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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Delegado vai indiciar por tortura quatro oficiais da PM


Blog SOS PMERJ
O treinamento dos recrutas da Polícia Militar, sob o sol, num pátio do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças

Comento: Tomara que não fique na pizza. Como pode o militar receber um treinamento em que um dos colegas é morto...portanto sem nenhuma consideração "humana", e depois esse mesmo sobrevivente ir para as ruas do Rio e tratar os cidadãos sob a ótica dos Direitos Humanos?!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Quartel da PM é invadido por 15, oito morreram durante confronto (no país da copa...)

No inicio da manhã desta segunda-feira (13) vários bandidos fortemente armados invadiram o quartel da Polícia Militar no município de Campo Novo - Rondônia, a cerca de 105 Km de Ariquemes, renderam os policiais e roubaram vários armamentos sendo 2 Fuzis, 01 escopeta calibre 12, várias pistolas .40, coletes e 01 viatura Toyota Triton da PM.

Durante a tomada do quartel da PM o soldado PM Ranvanelli foi baleado no abdômen e socorrido ao município de Buritis.


Após tomar o quartel da PM o bando tomou dois policiais como refém e passaram a realizar roubos em vários comércios da cidade inclusive os dois bancos da cidade.


Por volta das 08hs40min o bando saíram da cidade na viatura roubada sentido município de Monte Negro na BR 421 onde no Km 90 se depararam com guarnições do GOE do 7º BPM, Base Móvel, NI e guarnições que estavam de serviço nos municípios de Monte Negro e Ariquemes e se deslocavam para Campo Novo onde ouve intensa troca de tiros e 7 bandidos foram mortos e segundo informações policiais o oitavo bandido conseguiu fugir e possivelmente está baleado.


Policiais Militares do GATE de Porto Velho desceram de avião para Buritis de onde pegaram viaturas locais e desceram para o município de Campo Novo.

APÓS INVADIREM QUARTEM DA PM 8 BANDIDOS SÃO MORTOS EM CONFRONTO
APÓS INVADIREM QUARTEM DA PM 8 BANDIDOS SÃO MORTOS EM CONFRONTO
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Crise na segurança e trabalhadores ameaçam greve vários estados, (no país da Copa)

MASP FINAL


 Não é de hoje que a segurança pública do Brasil vive uma crise sem precedentes. Seja pela frouxidão das leis, seja pela manipulação midiática de ocultar os verdadeiros fatos e a crise nos bastidores da segurança, com equipamentos superfaturados em alguns estados, e a falta destes em outros. O fato é que não só a logística e o planejamento no emprego operacional é fraco, seja pela falta de efetivo, ou de um plano nacional de segurança pública, que sequer tem um fundo à altura e na proporção necessária. Vivemos uma guerra velada e uma luta inglória onde os comandos, que são tentáculos dos governos tentam convencer a opinião pública do contrário, através de estatísticas, e já nem essas as vezes, são suficientes para desmentir o que todos sentem, o que todos vêem: a insegurança generalizada.

 Como se não bastasse o que a população vê ou se não vê sente literalmente na pele, temos os problemas que a grande massa desconhece, que são as condições de trabalho, como assédio moral, que em alguns casos provocam altos índices de suicídio, baixo salários, dúvidas quando a aposentadoria em alguns casos e falta de pagamento de direitos, que apesar de constitucionais; são sorrateiramente preteridos pelos governos que se lembram da segurança somente na época das eleições, usando-a como mote de campanha, projetando a miragem do estado seguro, a utopia da paz social.

 E nesse eterno devir do aumento da criminalidade, pela ausência de políticas de estado voltadas para o combate ao crime, das leis anacrônicas e do aumento da população criminal contra a diminuição dos efetivos policiais, temos uma crise gerada, que em muitos casos é maquiada com mais viaturas e pouco ou quase nenhuma inteligência, capaz de antecipar o crime. A sensação desses profissionais é literalmente de se enxugar gelo.

 O Brasil mesmo com esses tantos problemas urbanos e nas fronteiras, com um exército igualmente caótico, ainda resolve patrocinar eventos mundiais, para os quais não tem muita experiência, por exemplo em relação a ataques terroristas. E logicamente provoca a insatisfação da classe, que vê o investimento maciço em obras de infraestrutura, enquanto os trabalhadores da segurança recebem, em alguns casos até dois salários mínimos.

 Por isso, vários profissionais da segurança pública brasileira vem lutando nos últimos três anos, para manter o mínimo de dignidade salarial e de boas condições de trabalho, mesmo sendo brutalmente reprimida, chegando em alguns casos a ser comparados a criminosos de alta periculosidade, como no caso dos Bombeiros do Rio de Janeiro, que foram presos injustamente, vítimas de escutas ilegais, sendo trancafiados no presídio de segurança máxima, como Bangu 1. Ou como ocorreu na Bahia, com o aquartelamento dos policiais na assembléia legislativa.

 Atualmente vários estados ensaiam uma nova onda de protestos, seja no Ceará, Polícia Civil de São Paulo, Polícia Militar do Mato Grosso e outros locais, cujas demandas ainda não foram atendidas, como no Rio de Janeiro e na própria Bahia.

 Para a "sorte" dos governos, esses militares não tem uma federação, capaz de unificar o movimento e torná-lo mais forte e poderoso. Manifestações isoladas pipocam aqui e ali, mas, não ganharam um corpo nacional justamente pela falta da cultura sindical dentro dos quarteis. Apesar de movimentos nacionais recentes pela criação do piso nacional dos policiais, como a PEC 300, que se não trouxe o piso para a segurança, está trazendo o encorajamento e hábito cidadão de ir às ruas pelo que se acredita e pleiteia.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

ATAQUES CONTINUAM EM SANTA CATARINA, MESMO COM FORÇA NACIONAL

Segundo PM, Força Nacional está concentrada na atuação dos presídios (Foto:  James Tavares/Divulgação )

Mesmo após a chegada da Força Nacional de Segurança a Santa Catarina, a Polícia Militar ainda registra ataques no estado. Entre a tarde de sexta-feira (15) e a manhã desta segunda (18) foram confirmados nove atentados. Segundo a comandante do Núcleo de Comunicação, tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, os órgãos de segurança pública já previam que a onda de ataques não cessaria imediatamente após a chegada do reforço federal.
Desde sexta-feira (15), equipes da Força Nacional apoiam as ações de combate à onda de violência em Santa Catarina que chegou ao 19º dia. Até 13h desta segunda-feira (18) foram confirmados 111 ataques em 36 municípios catarinenses. Continue lendo no G1

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sobre as diárias da Copa das Confederações e Copa 2014, quem terá direito?


         Sobre as diárias para as cidades sedes, será que em Minas Gerais o Estado irá pagá-las? E as cidades sedes, municípios escolhidos pela FIFA para que as seleções treinem e se hospedem, será que esses policiais do interior também irão receber? O primeiro teste será na Copa das Confederações. Então não esperem das associações, questionem o P1 da sua cidade, é claro, se esta for sub-sede da copa.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Além do RIO e BAHIA, a PM da PARAÍBA também pode entrar em greve

Lideranças sindicais da Polícia Militar realizam Assembléia, em CG

Lideranças sindicais da Polícia Militar realizam Assembléia, em CG
Sede da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar, em Campina Grande, será palco, nesta sexta-feira (03), de uma Assembléia-Geral em que serão discutidos vários assuntos de interesse da categoria, nos mesmos moldes do que ocorreu, recentemente e em João Pessoa, no ginásio de esportes da Caixa Beneficente.  

O ponto mais elevado da pauta do evento diz respeito ao reajuste de 3% que o Governo do Estado concedeu à categoria, causando séria baixa no poder aquisitivo, principalmente, dos inativos e pensionistas da Corporação, segundo ressalta o presidente da Caixa Beneficente, coronel Maquir Alves Cordeiro.

Ainda na pauta, estão dispostas reivindicações de igual importância para os policiais e bombeiros militares, a exemplo do PCCR e de um kit de segurança, para ser distribuído no momento em que o policial concluir o curso de formação profissional, além de coletes à prova de bala (de acordo com a manequim de cada um), uma pistola ponto 40 e uma tonfa (cassetete de borracha) e um seguro de vida.  

  Afora do coronel Maquir, ainda estarão presentes, à Assembléia de Campina Grande, dentre outros, o presidente do Clube dos Oficiais, coronel Francisco de Assis, e o presidente da Associação de Subtenentes e Sargentos, o subtenente Marcílio Braz.  


Redação com Assessoria