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segunda-feira, 20 de abril de 2015

PMs cantam e tocam violão com motorista suspeito de embriaguez

Policiais militares cantaram e tocaram violão com um motorista com sinais de embriaguez às margens da SC-160, em Campo Erê, no Oeste de Santa Catarina. As imagens, gravadas pelos próprios PMs, foram divulgadas no Jornal do Almoço desta segunda-feira (20). (Veja o vídeo acima.)
Conforme a corporação, os oficiais foram acionados para tentar 'acordar' um homem que estava com o carro estacionado em uma curva perigosa da rodovia. De acordo tenente-coronel Sérgio Luis Sell, as imagens foram registradas em uma ocorrência no final de semana passado, mas chegaram ao conhecimento da PM no último sábado (19). Assista o vídeo no G1 SC

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Delegado dá voz de prisão a coronel da PM e três militares de SC

Um delegado de Laguna, no Sul de Santa Catarina, deu voz de prisão a um coronel da Polícia Militar de Santa Catarina e a três militares da corporação após a detenção de um suspeito na manhã de terça-feira (24).
Segundo o delegado Leandro Loreto, quatros policiais chegaram na delegacia com um homem algemado e três deles teriam agredido o detido. O suspeito havia furtado dois frascos de repelente em um mercado.
"Ele estava no chão, algemado e o chutaram. Perguntei quem tinha batido e um deles me disse que se eu estava com pena, podia levar para casa", afirma Loreto.
Três policiais receberam voz de prisão por abuso de autoridade e um deles por desacato. Segundo Loreto, um dos militares chegou a prestar depoimento, mas o coronel, comandante da corporação em Laguna, foi até a delegacia buscar os policiais.
"De tarde, o coronel voltou com os quatro policiais [um deles é testemunha] e pediu uma cópia do documento. Eu não entreguei, pois somente advogado tem direito. Ele pegou o depoimento que estava sobre a mesa, amassou, fez uma bolinha de papel e botou no bolso", detalha o delegado.
O coronel recebeu voz de prisão por desacato, supressão de documento e desobediência. A soma dos três crimes é inafiançável, segundo o delegado. "Ele simplesmente virou as costas e saiu levando a tropa dele. Qualquer pessoa que não tivesse a força bélica que ele tem seria presa", afirma Loreto.
Segundo o delegado, ele não os prendeu para garantir a integridade dos policiais civis. "Eu os adverti que não usaria a força para prendê-los. Eles estavam em maior número e mais fortemente armados e eu não colocaria meus policiais em confronto", defende o delegado.
Suspeito furtou repelentes
O homem detido por furtar dois frascos de repelente foi liberado e deve responder um termo circunstanciado. De acordo com a Delegacia de Laguna, ele já tinha passagens por pequenos furtos.Continue lendo no G1

domingo, 24 de novembro de 2013

Santa Catarina divulga proposta salarial para PM, SD 1ª CL 5.317,94


O governo do estado encaminhou à Aprasc no começo da tarde, a proposta salarial a ser aplicada a todos os segmentos da segurança pública (praças, oficiais, delegados, agentes da Polícia Civil e IGP), a qual divulgamos agora para conhecimento de todos.  “Seguimos a lógica de não divulgar nada que não tivesse o timbre do Centro Administrativo, conforme decidido em reunião de diretoria”, enfatiza o presidente da Aprasc, Elisando Lotin. No começo das negociações, explica ele, a lógica da diretoria era divulgar tudo o que estava acontecendo e, no entanto, por várias vezes, em função dos encaminhamentos das negociações que envolvem outros segmentos, estes eram modificados sistematicamente. “Neste contexto, tudo  que eu e o Sgt Fortuna divulgávamos, acabava por não condizer com a realidade do momento”, frisa Lotin.
O presidente da Aprasc salienta que, em todas as reuniões, a diretoria reiterou aos negociadores do governo a posição das duas assembleias gerais realizadas pela Associação, que deliberaram pela recusa do subsídio na medida em que este implicasse em perda de direito históricos. “O governo insistiu na aplicação do modelo discutido (subsídio), apresentando vários argumentos os quais não cabe citar aqui agora. Tendo isso como base, bem como o fato de que nossas assembleias decidiram por não perder direitos, procuramos minimizar, resolver e até ganhar direitos que não temos hoje, como por exemplo, a promoção automática para cabo e terceiro sargento, proposta que ainda está em discussão”, relata. Entre os direitos que a diretoria buscou manter, está o da remuneração uma graduação acima quando da nossa ida para a reserva. Outro direito, motivo de muito debate que ainda continua, frisa Lotin, é sobre a jornada de trabalho. “Nesta questão, ainda estamos trabalhando junto ao comando e a outras instituições militares (Acors e Abvo) no sentido de criar uma lei que mantenha a jornada de trabalho que temos atualmente”.
É importante salientar, continua Lotin, que no modelo do subsídio, tanto o triênio, quando a vintenária, o adicional de permanência e o adicional de pós-graduação, são automaticamente extintos quando da aplicação do subsídio e isso tem sido péssimamente recebido pela categoria.
Além disso, nas negociações que ainda prosseguem junto ao governo e às instituições militares, a Aprasc busca antecipar a incorporação do abono, que já está ocorrendo, de março para janeiro de 2014, e instituir a promoção automática dos 500 soldados mais antigos na Polícia Militar, bem como dos 80 soldados mais antigos no Bombeiro Militar. “Com a divulgação da tabela, a questão salarial (valores) fica evidente e visível para todos. No tocante a todas as outras questões citadas, ainda permanecemos em processo de negociação. Para se ter uma idéia, no decorrer desta semana, passamos boa parte do tempo em reuniões debatendo a questão da jornada de trabalho, que, tão logo esteja resolvida será informado a todos”, afirma Lotin. No tocante às outras reivindicações, estão sendo elaboradas minutas de projetos de lei que serão apresentadas à categoria e às autoridades assim que estiverem concluídas.
“Reiteramos o nosso compromisso, como sempre foi feito na Aprasc, de convocarmos assembleia tão logo esta burocracia esteja resolvida e temos cobrado, de forma veemente junto ao governo, que não protele nenhuma decisão e/ou encaminhamento, assim como que não envie nada para a ALESC, antes que possamos debater os projetos junto com os praças em assembleia geral, pois são estes (praças) é que decidirão se aceitam ou não. Notícias em blogs, jornais, tevê, enfim, em todos os meios de comunicação que versem o contrário disso, como por exemplo, que a Aprasc já aceitou esta ou aquela proposta, não passam de especulação, a qual tem a finalidade de criar expectativas, angústias e, inclusive a divisão da própria categoria.
Nós, diretores, somos REPRESENTANTES de cerca de 13 mil praças filiados à Aprasc. Jamais pensamos em decidir algo que não fosse levado à uma assembleia, que é a instância máxima de deliberação e orientação dos nossos atos e atitudes.
Pedimos paciência, prudência e confiança de todos neste momento que sabemos é angustiante, no entanto, vale frisar que, como todos verão na referida tabela, qualquer ganho que eventualmente venha a ocorrer, este só acontecerá em agosto de 2014 (exceto se conseguirmos antecipar o abono de março para janeiro).
Portanto, a pressa, neste momento, em minha avaliação, torna-se desnecessária e trabalha contra nós. Pois, repito, tudo o que vier, se vier, ocorrerá somente no ano que vem, o que nos dá, em minha avaliação, uma margem de tempo para negociar e negociar, e neste contexto buscar ampliar direitos.
Com relação às dúvidas que com certeza surgirão, buscaremos respondê-las na medida em que o tempo for permitindo e, inclusive, se for o caso, consultando os técnicos do governo.”
Sd Elisandro Lotin de Souza
Presidente da Aprasc

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

ATAQUES CONTINUAM EM SANTA CATARINA, MESMO COM FORÇA NACIONAL

Segundo PM, Força Nacional está concentrada na atuação dos presídios (Foto:  James Tavares/Divulgação )

Mesmo após a chegada da Força Nacional de Segurança a Santa Catarina, a Polícia Militar ainda registra ataques no estado. Entre a tarde de sexta-feira (15) e a manhã desta segunda (18) foram confirmados nove atentados. Segundo a comandante do Núcleo de Comunicação, tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, os órgãos de segurança pública já previam que a onda de ataques não cessaria imediatamente após a chegada do reforço federal.
Desde sexta-feira (15), equipes da Força Nacional apoiam as ações de combate à onda de violência em Santa Catarina que chegou ao 19º dia. Até 13h desta segunda-feira (18) foram confirmados 111 ataques em 36 municípios catarinenses. Continue lendo no G1

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

OAB pede que advogados presos por ataques sejam transferidos para PM


O presidente da OAB/SC, Tullo Cavallazzi Filho, encaminhou neste domingo (17) um ofício ao comandante-geral da PM, Coronel Nazareno Marcineiro, pedindo que os advogados Simone Vissoto, Francine Bruggemann, Gustavo Gasparino Becker e João de Souza Barros sejam transferidos para uma das unidades da PM em Santa Catarina. Os advogados foram presos suspeitos de envolvimento nos atentados que ocorrem no estado deste o dia 30 de janeiro.
Segundo o Departamento de Administração Prisional, por serem advogados, eles têm direito ao benefício da Sala de Estado Maior, e podem cumprir a prisão em uma unidade especial, neste caso, um Batalhão de Polícia Militar. O Comandante da PM e o Diretor do DEAP disseram que irão se empenhar na remoção dos presos para salas de Estado Maior tão logo as vagas sejam disponibilizadas, como determina o Estatuto da Advocacia.
De acordo com o conselheiro estadual da OAB, Leonardo Pereima, as advogadas Simone Vissoto e Francine Bruggemann foram transferidas para o presídio de Jaraguá do Sul no sábado (16), no Norte do estado. Já os advogados Gustavo Gasparino Becker e João de Souza Barros, até as 1740 deste domingo (17), estavam no Centro de Triagem do Estreito, em Florianópolis.
Desde o início dos atentados em Santa Catarina, a entidade ja emitiu três notas oficiais. Na primeira delas, repudiou os atos criminosos, cobrou a transferência de presos ligados aos atentados para presídios federais e exigiu a observância das prerrogativas profissionais. Em outra nota, criticou o Diretor do DEAP, Leandro Lima, que fez declarações genéricas em relação ao envolvimento de advogados com facções criminosas. A nota provocou a retratação do Diretor em carta dirigida à OAB/SC. No último sábado (16), num comunicado, a entidade voltou a reconhecer a legitimidade da intervenção do governo e da Força Nacional de Segurança, mas exigiu novamente respeito às prerrogativas dos advogados. O G1 não conseguiu contato com quem está defendendo os advogados presos.
G1-Santa Catarina

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Força-tarefa em 12 cidades prende 60 por ataques em SC


Polícia Civil atua em 12 cidades (Foto: João Salgado/RBS TV)A Polícia Civil de Santa Catarina iniciou uma força-tarefa com 300 homens para cumprir 97 mandados de prisão em 12 cidades na noite desta sexta-feira (15). A operação busca deter criminosos envolvidos nos atentados que atingem Santa Catarina desde 30 de janeiro.
De acordo com a Polícia, até as 9h30 deste sábado (16), 60 pessoas foram presas e armas foram apreendidas. As ações são coordenadas com base da Acadepol, a academia de polícia, em Florianópolis, e, segundo a entidade, não estão relacionadas à chegada da Força Nacional em  Santa Catarina. Continue lendo no G1

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Santa Catarina vive mais uma madrugada de terror



Santa Catarina viveu mais uma madrugada violenta nesta quarta-feira. Ataques foram realizados em várias cidades como Criciúma, Navegantes e Florianópolis. Esses atentados se somam aos registrados entre a noite de segunda e a madrugada dessa terça-feira, quando três ônibus e uma viatura foram incendiados.

Em Blumenau, o atentado aconteceu no local conhecido como Portal da Saxônia, no bairro Ponta Aguda. Após o desembarque dos passageiros de um coletivo, dois homens que estavam em uma moto alvejaram o veículo, forçando a saída do motorista e do cobrador. Em seguida atearam fogo. Eles chegaram a trocar tiros com policiais.

Em Florianópolis, outros três ônibus e uma viatura foram alvos de criminosos. Em um dos ataques, um homem armado invadiu e incendiou um coletivo da linha Tican-Lamin. Pouco depois, quatro homens abordaram um ônibus e ordenaram que os passageiros descessem. O terceiro atentado foi contra um ônibus que fazia a linha Canasvieiras-Cachoeira, na SC 401. Uma viatura da Polícia Civil, estacionada em frente à 2 DP, no bairro Saco dos Limões, foi incendiada por ocupantes de um Corsa. Com ajuda de vizinhos, agentes conseguiram controlar as chamas. Na perícia foi encontrada uma bucha encharcada de gasolina em cima do banco do passageiro. A DP teve a segurança reforçada. No sábado passado, um posto da PM em Palhoça, na Grande Florianópolis, foi alvejado a tiros.

Ontem à tarde, o governo do Estado anunciou medidas para evitar novos ataques. O policiamento será reforçado, haverá ações conjuntas de unidades especiais das polícias Militar e Civil em áreas consideradas críticas e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) vai investigar e acompanhar essas ocorrências. Linhas de ônibus que foram alvo das investidas de criminosos terão escoltas durante a madrugada.

O secretário da Segurança de SC, César Augusto Grubba, disse que a polícia apura se os atentados têm relação entre si. Negou, porém, que o Estado vá solicitar auxílio do governo federal. Grubba disse não falar em sigla de facção criminosa para "não espetacularizar o crime".

"Reconhecemos que podem haver ações típicas do crime organizado com origem dentro do sistema prisional. No entanto, sabemos que muitas ações são praticadas por indivíduos e grupos que se aproveitam do contexto para realizar seus objetivos e interesses,"  disse o secretário. Ontem, foi anunciada a captura de dois suspeitos de alvejarem o presídio de Blumenau.

Fonte: Correio do Povo/blog do Capitão Assumção