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quinta-feira, 14 de março de 2013

Mais dois rabecões entram em circulação na Grande BH


Após determinação do governador Antonio Anastasia dando prazo de 72 horas para que a Polícia Civil resolvesse o problema de falta de rabecões, a corporação adaptou dois veículos para o serviço de remoção de corpos a partir desta quinta-feira. Assim, a Região Metropolitana de Belo Horizonte passa a contar com cinco rabecões para atendimento permanente. 

Segundo a Polícia Civil, na sexta-feira, outro veículo sairá da oficina para integrar a frota. Além dessa solução emergencial, começam a circular no segundo semestre outros 30 veículos destinados à remoção de corpos na Grande BH e interior do Estado. A compra está sendo feita por meio de licitação, já em conclusão pela corporação.

Paralelamente a essas medidas, a Polícia Civil informou que está estudando a viabilidade jurídica para terceirização do serviço, análise prevista para ser concluída em abril. Esse novo modelo possibilitará a imediata substituição de veículos com defeito, impedindo que haja descontinuidade no atendimento das demandas.

Atrasos 

Depois de longos atrasos no último fim de semana na remoção de cadáveres o governador emitiu uma determinação endereçada ao chefe da Polícia Civil, Cylton Brandão da Matta. No sábado, a família do engenheiro químico João Gabriel Camargos, de 25 anos, sofreu com a demora na prestação do serviço. 

Apesar de ele ter sido levado para um hospital no Barro Preto, na área central de BH, foram mais de quatro horas para que o corpo fosse recolhido ao Instituto Médico Legal (IML), desde a confirmação do óbito às 6h30. A Polícia Civil negou a demora e informou que seus agentes foram acionados às 7h. A equipe da perícia chegou ao hospital às 8h, apesar de o Instituto de Criminalística ficar a pouco quarteirões do local. O rabecão chegou às 9h55, tendo saído com o corpo às 10h23. 

A dor dos parentes do engenheiro, assassinado durante um assalto a ônibus no Sul de Minas, se repetiu pelo menos para mais duas famílias no domingo. O resgate do corpo de Maria Isidoro da Silva Carvalho, de 73 anos, que sofria de problemas cardíacos, demorou cerca de 15 horas, segundo denunciaram familiares. O corpo ficou no apartamento da família das 3h às 18h do domingo. Já os parentes de Jeferson Rodrigo Nascimento, de 29, encontrado morto no banheiro de sua casa às 7h do mesmo dia, esperaram por quase 20 horas para que ele fosse retirado. Continue lendo no Estado de Minas