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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Quando a vida imita a arte...PMERJ personifica o filme TROPA DE ELITE 2

Cúpula da Polícia Militar vai se explicar sobre esquema de propinas

Comandante da corporação e chefe do Estado-Maior enfrentarão processo e sindicância da Corregedoria

ADRIANA CRUZ E VANIA CUNHA
Rio - A denúncia de que até o Estado-Maior da PM recebia propina de R$ 15 mil de todos os batalhões atingiu a cúpula da corporação. Após a delação feita por um dos 25 presos na operação Amigos S/A há uma semana, o Ministério Público determinou ontem que a Corregedoria Geral Unificada instaure Processo Administrativo Disciplinar e sindicância patrimonial para investigar o comandante da PM, José Luís Castro Menezes, o chefe do Estado-Maior, Paulo Henrique Moraes e o chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Coutinho Pacheco.

Coronel Paulo Henrique e Comandante José Luís Castro serão investigados pela Corregedoria Geral Unificada a pedido do Ministério Público


O PM que delatou a propina paga ao Estado-Maior ganhou a liberdade. Ele prestou dois depoimentos ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP. Detalhou como funcionava o esquema de propina com a extorsão de empresários, vans e bancos. O resultado da arrecadação era repassado ao coronel Alexandre Fontenelle, ex-chefe do Comando de Operações Especiais (COE) e até à cúpula da PM, como confidenciou o major Nilton João dos Prazeres Neto e Édson Alexandre Pinto Neto. 

Segundo os relatos, o recebimento de propina no alto comando da PM só foi interrompido de setembro de 2011 a agosto de 2013, quando o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho estava à frente da tropa. A atual gestão será investigada pela CGU. Ontem também o comandante-geral, coronel José Luís Castro Menezes, determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar as denúncias contra integrantes do Estado-Maior. Mas como Castro terá que se defender na CGU, alegou em nota que apresentará comprovantes de seu patrimônio. 

A partir das revelações do delator, o juiz da 1ª Vara Criminal de Bangu, Tiago Fernandes de Barros, concedeu sua liberdade. Ele pode até conseguir o perdão judicial ou a redução de pena. A operação Amigos S/A foi deflagrada pela Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança, e pelo Gaeco há uma semana. Os 23 PMs e um mototaxista estão presos. Na casa do major Edson Góes foram encontrados R$ 287 mil. As investigações apontam aumento patrimonial do coronel Fontenelle e de outros PMs. Com o oficial havia lista de pagamento de propina de R$ 27 mil. Extratos bancários ainda estão sendo analisados.


Tráfico: Outra fonte de renda
O tráfico de drogas seria outra fonte de renda montada pelo grupo do coronel Alexandre Fontenelle, que segundo as investigações agia desde de 2010. Segundo relato do colaborador, quando Fontenelle estava à frente do 41º BPM (Irajá), somente os traficantes da favela de Acari pagavam R$ 20 mil ao comando da unidade. Os valores eram arrecadados semanalmente pelos policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT).



Coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira (cabeça raspada), comandante do COE, foi preso na manhã desta segunda, em sua casa, no Leme, Zona Sul



Na ocasião, os policiais que trabalhavam na ronda de trânsito eram os responsáveis por trazer das ruas propina de R$ 15 mil a R$ 18 mil. Desses valores, apenas uma pequena parte, o equivalente a R$ 750, ficava com os praças, chamados de ‘assalariados’ porque, independe dos valores recolhidos, a parte deles era determinada pelos oficiais. 

No esquema montado para cobrar propina, que começou no 24º BPM (Itaguaí), o 41º BPM (Irajá) e o 14º BPM (Bangu) e pode ter ido até o COE, os policiais não deixavam de fora nem as pessoas que faziam frente de supermercado. Esses pagavam, assim como mototaxistas e táxis piratas, a quantia de R$ 600, por semana, na região de Bangu. Empresários de empresas de ônibus e caminhões da Zona Oeste também eram alvos. 

Para fortalecer o esquema, o major Edson Góes queria promover o delator a comandante da patrulha de trânsito no 14º BPM. O objetivo era recolher mais dinheiro de motoristas de caminhões e vans da Cooperativa Rio da Prata. O pagamento deveria ser fixo e periódico.

PMs elegiam os ‘melhores’ batalhões
Cinco unidades operacionais são eleitas pelos maus policiais como as mais rentáveis. Segundo o PM colaborador da Justiça, na visão dos corruptos os “melhores” batalhões são Bangu, Irajá, Rocha Miranda, São Gonçalo e Duque de Caxias.

No caso de Bangu, quando Alexandre Fontenelle estava à frente do comando, os policiais que mais arrecadavam propina ganhavam o status de fazer parte do “círculo de confiança” do oficial. Eles tinham que “bater”, intensificar a fiscalização nos comerciantes do Ceasa, os resistentes ao pagamento.

Até policial que estava de licença recebia “salário” da propina por ordem do coronel Fontenelle, com quem tinha amizade desde a época do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais. Mas havia discórdia entre o grupo porque um capitão exigia que os policiais pagassem a ele R$ 150 independente da arrecadação da propina.

O delator descreve Fontenelle como um homem discreto, que evitava ostentar vaidade, o que no jargão policial era apelidado de “Bill”. Porém, os subordinados faziam questão de deixar em evidência o patrimônio. Os majores Edson Góes e Nilton Neto exibiam cordões e pulseiras, além de carros importados como um Dodge Journey, avaliado em R$ 112 mil.

Patrimônio é principal alvo
O patrimônio dos policiais se transformou no maior alvo das novas investigações. Em depoimento, o colaborador revelou que recebia do major Edson Góes quantias entre R$ 7,5 mil a R$ 13 mil, para serem depositadas uma vez por semana em contas pessoais do oficial, em dois bancos diferentes.
“O dinheiro seria do tráfico em virtude do forte cheiro de maconha que estava impregnado nas cédulas”, afirmou ele. Em função do esquema, policiais tinham negócios diversificados como depósito de gás (onde eram escondidas cervejas, fruto de propina), agência de veículos, casas e apartamentos.



Fonte: O DIA 23/09/2014/rvchudo.blogspot.com.br

domingo, 15 de julho de 2012

Excelente documentário sobre a segurança pública, imperdível!!!



Comentário: Esse documentário retrata o que é a violência no Rio de Janeiro. Com certeza serviu de modelo para os filmes TROPA DE ELITE, 1 e 2. A diferença é que nesses últimos criaram uma trama, personagens e obviamente as cenas não são reais. Notícias de uma guerra particular, trás o Capitão Rodrigo, ainda na ativa, inclusive revelando o seu medo, o qual pôde ser comprovado através das denúncias, feitas pelo Blog do Garotinho, de que Capitão Rodrigo teria urinado de medo num dos adentramentos na favela. Documentário muito bom, atual e revelador. O mais curioso é o secretário de segurança da época, comentando...admitindo a falência do estado.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Conheçam o passado que envergonha Rodrigo Pimentel

Descubram porque ele defende Cabral
À beira da Lagoa onde vive confortavelmente, Pimentel, algoz dos colegas, parece estar pensando: "Ah se soubessem do meu passado"
À beira da Lagoa onde vive confortavelmente, Pimentel, algoz dos colegas, parece estar pensando: "Ah se soubessem do meu passado"

O capitão Rodrigo Pimentel se diz especialista em segurança pública, vende a imagem de que foi um policial corajoso que enfrentava bandidos e que deixou a PM por não concordar com as coisas erradas que aconteciam. Mas tudo não passa de uma grande farsa. Para começar como poderão ver abaixo, ele entende muito é de segurança privada. Quanto ao destemido policial vocês vão descobrir que na verdade Pimentel é uma vergonha para a tropa. 

Porta-voz do governador Sérgio Cabral na TV Globo, Rodrigo Pimentel adora posar de vestal e guardião da moralidade. Pimentel disse que o cabo Daciolo e seus colegas dos bombeiros e da Polícia Militar, inclusive o coronel Paúl, deveriam ficar presos em Bangu 1. Mas agora vocês vão saber quem é Rodrigo Pimentel. Um covarde, aproveitador e hipócrita. 

Saiu da PM depois que ao comandar uma operação entrou em pânico e urinou nas calças. Continue lendo no Blog da Renata:>>>>>>>>>>

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Filme "Tropa de Elite 2" estréia nos EUA em novembro



SÃO PAULO - A produtora do filme Tropa de Elite 2 liberou nesta semana o trailer que será exibido nos Estados Unidos para divulgar o filme do diretor José Padilha.
Tropa de Elite 2 será lançado no início do mês que vem em Nova York e deverá passar por mais cinco cidades norte-americanas até o final do ano. 
O longa-metragem, que estreou no Brasil no ano passado, foi recordista em arrecadação em bilheterias brasileiras e foi o filme nacional escolhido para disputar uma vaga entre os indicados a filme estrangeiro do Oscar.
Estadao.com.br

terça-feira, 20 de setembro de 2011

'Tropa de elite 2' vai representar o Brasil na disputa pelo Oscar 2012

Título foi divulgado nesta terça-feira (20) pelo Ministério da Cultura.

Longa foi escolhido por comissão de autoridades e profissionais do cinema.

O filme "Tropa de elite 2", de José Padilha, vai representar o Brasil na disputa pelo Oscar 2012, divulgou o Ministério da Cultura na manhã desta terça-feira (20). O anúncio foi feito pela comissão especial de seleção no Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio de Janeiro.

"Por sua qualidade técnica e artística, 'Tropa 2' saltou à frente dos outros indicados", disse a secretária do audiovisual, Ana Paula Santana, que acrescentou que a votação entre os membros da comissão foi unânime.

A produção vai concorrer a uma vaga entre os indicados ao prêmio de melhor filme estrangeiro na 84ª edição do Oscar. O longa-metragem foi escolhido de uma lista de 15 concorrentes, incluía "Bruna Surfistinha", "Assalto ao Banco Central", "As mães de Chico Xavier" e outros.

Seleção

A comissão é formada pela secretária do audiovisual do Ministério da Cultura, Ana Paula Dourado Santana; pelo presidente da Associação Brasileira de Cinematografia, Carlos Eduardo Carvalho Pacheco; pelo ministro do Departamento Cultural do Itamaraty, George Torquato Firmeza; e pelos representantes da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Humberto de Freitas Peregrino, Nelson Hoineff, Roberto Farias e Silvia Maria Sachs Rabello.

"'Tropa 2' é um filme com autêntica chance de ganhar uma indicação. E, sendo indicado, é um filme com autêntica chance de vencer o Oscar", opinou Hoineff, membro da comissão de seleção. "Essa continuação é mais bem acabada: o roteiro é melhor, a fotografia é melhor, por isso teve uma receptividade maior do público", disse o cineasta Roberto Farias, que também faz parte do grupo.

Segundo a secretária do audiovisual, os produtores de "Tropa de elite 2" vão receber apoio "logístico e financeiro" do governo para promover o longa-metragem no exterior e apoiar a candidatura a uma vaga na disputa do Oscar de melhor filme estrangeiro.
 
G1