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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Homens disparam contra helicóptero da PM em Florianópolis


Criminosos atiraram contra um helicóptero da Polícia Militar de Santa Catarina, na tarde desta quarta-feira de Cinzas, em Florianópolis. O ataque ocorreu quando o helicóptero Águia sobrevoava a região de Carianos, bairro localizado próximo ao Aeroporto Internacional Hercílio Luz, no sul da capital catarinense.
De acordo com as primeiras informações repassadas pela PM, a aeronave não foi atingida. Dois homens foram detidos instantes depois munidos de uma pistola, em um matagal próximo do local do atentado.
As autoridades de segurança ainda não informaram se o episódio está relacionado à onda de ataques registrada no Estado há duas semanas. Até a tarde desta quarta, já haviam sido contabilizados 97 atentados em Santa Catarina.
Comentário: O Brasil está em estado de guerra faz tempo...pena que os governos estão se lixando pra isso. Querem apenas terceirizar o Estado, como forma de desviar dinheiro de maneira mais legalizada...viaturas, presídios...o povo? é um detalhe...ninguém quer saber de nada...só da Copa e Olimpíadas...e seus estádios superfaturados, inclusive alguns, como o do Corinthians  construído com dinheiro público. Precisamos de reformas...a começar na consciência do povo brasileiro...esse país é festa o ano inteiro, feriados...acorda alienados!!!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Jovem invade quartel em Minas e rouba várias armas (no país da Copa...)


Desnorteado, jovem invade batalhão, rouba armas e faz reféns em Itajubá



A polícia investiga como um jovem de 18 anos conseguiu invadir a sede do 56º Batalhão da PM em Itajubá, no sul de Minas, roubar pistolas e munições e fazer reféns dentro de uma casa. Os agentes negociaram a rendição do suspeito, que foi detido duas horas depois.

O agressor, que estaria sob efeito de drogas, invadiu a unidade no fim da manhã e conseguiu acessar a sala onde as armas são guardadas. Samuel Pereira de Lima usou um balde para carregar o armamento. De posse dos revólveres, invadiu a própria casa e ameaçou cinco familiares. Moradores da cidade relataram que tiros foram ouvidos, mas ninguém ficou ferido, de acordo com a corporação.

A delegada Carina Santos, responsável pela ocorrência, não havia sido encontrada até 17h50 para esclarecer o que o suspeito afirmou em depoimento.
Durante o furto, uma rebelião no presídio da cidade mobilizava os policiais. Um inquérito vai apurar se o fato tem relação com o motim e qual o motivo do erro de conduta dos guardas.
Fonte: R7

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Corpo de militar morto em acidente desaparece de hospital no RJ (no país da Copa...)


O corpo do militar do Exército Douglas da Silva, de 19 anos, desapareceu do Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No domingo (16), o jovem sofreu um acidente de moto  e morreu, conforme mostrou o Bom Dia Rio.
A família registrou o caso na 58ª DP (Posse).
Segundo os familiares de Douglas, um amigo também estava com ele no momento do acidente.  A equipe médica informou que ele teve traumatismo craniano e morte cerebral.  Segundo a mãe adotiva dele, Márcia Regina da Silva, Douglas era um exemplo de filho. "Ele era um menino muito bom, não me desobedecia nem me respondia", disse. 
A irmã de Douglas, Jéssica da Silva disse que foi a última pessoa a vê-lo no hospital. "Os batimentos cardíacos estavam normais, a pressão estava 11 por 7 . A menina falou que o estado dele era o mesmo: grave, mas estava estável. Ele não estava nem melhorando nem piorando", contou.
Jéssica acrescentou que quando foi fazer o reconhecimento do corpo, descobriu que não era do seu irmão. "Ele tem uma queimadura na perna e o corpo não tinha essa queimadura e o cadáver era calvo e ele não era calvo", completou.
A família do jovem disse ainda que a ouvidoria do hospital não sabe dizer o que aconteceu com o corpo de Douglas. O amigo quer estava na moto com ele, teve uma fratura no fêmur e permanecia internado até as 7h30 desta quinta-feira (20).

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

FIFA VERSUS POLICIAIS MORTOS


 
Há um erro grave na estratégia capitalista da FIFA, que verdadeiramente arrendou o Brasil para realizar a Copa do Mundo de 2014. Constantemente seus dirigentes vem ao país para fiscalizar as obras, ofender os políticos, dizendo que alguns deles deveriam "levar um chute no traseiro", causando saia justa e constrangimentos diplomáticos. 

O que esses capitalistas da bola se esquecem, é que além das várias obras, algumas delas desnecessárias, como a construção de estádio de futebol no Amazônas, é que não haverá segurança plena se nem os policiais conseguem se manter vivos, pelos constantes ataques que estes vem sofrendo, seja fardado, seja no horário de folga, inclusive vitimando até os policiais aposentados. Será que haverá público suficiente nos estádios, sem até os policiais que estão armados, são mortos todos os dias, na cidade de abertura da Copa?

Capitalistas da bola, sem segurança não haverá COPA, sem investimentos, mudanças nas leis, reação do Congresso e da sociedade civil organizada, todos os esforços para ganhar bilhões e bilhões, poderão esbarrar na falta de tranquilidade dos torcedores brasileiros e estrangeiros de deslocarem-se para os estádios.

APRENDAM QUE MATAR POLICIAL SIGNIFICA MATAR A "GALINHA DOS OVOS DE OURO" DE VOCÊS. Se esta matança rotineira não significa crise na gestão do evento, então, viveremos a barbárie da idade média. Só haverá lucro, se vidas estiverem preservadas, do contrário só as funerárias e seguradoras é que vão ganhar...A SEGURANÇA DO BRASIL ESTÁ EM CRISE. ACORDE FIFA, NÃO PELO LUCRO DE VOCÊS, MAS, PELA VIDA DE NOSSOS POLICIAIS E BRASILEIROS.

Editor do Blog

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Idolatria ao PCC versus matança de policiais

      Por Marcelo Anastácio - Editor do Blog No Q.A.P

     Ultimamente no Brasil se fala muito no "Tufão", personagem da novela das oito, e no PCC - Primeiro Comando da Capital, facção criminosa que tem fama maior do que efetivo e a periculosidade ou importância que eventualmente recebe. Hoje em dia qualquer aprendiz de malando fala que é do PCC, para angariar prestígio, fama e respeito, principalmente na hora da prisão ou quando se dá uma entrevista.

      De onde vem esse fenômeno? Quem alimenta esse "respeito"? Por quê se fala mais no crime "organizado", do que na estrutura policial brasileira, esta sim, que deveria ser organizada, bem equipada, cuja formação dos profissionais, deveriam ser diuturnamente fiscalizada pela imprensa, justiça e sociedade civil organizada?

        A resposta é simples; pois a maioria das emissoras que noticiam a insegurança pública preferem valorizar o bandido do que apontar as condições em que o "mocinho" trabalha. Seja na falta de equipamentos, seja no excesso; com as escalas estressantes, seja pelo verdadeiro desamparo legal em muitos dos casos. Para agravar mais a situação, muitas dessas emissoras, com a maioria da grade de programas voltados para notícias policiais, as quais se tornam reféns da "política de Estado", ficando vedado noticiar as eventuais más condições de trabalho, ou falta de efetivo, ou escalas estressantes, ou assédio moral, etc. Diante desse quadro, é muito mais "vantajoso e politicamente  (in) correto", falar do PCC do que valorizar, (denunciando a falta de estrutura), das Polícias Militares do Brasil. É raro qualquer denuncia desse tipo, com raríssimas exceções como o apresentador Datena e o jornal do SBT.

         Já imaginaram uma emissora que tenha programa policial, perder as entrevistas ao vivo, as ocorrências de flagrante, ou o sangue quente de todo dia, que dá tanta audiência? Enquanto isso, todos vivemos no "país de Alice", maravilhoso, como se tudo fosse perfeito, de vez enquanto as autoridades entregam uma viatura superfatura aqui, outra ali, prende-se um traficante meia boca aqui, outro ali; ou a misericórdia da população trás uma denuncia boa, que resulta em prisões instantâneas, e a gente vai vivendo como se tudo fosse maravilhoso.

        O cidadão médio é despolitizado, e não enxerga que matar um agente da segurança pública, não está matando simplesmente um policial, está atentando contra o Estado; que se não consegue garantir os direitos e a vida desses profissionais, que lutam para defender o povo, imagina o risco que a população incorre a cada morte de um policial?

     Essa idolatria ao PCC é um "filme" que não acaba, é trágico, sangrento e o pior, real demais, para uma população que dorme, para um Congresso morno, para uma imprensa interessada no lucro que o sangue trás.

        Se para o nosso dia a dia não estamos preparados, imagine para uma Copa do Mundo ou Olimpíadas? Isso é fato, não é pessimismo. Isso é a nossa realidade, não vem da ilusão televisiva...

         Marcelo Anastácio - Editor Blog No Q.A.P
           

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Vídeo esclarecedor: As UPPs são utopias eleitoreiras de Cabral


fonte: youtube.com/mauricioalexandrecorrea

Comentário nosso: Esse vídeo foi feito bem antes das criações das UPPs, porém, o ex-secretário de segurança do Rio, Hélio Luz demonstra claramente a engrenagem da violência carioca, que UPP nenhuma será capaz de acabar, sem que interfira no social. O conceito de UPP é míope, pois só vê um lado da moeda, e não é com repressão que se atingirá a paz social. UPP é mentira eleitoreira...pois a PM do Rio além de não ter efetivo, paga mal aos seus soldados e não combate efetivamente  as mazelas sociais. Isso tudo é um teatro pra Copa de 2014 e Olimpíadas 2016...

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PMs denunciam falta de coletes nos quartéis



Fonte: SBT BRASIL

Comentário: Esse é o Estado que vai abrir a Copa do Mundo de 2014...turistas...não venham para o Brasil...morram em seus países mesmo...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

MALDIÇÃO DA PEC 300: POLICIAIS CONTRA A COPA DO MUNDO, "TURISTA, SUA VIDA ESTARÁ EM JOGO"

CLIQUE AQUI E ASSISTA O VÍDEO
Vídeo de policiais que retratam a violência no país.

Um video forte que cabe a cada um, dentro de sua sanidade, avaliar.

Através deste vídeo podemos verificar que o as forças armadas e o governo não falam a mesma língua. É claro que precisamos de uma reformulação no sistema imediatamente.

Os comentários do jornalista são também bem fundamentadas quando ele questiona sobre as intenções da presidenta.

Não é só o vídeo, clique aqui e leia a matéria na Folha sobre o excesso de seguranças privados


A lógica é simples, se nem os policiais estão seguros, e constantemente são caçados e assinados, imagem o turista? Há uma grande maquiagem da realidade brasileira, e muitos países árabes estão mais seguros que o Brasil. Isso são as manchetes de jornais que mostram...

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Ou elegemos políticos de nossa classe, ou ficaremos eternamente sob um regime escravo

Policiais atuam na comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio

Na Rocinha, policiais reclamam de condição "desumana" de trabalho.



O governo do Rio de Janeiro está improvisando na área da Segurança Pública para instalar Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) em comunidades aonde não houve preparo antecipado, como acontece na Rocinha. Curiosamente, isto ocorre em um ano eleitoral.
Na Rocinha, o policiamento é feito,  segundo admitiu a própria Polícia Militar, por “estagiários” e não soldados. Por serem tratados ainda como em “fase de treinamento”, os recém-formados recebem como recrutas, menos do que é pago aos soldados. Mas, no fundo, todos exercem as mesmas funções de policiar.
Eles se formaram em maio, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), na turma conhecida como 5ª Companhia Bravo, composta por 600 recrutas. Destes, cerca de 200 foram para a Rocinha. Lá ainda não há previsão de instalação das UPPs. Os demais formandos foram para o Complexo do Alemão, aonde a falta de estrutura também foi denunciada ao Jornal do Brasil na segunda-feira (30), por outro policial militar insatisfeito com o pouco caso do governo para as condições de trabalho nas UPP.
Alguns destes “recrutas” que estão na Rocinha, como um deles - o policial “Y” - confessou ao JB, têm dificuldades até para chegar ao 23º BPM, no Leblon, corporação à qual estão lotados. “A gente precisa de dinheiro para trabalhar. Para eles (oficiais), não importa se eu tenho aluguel, se eu preciso pagar a fralda dos meus filhos”, queixa-se. O curioso, pelo que diz, é que "até a Companhia que se formou depois de nós recebe vencimentos de soldados”, narra. 
O improviso, porém, é maior. Além da falta de pagamento, o policial "Y" enumera outras situações pelas quais passam cotidianamente que, segundo entende, afetam a “dignidade” da tropa.
Com ou sem instalações, os policiais dão jornada de 12h em pé. A medida, segundo a PM, visa protegê-los contra possíveis ataques. Se estiverem em viaturas, ficam ao lado delas. Mas muitos chegam à Rocinha em ônibus da corporação e tiram o serviço a pé. “Se sentarmos, por dez minutos que sejam, e algum superior nos ver, podemos ser presos”, revela o policial “Y”, cuja identidade foi preservada para evitar represálias. Segundo ele, durante as 12 horas de jornada, uma única refeição é distribuída.  Ao contrário do que ocorre no Alemão, onde os PMs ainda têm o banheiro das estações do teleférico que acabam usando, na Rocinha não há algo parecido. 
Segundo o policial “Y”, é preciso avisar antes de sair da viatura para ir a um banheiro, do contrário é possível sofrer autuação por abandono de posto. “Não temos banheiro. Ficamos a mercê da boa vontade dos comerciantes para utilizar os sanitários deles. Pedimos pelo rádio para ser liberados, e se um colega tiver um problema intestinal e não tiver tempo de avisar, como faz?” 
Ele insiste: "Não temos a quem recorrer, ficamos a mercê da sorte”, diz a fonte do JB CONTINUE LENDO NO JORNAL DO BRASIL
Jornal do BrasilLuciano Pádua

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Hélio Luz, ex-chefe de Polícia Civil: ‘O Brasil é o país do improviso’

Hélio Luz: “A UPP é a política voltada para o enfrentamento dos bandidos. Mas acho que se nós temos que ter atenção com os mocinhos”

Dificil de reconhecer, o delegado Hélio Luz, que foi chefe da Polícia Civil fluminense de 1995 a 1997, circula incógnito pelas ruas do Rio. Aos 66 anos, sem barba, cabelos curtos e bem magro, aproveita a aposentadoria levando uma vida tranquila, alternando-se entre Rio e Porto Alegre, sua cidade natal. Longe do poder, mas nunca das polêmicas, Luz não acredita que as UPPs vão dar certo. Além disso, atribui a culpa pela criminalidade aos “mocinhos”, ou seja, os integrantes do sistema de segurança do estado.

Como o senhor avalia a atual política de segurança pública do Rio?
A verdade é que essa política não existe. Tudo é feito no imediatismo, afinal de contas, o Brasil é o país do improviso. O que existe é uma política de segurança desse governo, feita para durar quatro anos, e não uma política para a sociedade, a médio e longo prazo.

Mas e as Unidades de Polícia Pacificadora? Não são algo planejado?
Não. Se fosse planejado, a Polícia Militar teria feito primeiro o dever de casa, que é saber controlar a sua tropa. Ela mesma reconhece o descontrole interno, que há corrupção. Esse controle é o primeiro passo e não foi feito. Então, foi improvisado mais uma vez.

A decisão de entrar no Alemão foi correta?
Acabou sendo porque deu certo. Um improviso que acabou funcionando. A população de lá deve estar boquiaberta, nunca teve saúde, transporte. E agora ganha teleférico. É incrível.

E a situação do Alemão?
Com o tempo, essa ocupação não resiste. Tá aí, já metralharam (a sede da UPP). Não tem eficiência. Eu não sou crítico dessa política. Quem está na linha de fogo é que sabe como o negócio é complicado. Eu só tenho uma percepção diferente.

Como o senhor avalia as UPPs?
Eu realmente gostaria que o programa desse certo, mas elas são a reprodução de algo que já conhecemos, os Destacamentos de Policiamento Ostensivo (DPO), que já existem há mais de 40 anos, e não deram certo por causa da corrupção. A ideia é a mesma: alocar policiais numa área geográfica. Como vou acreditar na UPP, se os DPOs nunca deram certo?

Então, se não é a UPP, qual é a solução para o tráfico?
O problema é que a UPP é a política voltada para o enfrentamento dos bandidos. Mas acho que se nós temos que ter atenção com os mocinhos. Assim, teríamos de fato uma redução de criminalidade de longo prazo. Gostam de dizer que a criminalidade no Rio é resultado da ação dos denominados bandidos. Mas, para mim, é culpa dos mocinhos, porque eles é que são os verdadeiros bandidos.

Quem são os mocinhos?
São aqueles que integram o sistema de segurança do estado. Uma coisa é fato: só existe crime no Rio de Janeiro com o consentimento da polícia. Ninguém pratica crime nessa cidade sem o acerto com o policial. Essa guerra contra o tráfico não existe, porque não há um inimigo. A polícia não tem que matar o cara, tem que punir de forma efetiva, com uma cadeia dura. Continue lendo no EXTRA

segunda-feira, 30 de julho de 2012

MORRE AGENTE DA PRF QUE SE AFOGOU EM CURSO PREPARATÓRIO PARA COPA E OLIMPÍADAS

Morreu na tarde desta sexta-feira o agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que se afogou durante um Curso de Operador de Equipamentos Especiais que serviria também para preparar o país para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016. Treinamento aconteceu em uma praia de Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa.

Fernando Luis de Sousa Pires, de 31 anos, é agente do Paraná e estava internado desde o dia 17 de julho no Hospital de Emergência e Trauma da capital paraibana. O estado de saúde era considerado grave e na noite da última quarta-feira passou para gravíssimo.

De acordo com a irmã da vítima, Karla Sousa Pires, o agente teve a morte cerebral confirmada as 15h30 de ontem, mas a informação só foi divulgada no final da noite. A família está na Paraíba há cerca de duas semanas e permitiu a doação do fígado, córneas e rins do policial.

- O edema estava muito grande e o sangue já não irrigava mais o cérebro – explicou.

Uma sindicância foi instaurada para apurar as causas do acidente com o agente. A assessoria de imprensa da PRF informou que há, inclusive, um processo administrativo disciplinar, que abre perspectiva de punição para o possível responsável pela morte do agente, que estava na polícia há 7 anos. A pena varia entre uma advertência e até mesmo a demissão do funcionário.

Entenda o caso

Durante uma simulação de resgates aquáticos, um agente da Polícia Rodoviária Federal do Paraná acabou se afogando, ficando em estado grave.

O agente estava em alto mar, participando da simulação, quando passou mal e se afogou, engolindo acidentalmente muita água do mar. Instrutores perceberam que algo saía errado e interromperam o treinamento, resgatando o homem para um bote, onde foram prestados os primeiros socorros.

Logo depois ele foi levado de helicóptero para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, especializado neste tipo de tratamento de urgência, onde foi entubado. Seu quadro é considerado regular e estável.


Fonte: São Bento Agora PB
Blog Combate Policial