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terça-feira, 26 de março de 2013

Major BM critica delegado, e a investigação da boate Kiss

Major do Corpo de Bombeiros criticou o trabalho do delegado Marcelo Arigony (foto) Foto: Wilson Dias / Agência Brasil


Major do Corpo de Bombeiros criticou o trabalho do delegado Marcelo Arigony (foto)
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Apontado como responsável no inquérito que investigou as causas do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, major Gerson da Rosa Pereira, chefe do estado maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, divulgou nesta terça-feira carta aberta à população em que critica o trabalho conduzido pela Polícia Civil gaúcha. Se dizendo indignado pela "maldade e falta de escrúpulos" do delegado Marcelo Arigony ao inclui-lo no inquérito - mesmo cabendo à Justiça Militar o julgamento de eventuais crimes cometidos por bombeiros -, o major comparou a divulgação das investigações a execuções medievais.


"Publicar um relatório na íntegra, com nomes de pessoas e suas individualidades, além de depoimentos não autorizados na imprensa, se assemelha às execuções de guerra e às degolas em praça pública do século medieval. Dentre estas pessoas, certamente, teremos pessoas inocentes, ao menos aos olhos da Justiça dos homens. Estamos diante de uma nova modalidade de execução sumária", afirma. "Minha família e vida pessoal foram feridas de morte sem qualquer possibilidade de reparo, nem mesmo qualquer indenização ou retratação pelos responsáveis poderá desconstituir a exposição que sofri", argumenta o bombeiro.
Publicar um relatório na íntegra, com nomes de pessoas e suas individualidades, além de depoimentos não autorizados na imprensa, se assemelha às execuções de guerra e às degolas em praça pública do século medieval
Major Gerson da Rosa Pereirachefe do estado maior do 4º Comando Regional do Corpo de Bombeiros do RS
O major também questiona o crime imputado a ele no inquérito (fraude processual), que não está previsto no Código Penal Militar. "Como sou militar e não há previsão desta conduta típica no Código Penal Militar, não haveria nem como 'enxovalhar' o nome que defendo e defendi durante toda minha vida pessoal e profissional, 'arrumando', às pressas, alguma coisa a me imputar", reclama Pereira, que nega qualquer tentativa de prejudicar a investigação do incêndio. "Minhas declarações estão lá, nunca deixei de contribuir, nunca ocultei ou inseri qualquer documento que comprometesse a investigação."
Choro, pois não esperava do senhor e de sua instituição meu indiciamento por crime comum (crime impossível), expondo minha vida, minha família, minha carreira
Major Gerson da Rosa Pereiradirigindo-se ao delegado Marcelo Arigony
No trecho final da carta, o bombeiro se dirige diretamente ao delegado Arigony, que, na apresentação do inquérito, afirmou que poderia, enfim, dar-se ao luxo de chorar. "Como o senhor, chorei por todas as pessoas que conhecia, pelos 241 inocentes e sua família com suas casas vazias e pelas calúnias e difamações que sofremos como instituição e pessoas", diz o major. "Mas choro pelo espetáculo proporcionado por sua instituição, do qual poderíamos ser poupados; choro pela desconsideração em relação aos militares que o senhor não tinha competência de indiciar e, que, na 'maior boa vontade' prestaram depoimentos desnecessários à sua instituição. (...) Choro, pois não esperava do senhor e de sua instituição meu indiciamento por crime comum (crime impossível), expondo minha vida, minha família, minha carreira", argumenta Pereira.

quinta-feira, 21 de março de 2013

MP ajuíza ação para indenizar vítimas de chuvas em Petrópolis


O Ministério Público do Rio de Janeiro vai dar entrada em uma Ação Civil Pública, nesta quinta-feira (21), para que a Prefeitura de Petrópolis, o Governo do Estado e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizem obras para evitar o transbordamento dos rios Quitandinha e Piabanha. Segundo o MP, o problema com esses dois rios contribuiu para a tragédia com as chuvas desta semana.
Os promotores também vão pedir dois tipos de indenização: uma pelas perdas patrimoniais das vítimas das enchentes; e outra por dano moral coletivo, com verba destinada ao Fundo Nacional de Direitos Difusos, específico para esses direitos, segundo os promotores.
A ação pede para que seja elaborado, em um prazo de 30 dias, um projeto de engenharia e a recomposição da mata ciliar do Quitandinha e do Piabanha. O prazo para a execução dessas obras é de 180 dias.
G1 Região Serrana

segunda-feira, 11 de março de 2013

Tragédia em Uberlândia: acidente entre carreta e oito veículos


vídeo:uipi

Quatro pessoas morreram e 13 ficaram feridas em um grave acidente envolvendo uma carreta carregada de cerveja, sete carros de passeio e uma motocicleta, na tarde desse domingo (10), no bairro Marta Helena, zona norte de Uberlândia. Entre os mortos estavam duas crianças. A provável causa do acidente foi uma falha nos freio do veículo de carga.

A colisão aconteceu por volta de 17 horas, quando a carreta desceu a avenida Antônio Thomaz Ferreira de Rezende e não conseguiu parar no cruzamento com a avenida Comendador Alexandrino Garcia, onde há um semáforo. Os carros e as motos foram arrastados. Alguns deles estavam parados na frente da carreta e outros que cruzavam a avenida. Cerca de 30 metros à frente, a carreta tombou sobre um dos carros e derrubou postes e árvores. Um ponto de ônibus também foi atingido, mas não havia ninguém na hora.

Gustavo Delfino Pinto, de 23 anos, que estava na moto, e José Levino Correa, de 60 anos, que dirigia a carreta, morreram na hora. Segundo o tenente do Corpo de Bombeiros, Paulo Cesar Costa, o motorista só morreu porque a marquise do ponto de ônibus caiu e esmagou seu pescoço.

Seis viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas e pelo menos 30 bombeiros trabalharam no resgate dos feridos em conjunto com ambulâncias do município. Todos foram levados para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU).

As crianças, Rafael Fernando de Brito, de 9 anos, e Ana Julia Rodrigues Costa, de 4 anos, morreram pouco depois de darem entrada na unidade. O mais velho saiu do local do acidente com parada cardiorrespiratória. Os bombeiros chegaram a reanima-lo com massagem cardíaca antes de leva-lo para o Hospital.

Das 11 vítimas que seguem internadas no Pronto Socorro da UFU, quatro estão em estado muito grave e correm risco de morrer.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Baladas agora têm bombeiro na porta para atrair cliente


Tragédia em Santa Maria esvazia noite no Baixo Augusta e dá “cara” mais segura a casas de Pinheiros, Itaim e outros bairros
Quem saiu à noite em São Paulo durante a semana notou uma mudança de cenário. Depois da morte de 236 jovens na boate Kiss, em Santa Maria (RS), no domingo passado, várias casas fecharam as portas na capital paulista. As ruas ficaram mais vazias, principalmente, na região do Baixo Augusta, no centro.
Em outros bairros, como Vila Olímpia, Pinheiros e Itaim-Bibi ganharam outra cara. No lugar de belas hostesses, entrou a figura do bombeiro na porta da balada. Uma delas tinha até ambulância estacionada na noite de quinta-feira.
Transmitir segurança passou a ser o mais importante. Alvará e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros viraram parte da decoração. Na She Rocks, no Itaim-Bibi, a papelada estava iluminada como um quadro. A documentação entrou no vocabulário dos jovens e virou assunto na fila. “Aqui tem alvará, né?! Isso quer dizer que não vai pegar fogo”.
Na porta da D-Edge, na Barra Funda, a estudante Emilly Serpa, de 18 anos, já anunciava que a primeira coisa que faria ao entrar seria verificar onde fica a saída de emergência. “Minha mãe não queria que eu viesse. Mas jurei para ela que a balada era segura. Tem até bombeiro na porta”, disse Vitória Puccia, de 21 anos, que estava com amigas comemorando o aniversário de Emilly.
Já no Baixo Augusta, região com o maior número de casas fechadas – entre elas Sarajevo Club, Studio SP e Labo movimento foi abaixo do normal a semana toda. O vai e vem dos jovens na calçada foi substituído por um vazio, e o medo da fiscalização contagiou os empresários da noite. “Eu também teria medo se minha casa não fosse nova e não estivesse com tudo em dia”, disse Ronaldo Rinaldi, dono da Blitz Haus, inaugurada há um mês na Rua Augusta.
Blitz. Depois de anunciar a interdição de 26 estabelecimentos irregulares na cidade, o prefeito Fernando Haddad (PT) disse ontem que isso só vai valer para casos “mais graves”. “Se for algum problema rapidamente sanável, os bombeiros vão orientar”.
Na tarde de ontem, a Subprefeitura da Sé fez uma blitz em parceria com os bombeiros em oito casas do Baixo Augusta e interditou a Inferno Club por irregularidades nos extintores e no revestimento. Segundo a casa, o local foi fechado “por precaução” e será reaberto na terça. Também foram encontradas irregularidades no Comedians Club, que não foi fechado e terá 15 dias para se adequar. O mesmo ocorreu anteontem na quadra da escola de samba Rosas de Ouro e D-Edge, que foram intimadas pela Prefeitura e estão irregulares, mas não fecharam.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O Brasil é o país do improviso, onde a fiscalização é a exceção



       Depois da tragédia de Santa Maria - RS, onde mais de duas centenas de jovens morreram sufocados pela fumaça toxica dentro da boate Kiss, pela série de irregularidades como falta de extintores de incêndio, falta de saída de emergência, dentre outros, vemos o Brasil viver a "moda da fiscalização", que provavelmente durará até que outro escândalo nos faça esquecer este. Querem um exemplo? Alguém se lembra do prédio que desabou no centro do Rio, pela falta de fiscalização nas obras de reforma?

       Nos países civilizados as fiscalizações são rotina, como a de alvará para o funcionamento das casas noturnas, as condições das reformas, os equipamentos de segurança. No Brasil é exceção, quando deveria ser a regra... Só agem se forem se houverem mortes, muitas aliás. Caso contrário é um caso fortuito. E nesse caos vamos morrendo e comendo o nosso pão de cada dia. Sinceramente será que ninguém sabia das condições daquela boate? 

      Nesta semana o comando geral deu entrevista admitindo que não fez a vistoria solicitada pela boate Kiss, pois, segundo o coronel, "são mais de dois mil comércios que estão na fila de espera para serem fiscalizados". Ou seja, corremos o sério risco de vermos outras tragédias "brotarem" no Rio Grande do Sul. Neste caso é óbvio que não podemos culpar só os empresários, já que o Estado mais uma vez não faz o seu papel de fiscalizar.

   Essa triste realidade não é vista apenas nas pequenas prefeituras, e não só nas boates, o meio ambiente sofre com a falta de fiscais; o que pode ser comprovado pelo desmatamento que só aumenta no Brasil.

       Nem os fiscais do Estado recebem qualquer tipo de respaldo jurídico. Em São Paulo em 2012 morreram mais de uma centena de policiais, e o que foi feito para proteger, resguardar a vida desses homens e mulheres que morreram e morrem pela sociedade? Qual é o plano nacional da segurança pública?      

       O Estado parece um glutão, que é excelente para arrecadar impostos, mas, devolvê-los ao contribuinte,  nem morrendo, nem matando. Enquanto os escândalos de corrupção se alastram como erva daninha. Nos resta saber, tentar adivinhar qual será a nossa próxima catástrofe, que resultará em novo improviso.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Governador de Minas, coloca a polícia à disposição do governo no RS

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, disse neste domingo (27) que pediu ao chefe da Polícia Civil do estado que coloque toda a estrutura da instituição a disposição do Governo do Rio Grande do Sul para ajudar na investigação da tragédia na boate em Santa Maria. Um incêndio matou 232 pessoas na madrugada deste domingo (27).
O incêndio foi na boate Kiss. O resgate dos corpos no local da tragédia foi concluído no fim da manhã. Pelo menos outras 131 pessoas ficaram feridas e foram levadas para atendimento em hospitais da região. O alvará do local estava vencido desde agosto, segundo o Corpo de Bombeiros daquele estado.
Anastasia manifestou solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, principalmente as famílias das vítimas. Veja abaixo a íntegra da nota do governador mineiro.

Governador Antonio Anastasia manifesta solidariedade às famílias das vítimas da tragédia de Santa Maria (RS)
Em nome do povo de Minas Gerais, o governador Antonio Anastasia manifesta solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, especialmente às famílias das vítimas da tragédia ocorrida em uma boate de Santa Maria (RS), na madrugada deste domingo (27), deixando dezenas de mortos e feridos. O Governador orientou o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Cylton Brandão, a colocar a estrutura da instituição à disposição do Governo do Rio Grande do Sul para ajudar no que for necessário.
Superintendência Central de Imprensa do Governo de Minas Gerais"

G1 MG

domingo, 27 de janeiro de 2013

URGENTE! DOAÇÃO DE SANGUE PARA AS VÍTIMAS DE SANTA MARIA - RS

TRAGÉDIA NO SUL DO BRASIL, SÃO 245 MORTOS: QUEM LIBEROU O ALVARÁ DA BOATE?


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 A pergunta que não quer calar: - Quem liberou o alvará de funcionamento para a casa de shows? Havia saída de emergência? Se havia porque não foi liberada? Se não havia, por quê a vistoria não constatou isso?  O Ministério Público tem que apurar com urgência tais dúvidas e determinar que as demais casas de shows daquela cidade sejam devidamente fiscalizadas, sob pena de, em breve, vermos outras repetidas tragédias.

Leia mais no clichoje, "Segurança fechou as portas, obrigando todos a pagar"

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Tragédia: Três PMs morrem em acidente na BR-262 -- MG


Por volta das 6h desta sexta-feira (31), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou um acidente grave na BR-262, sentido Nova Serrana e Bom Despacho, no Centro-Oeste do estado. Três policiais militares morreram e outra vítima foi encaminhada ao Pronto Socorro de Nova Serrana, a 65 km de Divinópolis, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Ao todo, foram cinco vítimas no acidente, no km 465 e, segundo as primeiras informações da PRF, dois veículos se envolveram no acidente. A suspeita é que um deles entrou na pista contrária e bateu de frente com o veículo que seguia na mesma faixa.
O Corpo de Bombeiros de Nova Serrana informou que os três policiais militares moravam em Nova Serrana e estavam indo trabalhar em Bom Despacho. No outro veículo estavam duas pessoas que foram encaminhadas em estado gravíssimo à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA).

Uma das vítimas morreu a caminho do hospital e a outra permanece internada em estado grave.

Fonte: G1 Triângulo Mineiro

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

BA: Perícia confirma que sargento matou colegas e depois cometeu suicídio

A TRAGÉDIA

A tragédia aconteceu na manhã de quinta-feira (29), em frente ao Corpo de Bombeiro. No interior do veículo Cerato, da Kia, placa NYQ-8396, estavam os examinadores de provas de rua da 3ª Ciretran – Circunscrição Regional de Trânsito: Luís Eugênio Teixeira dos Santos e Maria das Graças Costa Veiga, conhecida como Gal do Detran. Os dois estavam na companhia do sargento Amarildo Novais, coordenador do setor de habilitação no mesmo órgão. Todos foram baleados.

Luís Eugênio levou três tiros e Gal dois. Ambos morreram na hora, dentro do carro. O sargento Novais, que também levou um tiro na cabeça, chegou a ser socorrido e encaminhado, por uma ambulância do Corpo de Bombeiro, para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Continue lendo no blog Força Tática:>>>>>>>>>>>>