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domingo, 8 de setembro de 2013

ACIDENTE COM O DEPUTADO SARGENTO RODRIGUES


NOTA DE ESCLARECIMENTO

O deputado Sargento Rodrigues, o coordenador político, Juarez Gomes, e o
motorista, Silvio Luiz Duarte (Gaúcho), se deslocavam pela BR 040 sentido Paracatu
para participar do aniversário da Associação da Vila dos Policiais Militares de 
Paracatu (AVPMP), a convite do Presidente e do vereador Cabo Camilo, quando
 próximo ao trevo de Pirapatos, sofreram colisão frontal com outro veículo, uma
 caminhonete S10, que tentou ultrapassar de forma imprudente pela contra mão de
 direção. 

Além da colisão frontal, o veículo capotou várias vezes. Todos tiveram 
ferimentos leves, foram medicados no hospital Santana, em João Pinheiro e
 passam bem. Os três chegaram em Belo Horizonte na noite deste sábado.

“Primeiro agradecemos a Deus, pois sem a sua intervenção, não estaríamos vivos
 neste momento. Se não estivéssemos usando cinto de segurança, teríamos sido
 arremessados fora do veículo, a metros de distância, pois este capotou cerca de
 cinco vezes”, afirma Rodrigues.

Sargento Rodrigues agradece de forma especial aos policiais militares que os
 auxiliaram desde o primeiro momento até o embarque de retorno à Belo Horizonte.

3º Sargento Vanderlei dos Reis Souto
Soldado Juliano de Azevedo
3º Sargento Gilmar Vieira da Silva
Soldado Naason Jacinto Melo
Soldado Gustavo de Oliveira
Cabo Nilson Nunes da Silva
Soldado Alan Henrique de Lima
Soldado Santos (do destacamento de São Gonçalo do Abaeté)
Sargento Jair das Graças
Marjon Martins – Comandante da 206ª cia do 45° BPM
Ao motorista, Quin da ambulância, do distrito de JK.

Através das fotos, todos podem perceber a mão de Deus.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Deputado Sgt Rodrigues e governo juntos na destruição da paridade entre ativos e inativos


*José Luiz Barbosa

O PLC 31/2012, anunciado com festiva comemoração pelo Governo, Comando, e de seu aliado de toda hora, Deputado Sgt Rodrigues, como uma medida para melhorar e aprimorar os critérios de promoção dos praças, sim dos praças, porque dos oficiais sempre se dá um jeito, principalmente dos cabos
 e soldados, pois como já escrevi em artigo anterior, são cargos que não se vinculam a carreira policial e de bombeiro militar, vez que são discriminados no modelo adotado nas instituições militares estaduais de segurança pública, como uma categoria que mais se assemelha aos escravos na antiga Grécia, dado sua condição de estadania na organização.

Alguns podem até estranhar ou criticar o adjetivo empregado para nominar o Deputado Sgt Rodrigues, "aliado de toda hora" mas desde a eleição que consagrou o PSDB de volta ao poder em Minas Gerais, elegendo para governador o Senador Aécio Neves, que temos denunciado a promiscuidade política que se instalou entre os representantes da classe, todos ávidos por poder e cargo eletivos.

Esta promiscuidade que se instalou, vem se disseminando nos últimos quase 12 (doze) anos, vide o exemplo de São Paulo, e com seus tentáculos inoculou o veneno da traição, da apatia, inércia, da negociação dos interesses corporativos e da segurança pública, da omissão deliberada para ludibriar e enganar os incautos e ingênuos policiais e bombeiros militares, e tudo com a anuência e concordância também das entidades de classe, que se juntaram ao maior inimigo mineiro dos policiais e bombeiros militares, para não dizer de todo povo mineiro; o PSDB.

Mal grado os prejuízos, perdas e desvantagens contabilizadas neste período, temos ainda que admitir que o único representante eleito para o quarto mandato consecutivo, ficou na belas, emocionantes e inesquecíveis imagens do movimento dos praças de 1997, ou seja no passado, e no discurso de suposta liderança titulada pelo próprio deputado.

O ano passado, em 2011 na negociação do reajuste salarial, tivemos a traição coletiva de todos os representantes da classe, incluindo e com mais razão o Deputado Sgt Rodrigues, que agiu como um político profissional, ficando do lado do governo, que com seu poder de persuasão, convenceu sem nenhuma dificuldade os ditos representantes da classe, salvo claro as exceções conhecidas, da grande conquista que seria a proposta salarial apresentada com parcelamento até 2015.

O desfecho da negociação com o governo, que ocorreu sem haver qualquer contestação ou resistência dos negociadores designados pela assembléia conjunta das entidades, ao contrário se todos ainda se lembram, atuaram em concurso de pessoas, para empurrar goela abaixo, sem ao menos submetê-la ao crivo dos policiais e bombeiros militares presentes, o resto todo já sabem e conhecerão os efeitos somente quando derem conta de que foi mais uma das manobras de nossos representantes, que atualmente representam o governo e seus interesses, atuando sempre em conluio com os comandos das instituições.

O que não poderia ser diferente, já que tornaram-se representantes do governo junto a tropa, deixando de exercer a representação da tropa junto ao governo.

Agora com o anúncio e tramitação do PLC 31/2012, que frise-se vem como um projeto para melhorar a ascensão e promoção na carreira, mas que traz escondido a redução da contribuição patronal do governo para o IPSM - instituto de previdência dos servidores militares de Minas Gerais, - que sofreu durante este mesmo governo, mas com o já denunciado por corrupção no caso do mensalão mineiro, ex-governador Eduardo Azeredo, que em breve acertará suas contas com a justiça pelo esquema de corrupção que fora implantando durante seu governo, sua quase falência e dilapidação do patrimônio dos policiais e bombeiros militares e suas famílias.

Para exemplificar, recordemos o caso do IPSEMG, que foi completamente desestruturado e quase foi a banca rota, durante este governo, e sem querer disseminar o terror, estamos caminhando sem qualquer reação da classe para a destruição não somente da previdência dos militares, como também da assistência a saúde e o mais grave para a definitiva quebra da paridade, que foi duramente conquistada com luta e sacrifício de muitos. 

O que nos deixa indignados e revoltados, pois são poucos que preveem as consequências de tão desastroso projeto de lei, é exatamente o Deputado Sgt Rodrigues, que conta com experiência de sobra no parlamento, mobilizar a classe para ser usada como massa de manobra para atender os seus interesses políticos e do governo, e o mais grave, com uma assessoria técnica das melhores e mais qualificadas na assembléia legislativa para exigir um estudo específico e detalhado do impacto de tal medida financeira de redução da alíquota da contribuição patronal do Estado para o IPSM, que sem nenhum estudo matemático, financeiro e atuarial é levado já a votação em plenário.

De outro passo, o mesmo argumento habitualmente defendido pelo governo e comando, talvez fosse agora interessante ser aplicado, o de que a matéria previdenciária deveria ser tratada, estudada e discutida separadamente em projeto de lei especifico, que invariavelmente o aplica para impedir, restringir, limitar e dificultar alterações e mudanças na legislação já excessivamente excludente e discriminante dos direitos e garantias dos policiais e bombeiros militares de Minas Gerais.

Não se espera mais nada de nossas representações que se encantarem com o brilho do vil metal e da opulência do poder, - diga-se interesses particulares e de seu grupo, pois vivemos um momento histórico de submissão e miopia política, o que facilita ações danosas e prejudiciais aos interesses profissionais e da cidadania, e derradeiramente estamos testemunhando a destruição definitiva do maior legado de nossos antepassados, que são sargentos assim como Deputado Sgt Rodrigues, a paridade entre ativos e inativos, com reflexos nas pensões também das pensionistas.

Para concluir desafiamos o Deputado Sgt Rodrigues, a apresentar os argumentos técnicos, financeiros, atuariais e legais para defender e concordar com a proposta do governo, pois sabe e tem consciência que esta medida afetará irremediavelmente os parcos e minguados proventos dos inativos, não se esquecendo que o parlamentar, não mais vive ou sustenta sua família com seus proventos de sargento da reserva remunerada.

E as entidades que se alinharam ao governo, deveriam repensar seu papel e responsabilidade na representação política da classe, pois senão em pouco tempo, pode ser necessário um outro movimento, que agora será pela destituição e dissolução por autofagismo de todas, que não estão cumprindo as finalidade para as quais foram constituídas e fundadas.

* Presidente da Associação Mineira de Defesa e Promoção da Cidadania e Dignidade, bacharel em direito e especialista em segurança pública.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Lei mineira do assédio moral exclui militares



Foto da notícia
O deputado é autor da Lei 116/11
 
O governador Antonio Anastasia publicou no último sábado (06/10) decreto definindo medidas de prevenção e punição à prática de assédio moral na administração pública direta e indireta, no âmbito do executivo estadual. O Decreto nº 46.060 regulamenta a Lei Complementar n° 116, de 11 de janeiro de 2011, de autoria do deputado Sargento Rodrigues. A publicação determina quem deve comunicar o assédio e como fazer, fixa prazos, cria a Comissão de Conciliação e prevê a adoção de medidas de prevenção.

Rodrigues ressaltou a importância da regulamentação da lei, mas lamentou o fato de os militares terem ficado fora do texto legal. O artigo que garantia o amparo à classe foi vetado pelo Governador, sob o argumento de que eles são regidos por legislação própria. “Esta lei representa um grande instrumento de proteção ao funcionalismo público civil, incluindo os policiais civis. Apesar de não atingir os militares, representa um grande avanço e é gratificante saber que contribui para a garantia desse direito aos servidores”, comenta o deputado.

Assédio moral
Fica caracterizado como assédio moral a desqualificação do agente público, por meio de palavras, gestos ou atitudes, valendo-se de qualquer posição hierárquica profissional; o desrespeito à limitação individual, decorrente de doença física ou psíquica, atribuindo ao servidor atividade incompatível com suas necessidades especiais; além do desprezo em função de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, posição social, preferência ou orientação política, sexual ou filosófica.

Também se enquadram como assédio determinar que o servidor exerça função incompatível com sua formação acadêmica ou técnica especializada, excluí-lo de informações e treinamentos necessários às suas funções e colocá-lo em situações vexatórias, subestimando suas aptidões e competências, além da apropriação de ideias, propostas, projetos ou quaisquer trabalhos de outro agente público.

Procedimentos
Aquele que se sentir vítima de assédio moral deverá comunicar o fato, por meio de entidade representativa ou pela autoridade que tiver conhecimento do acontecido, à diretoria ou gerência de Recursos Humanos do órgão a que pertencer ou à Ouvidoria-Geral do Estado (OGE), para as providências cabíveis.


Comentário nosso: Se nós analisarmos friamente...o militar não é gente...é um ser divino, sobrenatural, não é humano...por isso não foi contemplado.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Notícias sobre o Prêmio Produtividade e excedentes do concurso da PC MG


Foto da notícia
O Deputado Sargento Rodrigues conversou hoje, sexta-feira (28/09), com o Governador Antônio Anastasia, para obter esclarecimentos sobre diversos assuntos da segurança pública, dentre esses dois tiveram destaque: o pagamento do Prêmio de Produtividade e a situação dos excedentes do concurso da Polícia Civil.

Na oportunidade Rodrigues destacou que fossem chamados os excedentes do último concurso da Polícia Civil, resaltando que seria mais econômico e mais viável para a própria administração pública, aproveitar o concurso já realizado, tendo em vista os gastos na preparação e execução do concurso. E, por outro lado, o número de 291 delegados completará o quadro mas, logo em seguida, haverão aposentadorias, fazendo com que haja necessidade de novas contratações.
 
O Governador repassou as seguintes informações:

1) reafirmou que o Prêmio de Produtividade será pago ainda este ano;
2) respondeu que fará todo o possível para convocar os excedentes.
 
Fonte: Blog da Renata

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CPI vai apurar corrupção policial em Juiz de Fora



Coronel Anselmo diz ter ficado perplexo com denúncias. A suposta participação de policiais militares e civis de Juiz de Fora num esquema de exploração de jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis deverá ser investigada por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

O deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) protocolou ontem, junto à mesa diretora da casa, o pedido com 40 assinaturas. Se instalada - o que pode ocorrer até semana que vem -, a CPI vai apurar as suspeitas de que policiais da cidade estariam recebendo propina para permitir o funcionamento de pontos de jogos de azar.

 A denúncia foi publicada ontem pelo jornal "Hoje em Dia", de Belo Horizonte, com base no depoimento de três PMs de Juiz de Fora, que garantem não ter aderido ao esquema criminoso. As declarações foram prestadas, no dia 28 de março, ao procurador do Centro de Apoio ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual, André Ubaldino, e aos deputados Sargento Rodrigues, Luiz Carlos Miranda (PDT) e Rômulo Viegas (PSDB). As chefias das polícias Civil e Militar informaram que já estavam investigando as denúncias, mas não deram detalhes do andamento das apurações.

De acordo com o depoimento de um dos militares, veiculado no jornal da capital mineira, o empresário juiz-forano Frederico Márcio Arbex, que seria responsável por pontos de exploração de jogos de azar, atuaria realizando pagamentos a policiais, incluindo nomes da cúpula das polícias Civil e Militar. Conforme o "Hoje em Dia", estariam incluídos no esquema o ex-chefe da 4ª Região da PM, coronel reformado Anselmo Fernandes; o atual comandante da 4ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito, major Renato Sampaio Preste; o delegado de Polícia Civil Fernando Camarota; além de outros dois policiais militares.

A propina, segundo a denúncia, era paga semanalmente. O esquema só foi abalado quando uma equipe de policiais, que não teria aceito suborno, começou a realizar operações para combater o jogo ilegal. "Ele (Frederico Arbex) me procurou e disse que apenas eu e minha equipe não estávamos ajudando. Também perguntou o que estava precisando para lhe ajudar e qual o motivo da apreensão e da destruição de suas máquinas", teria dito o policial, segundo o "Hoje em Dia".

Ainda conforme as denúncias, o coronel Anselmo seria sócio e amigo de Frederico, que teria chegado a bancar festas regadas a bebidas e mulheres para oficiais. Já o major Preste aparece no esquema como suposto comandante da arrecadação da propina. Ainda segundo o "Hoje em Dia", o delegado Camarota mandava oferecer, ao policial que denunciou o esquema, certa quantia semanal para interromper as ações contra caça-níquel e jogo do bicho.


Fonte: Cabo Fernando 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Agradecimentos do CB QPR Walmor a comissão de direitos humanos da ALM

Venho por meio desta, tentar traduzir em palavras, se possível diante de tamanha emoção que estou nesse momento,

O que acaba de acontecer, nessa audiência pública, em Teófilo Otoni –MG, pode ser considerado, depois do movimento de 1997, liderado pelo Dep SGT RODRIGUES, e vereador CB JULIO, na minha humilde e modesta opinião, um fato histórico, depois de ter se passado mais de 27 anos da promulgação da constituição, pela primeira vez, em especial os praças do 19º BPM, vão respirar um pouco de democracia e cidadania, graças primeiramente a DEUS, e os nobres deputados DURVAL ANGELO e SGT RODRIGUES.

Essa audiência publica com toda certeza, colocou fim nos resquícios da ditadura, que no 19º BPM, se perpetuou por quase trinta anos, após o advento da carta cidadã.

Lembrem-se caros companheiros, ao ingressar na PMMG, fazemos um juramento, de defender a sociedade com o sacrifício da própria vida, portanto não se esqueçam que ser policial militar não implica em abdicar a nossa cidadânia.

É imperioso ressaltar, que toda sociédade, e os formadores de opinião (imprensa) e superiores hierárquicos, entendam e reconheçam, que por trás de uma farda existe um ser humano, um pai de família, um filho, um irmão, que tem sentimentos como qualquer outra pessoa, sentimentos estes que devem ser respeitados na sua plenitude, inclusive do falso pretexto de se manter a hierarquia e disciplina, que muitos ainda utilizam como cortina de fumaça, para perpetrar, os mais baixos e escusos atos imorais e degradantes, quer ferem todos os princípios da dignidade da pessoa humana.

Portanto caros amigos companheiros de trabalho, que sofreram todo tipo de afronta e abuso, dos elementares princípios da dignidade humana, uma coisa posso lhes dizer, há tempo pra tudo, temos o tempo do homem e o tempo de DEUS, tenham certeza que o dia 14/03/2012 deu se o inicio ao tempo de DEUS, Pois não há mal que dure para sempre.

Fica registrado através destas palavras, os meus sinceros agradecimento, ao dep. DURVAL ANGELO, Sgt RODRIGUES, e a todos que contribuíram direta ou indiretamente, para que essa audiência pública acontecesse.

“Bem aventurados os que tem sede de justiça, pois serão saciados”

WALMOR ALVES DE SOUZA

fonte: Blog do CABO FERNANDO

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Parabéns pelo reconhecimento, ainda que tardio ao ETERNO CABO VALÉRIO!!!


"GREVE DE 97" Pelo honroso reconhecimento

MEDALHA CABO VALÉRIO

CRIAÇÃO, MEDALHA, DESTINAÇÃO, SERVIDOR, (PMMG), CORPO DE BOMBEIROS MILITAR, EFEITO, RECONHECIMENTO, RELEVÂNCIA, TRABALHO.



Ementa:

AUTORIZA O GOVERNO DO ESTADO A CRIAR A MEDALHA CABO VALÉRIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.


Autor:

DEPUTADO SARGENTO RODRIGUES PDT


PROPOSIÇÃO: PL 85 2011 - PROJETO DE LEI


Local: Plenarinho IV (Tel: 21087658)
Blog da Renata
Comentário nosso: É essa a postura que deve ter um representante de classe. Discordamos em muitos pontos, mas, devemos ser honestos e reconhecer os atos justos e que honram a nossa profissão. Cabo Valério pelo que representa no imaginário é um mito tardiamente reconhecido pela história. Melhor que esse reconhecimento venha daquele que estava na luta pela dignidade salarial, como foi o hoje deputado Sargento Rodrigues, parabéns pelo seu ato.