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sábado, 21 de março de 2015

Pfem é presa por não aceitar ser questionada sobre o porquê não iria ao jantar para o comando


Uma policial militar do 17º Batalhão, de Águas Claras, foi presa por volta das 11h desta sexta-feira (20/3), após não acatar ordem do subcomandante da unidade. A subtenente Cybele Mara, 48 anos, relata ter recebido voz de prisão após discordar da fala do major Alves e deixar a sala sem a permissão dele. O advogado dela promete processar o oficial por abuso de autoridade, prática negada pelo chefe de comunicação social da corporação.


O incidente ocorreu durante reunião convocada pelo major para questionar o porquê de os subordinados não quererem participar do jantar de aniversário do comandante da unidade, tenente-coronel Daniel do Monte. O subcomandante teria questionado a qualidade do serviço do batalhão. "O major disse que não havia ocorrências em Águas Claras porque os PMs dormiam em serviço. Discordei e afirmei que era por conta da qualidade do trabalho", disse Cybele.

Nesse momento, o oficial teria mandado a subtenente ficar quieta pois "não queria mais ouvir dela". Ela teria pedido permissão para sair, ação comum no militarismo quando alguém se dirige ao superior. "Ele negou e mesmo assim saí. Não aguentei ouvi-lo gritar, mandar eu ficar quieta, simplesmente não concordei", disse. Foi quando ele deu voz de prisão.

A conversa da policial com a reportagem aconteceu enquanto ela saía do Instituto de Medicina Legal (IML) e se dirigia para a Corregedoria da Polícia Militar. Até o momento da publicação, ela não tinha sido deslocada para o 19º BPM, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda onde ficam os PMs presos. 






Para o advogado de Cybele, o ocorrido no 17º BPM configura abuso de autoridade. "Não tenho dúvidas de que houve abuso de autoridade", disse Marcelo Almeida, que promete processar o major. "Vou fazer o possível para liberá-la antes do fim de semana e, ao conseguir fazê-la sair, vou entrar com uma representação civil por abuso de autoridade", afirmou.


O chefe do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar, coronel Márcio Pereira, disse desconhecer que tenha havido abuso de autoridade. "Eles estavam em uma reunião de trabalho e a subtenente discordou de algumas considerações do major sobre o trabalho do batalhão. Ela se exaltou e saiu sem a permissão dele", explicou. "Ela foi alertada três vezes antes de receber voz de prisão. Desconheço que tenha havido abuso de autoridade", continuou.


correiobraziliense

Desabafo da ST Mara: Pessoal, alguém tinha que falar. Não quero ser mártir.  Mas não aguentava mais. Não alterei a voz mas não suportei ele dizer que os policiais de rua ficam dormindo nos postos se eu sei que não é verdade. Dei a minha vida pela Corporação pra ouvir berros e ficar quieta. Não é rebeldia é revolta mesmo. Peço oração pra que eu saia rápido desta situação mesmo pq tenho filho pequeno que precisa de mim. Até quando eu puder estarei do lado da tropa mesmo ele tendo me tirado de onde eu amo trabalhar: AS RUAS. Não façam nada a não ser orar. Já basta uma sendo crucificada.   


ST Mara.

sábado, 15 de março de 2014

MG: SUBTENENTE MORRE AO REAGIR NUMA TENTATIVA DE ASSALTO

Tentativa de assalto a lotérica deixa policial e criminoso feridos

Segundo polícia, estado de saúde de policial é estável (Foto: Reprodução EPTV)
Um policial e dois assaltantes foram baleados durante uma troca de tiros após uma tentativa de assalto a uma casa lotérica no Centro de Pouso Alegre (MG) na tarde desta sexta-feira (14). Segundo a polícia, duas pessoas chegaram até a lotérica e anunciaram o assalto. Ao perceber a ação, os policiais se aproximaram e trocaram tiros com os criminosos.

Quando o assaltante saía da lotérica, ele foi até o comparsa que estava do lado de fora em uma motocicleta. Segundo testemunhas, eles tiveram dificuldades para ligar o veículo. Foi quando um policial que estava armado, à paisana, dentro da lotérica, aproveitou a oportunidade para tentar rendê-los. Foi aí que começou o tiroteio.
O subtenente Gabriel Machado Alvarenga, de 49 anos, que trabalha em Silvianópolis (MG), estava à paisana. Ele levou um tiro na barriga. Ele foi socorrido às pressas para o Hospital Samuel Libânio e seu estado é considerado estável. Ele será submetido a uma cirurgia. Um dos criminosos, que estava dentro da lotérica, fugiu em uma moto que foi abandonada no bairro da Saúde. Ele também teria sido atingido durante o tiroteio.
Testemunhas disseram que outro carro aguardava o assaltante para a fuga no local em que ele abandonou a motocicleta. Dois suspeitos que davam apoio à ação foram presos no final da tarde. As armas que estavam com eles também foram apreendidas.
G1
Morreu na madrugada deste sábado (15/03), por volta das 4 da manhã, o Subtenente Gabriel, Comandante da Polícia Militar de Silvianópolis lotado no 20° BPM. O militar levou um tiro no estômago. Ele chegou a ser operado para retirada do projétil mas faleceu. O militar reagiu a um assalto na lotérica na tarde de sexta-feira (14/03) em Pouso Alegre. 
FONTE: BLOG DO CABO JULIO

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

SUBTENENTE DO EXÉRCITO MATA EX-MULHER E SE SUICIDA EM PLENA RUA DE CIDADE DO PARANÁ



Um fato inusitado envolvendo um militar do Exército Brasileiro foi registrado na manhã desta segunda-feira (15/10), em Francisco Beltrão, e deixou a população em pânico. Por volta das 08h30 equipes do Siate e da Polícia Militar foram acionadas e estiveram na Rua São Paulo, centro da cidade, onde duas pessoas estavam feridas por disparos de arma de fogo. As vítimas estavam caídas em via pública, juntas, com ferimentos graves.

De acordo com informações obtidas pela polícia, o Subtenente Antonio Adelar Mingoti, do 16º Esquadrão de Francisco Beltrão, atirou pelos menos sete vezes contra sua ex-mulher, Elenir Bedenarski, 33 anos, e logo após atirou contra sua própria cabeça, tentando suicídio. O fato foi presenciado por dezenas de pessoas que passavam pelo local. Conforme testemunhas, o casal conversava tranquilamente quando o oficial sacou da arma e atirou. Ambos foram socorridos com vida pelo Siate, entretanto Elenir morreu após receber atendimento no hospital São Francisco.

O corpo foi encaminhado ao IML de Francisco Beltrão. O militar foi internado, mas também não suportou e morreu no final da manhã. O corpo foi encaminhado ao IML de Francisco Beltrão. A arma usada, uma Pistola 9 mm de uso restrito do Exército, foi apreendida pela polícia. O caso foi repassado à Polícia Civil, que deve apurar as razões do crime.

O repórter Everton Leite (Onda Sul FM) acompanhou a ocorrência e conversou com uma testemunha, que contou em detalhes como tudo aconteceu. Segundo ela, o militar estava desde às 07 horas aguardando a ex na porta de uma empresa e quando ela chegou ambos começaram a conversar, porém sem qualquer alteração, mas logo em seguida ele atirou contra ela, caminhou uma quadra e voltou onde estava o corpo e se atirou.


Portal RBJ/montedo.com/V&C Artigos e Notícias
Crédito da foto: Evandro Artuzi

domingo, 20 de novembro de 2011

SUBTENENTE MORRE NO TAF EM CAMPO GRANDE

Militar morre ao fazer teste de aptidão física na Capital

LAíS CAMARGO

Na manhã desta quinta-feira (17 de novembro de 2011), o subtenente da 9ª Região Militar, em Campo Grande, Wildson Câmara dos Santos morreu de "mal súbito" ao fazer o teste de aptidão física (TAF). Aos 43 anos de idade, o subtenente fazia atividades físicas obrigatórias de segunda a quinta-feira e era atleta. Pai de dois filhos, Wildson era natural de Natal (Rio Grande do Norte), onde será sepultado.

Segundo informações do Tenente Coronel Ocampos, da 5ª seção, o teste de aptidão física é realizado três vezes por ano e, a julgar pela patente de Wildson, ele já havia passado várias vezes pela bateria de exercícios de corrida, abdominais e flexões. Ele não registrou hipertensão em nenhum dos testes e assim que se sentiu mal foi atendido no local e levado para o Hospital Militar. O hospital não concluiu o laudo da morte.

CORREIO DO ESTADO