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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

"A sociedade carioca cria seus ‘capitães do mato’ e depois os joga aos leões"


 E assim colocamos nas ruas do Grande Rio nossos ‘capitães do mato’. E vamos esperar que eles fizessem o que? Em minha opinião já fazem até muito, da forma correta, diante do universo em que trabalham, vivem e convivem… . E eles erram, erram cometendo erros que muitas vezes custam a vida de inocentes. E por isso são punidos, expulsos de sua corporação, perdendo seu ganha pão e indo para a cadeia. Nós fazemos o que? Gritamos: – Os joguem aos leões! Os crucifiquem! E assim aplacamos nossa consciência omissa diante do que se passa em nossa polícia militar. Continue lendo no blog do Segadas

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Comandante da PMERJ pede a Secretária de Segurança que suspenda investigação sobre tortura no CFAP


Coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito
Um pedido do comandante geral da PM José Luís Castro Menezes à chefe de Polícia Civil Martha Rocha causou atrito entre as duas corporações. O coronel enviou, no último dia 4, um ofício à delegada solicitando a “suspensão temporária” do inquérito aberto pela 33ª DP que investiga a prática de tortura durante treinamento no Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) no dia 12 de novembro. Na ocasião, 33 alunos deram entrada na enfermaria com insolação e queimaduras, entre eles Paulo Aparecido, que morreu dez dias depois.


No texto, Castro argumenta que os fatos investigados são de “indubitável caráter penal militar, eis que indiciados e vítimas ostentam condição de militares, além de terem sido praticados no exercício da função militar”.

O pedido não foi bem recebido pela chefe de Polícia. Em nota, Martha Rocha afirmou que “jamais determinaria a suspensão de qualquer investigação policial”.

A chefe de Polícia informou que as investigações vão prosseguir e que “os delegados estão submetidos somente aos ditames da lei. Ao final das investigações, o delegado da 33ª DP (Realengo) enviará o inquérito ao MP, que decidirá pelo oferecimento ou arquivamento da denúncia”.

Segundo o titular da 33ª DP, Carlos Augusto Nogueira, o objetivo da investigação é concluir se o que aconteceu no treino se configura como tortura, com pena máxima de oito anos. Dois Inquéritos Policiais Militares (IPMs) investigam o crime militar de maus tratos seguidos de morte, com pena de até dez anos.

Procurada, a PM alegou que a suspensão do inquérito não poria em xeque a transparência da investigações, já que “os depoimentos colhidos nos IPMs estão sendo realizados no MP, sob acompanhamento de promotores”.

Depoimentos


Após o ofício chegar ao gabinete de Martha Rocha, os procedimentos investigativos continuaram na 33ª DP. No dia 12, em depoimento na distrital, a suboficial Márcia de Fátima Nunes, enfermeira do Cfap, afirmou que não havia médicos nem ambulâncias na unidade na ocasião. No relato, ela também contou que alguns alunos chegaram molhadas na enfermaria. Ao MP, os recrutas disseram que os oficiais jogavam água gelada nos alunos que não suportavam os exercícios.

Ontem, os oficiais que participaram da sessão de treinamento compareceram na 33ª DP para prestar depoimento. O capitão Renato Martins Leal da Silva e os tenentes Sérgio Batista Viana Filho, Jean Carlos Silveira de Souza, Gerson Ribeiro Castelo Branco e Paulo Honésimo Cardoso da Silva já foram afastados do Cfap.

Leia, na íntegra, a nota da PM sobre o episódio:

"1- O pedido de suspensão temporária do procedimento na delegacia ocorreu depois de específica manifestação da 2ª Promotoria de Justiça, junto à Auditoria de Justiça Militar.

2- No entanto, o Comando da Corporação se encontra à total disposição da Polícia Civil, bem como do Ministério Público para colaborar prontamente, se entenderem pela imperativa necessidade de prosseguimento do aludido Inquérito Policial instaurado no âmbito da 33ª DP.

3- O pedido foi feito porque os fatos têm caráter penal militar, haja vista que, tanto indiciados como vítimas ostentam a condição de militares, além de terem ocorrido em local sujeito à administração militar, havendo, portanto, previsão expressa nos artigos 9º, II, a e b, e 213, parágrafos 1º e 2º do Código Penal Militar.

4- Quanto ao questionamento sobre a transparência, cabe destacar que os depoimentos colhidos no bojo dos citados Inquéritos Policiais Militares estão sendo realizados no âmbito do próprio Ministério Público em exercício na AJMERJ, sob acompanhamento direto dos Promotores em exercício naquele juízo."


Rafael Soares Jornal Extra

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Oficiais do Exército de seis países fazem treinamento em Uberlândia - MG


Exército Uberlândia (Foto: reprodução/TV Integração)
Oficiais do Exército Brasileiro participaram de um exercício simulado de operações defensivas em Uberlândia. O curso foi realizado pelo 36º Batalhão de Infantaria Motorizado e da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Rio de Janeiro (EsAO).

O local escolhido foi uma fazenda próximo à BR-365. A tropa simulou a defesa de um território, como se o país estivesse em guerra. Na simulação, de um lado da margem está o país e, com cartas topográficas nas mãos, eles planejaram operações de defesa. “Basicamente, os capitães aprendem tática para planejar e comandar uma tropa de 800 homens, que é um batalhão em situação de combate”, explicou o general Ajax Porto Pinheiro, comandante da EsAO.

Durante o ano de treinamento, os oficiais fazem 28 visitas como esta. Depois de formados, eles estão aptos a comandar um batalhão de infantaria.

Participaram do treinamento 122 oficiais de várias regiões do Brasil e militares dos exércitos da Argentina, Uruguai, Venezuela, Equador e Paraguai. O capitão paraguaio, Venâncio Sanchez disse que o curso foi uma troca de experiências. “Para nós é muito importante, principalmente para trocarmos ideias e acrescentar em nosso conhecimento”, disse o oficial paraguaio.
Já o capitão Manhães, que faz parte da Marinha do Brasil, foi premiado com o curso. “O Exército Brasileiro está fazendo uma cooperação com a formação dos oficiais da Marinha do Brasil”, pontuou o capitão Davi Manhães.

De acordo com o comandante Ajax, o treinamento serviu para que os militares colocassem em prática o que foi aprendido em sala de aula e também conhecessem melhor o Brasil. “Nós buscamos levá-los a regiões do Brasil para que eles conheçam lugares que deram certo historicamente e continuam dando certo. Por isso, eles estão em Uberlândia, uma região próspera, um celeiro”, concluiu o oficial.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Governo federal inicia Exercício de Mobilização Nacional


Assessoria de Comunicação Social (Ascom) Ministério da Defesa


Brasília, 25/03/2013 – Com o objetivo de preparar os pontos 
estratégicos do país diante de um possível ataque às suas 
infraestruturas, o governo federal promoveu hoje 
o 1º Exercício de Mobilização Nacional. Concentrado no 
Ministério da Defesa, representantes de diversos 
ministérios, empresas estatais e agências reguladoras 
tomaram contato com as diretrizes de logística e preparação 
doutrinária com vistas à elaboração do planejamento das 
próximas etapas que culminarão, entre os dias 12 e 21 de 
novembro, na Operação Charrua, que reunirá cerca de 
10 mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica
na região Sul. Continue lendo no Blog Notícias Militares
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