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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Polícia Civil de Minas recebe frota de carros velhos


A Polícia Civil de Minas Gerais recebeu uma nova frota de carros, mas os veículos são velhos, muito rodados e alguns estão em más condições, com estofados rasgados e lataria amassada.

Os carros, que já estão na garagem da polícia, no Bairro Santa Efigênia, são pálios e uma Kombi da Receita Estadual e duas blazers da Receita Federal.

Os funcionários do pátio estão revoltados com a doação. No vídeo que flagra a péssima situação dos veículos é possível ouvir eles reclamando da pouca "moral da Polícia Civil" e discutindo as condições de uso dos carros.

  
Fonte: BLOG DO RONALD COELHO

domingo, 12 de agosto de 2012

Dilma abandona programa de combate ao tráfico usando aviões-robôs, e fronteiras continuam "livres"

Equipamentos de projeto no qual já foram gastos R$ 73 milhões estão parados em hangar

HUDSON CORRÊA E LEONARDO SOUZA

NO CHÃO Veículo Aéreo Não Tripulado estacionado em São Miguel do Iguaçu, no Paraná. Contrato interrompido e aeronaves paradas (Foto: Christian Rizzi/Gazeta do Povo/Folhapress)
Projeto encaixotado (Foto: reprodução)
O céu estava nublado no aeródromo de São Miguel do Iguaçu, uma pequena cidade paranaense na tríplice fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina. Nada, no entanto, que impedisse o voo inaugural do primeiro Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) da Polícia Federal (PF) naquela manhã de 10 de novembro de 2011. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a PF está subordinada, foi até a pista ver de perto a aeronave capaz de filmar e fotografar a placa de um carro ou o rosto de um traficante de drogas a 9 quilômetros de altura. Em seguida, Cardozo se dirigiu ao auditório improvisado para falar sobre a maior arma anunciada contra o narcotráfico pelo governo da presidente Dilma Rousseff, uma promessa feita na campanha de 2010: a compra de 14 Vants israelenses, por R$ 655 milhões. Ao fundo do palco onde o ministro discursava, havia um pôster gigante com a foto do avião em voo e o título em letras garrafais: “Fase operacional”. Uma frase que não saiu do papel.
Na linguagem policial, operacional quer dizer ação prática. O Vant passaria a fazer missões rotineiras. De acordo com documentos obtidos por ÉPOCA, isso não aconteceu. Depois da festa de inauguração, o avião foi recolhido ao hangar do aeródromo onde fica a base de operação. Os equipamentos foram encaixotados e estão assim até hoje. Uma segunda aeronave já comprada continua em Israel, sem previsão para ser enviada ao Brasil. Não se fala mais em comprar outros 12 aparelhos como foi previsto no início e alardeado com pompa. Brigas internas na PF e o descaso do Palácio do Planalto ameaçam abater, ainda em solo, o projeto no qual o governo já gastou R$ 73 milhões. O valor inclui os dois aviões e o material necessário (antenas e computadores) para mantê-los no ar.Continue lendo REVISTA ÉPOCA