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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Soldado desaparecida em Passo Fundo é encontrada morta no RS


A soldado da Brigada Militar Luane Chaves Lemes, de 23 anos, foi encontrada morta na noite desta terça-feira (4) no Rio Grande do Sul. A jovem de Passo Fundo estava desaparecida desde o dia 19 de setembro. Para a Polícia Civil, a hipótese mais provável é a de suicídio.

Segundo a delegada do caso, Daniela Mineto, o corpo foi encontrado em uma propriedade rural de Fontoura Xavier, a 100 km de Passo Fundo, por homens que inspecionavam um açude. A família já fez a identificação.
Luane Chaves Lemes, de 23 anos, está desaparecida há uma semana (Foto: Arquivo Pessoal)No local, a polícia encontrou a arma de fogo que ela portava ao sair de casa, um celular, o restante dos R$ 100 que ela havia sacado, um cartão do banco, a passagem de ônibus que usou para chegar ao local, e todos os pertences da soldado.
A arma tinha apenas um cartucho deflagrado, e o corpo, um tiro na cabeça. “Isso tudo nos trouxe a conclusão de que ela se suicidou”, afirma a delegada. O encerramento do inquérito deve ocorrer com a chegada dos exames da necropsia, que devem confirmar se esta foi a causa da morte.
Durante as investigações, segundo a delegada, a linha principal era a de suicídio. “Pelas mensagens que ela havia deixado para o namorado na noite anterior ao desaparecimento. Eram mensagens de despedida, dizia que ele, o namorado, nunca mais ele a veria. Que ia carregar esse peso com ele”, afirma a delegada.
De acordo com Mineto, com o rompimento do namoro, um relacionamento conturbado, o namorado começou a sair com amigos, e a soldado se sentiu ofendida. Ela não deixou mensagens de despedida para a família.
Nesta segunda, a polícia obteve imagens do circuito de segurança da rodoviária de Passo Fundo, que mostravam a soldado sozinha, comprando uma passagem de ônibus e seguindo em direção ao terminal de embarque. Ela gastou R$ 60 na passagem. O motorista do ônibus disse em depoimento que notou a falta de um dos passageiros após uma parada.
G1

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Policial de UPP é presa com armas frias e documentos falsos


A mesma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) onde foi descoberto um esquema de pagamento de mesadas do tráfico para policiais militares está, desde domingo, mergulhada em outro escândalo. A policial Dayana Moreira Lemos, 26 anos, que integrava a equipe da UPP do Fallet-Fogueteiro, foi presa com duas armas com numeração raspada e está sendo acusada também de falsificação de documentos.

Dayana foi presa por policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os policiais tinham deixado a favela da Mangueirinha - um dos locais para onde fugiram traficantes que escaparam do Complexo do Alemão. Por volta das 23h30, os policiais abordaram um carro onde estavam Dayana e o homem identificado como Ricardo Moreira da Costa, 22 anos, companheiro da policial. Ao revistar o carro, um dos policiais do Bope encontrou uma pistola Taurus, calibre 380, registrada em nome da policial, e dois revólveres caliber 38 com numeração raspada. No veículo havia ainda uma série de objetos que levantam suspeitas: um par de algemas, uma touca ninja, carimbos com CRM de médicos e documentos para dispensa médica supostamente falsificados.

No registro do auto de prisão em flagrante consta que os dois acusados tentaram agredir os policiais do Bope. Dayana chegou a se identificar como policial, sem apresentar documentação. “Ela e o marido chegaram à delegacia muito alterados. Estavam visivelmente bêbados, agressivos", afirmou a delegada-adjunta Fernanda Fernandes, da 62ªDP (Imbariê), onde o caso foi registrado.

A prisão de Dayana é um mais um baque em uma unidade ainda abalada pela prisão de seus comandantes, afastados e presos ao longo de uma investigação sobre facilitação para traficantes, recebimento de mesada e "vista grossa" para as ações do tráfico. É também um banho de água fria em um dos pilares das UPPs, formadas por policiais recém-saídos da academia. Dayana integrava uma das novas turmas, de quem se espera menos vulnerabilidade à corrupção e aos ganhos fáceis oferecidos pelas quadrilhas.