby Affiune a ser condenado pelo Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo à pena de nove meses e 10 dias de detenção em regime aberto.
Empalar, segundo o dicionário Houass significa: punição corporal antiga inflingida ao condenado, a qual consistia em espetar-lhe, pelo ânus, uma estaca deixando-o dessa maneira até sua morte; empalamento.
Um dos fatos que consta na decisão contra ele, é que no dia 5 de março de 2012, por volta das 24h20, na Avenida Aurora Forti Neves, número 317, no Auto Posto Cergal, ele ofendeu o policial militar KRL diante de seus companheiros de farda, OMS, FCS, RMR e FNV, “vindo, ainda a insultar genericamente estes”.
Da mesma forma, no dia 23 de abril de 2012, por volta das nove horas, na Rua Engenheiro Reid, número 343, sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de Olímpia, ele ofendeu a honra de seus subordinados: VCZ, JRA, OAH, WEB, PCS, JCAF, CAS, LHP, OMS, WRC, KRL, JAS, MAN, FCS, ASBF, RMS, RP, JAA, RBS, CLF, IRB, LAN, RCA, JABT, ERS, RMR e FNV, enquanto presidia uma reunião com o contingente de efetivos da 2ª Companhia do 33º Batalhão da Polícia Militar de Barretos.
Também no dia 20 de julho de 2012, em horário incerto, mas durante o período matutino, ele excedeu-se ao aplicar punição a FCS, na presença de OMS e VCZ.
Segundo consta nos autos, foi apurado que, na primeira ocasião, o investigado estaria fazendo ronda e se deparou com os policiais K, O, F, R e F, que realizavam a ma­nutenção das viaturas por eles utilizadas, ao final do turno destes.
JEGUES, ACÉFALOS E INÚTEIS
Consta que Naby Affiune se aproximou deles e descontente com o modo como fora recepcionado por seus subordinados, questionou K onde haveria tido sua formação como soldado.
Após a resposta do subordinado, questionou-o se ele tinha cérebro, dizendo ainda, que abriria a cabeça do soldado para lhe dar um.
Prosseguindo com as ofensas, o denunciado insultou a todos chamando-os de “jegues”, “acéfalos” e “inúteis”. Afirmou, também, que os policiais da região teriam que “se enquadrar” caso não quisessem ser transferidos.
Em outra oportunidade, durante a reunião ocorrida no dia 23 de abril de 2012, ao presidir o ato, emitiu ameaças jocosas e insultos ao tratar com policiais militares presentes.
Durante a reunião, Naby Affiune disse: “amarrem suas calças, pois eu voltei com o taco maior”, “suas esposas são burras e infelizes por terem se casado com policiais como vocês”; “já que não posso empalar vocês, vou dar uma sarobada em cada um”, entre outros impropérios.
Também segundo consta na decisão, foi apurado ainda, que em 20 de junho de 2012, ele visua­lizou FCS falando em seu celular durante a operação. Diante da conduta inadequada, o denunciado chamou o subordinado para retornar à sede da 2ª Cia PM.
Lá chegando, o conduziu até a presença de VCZ junto com O, e, “na presença destes, veio a proferir, aos gritos, severas ofensas a F, chamando-o de inútil, imbecil, incompetente, que não prestava para serviço algum, e outros adjetivos inapropriados, visando humilhá-lo. Não bastasse, durante toda a punição que sofrera, o soldado admoestado foi obrigado a permanecer na posição de sentido, por cerca de meia hora”.

sábado, 13 de setembro de 2014

Assédio Moral, perseguições nos quartéis têm que ser denunciados


Os maus OFICIAIS que me refiro...são apenas ALGUNS...não a maioria!!!!.........E os praças......são apenas dois!!!.....( Os nomes estão na correge...e quem falar besteira...vai ter que provar ) .....os dois que faziam segurança no POSTO FAZE QUATRO.....Agora ...quem se sentiu incomodado com o vídeo.... VESTE A CARAPUÇA.....porque é pilantra também!!!

youtube.com/Reginaldo Carvalho

segunda-feira, 23 de junho de 2014

PROCURA-SE MILITAR DESAPARECIDO



Apoio Policial Veículo do PM De Luca localizado dentro de um córrego. Retirado o veículo, nada mais foi localizado em seu interior.


Qth Albert Fink quase tietê no Parque Maria Helena em Suzano. Área do 32 BPM/M.



O Carro foi encontrado em um braço do tiete, os Bombeiros e várias viaturas encontram-se pelo local.
O lugar onde acharam o carro do Sd Rodrigo De Lucca é reduto do Pebinha do PCC, o Gilmar da Hora Lisboa.
As buscas continuam... AJUDEM A COMPARTILHAR...


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Agora serão policiais de SP, marcam protesto para o dia 4 por aumento salarial


Faixa contra governo na sede da Associação de Cabos e Soldados de SP - Bruno Ribeiro/Estadão
SÃO PAULO - As 17 associações que representam soldados, cabos e oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo marcaram para o próximo dia 4, quarta-feira, uma manifestação na frente do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O protesto será contra a proposta de reajuste salarial de 0% apresentada às categorias, segundo informou na tarde desta terça, 27, a Associação de Cabos de São Paulo.

O protesto deve reunir apenas oficiais da reserva e familiares dos militares, uma vez que eles não podem participar de manifestações. Policiais de outros Estados, como Pernambuco e Bahia, chegaram a cruzar os braços neste ano durante negociações trabalhistas. Continue lendo no ESTADÃO

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Policiais de São Paulo protestam com outdoor: "PM QUE PEDE SOCORRO À POPULAÇÃO"


Outdoor colocado no litoral paulista, altura do kilômetro 30, no qual pede melhores salários aos policiais militares de São Paulo. "AGORA É A PM QUE PEDE SOCORRO À POPULAÇÃO"!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Polícia de São Paulo acerta ao cercar Black Bloc's

Deu no jornal The New York Times: "Polícia Militar Piedade do Brasil"


SÃO PAULO, Brasil - No Brasil, os policiais matam uma média de cinco pessoas a cada dia. Em 2012, de acordo com um relatório de segurança do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 1.890 brasileiros foram mortos pela polícia, 351 aqui em São Paulo. Isso foi em torno de 20 por cento de todos os homicídios na cidade. Ao mesmo tempo, 11 policiais foram mortos em serviço aqui e cerca de 100 foram executados fora de serviço, alegada pelo crime organizado. Os oficiais de polícia têm três vezes mais probabilidade de ser assassinados do que a média brasileira.

Uma vez eu reclamei sobre ser um escritor no Brasil, mas parece que nossos policiais estão em consideravelmente pior forma. Em São Paulo, policiais militares menor classificados policiais ganham um salário anual de 15.248 dólares, incluindo benefícios e verbas salariais perigo. Eles trabalham em turnos de 12 horas, noite e dia, para uma média de 42 horas por semana. Mas só na teoria. Oficiais afirmam que as regras são muitas vezes ignorados, com horas extras prolongado, curto prazo de mudanças de programação e pausas irregulares ou sem almoço. Alguns assumir postos de trabalho adicionais para complementar seus salários, não só os guardas de segurança como privado (que é ilegal), mas também em um programa chamado "Atividade Delegada", através do qual a cidade contrata policiais em seu tempo livre, oferecendo o equivalente a US $ 64 para oito horas extras patrulhando as ruas.

Existem dois tipos principais de polícia no Brasil. Os policiais civis concentrar-se em investigações criminais, enquanto que os policiais militares têm o dever de manter a ordem pública e trabalhar para evitar crimes.

Os policiais militares não fazem parte das forças armadas, e ainda assim eles operam de acordo com os princípios militares de patente e disciplina. Eles não podem atacar ou sindicalizar, e estão sujeitos a um código penal de estilo militar (o que significa transgressões no trabalho pode ser tratado como motim ou traição, e os oficiais são julgados em um tribunal especial). Eles são proibidos de "fatos reveladores ou documentos que podem desacreditar a polícia ou perturbar hierarquia ou disciplina."

Eles também não podem reprovar abertamente dos atos de autoridades civis do Executivo, Legislativo ou Judiciário do governo, e são proibidas de expressar suas opiniões políticas pessoais. No ano passado, oito oficiais do Ceará, no nordeste do Brasil, tiveram alta depois de participar de uma reunião política.Três outros foram presos ao retornar de uma reunião pública para discutir a desmilitarização da polícia.

Como se isso não bastasse, o mesmo Fórum Brasileiro de Segurança Pública relatório descobriu que 70 por cento dos brasileiros não confiava na polícia. Em outras palavras, a nossa polícia ter perdido sua legitimidade.

"Eu amo meu trabalho, eu realmente", disse um membro da polícia militar disse-me recentemente. "Mas o nosso trabalho não é reconhecido. Nossos erros são examinados. Temos frações de segundo para decidir entre a aceleração ou frenagem, disparando ou em retirada, de qualquer forma estamos culpou ".

Outro oficial reclamou que a mídia deu mais atenção aos casos de brutalidade policial do que os assassinatos de oficiais. Ele observou que os policiais eram, por vezes, os únicos agentes do Estado estacionado em bairros pobres dominadas pelo crime organizado. "Tudo está em nós."

Mas a sua principal queixa é a impunidade dos criminosos. Muitos acreditam que as instituições judiciais do Brasil são muito branda e ineficiente. Oficiais estão cansados ​​de prender os mesmos suspeitos mais e mais.

De acordo com Adilson Paes, um tenente-coronel da polícia aposentado que realizou um estudo sobre a brutalidade da polícia, alguns oficiais virar vigilante como resultado. Esta também foi a conclusão de uma investigação sobre o policiamento no Rio de Janeiro e São Paulo realizado pela Human Rights Watch: Muitas mortes de civis "resistência à prisão" são de fato execuções extrajudiciais, o relatório encontrado, e "alguns policiais são membros de ' esquadrões da morte "," que são "responsáveis ​​por centenas de assassinatos a cada ano."

Isso muitas vezes leva a um ciclo de represálias entre a polícia eo crime organizado. Apenas um mês atrás, em Campinas, uma cidade 60 milhas de São Paulo, um policial foi morto na frente de sua esposa durante um assalto, em poucas horas, 12 pessoas foram encontradas executado - aparentemente pela polícia, como vingança. E às vezes os próprios policiais corruptos estão envolvidos no crime organizado.

"Nós somos um dos países mais violentos do mundo, e os policiais militares são parte desse universo", José Vicente da Silva Filho, um coronel aposentado da polícia, disse à TV Folha. "Assim, parece difícil ter uma força policial muito melhor do que temos agora."

Em São Paulo, muitos atribuem a recente queda em mortes pela polícia para uma nova regra que proíbe oficiais para transportar suspeitos feridos para o hospital ou oferecer-lhes os primeiros socorros. Acontece que os policiais haviam sido pegando pessoas que tinham sido feridos pelos policiais si mesmos, e, em seguida, executá-los no caminho para o hospital. Cinco meses atrás, um jovem supostamente cometeu suicídio na parte de trás de um carro da polícia, depois de ser preso por roubo. Se isso for verdade, ele conseguiu atirar na própria cabeça enquanto suas mãos estavam algemadas atrás das costas.

Há dois anos, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas recomendou que o Brasil abolir a polícia militar; outros grupos internacionais têm criticado a força para bater e torturar detentos. Porém, a discussão aqui foi polarizada.Organizações de direitos humanos são muitas vezes vistos como apologistas criminosos: "Alguns acreditam que investigar e reprimir os abusos policiais enfraqueceria a mão da aplicação da lei, e, assim, fortalecer as organizações criminosas", disse a Human Rights Watch.

Mas, ultimamente, mais brasileiros foram tomando conhecimento, como a brutalidade policial é cada vez mais dirigido contra jornalistas e manifestantes políticos (muitos da classe média), em vez de apenas as mesmas velhas cidadãos negros e pobres que vivem em favelas.

Como um participante regular das manifestações de massas que varreram o país desde junho do ano passado, tenho testemunhado atos de violência desnecessária contra manifestantes desarmados. Nesse período, um estudante e um fotojornalista profissional foram ambos cego depois de ser atingido por bombas de flash e balas de borracha. Há três semanas, a polícia atirou em um homem que estava protestando contra a Copa do Mundo. Ele teria ameaçado um oficial com um cortador de caixa.

Muitos oficiais nos protestos trabalhar sem etiquetas de identificação e inibir os jornalistas de filmar e tirar fotos. É sábio para abordá-los com as mãos no ar, falando de uma maneira reconfortante. Em uma pesquisa recente, 64 por cento dos policiais alegou não estar preparado para lidar com manifestações de massa.

Agora, com a Copa do Mundo se aproximando e mais manifestações no caminho, há um monte de falar sobre desmilitarização da polícia. Isso daria mais direitos trabalhistas aos nossos diretores, liberando-os de um código militar de conduta e disciplina que muitas vezes envolve humilhação e formação infundido com uma mentalidade de guerra. Também significaria que atribui ao sistema de justiça civil de competência para julgar todos os crimes cometidos por policiais.

Este seria um passo para trás de nossos anos de ditadura militar e um passo para a criação de uma força policial legítimo onde os agentes lidam com os civis e não como inimigos, mas como cidadãos - mesmo que tenham infringido a lei.

arte: David Plankert

Vanessa Barbara, um romancista, edita o site literário A Hortaliça e é um colunista do jornal Folha de São Paulo.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

ATENÇÃO POLICIAIS DO BRASIL: DIA 05 FEVEREIRO AS 13 HS

Cabo da PM é preso suspeito de assaltos em Jundiaí

Um policial militar foi preso pela Guarda Municipal, na madrugada deste domingo (1), suspeito de assaltar travestis e garotas de programa em Jundiaí (SP). Uma denúncia anônima informou que um homem armado estaria assaltando pedestres na região central da cidade.
O patrulhamento conseguiu localizar o carro usado nos assaltos em um bar da Vila Arens. O homem foi abordado e se identificou como cabo da Polícia Militar. Outras viaturas da Guarda e da PM foram acionadas.
Em revista ao carro do suspeito foram encontrados telefones celulares, dinheiro e uma pistola carregada. No plantão policial, as vítimas, travestis e garotas de programas, identificaram o policial.
De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Militar, o homem está preso no Presídio Romão Gomes da PM, na capital. Também foi aberto um inquérito na Polícia Civil e um procedimento investigativo pela corregedoria da PM.
* Colaborou Alessandra Marques