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domingo, 2 de março de 2014

Acre: Policiais Militares invadem delegacia e libertam sargento que foi preso (por isso apoio a PEC 51)



Policiais militares invadiram na noite deste sábado (1°) a Delegacia Central de Flagrante (DEFLA), no bairro Cadeia Velha, para resgatar um sargento da Polícia Militar, que foi preso após conduzir um condutor suspeito de dirigir embriagado à unidade de segurança pública.
Segundo informações de policiais militares, o sargento identificado como Wendel, teria recebido voz de prisão do delegado Leonardo Santa Bárbara, que perguntou ao motorista conduzido à Defla, por suspeita de dirigir alcoolizado, se ele queria fazer o teste do bafômetro.
O delegado teria ordenado que o sargento PM submetesse o suspeito ao bafômetro, alegando que o condutor tinha o direito de fazer o teste, mas o  militar teria se recusado a proceder o exame, destacando que no momento da abordagem o motorista não aceitou faze-lo.
Mais de 50 policiais militares teriam invadido a delegacia para resgatar o sargento. Uma confusão generalizada tomou conta da unidade após a chegada de um tenente que não teve o nome divulgado. Ele teria regatado o sargento e ordenado que ele se retirasse do local.
Os protagonistas do confronto chegaram a empunhar armas. O delegado informou que iria lançar o episódio no livro de ocorrências da Defla.  Duas guarnições do BOPE é várias viatura de patrulhamento foram estacionadas na frente da delegacia da Polícia Civil.
O delegado Leonardo Santa Bárbara solicitou reforço dos demais delegados. Portas da delegacia chegaram a ser quebradas pela ação dos policiais militares. Uma multidão de curiosos se formou na frente da delegacia, filmando toda a briga de policiais militares e policiais civis.
Os policiais militares fizeram uma reunião e deliberaram que só entregarão os presos em flagrante na unidade, após a saída de Leonardo Santa Bárbara, dos plantões da Delegacia Central de Flagrante. Segundo o delegado Alcindo Júnior, foi dada voz de prisão ao sargento por falso testemunho. O delegado afirma ainda que o militar que foi retirado da delegacia é considerado como foragido.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Sargento da PM é baleado durante tentativa de assalto a padaria


Militar percebeu a ação e tentou reagir, mas acabou sendo atingido pelo suspeito; policial foi socorrido para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII, no centro de Belo Horizonte, e não corre risco de morrer.

Um sargento da policial militar foi baleado na noite desta segunda-feira (6), no bairro Marajó, na região Oeste de Belo Horizonte, durante uma tentativa de assalto a uma padaria. Os dois suspeitos de terem praticado a ação permanecem foragidos. 

De acordo com a assessoria da Polícia Militar (PM), o policial estava de folga e resolveu fazer um lanche em uma padaria que fica próximo a casa em que mora, na rua Orquídea, quando percebeu a movimentação estranha. Ele identificou que se tratava de um assalto e reagiu, mas acabou sendo baleado.

Os dois assaltantes gastaram doze segundos para abordar o caixa do estabelecimento, balear o policial e fugir. As imagens das câmeras de segurança do estabelecimento serão usadas durante as investigações. 

O militar foi socorrido para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII, no centro de Belo Horizonte, e não corre risco de morrer. Ainda não há informações sobre os suspeitos. 

FONTE: O TEMPOO Tempo

Destacamento da PM têm novo Comandante em Bandeira - MG

O Sgt J Souza é o novo Comandante do Destacamento da PM em Bandeira/MG.


O Sgt J Souza é o novo Comandante do Destacamento da PM em Bandeira/MG. O novo Sargento assumiu o comando na manhã de hoje, 03, durante um evento de Passagem de Comando na Câmara Municipal.
O Sgt Leonardo Manske, antigo Comandante, agradeceu à população pelo apoio que obteve durante os anos que esteve na cidade. Em seu discurso, o Sgt J Souza colocou-se a disposição dos cidadãos bandeirenses e destacou a importância do cumprimento das leis e da participação de todos nos assuntos alusivos à segurança pública.
Comento: É com muita alegria que vejo esse militar assumir esse posto. Tive a honra de fazer o curso de formação, antigo CFSD - Curso de Formação de Soldados, com ele, quando ingressamos na PMMG, ainda em 1995. Sargentão, um abraço e qualquer matéria legal, trabalho comunitário, divulgação, enfim que queira fazer, o senhor sabe que o blog é nosso. Que sua administração seja marcada pelo seu carácter e seriedade já conhecida pelos mais próximos!!

sábado, 1 de junho de 2013

Durante assalto, sargento reformado reage e mata suspeitos em MG

Uma tentativa de assalto resultou em dois homicídios nesta sexta-feira (31) no município dePitangui, no Centro-Oeste do estado. Duas pessoas, uma delas armada, entraram em uma loja de roupas e anunciaram o assalto. Segundo as informações da Polícia Militar (PM), o proprietário do estabelecimento é sargento reformado e reagiu ao assalto, atirando nos suspeitos.
Um dos envolvidos era um menor de 17 anos e morreu no local. O outro suspeito, um homem de 29 anos, foi socorrido e levado para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na manhã deste sábado (1º). O comerciante ainda não se apresentou à polícia.
Homicídio
Ainda no Centro-Oeste de Minas Gerais, outra morte foi registrada na manhã deste sábado (1º). Um homem foi encontrado morto no Bairro Sandra Regina, próximo ao ginásio poliesportivo de Nova Serrana. A PM informou que a vítima foi baleada na cabeça. A perícia foi ao local e ainda não se sabe o que motivou o crime, nem a identificação do homem.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sargento acusado de diversos estupros na Grande BH é condenado a 101 anos de prisão


Entre as vítimas dos crimes estão parentes de colegas de trabalho do policial  (Tv Alterosa/Reprodução )
O sargento da Orquestra Sinfônica da Polícia Militar Alexander Lourenço da Silva, de 38 anos, preso desde 8 de março de 2012, acusado de estuprar sete mulheres e de tentar atacar outras duas em Belo Horizonte e Região, foi condenado a 101 anos de prisão, cinco meses e 12 dias de reclusão. No entanto, o militar só ficará preso por 30 anos, como estabelece a legislação brasileira. A informação foi divulgada nesta quarta-feito pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Os crimes ocorreram entre agosto de 2011 e janeiro do ano passado. Entre as vítimas estão parentes de colegas de trabalho do policial.

A prisão do militar aconteceu após denúncia do Ministério Público e da Corregedoria da Polícia Militar. Vítimas dos suspeitos relataram que eram ameaçadas com facas de açougueiro, foice, canivete e até “machadinha” e eram obrigadas a entrar em um Fusca de cor clara. Dentro do veículo, algumas mulheres chegaram a ser agredidas pelo sargento. Na época da violência, seis mulheram eram menores de idade.

No ano passado, os investigadores tiraram fotos do veículo do militar e mostraram para as vítimas, que reconheceram o veículo. Foi pedida a prisão preventiva do sargento, que acabou detido dentro da Academia de Polícia. No armário pessoal dele, no alojamento dos integrantes da Orquestra Sinfônica, foram encontradas munição calibre 9 mm, algemas, estilete, canivete, Cds e Dvds com conteúdos pornográficos, preservativos, sacolas com produtos de sexy shop, três celulares, luvas descartáveis de borracha, peruca ruiva, brincos, prendedor de cabelo, fotos de mulheres e álbum de fotografia.

Em outro carro do militar, um Ford Fiesta, foram apreendidos outros produtos relacionados aos crimes como seis cápsulas de calibre 38, um netbook, mais Cds e Dvds com conteúdos pornográficos, preservativos, cortesias de motéis, revistas de conteúdo sexual, um sutiã, entre outros. Com o policial, foi apreendido um aparelho celular utilizado por ele para fotografar as vítimas, que também reconheceram as imagens.

A defesa do policial argumentou na Justiça que houve nulidades processuais, dentre elas o ilegal reconhecimento do então acusado na delegacia e o indeferimento do pedido de complementação de perícia. No entanto, o juiz Milton Lívio Lemos Salles destacou que as provas expostas no processo criminal são “robustas” para a condenação. Segundo ele, “as vítimas unanimemente reconheceram o acusado e forneceram suas características físicas e vestimentas condizentes com as apreendidas nos autos”.

Para cada vítima, o magistrado fixou uma pena que, somadas, resultam em 101 anos de reclusão. Mas considerando a legislação brasileira, o sargento deverá cumprir a pena máxima de 30 anos. Foi ainda mantida a prisão preventiva do militar para resguardar a aplicação da lei penal. Por ser de Primeira Instância, cabe recurso dessa decisão.


quinta-feira, 21 de março de 2013

Major e sargento do Exército são condenados por corrupção



Um major e um sargento do Exército e um condutor de carro-pipa foram condenados, pela Justiça Militar do Ceará, por terem feito parte de um esquema de corrupção no abastecimento de água na cidade de Choró, a 155,7 quilômetros de Fortaleza. O major Maurício Tinoco Caetano, 40 anos, e o 1º sargento Francisco Eudemir da Silva Gomes, 45, receberam pena de dois anos de prisão, mas com o direito de recorrer em liberdade. Já o motorista de carro-pipa Luís Nobre Silveira Filho, 38, foi condenado a um ano de reclusão, também com o direito de apelar em liberdade.
Os militares foram condenados por corrupção passiva e o pipeiro, por corrupção ativa. Segundo o Ministério Público Militar, o major é o primeiro oficial do Exército condenado no Ceará. O julgamento ocorreu no último dia 12, mas a decisão, assinada pela juíza auditora Vera Lúcia da Silva Conceição, só foi publicada ontem no site do Superior Tribunal Militar.

Segundo denúncia do Ministério Público Militar, em julho de 2008, o sargento abordou o pipeiro, propondo aumento de contrato de água de sete para 14 mil litros, mediante pagamento de 10% sobre os valores a serem recebidos pelo motorista. Se não aceitasse a proposta, o contrato de fornecimento de água seria cancelado.
O pipeiro depositou 

R$ 1.800 na conta da esposa do sargento. As investigações indicam que, posteriormente, o dinheiro foi repassado para o major Maurício Tinoco, apontado como líder do esquema. O pipeiro nunca modificou a tonelagem do caminhão, ainda de acordo com a denúncia do Ministério Público. 

Em dezembro de 2008, o pipeiro enviou uma carta ao 23º Batalhão de Caçadores, responsável pelo Escritório da Operação Pipa, denunciando a propina. Foi quando o caso passou a ser investigado. No mês seguinte, Luís Nobre voltou atrás e retirou a denúncia. O esquema acabou sendo comprovado a partir de quebra de sigilos bancários e telefônicos e depoimentos de testemunhas.
Outras denúncias estão sendo analisadas pelo Ministério Público Militar, ainda em sigilo. “O processo acaba aqui. Agora, existem outras investigações. A gente não pode falar porque senão atrapalha. Não foi o primeiro e também não vai ser o último. Essa Operação Pipa tem ainda muitas fraudes”, informa o promotor Alexandre Saraiva.
O promotor considerou “desumano” o esquema de corrupção. A fraude acontece justamente nas cidades mais fragilizadas pela seca. “As consequências são as mais terríveis. Desde o não fornecimento de água, passando pela contratação de pessoas que não têm condições de levar essa água e, muitas vezes, água em condições insalubres. Às vezes, não havia fiscalização se o caminhão estava limpo. A água podia ser insalubre. Não temos provas disso nos autos, mas temos provas de que realmente eles fraudavam a fiscalização. Ao invés de fiscalizar, davam propina para aprovar esses caminhões”, aponta o promotor. 
O POVO tentou entrar em contato com algum representante da 10ª Região Militar, no fim da tarde e noite de ontem, mas as mas as ligações não foram atendidas. A reportagem também não conseguiu contato com os advogados dos réus. Os telefones não foram localizados. 
ENTENDA A NOTÍCIA
Os militares foram condenados por corrupção passiva e o pipeiro, por corrupção ativa. Até ontem, nenhum dos três tinham sido presos. Eles tiveram o direito de recorrer em liberdade. Todos negam a existência do esquema.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Sgt vítima de racismo durante ocorrência, ganha indenização





O Juiz do Juizado Especial Cível da Comarca de Governador Valadares/MG, Dr. Cláudio Alves de Souza condenou o cidadão V. G. D. a pagar indenização por danos morais no valor de R$4.068,00 (quatro mil e sessenta e oito reais) ao sargento da Policial Militar A. C. B, que foi vítima de racismo e de ofensa com palavras de baixo calão durante uma ocorrência policial. A ação foi proposta pela Assessoria Jurídica do Centro Social dos Cabos e Soldados de Governador Valadares/MG, sob a responsabilidade do advogado Dr. Luciano Souto. A sentença foi publicada no dia 13 de março de 2013 e o condenado terá 15 dias para cumprir a decisão e pagar o valor devido.


Caso: No dia 20 de novembro de 2010, por volta da 6h00, o policial militar A. C. B foi designado para atender a uma ocorrência policial no bairro Vale Verde, em Governador Valadares, na qual um cidadão solicitava a presença da Polícia Militar para impedir o excessivo barulho causado por um vizinho. Ao chegar ao local, o Militar solicitou a V. G. D. que reduzisse o volume do som, que estava incomodando a vizinhança. Naquele momento, o Militar foi surpreendido com reiteradas palavras ofensivas proferidas por V. G. D, contendo adjetivos pejorativos quanto a raça e a profissão de A. C. B. De acordo com o Boletim de Ocorrência lavrado naquele momento, testemunhas afirmaram que o cidadão abordado pelo policial começou a desacatá-lo com os dizeres “vai tomar no c.”, “vai se f.”, “não vou desligar p. nenhuma”, e ainda o teria chamado de “macaco” e “que vocês policiais moram em lugar f.” Diante das palavras ofensivas à raça, à moral e a profissão do policial, V. G. D foi preso e encaminhado à Delegacia. Diante da conduta ofensiva e preconceituosa de V.G.D, o Militar procurou a Assessoria Jurídica do Centro Social dos Cabos e Soldados de Governador Valadares, que propôs uma ação de indenização por danos morais contra o ofensor.


Decisão: Perante a Justiça, testemunhas afirmaram que o ofensor se dirigiu ao Militar com expressões do tipo “macaco”, “vai tomar no c.”, “preto não poderia usar farda”. O acusado não negou e nem confirmou as ofensas, mas apenas se limitou a alegar que estava embriagado. Após analisar cautelosamente o processo e as provas produzidas, o juiz responsável pelo caso, Dr. Cláudio Alves de Souza considerou procedente o pedido e condenou V. G. D a pagar ao Policial Militar A. C. B. o valor de R$4.068,00 (quatro mil e sessenta e oito reais) a título de danos morais. Na sentença, o juiz considerou “inegável que as ofensas proferidas contra o autor, pelo requerido, lhes provocaram abalos morais, notadamente pelo conteúdo racista das mesmas, sendo de se anotar que o requerente estava no exercício legal de suas funções” E ainda complementou: “Não se pode admitir, no atual estágio de evolução da sociedade (aliás, nunca deveria ser admitido), que um indivíduo se refira a outro agredindo-o em razão de sua cor, sua orientação sexual, sua natureza, seu credo, sua condição financeira e o Direito não pode chancelar este tipo de conduta”

De acordo com o coordenador da Assessoria Jurídica do Centro Social dos Cabos e Soldados de Governador Valadares, Dr. Luciano Souto, “a prolação de palavras de cunho racista, discriminatório e ofensivo à honra de alguém gera dano moral, pois agride a vítima de forma a causar-lhe humilhação, constrangimento e situação vexatória perante as pessoas.” Segundo Luciano Souto, não existe uma tabela em relação ao valor que deve ser fixado a título de danos morais, cabendo ao juiz decidir em cada caso: “Atualmente não existem valores pré-determinados de danos morais que devem ser seguidos pelos juízes. Cabe ao magistrado, em cada caso concreto, arbitrar o valor de acordo com o princípio da razoabilidade, considerando, dentre outros critérios, as circunstâncias e a repercussão do fato, o dano e a extensão do dano causado e a condição econômica dos envolvidos”

A sentença foi publicada no dia 13 de março de 2013. O ofensor terá 10 dias para recorrer da decisão. O valor deverá ser pago no prazo de 15 dias, sob pena de multa de 10% e expedição de mandado de penhora de bens.



Governador Valadares, 14 de março de 2013.
Informações: Dr. Luciano Souto 
facebook.com/michelguidini

quinta-feira, 7 de março de 2013

Militares são presos suspeitos de negociar armas com quadrilhas de SP


Dois militares de Campinas (SP) foram presos, nesta quarta-feira (6), suspeitos de desviar armas e munição do Exército e vender o material de uso restrito a traficantes e quadrilhas de roubos a caixas eletrônicos. De acordo com o Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) de São Paulo, o sargento e o soldado abasteciam bandos que atuavam em todo o interior do estado.
Segundo a polícia da capital, a polícia do Exército deu voz de prisão aos dois quando eles chegavam para trabalhar no 28º Batalhão de Infantaria Leve de Campinas. Na casa do sargento, os policiais encontraram grande quantidade de munição.
Durante as investigações, agentes do Deic acompanharam por um mês a ação dos militares junto aos criminosos. Em uma das transações, os suspeitos teriam vendido mil balas de fuzil para traficantes de Campinas.
Militares de Campinas são presos suspeitos de abastecer quadrilhas com armas (Foto: Reprodução / EPTV)
Militares receberam voz de prisão da polícia do
Exército em Campinas (Foto: Reprodução / EPTV)
Segundo a polícia, coma autorização da Justiça, foram interceptadas mensagens de texto do celular de um dos suspeitos. Em uma delas, ele oferece uma pistola nove milímetros e, em seguida, dá o preço: R$ 4,3 mil. “Só não se vendeu porque eles acabaram sendo presos antes dessa compra acontecer”, disse o delegado do Deic Antônio de Olim.
O general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, comandante da 11ª brigada de infantaria leve, informou que o Exército abriu um processo interno de investigação para apurar, em paralelo, a suspeita de desvio de armas e munição da corporação.
“Nós vamos investigar se existe desvio de munição militar. Mesmo que seja um cartucho ou dois. É nossa obrigação abrir o inquérito de investigação militar. Houve uma quebra da ética militar, que enseja um julgamento no tribunal de ética e a expulsão dele. Ele não pode permanecer mais como militar, vestir a mesma farda”, disse.
O sargento foi indiciado por formação de quadrilha e porte de munição e vai ficar preso num quartel em Osasco. Já o soldado foi indiciado por formação de quadrilha e a polícia deve pedir a prisão temporária dele nesta quinta. Até que isso ocorra, ele permanecerá recolhido ao quartel.
Do G1 Campinas e Região

sábado, 26 de janeiro de 2013

MAJOR USANDO CRACK COM TRAVESTI É DOENTE, SGT ALCOOLIZADA É BANDIDA


SGT DO 18º BPM É PRESA ACUSADA DE EMBRIAGUEZ
Hoje pela manhã a Corregedoria da Polícia Militar esteve em Nova Contagem e prendeu uma Sargento (FEM) acusada de estar com sintomas de haver ingerido bebida alcoólica durante o serviço. A militar foi presa pela patrulha da corregedoria e levada para a sede so 18º BPM, autuada em flagrante.
A militar vinha a tempos fazendo tratamento contra o alcoolismo, fato considerado pela OMS - Organização Mundial de Saude, como doença. A militar precisa de tratamento e não de prisão.
Me revolta a covardia da Polícia Militar contra a sargento. Ninguém é a favor obviamente de que um militar se apresente com sintomas de alcool no serviço, pois tal fato alem de colocar em risco a vidas dos militares e da própria sociedade, denigre o nome da corporação.
O que me revolta neste caso, e a forma como a Polícia Militar trata diferenciadamente casos envolvendo oficiais superiores e praças.
A poucos dias atrás, um Major foi pego em um hotel na zona boêmia da capital na companhia de um travesti usando crack. O fato foi matéria de capa de jornal com ampla repercussão negativa para a Polícia Militar. O militar foi tratado como doente e recebeu apoio de todos, inclusive minha solidariedade para se tratar. O nome da PM foi jogado na lama, e como é um doente, pois dependência quimica é doença, e precisa de tratamento, nada aconteceu com o Major e ele foi internado.
Mas, agora quando o caso aconteceu com uma sargento, comprovadamente doente de alcoolismo, ela foi presa em flagrante. E o caso da sargento nao teve nenhuma repercussão externa.
Vergonhoso isso!
CORREGEDORIA COVARDE, DEVIAM TER VERGONHA DE SITUAÇÕES COMO ESTA.
MAJOR USANDO DROGAS COM TRAVESTI É DOENTE, SARGENTO ALCOOLIZADA É TRATADA COMO BANDIDA.

domingo, 22 de julho de 2012

Sargento do Exército é baleado por PM no Paraná

Um sargento do exército foi baleado na noite de sábado (21) na rua Rio Grande do Sul, em frente ao Colégio Wilson Jofre, em Cascavel. No local havia uma festa julina entre amigos. Segundo testemunhas, um homem chegou ao recinto, não se identificou como policial militar e com uma arma em punho pediu para que abaixassem o volume do som.
O sargento do exército Valdemar de Paula, de 39 anos, pediu para conversar com o policial militar do lado de fora. Eles discutiram e o policial que não estava a trabalho, teria disparado um tiro apenas para assustar, mas acabou baleando o pé direito de Valdemar.
Após balear o sargento do exército que o policial militar teria se identificado. Socorristas do Siate foram acionados. Valdemar foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento. Segundo a PM, o sargento do exército que teria iniciado a briga e o policial efetuou o tiro apenas para a segurança dele.
Policiais militares do Pelotão de Choque, Rádio Patrulha e da Delegacia de homicídios, estiveram no local. O caso está sendo investigado.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sargento da FAB é preso no RJ por suspeita de praticar assaltos à mão armada

LUARLINDO ERNESTO


Rio - Acusados de vários roubos a pedestres na Ilha do Governador, os irmãos Rodrigo de Jesus Correia, 29 anos, sargento da Força Aérea Brasileira (FAB), e Renan de Jesus Correia, 27 anos, foram presos na manhã desta segunda feira . Eles ainda tinham um outro cúmplice, identificado como Luís Paulo Batista Pereira, 30 anos, que está foragido. Os três teriam cometidos vários roubos e as vítimas, atacadas quando caminhavam ou mesmo aguardavam ônibus nas ruas, disseram na 37ª DP (ilha), onde os suspeitos estão presos, que os bandidos são violentos, agressivos e agrediam as vítimas mesmo sem que elas reagissem aos assaltos.

Fonte: BLOG MONTEDO

terça-feira, 8 de maio de 2012

Sargento da Polícia Militar é assaltada na avenida dos Andradas, no bairro Pompéia

Uma policial militar, de 43 anos, foi assaltada por volta das 6h20 desta manhã na avenida dos Andradas, no bairro Pompéia, Região Leste de BH, quando seguia para o trabalho.

A mulher, que é segundo sargento lotada no Hospital Militar, estava parada em um semáforo perto do número 4.200 quando um homem de 33 anos invadiu o Palio que ela dirigia. Ele exigiu que a mulher arrancasse enquanto vasculhava o carro. O assaltante, de 33 anos, segurava um objeto metálico por dentro da blusa simulando estar armado.

Quando a militar percebeu que ele não carregava uma arma, parou em um ponto de ônibus na Andradas que estava bastante movimentado. O homem se assustou e fugiu correndo. A mulher acionou a polícia, que prendeu o autor no bairro Pompéia.

Ele já tinha sido preso por envolvimento com o tráfico de drogas e assalto à mão armada. Confuso, afirmou aos policiais que morava em um lixão. Depois, disse que ficava em uma esquina da Praça Sete. O homem foi levado para a 4ª Delegacia Sul.  

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Homem chama sargento de "macaco de circo", enquanto a esposa solta pit bull para ele não ser preso

Um homem identificado como Anderson Campos Teixeira, de 40 anos, foi preso, neste domingo (27) por crime de racismo, além de desacato e ameaça. Ele é acusado de chamar um sargento da Polícia Militar de "macaco de circo e negro safado", durante uma abordagem policial numa floricultura, no bairro da Jatiúca em Sergipe.
De acordo com informações oficiais da Polícia Civil, a Polícia Militar foi acionada depois de um desentendimento seguido de ameaça, do qual Anderson estava sendo acusado. Insatisfeito com a presença da força policial, o acusado chamou o soldado Katiano Márcio da Silva de "macaco de circo e negro safado". E ainda afirmou que "o pegaria depois".

Segundo os militares, Anderson Campos estava descontrolado e ainda desacatou o saldado Edmilson de Moraes, de 52 anos, e chegou a ameaçar outro homem, identificado como José Gilson Braga.

Vendo a situação ficar feia, a esposa de Andreson campos soltou um cachorro da raça Pit Bull em direção aos policiais, na intenção de evitar a prisão do marido.

Andreson Campos foi detido e encaminhado para a Central de Polícia, no bairro do Prado. Ele vai responder pelos crimes de ameaça, desacato e injúria racial.

Na manhã desta segunda-feira (28), ele foi encaminhado para a Casa de Custódia, no bairro do Farol.



Fonte: Tudo na Hora
Blog da Força Tática


Leia mais no site: http://ftadecamocim.blogspot.com/2011/11/homem-chama-sargento-pm-de-macaco-de.html#ixzz1f2w0BUip