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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A política usa a polícia para se manter no poder

A polícia garante quem está no poder desde que lhe sirva bem.

Os famosos Ps de Política e de Polícia nunca andaram tão juntos quanto nos dias atuais. Que o digam José Dirceu, Genoíno, Delúbio Soares, e todos os presos do mensalão.
Quem arde em noites acordo até final de janeiro é o deputado – Político – Joao Paulo Cunha por saber que em fevereiro quem vai até ele é a Polícia.
Daí o título da matéria com Ps de Política e Polícia.
Também, os políticos instigam a justiça e depois reclamam da polícia por estarem a busca-los para coloca-los na cadeia. Mesmo que jornais denunciem que os mensaleiros – todos os políticos de mandato ou envolvidos com estes – têm tratamento diferenciado nas prisões.
O Brasil deu ares de mudança na política quando das manifestações com as reações da presidente Dilma que assustada viu seus índices de popularidade cair por terra.
Que fez Dilma? Mandou que fosse feita uma reforma política!
De que adiantou? Até agora de nada adiantou tal medida. Mas o povo se aquietou e isso é o que mais importa.
Durante as manifestações os Ps de política e Polícia andaram juntos novamente.
O P de Polícia estava nas ruas “combatendo” manifestantes e os Blacks Blocs que fomentaram durantes meses uma ameaça aos “poderosos” do poder político.
O P de Política vem se mantendo forte e obediente à voz de comando de uma presidente que democraticamente usa o poder para enfraquecer opositores – investigação a Eduardo Campos de Pernambuco – que não deu em nada, mas que poderia ter detonado a candidatura contrária aos interesses de Dilma e, em outras ocasiões fazendo aumentar a sua base aliada para 2014.
Na investigação a Eduardo Campos Dilma usou homens da Abin – Agência Brasileira de Inteligência - em uma inequívoca demonstração de que Política e Polícia andam juntas.
Por vezes junta ao poder, em outras ocasiões contra o “poder” quando prende ex aliados, caso de Dirceu, Genoíno e Delúbio Soares. 
Nos tempos da ditadura Política e Polícia caminhavam tão juntas que o governo era militar!
Hoje vivemos uma democracia desde que certos princípios não sejam feridos.
O maior deles, o de se manter no poder quem nele estiver.

Fonte: Correio do Povo de Alagoas
Fonte: Correio do Povo 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

O PT PRIVATIZOU A RIQUEZA E SOCIALIZOU A POBREZA


Recheou as massas com proselitismo barato, segregou o povo e fez as piores alianças nunca antes visto, na história deste país, republico este belo texto do professor Marco Antonio Villa, por achá-lo pertinente e contundente em suas colocações, sobre este ser FASCISTA e protótipo de DITADOR que usou-se do populismo barato, para enganar um povo tão carente de bons políticos e pessoas de BEM para gerir a máquina pública estatal. 
Em síntese, o texto abaixo é a prova maior de que o FASCISMO É FASCINANTE E DEIXA GENTE IGNORANTE FASCINADA.
MARCO ANTONIO VILLA
Luiz Inácio Lula da Silva tem como princípio não ter princípio, tanto moral, ético ou político. O importante, para ele, é obter algum tipo de vantagem. Construiu a sua carreira sindical e política dessa forma. E, pior, deu certo. Claro que isso só foi possível porque o Brasil não teve ─ e não tem ─ uma cultura política democrática. Somente quem não conhece a carreira do ex-presidente pode ter ficado surpreso com suas últimas ações. Ele é, ao longo dos últimos 40 anos, useiro e vezeiro destas formas, vamos dizer, pouco republicanas de fazer política.
Quando apareceu para a vida sindical, em 1975, ao assumir a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, desprezou todo o passado de lutas operárias do ABC. Nos discursos e nas entrevistas, reforçou a falácia de que tudo tinha começado com ele. Antes dele, nada havia. E, se algo existiu, não teve importância. Ignorou (e humilhou) a memória dos operários que corajosamente enfrentaram ─ só para ficar na Primeira República ─ os patrões e a violência arbitrária do Estado em 1905, 1906, 1917 e 1919, entre tantas greves, e que tiveram muitos dos seus líderes deportados do País.
No campo propriamente da política, a eleição, em 1947, de Armando Mazzo, comunista, prefeito de Santo André, foi irrelevante. Isso porque teria sido Lula o primeiro dirigente autêntico dos trabalhadores e o seu partido também seria o que genuinamente representava os trabalhadores, sem nenhum predecessor. Transformou a si próprio ─ com o precioso auxílio de intelectuais que reforçaram a construção e divulgação das bazófias ─ em elemento divisor da História do Brasil. A nossa história passaria a ser datada tendo como ponto inicial sua posse no sindicato. 1975 seria o ano 1.
Durante décadas isso foi propagado nas universidades, nos debates políticos, na imprensa, e a repetição acabou dando graus de verossimilhança às falácias. Tudo nele era perfeito. Lula via o que nós não víamos, pensava muito à frente do que qualquer cidadão e tinha a solução para os problemas nacionais ─ graças não à reflexão, ao estudo exaustivo e ao exercício de cargos administrativos, mas à sua história de vida.
Num país marcado pelo sebastianismo, sempre à espera de um salvador, Lula foi a sua mais perfeita criação. Um dos seus “apóstolos”, Frei Betto, chegou a escrever, em 2002, uma pequena biografia de Lula. No prólogo, fez uma homenagem à mãe do futuro presidente. Concluiu dizendo que ─ vejam a semelhança com a Ave Maria ─ “o Brasil merece este fruto de seu ventre: Luiz Inácio Lula da Silva”. Era um bendito fruto, era o Messias! E ele adorou desempenhar durante décadas esse papel. Continue lendo no BLOG REVOLTADOS ONLINE

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A POLÍTICA NOS QUARTÉIS

A POLÍTICA NOS QUARTÉIS - MAUD CHIRIO

Na semana passada eu estive em Icaraí para festejar o aniversário de uma amiga. Como ainda não perdi todos os hábitos castrenses, cheguei muito cedo e resolvi visitar a livraria da Universidade Federal Fluminense que funciona no local. Entre um café e outro, olhei as estantes e encontrei um livro interessante: 
"A Política nos Quartéis - Revoltas e Protestosde Oficiais na Ditatura Militar Brasileira", de autoria da historiadora Maud Chirio (R$ 45,00).

O livro trata do comportamento dos Oficiais no período no que diz respeito a vida política nos quartéis.
Confesso que nunca tinha lido nada tão abrangente sobre o tema, o que tem sido muito útil para formar minhas opiniões, ouvindo as diferentes opiniões, como procuro fazer sempre que possível.
Eu recomendo. Atualmente, tenho dividido o meu prazer de ler entre ele e o livro "História da Máfia - Das Origens aos Nossos Dias", de Salvatore Lupo. Esse último muito importante para quem pretende conhecer o funcionamento das organizações criminosas, algo fundamental para compreender, por exemplo, o "mensalão" e as relações entre políticos e empresários brasileiros, que enqriquecem desviando o dinheiro público.
Quem não conhece as máfias internacionais, fica capenga para analisar a política no Brasil.

Por Paulo Ricardo Paúl/Blog Coronel PAUL

quarta-feira, 28 de março de 2012

O policial é uma liderança política

Os últimos movimentos reivindicatórios realizados por policiais militares no Brasil têm demonstrado que quando os governos se mobilizam contrariamente às reivindicações (e dificilmente não o fazem), a maioria das instâncias públicas e privadas que poderiam dar apoio aos policiais aderem aos “argumentos” governistas: o Judiciário decreta a ilegalidade dos movimentos, o Ministério Público denuncia policiais, a imprensa não dá voz às reivindicações e tenta boicotá-loatravés de expedientes com requintes de manipulação. Neste cenário, qual deve ser a tática utilizada pela categoria policial para conquistar direitos, obrigando os governos a cumprirem com seus papéis de dignificação dos trabalhadores da segurança pública?

A primeira saída considerada, e a que aparentemente se torna mais eficiente, é que os policiais e bombeiros brasileiros elejam seus próprios representantes, seja nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, no Congresso Nacional ou mesmo no Executivo. Só tomando como base a quantidade de policiais e bombeiros militares brasileiros, cerca de 434.122, conforme levantamento da Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM), e levando em conta o potencial de liderança comunitária de cada um desses profissionais, possuindo cada um deles a capacidade de “conquistar” dez votos, além do seu próprio, a influência política alcançada é a seguinte:
Contando com o apoio de familiares e pessoas próximas, é de se crer que dez votos sejam bem menos que o possível. Além disso, este número cresce significativamente se considerarmos os policiais civis, os guardas municipais e os policiais federais e rodoviários federais.

Naturalmente, é preciso que haja entidades que agreguem lideranças locais no âmbito nacional, definindo procedimentos regionais que garantam a representatividade política através do voto unificado da categoria. Se existe a “bancada dos evangélicos”, que defende a causa religiosa protestante, a “bancada da motosserra”, que defende os interesses de desmatadores, além de outros tantos setores (legítimos ou não), por que os policiais não podem se unir através do voto em torno de seus objetivos? Trata-se de um modo democrático, legal e relevante de ganhar visibilidade política.

Para uma categoria que pode votar mas não pode se manifestar, explorar o voto parece ser a melhor alternativa. Ou vão acusar os profissionais de segurança pública de “golpistas” por isso?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Todo oficial e delegado de polícia precisa ser ‘político’?

Não é raro se ouvir nos corredores de qualquer organização policial do Brasil, civil ou militar, que este ou aquele chefe ou comandante – oficial ou delegado – é “político”, em referência ao relacionamento do superior com seus superiores, e até com personalidades não policiais possuidoras de alguma autoridade. Segundo este entendimento, os ocupantes de cargos do alto escalão, de algum modo, se subordinam a certas contingências políticas, visando ascender na carreira, manter determinado status, em uma palavra, beneficiar-se.

É preciso que todo oficial ou delegado de polícia se posicione deste modo? Quais são os limites do acatamento à política – e o que o “ser político” pode significar, na prática?

Se o policial “político” é aquele que possui capacidade de negociação, visando alcançar os interesses legais e legítimos da instituição a que serve, é ótimo que este adjetivo lhe seja dado. O relacionamento entre as polícias e outras organizações públicas e privadas ocorre constantemente, e é natural que seja necessária alguma habilidade para que soluções adequadas sejam alcançadas.

Por outro lado, este processo de diplomacia política não pode admitir a fuga de alguns preceitos institucionais, como o abandono de elementos técnicos da atividade policial ou a aceitação de indignidades semelhantes. Há quem sacrifique os objetivos sociais das polícias para agradar certos figurões da política, visando promoções, nomeações e benesses particularizadas. Continue lendo no blog Abordagem Policial:>>>>>>

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Eleitor brasileiro: estatizante e conservador

Por Cesar Maia

Pesquisa nacional GPP com 2 mil entrevistas entre 20 e 21 de agosto. A metodologia aplicada acompanhou a da IPSOS-Nouvel Observateur de 2007. Foi testada em junho de 2007 e os resultados aqui no Brasil foram semelhantes. Agora, em agosto 2011, foi repetida. O método objetiva identificar o "partido político" de preferência do eleitor. Para isso, se realiza uma série de perguntas sobre valores (conservadores e liberais) e sobre economia (estado e mercado).

O resultado continua confirmando. O "partido político" do eleitor brasileiro defende valores conservadores e quer um estado intervencionista na economia. Seria uma espécie de partido de direita/esquerda ao mesmo tempo. Resultados a seguir.

Os valores conservadores continuam tendo amplo apoio da população. 90% são a favor da redução da idade penal para 16 anos \ 79,7% querem aula de religião nas escolas \ 77,2% são contra a legalização do aborto \ 81,4% são contra a liberação da maconha \ No caso do casamento entre pessoas do mesmo sexo as respostas favoráveis cresceram de 2007 para cá. A favor 41,6% \ Contra 51,2%.

Eleitor é estatizante. Maior intervenção do Estado na economia: a favor 51,8% e contra 29,8% \ Voltar a estatizar a Vale e as empresas de Telecomunicações: a favor 45,2%, e contra 39,2% \ O governo deve intervir o menos possível na sociedade: a favor 40,1% e contra 45,9% \ Privatizar mais empresas públicas: contra 48,7% e a favor 37,1 \ Diminuir a participação do governo nas empresas: a favor 40,1% e contra 45,9%.

Quanto a Imprensa, o eleitor é contra controle do governo. Governo controlar a Imprensa: a favor 20,2% e contra 70,6% \ Liberdade total de Imprensa: a favor 69,5% e contra 22,4%.

Cesar Maia, Economista, foi Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro. Publicado no Ex-Blog de 15 de setembro de 2011.
 
Fonte: Alertatotal.net em 15/09/11

domingo, 11 de setembro de 2011

Danilo de Castro tem controle absoluto de delegados e comandantes da Polícia Militar (PM) na região da Zona da Mata mineira.

Afinal quem é Danilo de Castro?
Afinal quem é este senhor que por mais de 25 anos pratica impunemente todo tipo de crime?
Sua atuação vai desde a fraude fiscal e licitatória até a venda de proteção para prática de crimes bancários ecológicos e comerciais.
Sempre escudado no poder vem conseguindo escapar dos diversos mandados de prisão expedidos contra o mesmo.

Através de uma quantidade enorme de advogados vem protelando os processos onde sua condenação é evidente.
Apenas em Brasília, Distrito Federal, responde a seis Ações Populares e três Civis Públicas, depois de ter seus bens existentes no país bloqueados.
As ações de ressarcimento de bens ajuizadas pelo Ministério Público Federal contra Danilo de Castro, se atualizadas, passam da casa do bilhão de real.
Em Minas Gerais seu principal esquema funciona na Zona da Mata mineira, aonde vem impunemente operando com desenvoltura.
Sobre os prefeitos, vereadores, delegados e comandantes da Polícia Militar (PM) da região, além dos deputados estaduais, Danilo de Castro tem controle absoluto.
Sem qualquer escrúpulo introduziu na região, seja no setor público ou no setor privado, as piores práticas criminosas. Não existe na região um prefeito ou ex-prefeito que o apóie que não esteja sendo processado.
Contudo, como o mesmo gosta de dizer: “Nos últimos oito anos fui eu quem concedeu todos os aumentos de salários e benefícios aos juízes, desembargadores e promotores em Minas Gerais”.
Evidente que, como condutor das negociações entre os poderes e o Palácio da Liberdade sendo a autoridade máxima no relacionamento com os deputados estaduais, realmente tudo isto passou por suas mãos, porém é necessário que seja dito que nestas instituições existem pessoas sérias que não negociam suas opiniões, votos e decisões.
Impedido de ser candidato a deputado federal lançou seu filho Rodrigo de Castro que elegeu-se deputado federal por Minas Gerais como um dos mais bem votados do país.
As práticas da “Gangue dos Castros” nas áreas de obras e serviços, além da fraude fiscal e desrespeito às normas ambientais, são de amplo conhecimento da sociedade mineira.
A relação estreita de Danilo de Castro com o crime organizado internacional esperava-se interrompida após a comprovação pela polícia e Ministério Público Federal por meio de várias ações.
Todavia, ressurge firme e forte, como se nada houvesse ocorrido.
De um contabilista sem título superior, que há 35 anos andava pelas ruas de Viçosa oferecendo seus serviços, transformou-se no “poderoso articulador político” com plenos poderes.
Por quê?
Simples: porque não tem escrúpulo. Faz o que lhe mandam fazer, argumentam aqueles que o conhecem.
A ponto de no Maranhão, por determinação de Sarney, quitou dívidas de seus familiares e correligionários, fraudando históricos bancários.
Em Minas a concessão de empréstimos fictícios habitacionais da Caixa são verdadeiros monstros a assombrar.
De duas, uma:
Ou Danilo de Castro tem o rabo preso das autoridades com ele ou essas, também são corruptas.
O tempo dirá.
Abaixo documentação que comprova a matéria:
 
Lista das ações contra Danilo de Castro em tramitação apenas em Brasília
Ação movida pelo Ministério Público Federal contra Danilo de Castro para anulação de Ato Lesivo ao Patrimônio Público Federal
Ação Civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra Danilo de Castro por fraude na licitação da GTECH (Transferência dos jogos da Caixa Econômica Federal)
Ação Ajuizada pelo Ministério Público Federal para anulação da licitação da GTECH
Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal contra Danilo de Castro para ressarcimento do prejuízo causado ao erário público
Ação popular ajuizada contra Danilo de Castro por fraude na emissão de bilhetes de loteria
Ação Civil Pública movida contra Danilo de Castro para responsabilização e devolução do prejuízo causado ao erário público
Ação Popular contra Danilo de Castro com a licitação da GTECH (Transferência dos jogos da Caixa Econômica Federal)