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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Polícia registra mais de 860 furtos no Rock in Rio (um festival de furtos)


A Polícia Civil registrou até as 22h deste domingo 863 queixas de furto na Cidade do Rock e imediações desde o primeiro dia de festival. Só nesta noite, 117 relataram furtos no Rock in Rio.
Até agora, a noite com mais registros de furto foi a do dia 25 de setembro, quando se apresentaram Metallica, Slipknot e Mötorhead. O número se explica pela grande quantidade de pessoas naquele dia, quando o policiamento ainda não havia sido reforçado.
No dia 29, quando o festival foi retomado, a Polícia Civil registrou 34 furtos. A noite que teve Stevie Wonder e Jamiroquai foi notadamente a com menos público, dia em que os serviços em geral funcionaram melhor. Após a folga de três dias, a segurança melhorou com a presença mais marcante da Polícia Militar e os serviços melhoraram consideravelmente.
O posto de polícia instalado nas imediações da Cidade do Rock também registrou furtos no dia 23 (185), dia 24 (126), dia 30 (122) e dia 1º (122). Ao todo, foram computados também 291 extravios.
Rock in Rio 4
Considerado um dos maiores festivais do mundo, o Rock in Rio cresceu, deixou o Brasil, mas retorna ao País em 2011 em sua quarta edição.
A festa da música começou na sexta-feira (23) com nomes renomados da música pop. No Palco Mundo, cantam Claudia Leitte, Katy Perry, Elton John e Rihanna. No sábado (24), foi a vez do rock pop de NX Zero, Stone Sour, Capital Inicial, Snow Patrol e do Red Hot Chili Peppers que agitaram o público.
Fechando o primeiro fim de semana do Rock in Rio 4, muito metal e peso com Glória, Coheed and Cambria, Motörhead, Slipknot e Metallica, no domingo (25).
A segunda bateria de shows começou na quinta-feira (29), com clima dançante e muito soul de Janelle Monáe, Kesha, Jamiroquai e o veterano Stevie Wonder. O pop novamente foi convocado na sexta-feira (30) ao som de Ivete Sangalo, Lenny Kravitz e Shakira.
Neste sábado (1º), o Maná, Maroon 5 e o Coldplay se revezam com os brasileiros do Skank e o cantor Frejat no palco mundo. A despedida do Rock in Rio 4 fica com Pitty, Evanescence, System of a Down e Guns N'Roses.

Repórter: Fernando Diniz
Terra/Jornal do Brasil
http://www.jb.com.br/rock-in-rio-2011/noticias/2011/10/03/policia-registra-mais-de-860-furtos-no-rock-in-rio/

domingo, 25 de setembro de 2011

PM reduz policiamento nas ruas para prestar segurança particular no Rock in Rio






Mais uma vez no Rio se misturam os negócios públicos com privados. Não tem o menor cabimento a Polícia Militar fazer a segurança dentro da Cidade do Rock, um espaço particular (até 2015 está cedido ao empresário Roberto Medina). Que era preciso reforçar a segurança no entorno isso ficou evidente depois da onda de assaltos do primeiro dia. Mas na parte interna não cabe à Polícia Militar, nem à Guarda Municipal fazer segurança privada, como aconteceu neste sábado. Foi assinado convênio? É claro que não. Cabral cedeu a PM, Eduardo Paes, a Guarda Municipal. 

Agora eu lhes pergunto: quando eu fizer uma festa do meu programa de rádio na rua como realizo há muitos anos, será que vou poder contar com a PM e a Guarda Municipal para cuidarem da segurança?

Não custa lembrar que o ingresso mais barato custou R$ 190 e que foram vendidos 700 mil. O prefeito Paes bancou a Cidade do Rock, o governo Cabral construiu uma estação da CEDAE graciosamente. Isso fora as isenções fiscais. Para quem não sabe os patrocinadores privados do Rock in Rio ganharam 80% de isenção fiscal. Assim é fácil.

Não sou contra o Rock in Rio, mesmo não sendo a minha praia. É um evento importante para o Rio, movimenta a economia. Isso é uma coisa. Agora o que sou contra é o dinheiro e os serviços públicos serem franqueados para um evento particular que de popular não tem nada em detrimento da população. Isso está completamente errado.

sábado, 24 de setembro de 2011

Rock in Rio: "Um festival de furtos"...


Posto policial tem fila para registro de furto de celular e carteira no festival. Até 1h, ao menos 75 pessoas registraram ocorrência de furto, diz delegado. 3 suspeitos foram presos; médica foi furtada 2 vezes no 1º dia do festival.
 Dezenas de pessoas se amontoavam em uma fila no posto da Polícia Civil, localizado em frente à Cidade do Rock, por volta da 1h deste sábado (24), para registrar o furto de celulares e carteiras dentro do Rock in Rio. As pessoas reclamavam de falta de policiamento e tentavam recuperar documentos, que foram encontrados abandonados pela polícia do lado de fora do festival.
Segundo o delegado Orlando Zaccone, responsável pelo posto policial do festival, pelo menos 75 boletins de ocorrência de furto haviam sido registrados até o horário. Três homens foram presos e outros estavam detidos para averiguação. “A situação está um caos. E muitas pessoas ainda aguardam para registrar o caso”, disse o delegado Zaccone ao G1.
Questionado sobre quem são os criminosos, ele respondeu: “Ouvimos várias versões, foi levantada a hipótese de que caiu um tapume e que pessoas de fora conseguiram ingressar. Também falaram que houve um roubo de ingressos de fãs que estavam vindo para o Rock in Rio e que estas pessoas se aproveitaram para furtar lá dentro”, acrescentou o delegado.
A médica Claudia Hidasy foi furtada duas vezes e, em ambos casos, registrou um boletim de ocorrência no posto policial. Na primeira vez, às 17h, um celular foi furtado do seu bolso da frente da calça. Às 23h, outro aparelho de telefone foi levado do seu bolso.

“Estou revoltada, isso é inacreditável. Fui roubada duas vezes no mesmo dia aqui dentro e ambas perto da roda gigante, na região da Rock Street. Falta policiamento aqui dentro”, disse ela, revoltada. A médica veio de Volta Redonda com os filhos para curtir a primeira noite do festival.

Tahiane Stochero/Do G1, no Rio

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Guardas municipais do Rio estão em greve

Os guardas municipais do Rio de Janeiro estão em greve nesta sexta-feira. Eles reivindicam aumento de adicional de risco em 50%, restruturação do plano de carreira, piso salarial de R$ 1.200, melhores condições de trabalho, entre outros itens.
 
O sindicato da categoria disse que foi uma simples coincidência o fato da paralisação ter início no mesmo dia do Rock in Rio.
 
O presidente do sindicato, Rogério Campos, garantiu que a categoria está cumprindo a legislação, ao colocar nas ruas 30% do efetivo.

Ele afirmou que o número é suficiente para atender a demanda do Rock in Rio e outras emergências que possam surgir.
 
Jornal do Brasil