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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Suicídio: Mais um militar de Uberlândia, agora foi da P2 do 32° BPM



Exibindo Silvano.jpgO  Cabo Silvano, lotado na 2ª Seção (serviço de inteligência) cometeu suicídio em sua residência no último dia 07 de abril. Os motivos não foram apurados até o momento.

Detalhe: É o segundo suicídio de militar em Uberlândia nos últimos 30 dias aproximadamente.

Errata: Anteriormente publicamos que o militar em questão era 123, quando na verdade tem o número 127 inicial. Pedimos desculpas pelos eventuais transtornos. 

domingo, 26 de maio de 2013

Vereador de Uberlândia é encontrando morto, suspeita de autoextermínio


Vereador morreu na madrugada deste sábado em Uberlândia (Foto: Reprodução / Divulgação)
Morreu durante a madrugada deste sábado (25), em Uberlândia, o vereador Paulo Roberto Corrêa Bouças, conhecido como doutor Paulo Bouças. O político, do Partido Social Cristão (PSC), estava no primeiro mandato e foi eleito em 2012 com 2.067 votos. Paulo Bouças, 56 anos, era médico na cidade e exercia a profissão há mais de 30 anos. Ele era irmão do deputado estadual Leonídio Bouças.

O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) e depois liberado para a funerária. Paulo Bouças foi velado na Paz Universal, no Bairro Brasil. Por volta das 15h, ocorreu o sepultamento no Cemitério Municipal São Pedro.
De acordo com a Pollícia Militar (PM), o corpo do vereador foi encontrado com marca de tiro e suspeita-se de suicídio.
A assessoria da Câmara Municipal de Uberlândia informou que o suplente é Celso Santos (PSC), que obteve 1.479 votos na eleição de 2012. Ele tem 57 anos e é natural de Uberlândia. A posse será marcada pelo presidente da Câmara, vereador Marcio Nobre, e comunicada na próxima segunda-feira (27).
G1

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Namorando com o suicídio


Artigo de J. R. Guzzo

Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 - ao contrário, o fato de que um agente da polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo - algo que "acontece", como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.

Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos governos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, para ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos - isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes da polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis - apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?

Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais - e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com "a polícia", e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática - e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.

O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: "Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?". A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia, reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.

Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as sua próprias polícias - com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a "arbitrariedade". Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a "higienização" das ruas, a "postura repressiva" da polícia e ações que incomodem os "excluídos". Muitos juízes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.

Essa tragédia, obviamente, não é um "problema dos estados", fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto - é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50 000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais de 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jornada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir "políticas públicas" de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.

Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei, fazer nada contra o crime - não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados; noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: "Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes. Virem-se."

É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um "tudo bem" crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal - "tudo bem" que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: "Proteja a sua família. Desarme-se". É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.

Fonte: Blog do Cabo Júlio

domingo, 25 de novembro de 2012

Agente penitenciário é encontrado morto com um tiro na cabeça



O agente penitenciário Leandro Pereira, que era Bacharel em Direito, foi encontrado morto, com um tiro na cabeça, dentro da residência de sua família, no bairro Cidade Nova, em Marataízes, Sul do Espírito Santo. As primeiras informações da Polícia Civil apontam para a prática de suicídio. O corpo foi encontrado às 14h30 de sábado (24/11).

Leandro era de uma família de bons policiais. Seu pai é o coronel da reserva remunerada da Polícia Militar Paulo César Pereira, que foi comandante do 9º Batalhão da PM (Cachoeiro) e secretário de Segurança Pública do do Município de Cachoeiro.

O corpo de Leandro está sendo velado no Cemitério Parque do bairro IBC. Era querido no seu meio e causou grande surpresa a sua morte.


Fonte: Blog do Elimar Côrtes 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SOLDADO PM MG, SE DESPEDE NO RÁDIO DA VP, E COMETE SUICÍDIO



O Soldado Matheus Cordeiro, 28 anos, lotado na 89ª Companhia de Recobrimento do 26º Batalhão da Polícia Militar de Itabira, foi encontrado morto por volta das 13h desta quarta-feira, 14 de novembro, dentro de uma viatura da corporação. O militar estava a serviço e fazia seu breve horário de almoço.

Segundo informações, o policial militar que é natural de Itabira, teria despedido dos colegas de trabalho na rede rádio da PM e não teria esclarecido sua localização, em seguida todas as guarnições passaram a procurar pela viatura que estava com o soldado.

Os colegas de farda encontraram o policial morto dentro do veículo de segurança pública que estava trancado, em uma estrada ao lado da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) na localidade do laboriaux, possivelmente o militar teria disparado a arma calibre .40 contra sua cabeça.

O comandante do 26º Batalhão, o Tenente Coronel Edvânio Rosa Carneiro, esteve na cena dos fatos e acompanhou de perto todos os trabalhos da perita Cristina da Polícia Civil, que recolheu a arma de trabalho que pertence ao estado de Minas Gerais e estava de posse do soldado, para maiores detalhes.

A viatura estava suja de sangue e foi rebocada ao pátio do batalhão. O soldado Matheus Cordeiro iniciou o turno de serviço às 7h da manhã desta quarta-feira (14), e participou de alguns cumprimentos de mandados de busca e apreensão e não teria demonstrado nenhum tipo de problema ou de depressão, o militar sempre prestou ótimos serviços na corporação e não respondia nenhum tipo de inquerito da PM. A polícia acredita que realmente o fato foi suicídio, pois o militar deixou um bilhete em sua residencia com o cartão e a senha do banco para sua esposa, mas as causas ainda são desconhecidas.

O comandante da polícia demonstrando abalado com o caso lamentou, disse que vai enviar uma nota oficial para a imprensa sobre o caso, afirmou também que a família do soldado vai receber todo o apoio necessário e que vão ter um acompanhamento dos psicólogos da corporação.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

SUBTENENTE DO EXÉRCITO MATA EX-MULHER E SE SUICIDA EM PLENA RUA DE CIDADE DO PARANÁ



Um fato inusitado envolvendo um militar do Exército Brasileiro foi registrado na manhã desta segunda-feira (15/10), em Francisco Beltrão, e deixou a população em pânico. Por volta das 08h30 equipes do Siate e da Polícia Militar foram acionadas e estiveram na Rua São Paulo, centro da cidade, onde duas pessoas estavam feridas por disparos de arma de fogo. As vítimas estavam caídas em via pública, juntas, com ferimentos graves.

De acordo com informações obtidas pela polícia, o Subtenente Antonio Adelar Mingoti, do 16º Esquadrão de Francisco Beltrão, atirou pelos menos sete vezes contra sua ex-mulher, Elenir Bedenarski, 33 anos, e logo após atirou contra sua própria cabeça, tentando suicídio. O fato foi presenciado por dezenas de pessoas que passavam pelo local. Conforme testemunhas, o casal conversava tranquilamente quando o oficial sacou da arma e atirou. Ambos foram socorridos com vida pelo Siate, entretanto Elenir morreu após receber atendimento no hospital São Francisco.

O corpo foi encaminhado ao IML de Francisco Beltrão. O militar foi internado, mas também não suportou e morreu no final da manhã. O corpo foi encaminhado ao IML de Francisco Beltrão. A arma usada, uma Pistola 9 mm de uso restrito do Exército, foi apreendida pela polícia. O caso foi repassado à Polícia Civil, que deve apurar as razões do crime.

O repórter Everton Leite (Onda Sul FM) acompanhou a ocorrência e conversou com uma testemunha, que contou em detalhes como tudo aconteceu. Segundo ela, o militar estava desde às 07 horas aguardando a ex na porta de uma empresa e quando ela chegou ambos começaram a conversar, porém sem qualquer alteração, mas logo em seguida ele atirou contra ela, caminhou uma quadra e voltou onde estava o corpo e se atirou.


Portal RBJ/montedo.com/V&C Artigos e Notícias
Crédito da foto: Evandro Artuzi

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

EXÉRCITO AMERICANO INICIA PROGRAMA PARA PREVENIR SUICÍDIOS


   O exército americano inicia um programa de valorização do militar. Em um trabalho conjunto de exercito e família militar o governo dos EUA pretende reduzir o estigma que recai sobre os militares que procuram ajuda psicológica.
“O suicídio é nosso inimigo mais terrível...”
"Apesar dos nossos inimigos difíceis encontrados no Iraque e no Afeganistão, o suicídio é a mais difícil inimigo que já enfrentamos, e eu estou confiante de que vamos derrotá-lo", disse Joseph Westphal, subsecretário do Exército. "Eu tenho servido como líder sênior do Exército e, com várias capacidades, por várias administrações, eu nunca vi um desafio que não pode ser vencido quando a liderança do exército volta suas mentes para isso.
   O estigma que recai sobre quem busca apoio de saúde comportamental é um problema que o Exército leva muito a sério. Numerosas pesquisas indicam que alguns soldados relutam em procurar ajuda, porque eles vêem isso como um sinal de fraqueza, ou eles acreditam que seus líderes vão ver isso como um sinal de fraqueza.
   No entanto, ao longo dos últimos anos tem havido uma diminuição na porcentagem de soldados que mantêm esses pontos de vista. Ao mesmo tempo, o número de soldados que estão usando programas de tratamento, tais como saúde comportamental e abuso de substâncias tem aumentado constantemente o que indica que os Soldados estão superando as barreiras do estigma. Vai levar tempo para mudar essa cultura, mas através de ações e exemplos, os líderes do Exército estão começando essa transformação.
   Os líderes desenvolveram e programaram inúmeras iniciativas para enfrentar a questão do estigma que se refere à busca de ajuda, incluindo:
- A localização de saúde comportamental e prestadores de cuidados de saúde primários (Respeito-Mil e Médico Modelo Início) em instalações de serviços médicos
- Mensagens de redução do estigma estão incluídas em todos os vídeos de treinamento de prevenção de suicídio
- Iniciativas estratégicas de comunicação lançadas para promover ajuda procurada por soldados e suas famílias (que incluem palestras usando celebridades, assim como os líderes do Exército)
- Revisões de políticas foram promulgadas para interromper o uso do termo "mental" quando se refere a serviços de saúde mental e substituí-la por 'comportamento'.
- Exploração contínua de oportunidades para trabalhar com saúde comportamental, confidenciais e serviços relacionados a isso.
   Outros programas destinados a combater o suicídio incluem o Soldado abrangente e Fitness Família, ou QCA 2, o programa, instituido pelo Exército em 2012. QCA 2 uma atualização para o programa Global Soldado Fitness, que equipa e treina soldados, familiares e civis do Exército para atuar intervindo de psicológicamente correta, bem como para resistir melhor aos rigores físicos de operações sustentadas.
   O treinamento prepara indivíduos com habilidades valiosas que ajudam a lidar melhor em situações estressantes, a se recuperar de adversidades, e evitar o comportamento auto-destrutivo.

sábado, 9 de junho de 2012

Militares americanos registram quase um suicídio por dia em 2012

WASHINGTON - O número de suicídios de soldados americanos está crescendo e 2012 já tem a marca de praticamente um caso por dia (foram 154 suicídios entre oficiais ativos nos primeiros 155 dias do ano). A marca causou surpresas, já que em 2010 e 2011 a taxa havia se estabilizado.
O número de militares que se suicidaram este ano é maior que o de soldados americanos mortos em ação no Afeganistão nos anos inteiros de 2008 e 2009, de acordo com estatísticas do Pentágono obtidas pela agência Associated Press.
A quantidade de suicídios reflete o aumento das demandas provenientes das guerras do Iraque e do Afeganistão. Os militares também têm lidado com o aumento de casos de abuso sexual, abuso de álcool, violência doméstica e outros comportamentos problemáticos.
Entretanto, as razões para o aumento ainda não foram completamente compreendidas. Entre as explicações, estudos apontam para à exposição nos combates, o estresse pós-traumático, o uso incorreto de remédios prescritos e problemas financeiros pessoais. Dados militares sugerem que os soldados com várias incursões de combate correm risco maior de suicídio, apesar de uma parcela considerável de suicidas serem soldados que nunca foram lutar.
A guerra do Afeganistão tem previsão de acabar em breve, com a retirada total das tropas prevista para 2014. Contudo, 2012 tem registrado números recordes de soldados sendo mortos por afegãos e escândalos envolvendo problemas de conduta dos americanos.
Até 3 de junho deste ano, 154 soldados da ativa se mataram, em comparação a 130 do mesmo período do ano passado - um aumento de 18%. O Pentágono previa uma média de 136,2 suicídios para este intervalo de tempo com base nos números de 2001 a 2011. A quantidade de suicídios entre janeiro e maio é ainda 16% maior que a marca de 2009, que registrou a maior incidência anual de casos até agora.
General fez pouco caso do problema em texto na internet
Apesar de campanhas para que os militares busquem ajuda para problemas mentais, muitos ainda acreditam que procurar auxílio é um sinal de fraqueza e, assim, uma ameaça para uma possível promoção.
Stephen Xenakis, um brigadeiro reformado do Exército que ainda trabalha como psiquiatra, afirma que os suicídios refletem o nível de tensão da saída americana do Afeganistão enquanto a violência continua no país.
- É, de forma geral, um sinal do estresse a que o Exército tem sido submetido durante esses dez anos de guerra. Já vimos que esses sinais se manifestam de forma ainda mais dramática quando o combate parece diminuir e o Exército está voltando para sua guarnição - explica Xenakis, ressaltando que lhe preocupa o fato de muitos veteranos não entender a natureza do problema do suicídio.
Um exemplo disso foi o episódio em que um general do Exército disse aos soldados que consideravam o suicídio para "agir como adultos". O major-general Dana Pittard, comandante da Primeira Divisão Blindada escreveu um polêmico texto em seu blog e, mesmo depois da repercussão, não pediu desculpas.
"Agora cheguei à conclusão de que o suicídio é um ato absolutamente egoísta. Eu estou pessoalmente cheio de soldados que escolhem tirar suas próprias vidas para que outros possam limpar sua bagunça. Seja um adulto, aja como um adulto e lide com os problemas de sua vida como o resto de nós", postou Pittard. Ele também aconselhou os soldados a procurar ajuda.
As declarações causaram uma repreensão pública do Exército, que tem o maior número de suicídios das Forças Armadas, que chamou as posições do major-general de "claramente erradas". Na semana passada, o chefe do Estado Maior Conjunto, general Martin Dempsey, afirmou discordar de Pittard "nos mais fortes termos possíveis".
Para combater o fenômeno do suicídio, as Forças Armadas lançaram serviços telefônicos, colocaram mais especialistas em saúde mental nos campos de batalha, aumentaram o treinamento para lidar com o estresse e investiram mais em pesquisas sobre os riscos da saúde mental, entre outras medidas.
Agência Globo (Yahoo Notícias)/montedo.com

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Superior Tribunal de Justiça decidiu: suicídio não premeditado é coberto por seguro como morte acidental

DECISÃO Sucidio não premeditado é coberto por seguro como morte acidental O suicídio, reconhecido pela seguradora como não premeditado, é coberto como morte acidental e não natural. A decisão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou entendimento da seguradora, que julgava dever indenização por morte natural. O valor da indenização por morte natural era metade do valor a ser pago em caso de morte acidental. A seguradora pagou administrativamente, sem intervenção da Justiça, o valor da cobertura pela morte natural. A beneficiária do seguro de vida então buscou a complementação da indenização na via judicial. A sentença negou a pretensão, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) concedeu a diferença de indenização. Daí o recurso da Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp) ao STJ. Para a seguradora, o fato de ter pago a garantia básica não acarretaria dever de indenizar, em face da apólice e dos limites legais e contratuais ao risco. Natureza acidental O ministro Luis Felipe Salomão, relator do recurso, afastou o caráter natural da morte por suicídio. Segundo o ministro, a morte natural decorre de processo esperado e previsível, que não é objeto de trabalho nem de intervenção humana, isto é, que decorre normalmente da ordem regular das coisas. Já a morte acidental, afirmou o relator, atrai a ideia de eventualidade, do que refoge à natureza do ser. “Nessa linha de intelecção, forçoso concluir que o suicídio não pode ser encartado como espécie de morte natural, uma vez que configura a provocação ou o desencadeamento do fenômeno mortal fora de condições mórbidas eficientes, ou seja, advém de comportamento humano inesperado e contrário à ordem natural das coisas”, concluiu. Com esse entendimento, o relator manteve a decisão local quanto ao valor devido pelo sinistro. O ministro alterou apenas a data de início da incidência de juros pela mora contratual. Conforme a jurisprudência do STJ, os juros devem contar a partir da citação e não do pagamento parcial da indenização. Premeditação O ministro descartou também a análise da existência ou não de premeditação do suicídio. Como a seguradora pagou administrativamente pelo sinistro, tendo-o como indenizável, reconheceu indiretamente a ausência de premeditação. “A presunção é sempre no sentido de que houve a boa-fé do segurado, de modo que o planejamento do ato suicida, configurando evidente má-fé, porquanto tendente a perpetrar fraude contra o seguro, deve ser comprovado, o que não ocorreu no caso, tendo o juízo singular dessumido tal situação tão somente das alegações da própria autora, ora recorrida, sem qualquer prova do fato pela recorrente”, afirmou o relator.

fonte: Blog do Adeilton9599 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

COMANDANTE DE BATALHÃO PM SE MATA COM TIRO NA CABEÇA

COMANDANTE DO 13ª BPM DA PM DE PERNAMBUCO SE MATA 

O tenente-coronel Marinaldo Lima, responsável pelo  comando do 13º Batalhão da PM de Pernambuco, acaba de suicidar-se, com  um tiro na cabeça, no prédio da Secretaria de Planejamento do governo do  Estado, onde os comandantes da PM e os secretários costumam se reunir  para as cobranças de meta do Pacto pela Vida e iniciativas da gestão  Eduardo Campos.




O tiro foi dado, por volta de uma hora desta tarde de quinta-feira, no  segundo andar do prédio da Seplag, que fica na Rua da Aurora, no bairro  de Santo Amaro. Marinaldo Lima participava de uma reunião sobre o Pacto  pela Vida.


De acordo com informações extra-oficiais, o oficial estava de férias. No  entanto, de acordo com informações de oficiais, é comum que os gestores  sejam chamados para tratar de metas.


De acordo com informações extra oficiais , o tenente coronel estava passando por graves problemas financeiros e teria ido a secretária para, além de outras tarefas , falar com um amigo ainda desconhecido, para tratar de assuntos financeiros.

Segundo a assessoria de imprensa do governo,
oficial não estava participando da reunião do pacto pela vida em que se cobrava metas de redução dos índices de criminalidade.
Tenente-coronel da PM, Marinaldo de Lima e Silva, morre durante reunião do Pacto pela Vida. O corpo acaba de ser retirado do prédio da Seplag. Imagem: Wagner Oliveira/DP/D.A Press


O comando que o tenente-coronel era responsável cuidada de bairros  violentos como Santo Amaro e centrais do Recife, como Derby, Aflitos,  Encruzilhada e Agamenon Magalhães.
 
A responsabilidade territorial abrange ainda bairros como Campo  Grande, Torreão, Espinheiro, Graças, Rosarinho, Hipódromo, Ponto de  Parada, Cordeiro, Zumbi, Madalena, Torre, Iputinga, Jaqueira, Santana,  Poço da Panela, Parnamirim, Casa Forte, Tamarineira, Casa Amarela,  Monteiro, Apipucos (até o Talude do Açude), Alto do Mandu, Alto Santa  Izabel.

Após o incidente, os trabalhos foram suspensos e o prédio foi evacuado.


Colaborou Gabriela López

terça-feira, 13 de março de 2012

MAJOR SE SUICIDA E DEIXA CARTA DE PROTESTO CONTRA A POLÍTICA


Os desmandos, a opressão, o abuso do poder, a inconstitucionalidade, a falta de vida inteligente nos gabinetes oficiais e a criação da nova Guantánamo do Estado do Rio de Janeiro, parecem ter produzido a sua primeira vítima fatal. O Major PM Ref. Luiz Carlos da Silva cometeu o suicídio na noite de sábado, 03 de março, por volta das 22 horas, em sua residência no Rio.

O Major PM Luiz Carlos era o advogado de defesa do soldado PM Wagner Luís ( um dos líderes do movimento ) detido pelo conselho de disciplina da Polícia Militar durante a greve. O militar era também professor e militante na causa da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, participando ativamente dos protestos durante a greve da Polícia Militar na primeira semana de fevereiro.

Esposa e filhos do Major PM Luiz Carlos da Silva, pediram somente orações, autorizando a publicação da carta deixada pelo militar.

CARTA DEIXADA PELO POLICIAL FALECIDO:


"A política é podre. Ela me cega. 
Todos que conheceram minha trajetória, sabem o quanto sempre primei pela honestidade e correção de atitudes. Meus bens retratam as minhas palavras. 
Amo meus filhos, na minha forma silenciosa de amar. Proteja-os quem puder orientá-los. 
Amo minha companheira Ciléia que na sua simplicidade e parcimônia sempre pode me confortar. 
Amo os homens de bem. 
Odeio a política podre. 
Major PM Luiz Carlos da Silva".

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mototaxista comete suicídio com arma de PM, na delegacia do Rio Grande do Norte


Na manhã de hoje 27/12, Gladstone Vicente de Paiva, mais conhecido por Tony mototaxista, 37 anos de idade, natural de Almino Afonso-RN, cometeu suicídio no interior da Delegacia de Polícia de Olho D'Água do Borges-RN com a arma do policial militar que se encontrava de serviço. 

O fato se deu no momento em que o Cabo PM Alves retirou o preso da cela para fazer a faxina no interior da delegacia e num momento de distração do policial, o preso pegou sua arma que se encontrava no alojamento dos policiais e atirou contra sua cabeça, cometendo suicídio. 

Gladstone estava preso desde setembro deste ano quando foi preso em flagrante delito na cidade de Umarizal por ter tentado matar outro mototaxista.  

Fonte: Coelho Fatos e Fotos
Blog da Força Tática

http://ftadecamocim.blogspot.com/2011/12/mototaxista-comete-suicidio-com-arma-de.html#ixzz1hlJXVbJN 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Homem morre em Divinópolis ao estourar foguetes com a boca (verdadeiro homem-bomba)

Um homem de 29 anos conhecido pelo apelido de Bicudo morreu, nessa quarta-feira (12), depois de estourar dois foguetes com a boca. O acidente ocorreu em um lote vago que fica na porta de um bar, localizando na rua Cabo Heitor Santos, no bairro Realengo, em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas. De acordo com a polícia, a vítima estava bêbada e queria chamar atenção de uma mulher que estava no bar.



Ainda conforme a PM, o homem passou o dia ingerindo bebida alcoólica e, ao anoitecer, começou a estourar fogos de artifício com a boca. As testemunhas advertiram a respeito do perigo, mas o homem insistiu na brincadeira de mau gosto.

Frequentadores do bar disseram à polícia que um dos foguetes, ao invés de sair para cima, entrou pela boca da vitima. O homem teve perfurações nas costas, estourou os dentes, perdeu parte da boca e traqueia e morreu na hora.

O corpo do rapaz ficou caído ao chão a espera da perícia e rabecão. Após os trabalhos de rotina, o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).


MÁBILA SOARES/OTempo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Efeitos danosos do assédio moral nas relações de trabalho



Pode-se entender o assédio moral como uma forma de violência de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade psíquica do indivíduo, por meio de ações as mais diversas, compreendendo gestos, palavras e atitudes, que humilham, degradam e atingem reiteradamente a vítima, visando desestabilizá-la, isolá-la ou eliminá-la do local de trabalho.
No Brasil, a expressão mais difundida para o fenômeno é "assédio moral", sendo utilizados também, como dito, os termos "terrorismo psicológico" ou "psicoterror". Em países estrangeiros, há o uso de termos variados, a saber,bullyingmobbingharassment e ijime, terminologias que refletem diferenças de nacionalidade e de perspectiva cultural dos pesquisadores.
2.1.Conseqüências do mobbing para a saúde da vítima
O assédio moral no ambiente de trabalho causa sérios danos à saúde da vítima, tanto física como psíquica, com a manifestação de distúrbios psicossomáticos.
Os estudos realizados por Hirigoyen evidenciam exatamente isso. De início, os efeitos sentidos pela vítima são o estresse e a ansiedade, a depressão, distúrbios psicossomáticos, podendo chegar, nos casos extremos, ao estresse pós-traumático. [01]
O quadro a seguir, fruto de levantamento realizado por Margarida Maria Silveira Barreto, médica do trabalho e pesquisadora, com 2.072 trabalhadores, ilustra como homens e mulheres respondem ao assédio moral no ambiente de trabalho: [02]
Sintomas
Mulheres (%)
Homens (%)
Crises de choro
100
-
Dores generalizadas
80
80
Palpitações, tremores
80
40
Sentimento de inutilidade
72
40
Insônia ou sonolência excessiva
69,6
63,6
Depressão
60
70
Diminuição da libido
60
15
Sede de vingança
50
100
Aumento da pressão arterial
40
51,6
Dor de cabeça
40
33,2
Distúrbios digestivos
40
15
Tonturas
22,3
3,2
Idéia de suicídio
16,2
100
Falta de apetite
13,6
2,1
Falta de ar
10
30
Passa a beber
5
63
Tentativa de suicídio
-
18,3
Como se pode constatar, há diversos sintomas comuns a homens e mulheres, em maior ou menor proporção, sinalizando todos eles o sofrimento imposto à vítima de assédio moral.

Autor: Aloizio Apoliano Cardozo Filho

Procurador Federal desde dezembro de 2003, atualmente lotado e em exercício na Procuradoria-Geral Federal, em Brasília, órgão vinculado à Advocacia-Geral da União.Ex-servidor do Poder Judiciário do Estado do Ceará, de 1995 a 2003. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará.Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho.

fonte: jus.com.br
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Nota do blog: Pena que muitos estados não reconhecem algumas práticas abusivas como assédio moral ou sexual. Isso explica os índices cada vez maiores de suicídio dentro dos quartéis.