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domingo, 18 de março de 2012

Brasil entre as chantagens políticas e a megalomania da Copa, enquanto 200 milhões assistem no picadeiro...

          O Brasil está na encruzilhada política que poderá marcar o avanço ou a permanência no atraso de um sistema político famoso, conhecido por "toma lá-dá-cá". Neste país não se discute programa de governo, eles discutem loteamento dos cargos. Não se discute políticas com p maiúsculo, sequer de curto prazo quanto mais de médio e longo. Parece uma classe de salva-vidas (coitado dos salva-vidas...), onde os políticos nunca se preocupam com as causas, sempre trabalham nas consequências, lucram muito com elas...lembram das verbas desviadas das tragédias do Morro do Bumba e de Nova Friburgo?

    A nossa presidente, ex-terrorista acha que pode tratar o Congresso como fazia com seus "cumpanheiros", ou com os militares que ela matou, ou seja, que pode fazer tudo na marra. Mal sabe ela que nem tudo é a ferro e fogo, nem tudo é o que está escrito, nem tudo se resolve na base da força. Sua habilidade como política é a mesma se tivesse uma bola no pé, para usar um exemplo bem brasileiro. Herdou a presidência sem herdar as artimanhas políticas de seu padrinho Lula, daí acredita que pode resolver tudo com sua cara sisuda. No primeiro ano de mandato trocou sete ministros, seis desses por envolvimento com corrupção ou atos de improbidade. Muitos tem o descaramento de dizer que "Dilma é refém do Congresso". Como assim? Se elas escolheu os ministros ou aceitou que estes indicados pelos partidos da base aliada assumissem os ministérios?

    Falta projeto consistente e duradouro, falta coragem política, (essa sim), para propor e fazer reformas estruturais capaz de mudar a lógica se de construir mais vagas para presídios do que para escolas, reformas no judiciário com leis anacrônicas, investimento em mão de obra qualificada para as tecnologias, transformando o Brasil oligárquico num país de fato industrializado, que somente vende matéria-prima.

   A classe política está chantageando a presidente, que está enganando e mentindo para o povo, com promessas que vem desde a campanha presidencial:

  "Vou apoiar a PEC 300, aumentando o salário dos profissionais da segurança pública";

        " Vou tratar a todos com igualdade", e pede punição para os militares, além de distorcer a lei da anistia, querendo incriminar os militares da geração da ditadura, e criando a Comissão da Mentira, pois, não foram apenas os militares que mataram...muitos morreram, inclusive pelas mãos dela...
        "País rico é país sem miséria"

  Qual a grande obra do governo Dilma? As obras superfaturadas do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento?  Aliás, 40% dessas obras não foram concluídas,((LEIA...), enquanto muitas outras estão embargadas por denúncias do TCU-Tribunal de Contas da União.

    A última coisa que os políticos pensam é no povo, sem moradia, sem saúde, sem educação, sem segurança, sem emprego, salário, previdência, justiça...mas, com a megalomania de querer fazer Copa do Mundo, Olimpíada...sendo que não tem estrutura nem para o seu povo...quanto mais para receber turistas nesses eventos mundiais.

     Entre a chantagem da classe política e as mentiras e atos arrogantes da presidente Dilma, está a massa, querendo sambar, beber...e viva o "pão e circo"...ora mais pão, ora mais circo...mas, palhaço é o que não falta...somos quase 200 milhões...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ministro do Trabalho ajudou aliado a criar sindicatos-fantasmas

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, concedeu registro a sete sindicatos patronais no Amapá para representar setores da indústria que, segundo o próprio governo local, não existem no Estado, informa reportagem de Andreza Matais e José Ernesto Credendio, publicada na Folha desta terça-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Os certificados saíram a pedido do deputado Bala Rocha (PDT-AP), dirigente do partido de Lupi, que afirma ter se valido da proximidade partidária com o ministro.

As certidões foram dadas pelo ministério em abril e agosto de 2009 e levam a assinatura de Lupi, ao lado da inscrição "certifico e dou fé", e do então secretário de Relações do Trabalho, Luiz Antonio de Medeiros.

O ministério diz que não atendeu a interesses políticos para conceder o registro aos sete sindicatos do Amapá e que seguiu os "procedimentos previstos nos normativos legais que tratam da matéria".


sábado, 5 de novembro de 2011

Ministério do Trabalho é alvo de denúncias. Dilma não comenta

A presidente Dilma Rousseff preferiu não comentar a nova denúncia de corrupção contra o governo, publicada neste sábado pela revista Veja. Ao voltar de um passeio por Paris, Dilma disse que não leu a reportagem e prefere responder às acusações - que desta vez atingem o ministro do Trabalho, Carlos Lupi - quando retornar ao Brasil.
Segundo a publicação, o PDT, partido de Lupi, teria transformado o setor de controle da pasta em instrumento de extorsão de ONGs, parlamentares e servidores públicos, com propinas que chegariam a 15% do valor cobrado por cursos de capacitação profissional. Hoje, o ministro afastou o assessor especial Anderson Alexandre dos Santos, coordenador-geral do programa Qualificação e apontado como o operador do suposto esquema. Lupi divulgou nota na qual afirmou que "não compactua com nenhum tipo de desvio de recursos públicos" e abriu sindicância para apurar a existência de irregularidades neste setor do ministério.
A presidente viaja hoje à noite de volta para Brasília, onde deve aterrissar amanhã de manhã. Questionada por jornalistas que a aguardavam no hotel Bristol, em Paris, a petista afirmou, por volta das 16h (13h em Brasília), que ainda não havia lido a reportagem, embora já estivesse informada sobre o conteúdo do texto.
Ela está na França desde terça-feira para participar da cúpula do G20, encerrada ontem, em Cannes. Hoje pela manhã, em Paris, a mandatária se encontrou com a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova. As duas conversaram por mais de uma hora na sede da entidade, à convite de Bokova. Elas falaram da cooperação entre o Brasil e a Unesco, especialmente em cultura e em mudanças climáticas, e sobre a crise econômica mundial. Além disso, conforme Bokova, Dilma comentou que a decisão do conselho-executivo da organização de reconhecer a Palestina como membro pleno, na semana passada, foi "muito bem recebida pelo Brasil", que votou a favor dos palestinos.
Ao chegar e deixar a Unesco, a presidente não falou com a imprensa e foi almoçar no restaurante Le Violon d'Ingres. Depois, passeou pela cidade e foi ao museu Jacquemart-André, onde visitou uma exposição de Fra Angelico.
Jornal do Brasil

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Orlando Silva decide deixar o Ministério do Esporte e vai entregar carta de demissão a Dilma


BRASÍLIA - O ministro do Esporte, Orlando Silva, vai entregar sua carta de demissão nesta quarta-feira em encontro com a presidente Dilma Rousseff, marcado para as 15h. Orlando Silva vai reafirmar sua inocência a presidente e dizer que a sua saída do comando da pasta será melhor para o Brasil. O nome de consenso do PCdoB para substituí-lo é o de Aldo Rebelo, ex-ministro de Relações Institucionais do governo Lula.

A decisão foi tomada durante reunião no Palácio do Planalto, pela manhã, para discutir o agravamento de sua situação, com a abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar as denúncias de desvio de verbas do Programa Segundo Tempo . Participaram da reunião o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, além dos líderes do partido na Câmara, Osmar Júnior, e no Senado, Inácio Arruda.

Antes da reunião, o presidente do PCdoB teve uma longa conversa com Orlando, já para avaliar o cenário contra o ministro. Na segunda-feira, a avaliação do Planalto era de que o partido deveria conduzir saída do ministro .

Em reunião da cúpula do PCdoB na terça-feira à noite, na casa do deputado Aldo Rebelo (SP), os integrantes do partido jogaram a toalha e decidiram que não havia mais como sustentar a permanência de Orlando Silva. Depois de muita discussão com o presidente do partido e outros líderes, o nome de consenso para substituir Orlando era o do ex-ministro Aldo Rebelo.

- A unanimidade da bancada concluiu que a situação era insustentável e estava atingindo o partido como um todo. Num primeiro momento, a decisão era se unir em torno do nome de Orlando porque todo mundo achava que era tudo mentira, e ainda acha. Mas ele perdeu todas as condições políticas de continuar no cargo. Na reunião a coisa se afunilou para o nome do Aldo - contou um dos parlamentares presentes à reunião.

blog tovendotudo

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

João Dias diz ter entregue 13 áudios envolvendo assessores do Ministro do Esporte


O policial militar João Dias Ferreira disse que não possui provas do envolvimento direto do atual ministro do Esporte, Orlando Silva, e de seu antecessor, Agnelo Queiroz, no suposto esquema de desvios de recursos públicos da pasta. O policial militar negou que tenha gravado diálogos de Orlando Silva. "Em nenhuma delas [das gravações] tem a voz do ministro".
Ao prestar novo depoimento nesta segunda-feira (24) à Polícia Federal, João Dias levou 13 arquivos de áudio e 4 ofícios emitidos pelo Ministério que, segundo ele, trazem "informações contraditórias" sobre a fiscalização dos repasses de verbas da pasta a entidades conveniadas. Segundo o policial, o material envolveria assessores da cúpula do ministério.

O policial militar também apontou o nome de sete ONGs que teriam contratos irregulares com o ministério e, de acordo com Dias, utilizavam os serviços de dez empresas fornecedoras indicadas pela pasta.

Em nota divulgada neste sábado (22), o Ministério do Esporte questionou a apresentação da conversa transcrita pela revista "Veja" e diz que pedirá à Polícia Federal para incorporar a gravação à investigação em andamento sobre o suposto esquema de desvio. No texto, a pasta classificou o material como "uma suposta gravação e cita supostos trechos, partes de frases, palavras isoladas, com o intuito claro de induzir os leitores".
G1 DF