Seguidores

Mostrando postagens com marcador promotor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador promotor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de março de 2014

Promotor de justiça sofre sequestro relâmpago em Conquista, MG

Um promotor de justiça do município paulista de Franca (SP) sofreu sequestro relâmpago na manhã desta quinta-feira (13) em um trevo na BR-464, no distrito de Jubaí, no município de Conquista.
De acordo com a Polícia Militar (PM), quatro criminosos armados e de carro renderam o promotor, tomaram o controle da caminhonete dele e o deixaram a aproximadamente 20 quilômetros de Delta. Os assaltantes fugiram com a caminhonete e agora as PMs de Conquista, Delta, Uberaba e Sacramento procuram os suspeitos.
Do G1 Triângulo Mineiro

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Promotor paga R$ 2 mil para bandidos e recupera bicicleta roubada na USP

Roberto Bodini posa com sua bicicleta reserva, após ter a principal roubada na Cidade Universitária
Vinicius Segalla
Do UOL, em São Paulo


Quem pratica esporte de manhã na USP (Universidade de São Paulo) foi surpreendido nesta quinta-feira com a presença da PM. O reforço na segurança aconteceu dois dias após o promotor de Justiça Roberto Bodini ter sido mais um dos ciclistas a ter a sua bicicleta roubada na universidade. Bodini, promotor responsável pela investigação da máfia do ISS (Imposto Sobre Serviços) que teria se instalado na Prefeitura de São Paulo, já conseguiu recuperar a sua bike de R$ 20 mil. De acordo com duas testemunhas ouvidas pelo UOL, ele pagou R$ 2 mil aos assaltantes para ter o seu equipamento de volta. O promotor, que em um primeiro contato com a reportagem negou-se a comentar o caso, após a publicação desta reportagem admitiu que a bicicleta foi devolvida, mas nega o pagamento e conta uma versão diferente do episódio.

De acordo com os relatos de duas pessoas que participaram das tratativas com o grupo criminoso em nome do promotor, Bodini e outros ciclistas do grupo "Race", após terem ido à polícia dar queixa do roubo, foram conversar com um funcionário da USP que conhecia os membros da quadrilha que atua na Cidade Universitária. O funcionário, então, teria entrado em contato com os bandidos, que seriam jovens moradores do Jardim São Remo, favela que fica ao lado da Cidade Universitária.
Os assaltantes teriam pedido a quantia de R$ 5 mil pela bicicleta roubada. A proposta foi recusada. O funcionário da USP teria feito contato com os traficantes de drogas na favela. Os donos da "boca", então, teriam dito que já haviam alertado aos jovens assaltantes sobre a inconveniência de praticar roubos sistemáticos dentro da Cidade Universitária, e prometeram interceder em favor da devolução.
Depois disso, os traficantes voltaram a procurar aqueles que falavam em nome dos interesses do promotor, com a contraproposta do pagamento de R$ 2 mil pela bicicleta, ou 10% de seu valor de mercado. A proposta foi aceita.
UOL Esporte ligou para o promotor por volta de 13h nesta quinta-feira. Bodini não confirmou nem negou a história e disse que não se pronunciaria. Por volta das 18h, cerca de uma hora e meia após a publicação da reportagem, a assessoria do promotor entrou em contato para avisar que ele gostaria de dar sua versão. Ele, então, confirmou que está novamente de posse da bicicleta, mas negou o pagamento e a participação em qualquer negociação. "Essa história de R$ 2 mil é absurda. Não sei de absolutamente nada sobre isso. Não negociei com nenhum traficante, não negociei com ninguém, em momento algum".
"O que aconteceu foi o seguinte: um amigo meu conhece um funcionário da USP, que conhece um líder comunitário da favela São Remo. Sem eu ter conhecimento, esse funcionário, amigo desse amigo meu, comentou com o líder comunitário que havia sido roubada a bicicleta e que uma das bicicletas era de uma pessoa do governo. Esse funcionário não me conhece. Observe até a imprecisão da informação -ele disse que sou dou governo e eu não sou do governo", disse o promotor.
"O lider comunitário teria dito que se a bicicleta se estivesse na favela, seria melhor devolver. O líder disse: 'não sei se está, vou verificar'. Ontem, eu estava quase a caminho de Brasília, meu amigo me ligou e me contou que um funcionário pegou a bicicleta, levou pra casa desse meu amigo e deixou lá. Repito: não houve pagamento nenhum".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Faroeste Caboclo: Promotor de Justiça é assassinado com 20 tiros

Promotor de Justiça foi assassinado em Pernambuco com mais de 20 tiros.

O promotor Thiago Farias estava em companhia da noiva, a advogada Mysheva Freire  Ferrão, quando seu carro foi alvejado (Facebook/Reprodução)
O promotor Thiago Farias estava em companhia da noiva, a advogada Mysheva Freire Ferrão, quando seu carro foi alvejado.
Promotor de Justiça de Itaíba é assassinado com 20 tiros
Diário de Pernambuco

O Ministério Público de Pernambuco (MMPE) confirmou a morte do promotor Thiago Faria de Godoy Magalhães. O corpo do promotor foi encontrado na manhã desta segunda-feira com cerca de 20 perfurações a bala.
Thiago estava dentro do próprio carro, no município de Itaíba, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a polícia, o crime teria acontecido por volta as 9h da manhã de hoje, na PE-300, quando a vítima seguia para o trabalho, no prédio do Tribunal Justiça de Pernambuco de Itaíba.

O delegado de Itaíba, Antônio Júnior, está no local do crime. De acordo com a polícia, o carro do promotor foi seguido por outro veículo. Depois de efetuar o primeiro disparo, os assassinos teriam bloqueado a passagem do carro da vítima, descido do carro e executado o promotor com diversos tiros, fugindo em seguida.

A noiva da vítima, Mysheva Freire Ferrão Martins, que também estava no veículo, teria conseguido pular do carro no momento do primeiro disparo. Ferida com escoriações pelo corpo, ela foi atendida na Maternidade João Vicente, em Itaíba, de onde já recebeu alta médica.

Thiago era formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, autor de livros jurídicos e professor de cursos preparatórios para concursos. Ele tomou posse como promotor em dezembro do ano passado.

Na ocasião, Thiago falou como orador do grupo de novos promotores nomeados e ressaltou que tomar posse no cargo era a realização de um sonho.“Quando entrei na faculdade de direito tinha um foco, um sonho, que era ser promotor de Justiça. Ninguém vence uma pessoa que tem um sonho e hoje o realizei e posso dizer que irei dedicar a minha vida a ser o melhor promotor de Justiça do MPPE. Cumprirei essa promessa”, afirmou.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

OAB apoia PEC que mantem poder de investigação criminal só na Polícia


Brasília – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, manifestou hoje (09) ao presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), Paulo Roberto D’Almeida, apoio da entidade à Proposta de Emenda Constitucional (PEC)  nº 37/2011, que mantém a Polícia Judiciária (Civil e Federal) como responsável pela investigação criminal. O apoio foi solicitado pelo presidente da Adepol em audiência na qual esteve acompanhado de uma comitiva de dirigentes da entidade e delegados. Ophir lembrou que o Conselho Federal da OAB já ajuizou no Supremo Tribunal Federal a ação direta de inconstitucionalidade (Adin) n° 4220, por decisão de seu Conselho Pleno, com o mesmo objetivo da PEC, contestando Resolução do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que prevê o controle externo da atividade policial pelo Ministério Público. Continue lendo no BLOG DO DELEGADO

terça-feira, 13 de março de 2012

Goiás abre 25 vagas para Promotor de Justiça com Salario de R$ 19.643,95.

Já está disponível o edital nº 01/2012que rege a abertura de concurso público do Ministério Público do Estado de Goiás. O certame oferece 25 vagas ao cargo de Promotor de Justiça Substituto, mediante aprovação em concurso público de provas e títulos, assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em sua realização. O subsídio inicial para o cargo é de R$ 19.643,95.


A inscrição preliminar será realizada, exclusivamente via internet (www.mp.go.gov.br), pelo prazo de 30 (trinta) dias, contados do primeiro dia útil seguinte à publicação do Edital, no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público (DOMP), até as 23h59min do dia 05 de abril de 2012, último dia, observado o horário oficial de Brasília-DF.

O valor da taxa de inscrição é de R$ 235,03, valor a ser pago por meio de boleto bancário.

As provas serão realizadas na cidade de Goiânia-GO, em locais e horários a serem divulgados. Os candidatos serão avaliados através de prova preambular, provas subjetivas, avaliação psicológica, provas orais, prova de tribuna e avaliação de títulos.

A prova preambular será aplicada na data provável de 29 de abril de 2012. 
As provas subjetivas serão realizadas nos dias 22, 23, 24 e 25 de maio de 2012. 
A avaliação psicológica será nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2012.
As provas orais serão aplicadas nos dias 20,21 e 22 de agosto de 2012.
As provas de Tribuna serão aplicadas nos dias 10 e 11 de setembro de 2012.
A entrega de títulos será nos dias 25 e 26 de setembro de 2012.

As provas preambular, subjetivas e orais serão de caráter eliminatório. De igual modo, a avaliação psicológica também terá caráter eliminatório. A prova de tribuna e a avaliação de títulos serão de natureza classificatória, segundo critérios especificados neste edital e no respectivo regulamento.

O gabarito oficial da prova será divulgado no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás (DOMP) e no site da Instituição, (www.mp.go.gov.br).

O concurso terá validade de 2 (dois) anos, contados da homologação, prorrogável uma vez, por igual período.

» Edital Ministério Público do Estado de Goiás


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Promotor de Justiça de Prata, MG, é alvo de investigação

Um ex-promotor de Justiça que trabalhou em Prata, no Triângulo Mineiro, e acaba de se aposentar é alvo de uma investigação do Conselho Nacional do Ministério Público (MP). As denúncias foram feitas por vereadores depois que supostas irregularidades na administração municipal deixaram de ser investigadas pelo promotor.
Licitações de compras da prefeitura, eventos culturais, bandas que custam R$ 30 mil e verbas mal gastas na Câmara de Vereadores foram algumas das denúncias feitas ao MP e que, segundo o vereador Amauri Macedo e o servidor público José Pio de Novaes, não foram investigadas pelo ex-promotor.Continue lendo no G1:>>>>>>>>>

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Promotoria de Uberlândia entra com ação para proibir venda de rua

Trecho de 1,6 mil metros quadrados foi avaliado em R$1.102.198,50 (Foto: Reprodução TV Integração)Trecho avaliado em R$1.102.198,50
(Foto: Reprodução TV Integração)
 A Promotoria de Habitação e Urbanismo do Ministério Público de Uberlândia entrou com ação cautelar na Justiça para suspender os efeitos do projeto de lei que autoriza o município a vender um trecho da Rua Argentina, no bairro Tibery, zona Leste da cidade.
Segundo o promotor Fábio Guedes, não há motivo para justificar a venda da rua. A ação cautelar foi enviada em caráter de urgência e a decisão do juiz deve sair em até 48h. O Center Shopping, que utiliza o espaço, informou que não irá se pronunciar sobre o assunto até que seja notificado sobre a decisão.
Os vereadores de Uberlândia aprovaram nesta quarta-feira (16), em primeiro turno, o projeto que autoriza o Município a vender a Rua Argentina. O trecho de 1,6 mil metros quadrados foi avaliado em R$1.102.198,50.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Promotora tem carro pichado com ameaça de morte e recebe escolta


Após procurar o juizado especial nesta quinta (15), ela recebeu proteção.
Promotora diz que tentou registrar a ocorrência, mas um PM se recusou. 

Uma promotora foi ameaçada de morte na noite desta quarta-feira (14), em Belo Horizonte. O carro dela estava estacionado no bairro Belvedere, na Região Centro-Sul da capital, e teve a lateral pichada com a frase "a morte sempre está perto". Segundo a promotora, o pneu traseiro do veículo também foi furado.
A promotora, que atua na Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Idosos, procurou o Juizado Especial nesta quinta-feira (15) e recebeu escolta.
Segundo relato da promotora, a ameaça foi feita enquanto ela e uma amiga participavam de em um grupo de oração. Ela disse, ainda, que tentou registrar um boletim de ocorrência logo após o ocorrido, mas um policial militar teria se recusado porque ela não sabia precisar o endereço exato onde o fato aconteceu.
De acordo com a assessoria da Polícia Militar (PM), o comandante do 22º Batalhão de Polícia instaurou, nesta quinta-feira (15), uma sindicância para apurar os fatos relatados pela promotora.
A promotora informou já ter sofrido outra ameaça de morte, vinda de um advogado, em janeiro de 2010, quando atuava na Promotoria de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Ela e a família receberam escolta por um tempo determinado pela procuradoria. Segundo ela, o advogado temia perder a guarda do filho.
G1-MG

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

PF apreende R$280 mil em dólares e euros na casa de Promotora de Justiça, acusada de envolvimento com suposto Mensalão


Deborah Guerner (Foto: Ed Ferreira/Agência Estado)
Deborah Guerner ao passar mal durante julgamento
de abertura de ação penal no TRF-1 (Foto: Ed
Ferreira/Agência Estado)
A promotora Deborah Guerner, que responde por envolvimento no suposto esquema chamado de mensalão do DEM de Brasília, pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) restituição de R$ 280 mil apreendidos na casa dela pela Polícia Federal durante as investigações da Operação Caixa de Pandora, segundo informações do advogado Paulo Sérgio Leite Fernandes.


Segundo Fernandes, os valores foram apreendidos em reais, dólares e euros e têm origem lícita, comprovada por meio de extratos bancários e da declaração de imposto de renda. O pedido foi protocolado no TRF-1 no fim da semana passada.
A promotora e o ex-procurador de Justiça Leonardo Bandarra são acusados de envolvimento no suposto esquema de pagamento de propina, descoberto pela PF e que resultou na saída do ex-governador José Roberto Arruda do cargo.
Segundo denúncias do delator do suposto esquema, Durval Barbosa, os dois acusados teriam cobrado R$ 2 milhões do ex-governador para não divulgarem o vídeo em que Arruda aparece recebendo dinheiro de Barbosa. O ex-procurador-geral do Ministério Público e a promotora negam as acusações.
O criminalista Paulo Sérgio Leite Fernandes informou que o dinheiro apreendido pela PF é necessário para o tratamento da promotora. Segundo a família e os advogados, Deborah Guerner passa por tratamento psiquiátrico em razão de um transtorno bipolar que teria piorado após as denúncias de envolvimento no suposto esquema do mensalão do DEM.
"O dinheiro era destinado ao tratamento da doutora Deborah que é caríssimo e não é amparado pelo plano de saúde. O dinheiro tem suporte nas declarações de imposto de renda. Não é crime manter dinheiro vivo em casa", afirmou Paulo Sérgio Leite Fernandes.
Ele ressaltou que apreensões desse tipo "são muito delicadas porque às vezes o dinheiro apreendido pertence legitimamente ao investigado".
No começo de agosto, a promotora deixou de receber salário pelo Ministério Público do DF. No dia 17 de maio, o CNMP pediu a demissão da promotora Deborah Guerner e de Leonardo Bandarra. Além dos processos judiciais, eles também são administrativamentepor crime de violação de sigilo funcional, concussão (exigir dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa) e formação de quadrilha.

G1/DF

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PROJETO DE LEI - PROMOTOR DE JUSTIÇA TRABALHARÁ NA DELEGACIA DE POLÍCIA


Foi apresentado na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo um Projeto de Lei que, aposto, ainda vai dar muito o que falar. A intenção do legislador é fazer com que os Promotores de Justiça que atuam na área criminal não trabalhem mais fisicamente nos fóruns, mas nas próprias Delegacias de Polícia, onde são desenvolvidos os inquéritos policiais que, no fim, acabam nas mãos deles.

A intenção é tornar mais eficaz a interação entre a Polícia e o Ministério Público, facilitando o andamento de inquéritos e representações elaboradas pelos Delegados de Polícia, e permitindo melhor fiscalização, pelo Promotor, dos trabalhos realizados pela polícia judiciária. E como bônus, trazendo a figura do MP para mais próximo da população.

Se na teoria parece simples, na prática tudo é incerto. As acomodações nas Delegacias no Brasil, em geral, são precárias. Mesmo os novos prédios são erguidos com material de qualidade duvidosa, e a manutenção… bom, quem já teve o infortúnio de precisar se dirigir a uma DP sabe. Mas, enfim, dinheiro não falta, é questão de vontade política.

Leia o projeto, e sua justificativa:

“PROJETO DE LEI Nº 306, DE 2011

Dispõe sobre a retirada dos representantes do Ministério Público dos Fóruns e suas transferências para as delegacias de polícia.

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:

Artigo 1º – Os promotores públicos, legítimos representantes do Ministério Público, serão fisicamente deslocados do Fórum para as delegacias de polícia, sem que esta mudança interfira na sua competência e prerrogativa.

Artigo 2º – Esta lei será regulamentada no prazo de 60 (sessenta) dias contados da sua publicação.

Artigo 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.

Artigo 4º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICATIVA

A nossa Carta Magna prediz em seu artigo 127 que “o Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime demográfico e dos interesses sociais e individuais indisponíveis”.

O promotor público representa uma comunidade por intermédio de Poder constituído. Suas atuações abrangem o interesse coletivo em todas as esferas de Poder.

Considerando a imprescindibilidade dessa instituição para a boa atuação do judiciário brasileiro, é arrazoado pensarmos no deslocamento dos promotores públicos para os locais em que, geralmente, ocorrem as denúncias judiciais, qual sejam, as delegacias de polícia.

A permanência de um promotor público nessas unidades configuram menos burocracia, maior agilidade e mais lisura nos inquéritos e celeridade dos autos, tudo em prol de uma segurança pública mais eficaz e de uma justiça melhor distribuída, especialmente, nas classes sociais mais carentes. Dessa forma, traríamos os promotores mais para perto de onde o cidadão realmente necessita de sua sábia e firme intervenção.

Diante das razões acima elencadas conclamamos o apoio dos nossos nobres pares à aprovação do presente Projeto de Lei.”
 
Blog da Renata