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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Policiais precisam de escolta para trabalhar no Alemão

45DP
Em 36 dias, 100 registros – cerca de apenas três por dia. Essa é a média de ocorrências registradas na 45ª DP – inaugurada no último dia 27 de dezembro na estação do teleférico que funciona no Itararé, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. De acordo com os policiais da unidade, moradores dizem que não podem procurar a distrital para registrar queixas relativas ao tráfico de drogas e nem mesmo crimes de grande potencial ofensivo. A maior parte dos casos denunciados são referentes à Lei Maria da Penha.
Após a sequência de ataques ocorridos no conjunto de favelas nos últimos dias, inclusive alvejando a delegacia, agentes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) foram designados para fazer a segurança no local. Equipes da unidade de elite da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro estão permanecendo durante 24 horas em frente ao prédio.
carro alemao
“E não podemos sair e nem patrulhar, pois não querem que haja confronto e se nos depararmos com criminosos teremos que reagir”, revelou um dos policiais.
Em um dos ataques, antes da escolta da Core ser direcionada para a delegacia, uma bomba foi lançada dentro do prédio. Uma das janelas teve que ser trocada após ter o vidro estilhaçado por tiros. No último incidente, ocorrido na sexta-feira, dia 31 de janeiro, carros de policiais foram atingidos por coquetéis molotov.
carro alemao2“Para quê serve uma delegacia que não oferece condições de segurança para os policiais lotados nela e que não é procurada pela população? Somos policiais recém-formados que não tivemos orientação para usar fuzis e que dispomos apenas de pistolas para revidar ataques de fuzis e granadas”, desabafou um inspetor lotado na 45ª DP.
“Se policiais precisam de escolta policial para trabalhar, imagine então a nossa situação como anda. E ainda chamam isso de pacificação”, lamentou um aposentado de 52 anos que mora na região.

domingo, 26 de maio de 2013

Corrida da Paz" de Beltrame adiada por tiroteio (no país da copa)

ALEMÃO PACIFICADO, AFROGANSO E BELTRAME

Poucos minutos antes do início do Desafio da Paz, terceira edição da corrida que acontece no Complexo do Alemão, foram ouvidos tiros, que teriam sido disparados do alto da Vila Cruzeiro, na Penha. O evento, marcado para as 8h, começou com uma hora de atraso.

Após o tiroteio, um helicóptero da Polícia Militar sobrevoou a área com fuzis para analisar se ainda havia perigo para o início da corrida. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, era aguardado no Complexo do Alemão para liberar a largada do Desafio da Paz. Apesar de seu atraso, Beltrame conseguiu participar da corrida e é acompanhado por um segurança durante o trajeto.
http://extra.globo.com/casos-de-policia/tiroteio-assusta-publico-atrasa-largada-do-desafio-da-paz-no-complexo-do-alemao-8502480.html
 
Tiroteio assusta público e atrasa largada do Desafio da Paz, no Complexo do Alemão
 
Poucos minutos antes do início do Desafio da Paz, terceira edição da corrida que acontece no Complexo do Alemão, foram ouvidos tiros, que teriam sido disparados do alto da Vila Cruzeiro, na Penha. O evento, marcado para as 8h, começou com uma hora de atraso.

Após o tiroteio, um helicóptero da Polícia Militar sobrevoou a área com fuzis para analisar se ainda havia perigo para o início da corrida. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, era aguardado no Complexo do Alemão para liberar a largada do Desafio da Paz. Apesar de seu atraso, Beltrame conseguiu participar da corrida e é acompanhado por um segurança durante o trajeto.

O incidente não assustou a todos os participantes do desafio que estavam no Complexo do Alemão aguardando o início do evento.

- Vi muita gente indo embora depois do tiroteio, mas provavelmente é gente que não mora aqui e não está acostumado com isso. Eu estou acostumando e não me assustei. Sinto que aqui as coisas estão mais seguras depois da UPP - disse o aposentado Jorge, de 55 anos, que participa da corrida pela terceira vez.

Tiroteio na corrida da paz

Logo que chegou ao Complexo do Alemão, Beltrame foi conversar com José Júnior, coordenador do AfroReggae, e com policiais do Bope para entender a situação.

Beltrame conversa com José Júnior, do AfroReggae: secretário de Segurança do Rio vai participar do Desafio da Paz

Segundo testemunhas, as rajadas duraram cerca de cinco minutos e assustaram o público. Houve correria, e um dos organizadores do evento pediu para as pessoas se abaixarem e ficarem próximas das paredes. Cerca de 2 mil pessoas estão no local.

Tráfico ordenou fechamento do comércio

O clima de insegurança que tomou conta do Complexo do Alemão e da Penha durante essa semana, devido à morte do traficante Anderson Simplício de Mendonça na quarta-feira e ao fechamento do comércio e escolas da comunidade.

Na sexta-feira, parte do comércio amanheceu fechado, pelo segundo dia seguido. O Colégio Estadual Tim Lopes abriu pela manhã, mas, segundo a direção, fechou à tarde por conta da baixa frequência. À noite, alguns estabelecimentos continuavam fechados. O clima de insegurança se refletia no comportamento dos comerciantes, com medo de se identificarem ao falar com a imprensa.

- Ontem (sexta-feira), não dava para abrir por causa da morte do traficante. Outros comerciantes vieram falar comigo e fiquei em casa. Hoje, ninguém sabia o que fazer. Por isso, preferi abrir só à tarde - contou um dono de bar que não quis se identificar.

sindelpolrj