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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Uberlândia: três caixas eletrônicos foram arrombados nas últimas horas



 Nas últimas horas, segundo o apresentador André Potinho do programa "Chumbo Grosso", três caixas eletrônicos foram arrombados, inclusive, sendo dois deles na mesma avenida. 


  Apesar das operações conjuntas da Polícia Civil e PM, no final de 2013, que resultou em várias prisões da chamada "quadrilha do bum"; esta modalidade criminosa está na moda, e seus comparsas a cada dia perdem o medo da polícia. 

   No começo de 2013 alguns policiais militares de Uberlândia chegaram a ser presos em flagrante, quando ainda arrombavam caixa eletrônicos na cidade de Guimarânia -MG. Será que tem mais policiais envolvidos?

Foto meramente ilustrativa. Texto produzido pelo blog.
Clique aqui e assista os vídeos no UIPI

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Estado de SP prepara pacote contra aumento da criminalidade

Diante da piora contínua dos principais indicadores da violência no Estado, o governo paulista prepara para os próximos dias um pacote de medidas que incluirá a criação de cargos na polícia e a redução do tempo de formação de PMs para acelerar a ida deles para as ruas.


O objetivo é dar uma resposta à opinião pública devido ao aumento da criminalidade, com ações que podem colocar mais policiais em atividade e melhorar a investigação a médio prazo, além de atenuar as críticas previstas no próximo ano de eleições.

Para aumentar a visibilidade nas ruas, o Estado também divulgou um reforço de policiamento noturno desde ontem na região metropolitana de São Paulo, com a utilização de equipes administrativas de 50 batalhões para atuar em blitze e bloqueios.

Entre as medidas futuras do pacote preparado estará a criação de mais de 2.000 cargos para a Polícia Científica, como peritos e médicos legistas, elevando em mais de 50% a quantidade atual de funcionários do órgão.

A Secretaria da Segurança Pública não informou quando houve a última ampliação desses quadros, mas, de acordo com peritos ouvidos pela reportagem, isso ocorreu nos anos 1980.

Outra mudança prevista pelo governo Geraldo Alckmin (do PSDB, partido que está no poder no Estado desde 1995) é a redução, de quatro para três anos, no tempo de formação de oficiais da Polícia Militar. A medida deve colocar mais cedo nas ruas cerca de 200 oficiais todos os anos.

A PM havia elevado de três para quatro anos seu curso para oficiais em 1996 --ano em que contratou a Fuvest para fazer seus vestibulares.

Na prática, a mudança deve reduzir a duração do estágio dos futuros oficiais nos batalhões --para antecipar a entrada deles em atividade.

BÔNUS
O governo também já começou a reduzir a quantidade de companhias da PM e de delegacias (no interior, algumas já foram fechadas).

A justificativa é diminuir a máquina administrativa e ampliar os operacionais.
Deve ser criado ainda um bônus a policiais que conseguirem cumprir metas de redução de índices de violência. Uma empresa trabalha com o governo para definir como será essa bonificação.

O aumento de homicídios no Estado e na capital se repete há oito meses seguidos. Os latrocínios (roubos seguidos de morte) tiveram expansão de 24,7% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012.


segunda-feira, 11 de março de 2013

A violência e a segurança privada

Violência e segurança privada
É inegável o aumento dos índices que refletem as condições da segurança pública no nosso país. Aumento no número de homicídios, preços dos seguros etc. Mas, afinal, a quem interessa essa elevação?
Evidentemente, neste caso, não haveria apenas um fator. Porém, existe algo ainda nebuloso para as instituições responsáveis por prover a segurança pública, o incremento dos investimentos em segurança privada e a participação efetiva de agentes públicos em serviços desta natureza.
Se por razões legais, éticas e morais é vedado aos agentes exercerem atividades comerciais, sobretudo, aquelas relacionadas as suas funções primárias. Obscuramente, observa-se uma relação íntima entre as empresas de segurança privada e os agentes responsáveis por promoverem a segurança da população em geral, sobretudo, aqueles com maior poder de decisão.
Desta forma, o enfrentamento da questão torna-se urgente quando o aumento dos números da violência está cada vez mais relacionado com o crescimento das empresas de segurança privada e a consequente participação de agentes públicos nestas.
Este enfrentamento, sem dúvida, perpassa pelo legislativo, com a aprovação de leis que tratem mais diretamente sobre o tema. No entanto, o tema nunca será devidamente debatido se as instituições não reconhecerem a sua incompetência em exercer o devido controle sobre seus agentes, por desídia ou interesse.
Por outro lado, a questão do aumento dos gastos com segurança privada e a participação de agentes públicos, merece um amplo debate a ser realizado pelos diversos setores interessados no tema. Principalmente, a parte mais interessada, a sociedade.


Autor:  - oficial da Polícia Militar da Bahia, formado pela Academia de Polícia Militar da Bahia. Bacharelando em Direito pela Universidade Federal da Bahia.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

CIRCUITO BRASILEIRO DE VIOLÊNCIA, EM BREVE NA SUA CIDADE...

       Mas, parece piada, se não fossem as centenas e centenas de mortos. Parece um circo armado, e o palhaço é lógico é o cidadão de bem, que paga seus impostos, que acredita nos direitos fundamentais, e sonha, sonha e sonha...

       Os governos, pelo total amadorismo e incompetência, vêem o problema da segurança pública como algo emergencial, algo da consequência midiática, ao invés de tratá-lo como algo a ser planejado, estudado, e resolvido de maneira conjunta. Não adianta cobrar apenas de um órgão, de uma pessoa. As ações devem ser conjuntas, participativas, e óbvio, contar com a participação da população, seja para denunciar, seja para fiscalizar o efetivo cumprimento das ações.

       Se analisarmos friamente, veremos que esses ônibus que estão sendo queimados em Santa Catarina, outrora foram queimados no Espírito Santo, que são queimados em São Paulo, que tem policiais assassinados, que já morreram no Rio de Janeiro, que estão morrendo em Santa Catarina, que serão mortos em qualquer estado brasileiro, pela falta de uma política nacional de segurança pública, sincronizada, com leis atualizadas aos anseios e costumes da sociedade. Não adianta agir de maneira isolada, como se fosse um câncer específico de uma região. Essa "doença" já atingiu todo o país, utópico, que sonha de maneira megalomaníaca em ser grande para o mundo, através da copa e olimpíadas, enquanto continua sendo mesquinho, mentiroso e leniente para com os seus cidadãos.

       Brasil um país de tolos! Onde tem pão e "circos" ou circuitos de violência, onde o palhaço é quem paga o ingresso, quem paga os impostos...Circuito Brasileiro de Violência, em breve na sua cidade! 

         

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CONHEÇA O CUSTO DA VIOLÊNCIA NO BRASIL

Custo da violêcia ultrapassa R$ 200 bilhões por ano no Brasil

Embora não haja dados atualizados disponíveis, é possível estimar que o Brasil gaste mais de R$ 200 bilhões anuais para suprir os custos impostos ao país pela escalada da violência.

O valor - que um estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) aponta ser equivalente a cerca de 5% de toda a riqueza gerada internamente - corresponde a um volume semelhante ao que se pleiteia para o aumento dos investimentos na área de educação, por exemplo.

Trata-se de uma despesa crescente, independentemente do cenário econômico vivido pelo país. Tanto que, até mesmo nos anos em que o PIB esteve à míngua, o gasto com segurança pública cresceu, como em 2009.

Segundo cálculo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, esse segmento representou quase R$ 50 bilhões em despesas em 2010, enquanto em 2003, significava menos da metade deste valor, R$ 22,6 bilhões.

Ocorre que o prejuízo econômico gerado pela violência vai muito além dos gastos com segurança pública. Atinge diretamente também a saúde, o judiciário, o sistema prisional, o orçamento das famílias das vítimas e, indiretamente, a economia como um todo.

"O problema é que não temos no Brasil uma política que freie a violência. O ganho econômico, promovido por meio de ações como o Bolsa Família, ajudam, mas precisamos fazer muito mais", pondera Nelson Calandra, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Segundo ele, esse processo passaria necessariamente pela educação - por exemplo, com ações em escolas para reduzir a presença de organizações criminosas nesse ambiente -, mas teria de envolver também um olhar sobre a desagregação familiar enfrentada pela sociedade e, além disso, uma grande mudança no sistema prisional, evitando o encarceramento por pequenos delitos.

O custo de um preso para o Estado fica em torno de R$ 2 mil por mês. Há cerca de 500 mil detentos no Brasil e outros 160 mil à espera de vagas em presídios. Para alojá-los, segundo Calandra, seria necessário o desembolso de cerca de R$ 8 bilhões.

Ainda que os dados atuais sobre os custos da violência diretamente impostos à saúde sejam escassos, na comparação das despesas com segurança pública, os gastos do Brasil não ficam atrás dos registrados por países nos quais os índices de criminalidade são mínimos.

Por exemplo, em 2009, o investimento em segurança pública brasileiro representou 1,5% do PIB, enquanto o país registrou uma taxa de homicídio de 21,9 para 100 mil habitantes. Na Espanha, o gasto foi de 1,3% do PIB, para 0,7 homicídio/100 mil. 

"As despesas crescem ano a ano, mas é muito difícil mapear onde está esse gasto.

E, na prática, gastar mais não implica que haja eficiência", diz Samira Bueno, coordenadora de pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A dificuldade dessa relação direta entre os investimentos em segurança e a redução da criminalidade foi recentemente percebida em São Paulo - um dos Estados que mais desembolsam recursos na área.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, foram R$ 11,82 bilhões em 2011, ante R$ 10, 49 bilhões em 2010.

Mas o próprio governador Geraldo Alckmin atribuiu publicamente, na semana passada, o aumento nos índices de violência no estado a "meses difíceis" enfrentados pela polícia paulista no combate à criminalidade.

Os homicídios aumentaram 21% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano anterior. "Lamentavelmente, é a escalada da violência", reconheceu o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto.

No Rio, segurança no estado custou cercas de R$ 2,8 bilhões ao governo em 2010.

Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Brasil ainda não foi descoberto...imagine o militarismo

       Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

      Eis que estamos na iminência de um grande julgamento, que abalou a república na década passada, conhecido como mensalão. Depois de muita barrigada jurídica, imbróglio e dissimulação política, finalmente marcaram para os próximos dias o julgamento para os integrantes desse mega esquema de propinas, que eram pagos aos deputados e senadores, que em troca votavam de acordo com os interesses do governo, sempre em troca de uma "boquinha". Já tem até livro publicado, onde o autor Ivo Patarra descreve em detalhes, como foi esse esquema clique aqui e leia trechos do livro. 

      Mas, daí você deve estar se perguntando, o que uma coisa tem a ver com a outra? Vivemos num país refém da contra-informação, onde sempre surge um escândalo novo, que apaga o último, que será apagado pelo próximo. A bola da vez agora chamasse desmilitarização, onde muitos pseudo-intelectuais vem com o discurso decorado dos Direitos Humanos, sem conhecer praticamente nada sobre segurança pública. Isso é notório pelas perguntas que são feitas a militares das forças armadas, sobre segurança pública urbana, por exemplo. Seria o mesmo que perguntar a um policial militar o que ele sabe sobre as fronteiras do Brasil?

     A verdade é que estamos engatinhando em muitos aspectos, e um deles com certeza é a segurança pública, onde o conceito dela, é feito erroneamente pela repressão, quando se faria muito mais pela segurança através da educação, do judiciário ágil, e das reformas de base que são o pesadelo de qualquer político. Quando falam em desmilitarizar as polícias, mais uma vez estão tratando o assunto de maneira superficial, seria o mesmo que dizer: "matem os usuários de drogas, assim acabamos com o problema", quando a realidade é bem mais profunda, densa e por isso mesmo, muitos políticos e a sociedade em geral prefere ignorar. Instituições com mais de duzentos anos sendo achincalhadas por idiotas que não conhecem o seu funcionamento. Algumas polícias têm problemas tão crônicos, que começam já no curso de formação, como falta de munição, fardamento, efetivo, viaturas ou são superfaturadas ou são sucateadas; passando para  as estatísticas maquiadas, pelos policiais mortos em combate ou que ficam com problemas físicos irreversíveis em função da guerra diária, velada. Policiais que são refém da demagogia de políticos que usam a segurança pública como mote de campanha eleitoral, não porque gostem da segurança, mas, a tática é trabalhar em cima do medo. Sem falar nos cursos de formação, onde deveria ser obrigatório um membro dos Direitos Humanos, para acompanhar o dia-a-dia da caserna, e considerar que não estão treinando máquinas, que todos somos humanos, com erros, acertos. Como julgar os policiais de São Paulo que mataram o publicitário, sem levar em conta a matança que vinha acontecendo todas as madrugadas, com as bases da PM sendo atacadas, policiais militares sendo assassinados? Será que na hora da abordagem os policiais não pensaram nesse contexto, não agiram mais por medo, antes de qualquer outra coisa?

     Falar em desmilitarizar é lindo, maravilhoso, principalmente quando olhamos somente por um viés, o de quem sofre o assédio moral, ou das famílias que tiveram parentes mortos em confronto com a PM. Antes de desmilitarizar é necessário que o país conheça os cursos de formação, valorizem os bons profissionais, não apenas com melhores salários, mas, com equipamentos, condições de moradia, considerando quem mata um policial como alguém que afronta o Estado, e que por isso tem que ter pena cumprida sem qualquer benefício, por exemplo. O militarismo é consequência do social, ninguém nasceu fardado, marchando, aprendemos valores que estão dissociados da sociedade em que vivemos. Um preso comum tem mais direito que um policial.

      Quem defende a desmilitarização se esquece da aposentaria com trinta anos, que pode vir a ser de vinte e  cinco, se esquece que muitas instituições militares tem o seu próprio regime previdenciário, e que se houver mudanças, estas podem resvalar e comprometer a aposentadoria integral de quem lutou a vida inteira. Mesmo com regime previdenciário próprio, muitos políticos ainda se apropriaram dos bens, como o ex-governador Eduardo Azeredo em Minas, imaginem esses mais de um milhão de profissionais no ISS, recebendo o teto de R$3900,00 (três mil e novecentos).
         
      Está na hora da sociedade se envolver mais nos problemas do país, e a PM é um braço doente do Estado. Se o seu braço estivesse doendo você amputaria ele, ou tomaria um remédio para curar a dor? A grande maioria que fala da segurança não conhece absolutamente nada sobre ela, nem para falar dos desvios de conduta, que acontece em qualquer meio.

    Afinal, o Brasil ainda está  sendo descoberto, inclusive com a chegada de vários imigrantes europeus, com seus currículos superiores, mas, com as economias de seus países falidas.

 Jornalistas, geralmente sensacionalistas, refém das audiências, do sangue - nosso - de - cada - dia só vão nas ocorrências pra falar do que já ocorreu, e nunca do que está sendo feito para evitar o crime. Isso não dá ibope, a tragédia é mais atrativa, desda Grécia antiga. 

    Enquanto a segurança pública estiver atrelada à política, dependente, seremos todos hipnotizados pelos discursos salvadores, pela imprensa carnicento, num círculo eternamente vicioso. Cidadão conheça os cursos de formação, conheça os treinamentos, representantes das Comissões de Direitos Humanos visitem os quartéis, pra depois a gente começar a falar em desmilitarização. Descubram o Brasil...além do futebol, da cachaça e das mulatas...tem muita coisa que o brasileiro ainda não conhece...     


    Por Marcelo Anastácio - Blog No Q.A.P

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sobre os homicídios no Brasil

            
    Por Anastácio - Blog No Q.A.P   

 Por mais que queiram eventualmente maquiar a realidade, seja política, jurídica ou principalmente uma deficiência social, seja qual governo for, os fatos sempre demonstrarão a verdade. Não adianta propaganda milionária, não adianta discurso inflamado nem estatísticas direcionadas para mudar a verdade dos fatos.

      Nos últimos meses vemos a onda crescente de homicídios, principalmente os ligados ao tráfico de drogas, comércio, consumo, onde geralmente os menores são os "cabeças" do movimento, ou mandantes, ou exímios executores. Em contrapartida, alguns artistas têm ido às câmeras para fazer campanhas publicitárias, na tentativa de conscientizar a massa de que a polícia não sabe diferenciar o traficante de um simples usuários de drogas. Ora, qual a diferença? Um vende e o outro é um "doente". Se fizermos analogia com o crime de furto ou roubo, qual a diferença entre o ladrão e o receptador? Ambos não fazem parte da mesma "cadeia alimentar"? Ainda no campo das comparações, qual a diferença entre um homicida adulto e um menor infrator? A lei que ampara e protege o adolescente, lhe garantindo mais e mais a sensação de impunidade?

        Por mais que se queira maquiar as estatísticas, esconder a realidade, dizer que o mundo é amarelo, se os fatos demonstram que precisamos de uma reforma jurídica urgente, não nos moldes que está sendo proposto, onde ao invés de se diminuir a maior idade penal, ou admitir que os usuários podem estar portando drogas não serão criminosos. Temos que rever o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), e questionarmos, até via plebiscito, as drogas devem ser liberadas no Brasil? Qual o modelo de segurança ou cidadania queremos? Descriminalizar as drogas e não descriminalizar usuários é endossar a matança, com o aval do Estado, e depois culpar a pela matança. O que todos tentam esconder, jorra no esgoto social: os políticos se arvoram do pseudo discurso sobre segurança, para garantir o voto ingênuo e desinformado da massa. A verdade é matar para o tráfico é o mesmo que SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) para o comércio. Ou mudamos as leis, ou investimos no social, ou ficaremos atribuindo as forças da segurança pública uma responsabilidade que está muito a quem da sua missão constitucional, e que estatísticas nenhuma irá esconder.

       O estado ao invés de investir nos serviços essenciais, trocou a lógica pela compra dissimulada, camuflada de votos, e o dinheiro que seria para novos hospitais, novas escolas, é distribuído para os mais desprovidos. Há uma transferência dos investimentos macros, e o desvio que sai do social para o indivíduo, que é analfabeto, despolitizado e responde ao círculo vicioso com votações que perpetuam esses "gestores" no poder.


      Estamos em guerra, só não vê quem é publicitário, humorista ou político...

      Por Anastácio - Blog No Q.A.P    

terça-feira, 3 de julho de 2012

Brasil tem 14 das 50 cidades mais violentas do mundo

Maceió é a primeira brasileira, e sete das 12 sedes da Copa de 2014 são listadas por ONG. Metade das 10 primeiras colocadas são mexicanas. Na América Latina estão 40 

São Paulo – Cinco das 10 cidades mais violentas do mundo estão no méxico, aponta pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13). A relação traz a lista dos 50 municípios com maiores taxas de criminalidade no mundo, das quais 45 estão no continente americano, 40 na América Latina e 14 no Brasil. A líder do indesejável ranking é San Pedro Sula, em Honduras, seguida de Juárez, no México.

O estudo do Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y Justicia Penal (Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, em tradução livre) leva em conta o índice de homicídios dolosos de cada local. San Pedro Sula tem taxa de 158,87 homicídios para cada 100 mil habitantes. A mexicana teve 147,77 para o mesmo grupo.

"Cabe advertir que algumas das cifras correspondentes a cidades e jurisdições subnacionais mexicanas poderiam ser mais elevadas do que as consignadas no estudo", alerta o relatório. No caso de Juárez, no estado de Chihuahua, por exemplo, descobriu-se em 2011 que 150 assassinatos haviam sido ocultados pelas estatísticas oficiais – que mostravam 1.974 mortes violentas. Se os dados corretos fossem usados, o local teria mantido a posição de líder pelo quarto ano seguido.

Entre as cidades brasileiras, apenas capitais foram consideradas. Maceió é a terceira colocada, com 135,26 homicídios por 100 mil habitantes. A seguir, Belém, em décimo, teve 78,08 homicídios por 100 mil. Vitória, Salvador, Manaus, São Luís, João Pessoa, Cuiabá, Recife, Macapá, Fortaleza, Curitiba, Goiânia e Belo Horizonte também estão incluídas na lista.

Das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, apenas Brasíla, Natal, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo não figuram na lista das 50 mais violentas do planeta. As outras sete estão na lista. As capitais gaúcha e fluminense chegaram a figurar na lista das 50 mais violentas em 2010, mas ficaram de fora em 2011.

O estudo considera apenas cidades de mais de 500 mil habitantes com informações estatísticas sobre violência disponíveis na internet. Quatro cidades mexicanas saíram da lista e duas debutam pela primeira vez (Monterrey e Veracruz). Dez brasileiras ingressaram no ranking.

Tantas capitais brasileiras entraram na lista pelo "aumento considerável da incidência criminal e de homicídios" em meio a um "rápido crescimento urbano", na avaliação do estudo. Há ainda um agravante, noticiado na "imprensa internacional e nacional do Brasil", segundo o estudo. Um levantamento do Instituto Sangari sustenta que em quatro unidades federativas não há dados de 2011 disponíveis sobre o tema na internet. Por isso, foram levados em conta informações do ano anterior.
O Brasil é o país com mais "representantes" na lista, seguido do México, com 12, e da Colômbia, com cinco, África do Sul e Estados Unidos com quatro, Venezuela com três e Honduras com duas. O estudo considera apenas cidades de mais de 500 mil habitantes com informações estatísticas sobre violência disponíveis na internet. 


50 cidades mais violentas do mundo

posiçãocidadePaísHomicídiosHabitantesTaxa
1San Pedro SulaHonduras1.143719.447158,87
2JuárezMéxico1.9741.335.890147,77
3MaceióBrasil1.5641.156.278135,26
4AcapulcoMéxico1.029804.412127,92
5Distrito CentralHonduras1.1231.126.53499,69
6CaracasVenezuela3.1643.205.46398,71
7Torreón (metropolitana)México9901.128.15287,75
8ChihuahuaMéxico690831.69382,96
9DurangoMéxico474593.38979,88
10BelémBrasil1.6392.100.31978,04
11CaliColômbia1.7202.207.99477,90
12GuatemalaGuatemala2.2483.014.06074,58
13CuliacánMéxico649871.62074,46
14MedellínColômbia1.6242.309.44670,32
15MazatlánMéxico307445.34368.94
16Tepic (área metropolitana)México299439.36268,05
17VitóriaBrasil1.1431.685.38467,82
18VeracruzMéxico418697.41459,94
19Ciudad GuayanaVenezuela554940.47758,91
20San SalvadorEl Salvador1.3432.290.79058,63
21Nova OrleansEstados Unidos199343.82957,88
22Salvador (y RMS)Brasil2.0373.574.80456,98
23CúcutaColômbia335597.38556,08
24BarquisimetoVenezuela6211.120.71855,41
25San JuanPuerto Rico225427.78952,60
26ManausBrasil1.0792.106.86651,21
27São LuísBrasil5161.014.83750,85
28Nuevo LaredoMéxico191389.67449,02
29João PessoaBrasil5831.198.67548,64
30DetroitEstados Unidos346713.77748,47
31CuiabáBrasil403834.06048,32
32RecifeBrasil1.7933.717.64048,23
33Kingston (metropolitana)Jamaica5501.169.80847,02
34Cidade do CaboÁfrica do Sul1.6143.497.09746,15
35PereiraColômbia177383.62346,14
36MacapáBrasil225499.11645,08
37FortalezaBrasil1.5143.529.13842,90
38Monterrey (área metropolitana)México1.6804.160.33940,38
39CuritibaBrasil7201.890.27238,09
40GoiâniaBrasil4841.302.00137,17
41Nelson Mandela Bay Metropolitan Municipality (Port Elizabeth)África do Sul3811.050.93036,25
42BarranquillaColômbia4241.182.49335,86
43ST. LouisEstados Unidos113319.29435,39
44MosulIraque6361.800.00035,33
45Belo HorizonteBrasil1.6804.883.72134,40
46PanamáPanamá5431.713.07031,70
47Cuernavaca (zona metropolitana)México198630.17431,42
48BaltimoreEstados Unidos195620.96131,40
49DurbanÁfrica do Sul1.0593.468.08730,54
50JoanesburgoÁfrica do Sul1.1863.888.18030,50
Fonte: Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y la Justicia Penal A.C.. 2012.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CARTA ABERTA AO GOVERNO DA BAHIA FEITA POR UM CIDADÃO BAIANO

COMERCIANTES BAIANOS, APÓS A GREVE DA PM, VÃO PEDIR ANISTIA NO PAGAMENTO DO ICMS. PORQUE? Hoje á noite, dia 06.02.2012, fui com a minha esposa ao Salvador shopping passear e fazer compras, uma vez que queria aproveitar as ofertas da liquidação anual. Lá chegando, observei que era muito pequena a quantidade de pessoas a circular pelos corredores e nas próprias lojas estavam apenas os vendedores tristes e desanimados. Fiquei estarrecido com a ausência dos freqüentadores de shopping ávidos por boas liquidações. Ao retornar para minha casa, pois moro no bairro Stella Maris vi a Avenida Paralela semi deserta, o que não é tão comum antes das vinte horas. Realmente, a greve do PM está tendo uma repercussão inusitada. O comércio da capital e do interior está parado e sofrendo com a diminuição das vendas. Como a população está com medo de sair as ruas, face a FALTA DE SEGURANÇA, o comércio fica sem a sua principal força propulsora: a clientela. Sem vendas não há recursos financeiros para pagar empregados, impostos etc. Observo, também, que se o governo não conseguir negociar e terminar a greve nos próximos oito dias ela vai adentrar no período de Carnaval, e quem vai garantir a segurança do folião? Será que o exercito vai para a avenida? Ou a Força Nacional? É claro que não, pois eles não foram preparados para isso. Sem policia militar não tem carnaval, essa é a verdade. Sem carnaval quem vai paga o ônus político nas próximas eleições? Efetivamente, se o governo não acabar essa greve, através das negociações(Se usar a violência vai ser uma tragédia social e política para nós baianos, mas sobretudo para o PT), os possíveis candidatos do PT na Bahia nas próximas eleições podem enterrar os seus pleitos e esperar um futuro bem distante para colocarem suas caras na telinha. Por isso, o momento político e social que passa a Bahia é extremamente grave, a sociedade civil está amedrontada, como nunca vi acontecer por essas bandas, e merece do governo mais respeito devendo, imediatamente, encontrar uma solução pacifica para a greve da PM. Mas o pior ainda pode acontecer. Imaginem se numa dessas prisões de PM, ou reintegração na Assembléia Legislativa, , ou nas passeatas um dos grevistas no enfrentamento com a Policia do Exercito venha a sofrer lesões ou até mortes, que vai ser o responsável político? Que Deus não deixe o pior acontecer, pois, o pior será lembrado por muitas gerações, como fruto da incompetência e da irracionalidade humana. Como cidadão brasileiro e baiano desejo poder voltar o mais rápido possível a andar sem medo pelas ruas da cidade do Salvador. Por favor senhor governador use a sua autoridade, sua racionalidade e o seu bom senso e acabe, sem violência, essa greve da PM, e tenha certeza que o povo baiano se lembrará num futuro bem próximo, obrigado! 

Simião Sousa Campos é advogado militante e professor na cidade do Salvador.
Comentário feito neste blog.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Greve da PM: 278 carros roubados em Salvador e RMS

Desde a assembleia realizada por parte dos policiais militares na Bahia, na última terça-feira (31) até a tarde desta segunda-feira (06), 278 carros foram roubados em Salvador e região metropolitana, de acordo com informações divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública. Ainda segundo os dados do órgão, destes carros roubados, 43 veículos já foram recuperados.

População aguarda solução
 
Ainda não há previsão para o final da greve dos militares. Mas na tarde de hoje, representantes de quatro associações da Polícia Militar encontram-se reunidos com o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Com objetivo de intermediar a greve parcial policiais militares na Bahia que dura quase uma semana. O arcebispo convidou as associações para uma reunião na residência episcopal, na Federação.
 
Membros da Associação dos Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM), Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais da Polícia Militar da Bahia (ABSSO), Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (ASPOJER) e Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (AOPMBA) vão participar do encontro.
 
Ainda na tade desta segunda deve ocorrer um encontro com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro, no Quartel do Comando Geral dos Aflitos, no Campo Grande. 

Fonte: Bocão News

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Família é torturada em Araguari


Uma família foi torturada na noite de quarta-feira em Araguari por uma quadrilha que queria saber a senha do cofre da casa. Anderson Silva Freitas, 39 anos, foi abordado quando chegava em casa, no Centro da cidade, por cinco homens encapuzados e fortemente armados.
A mulher dele e a filha de 7 anos chegaram em casa e também foram rendidas. A família disse aos bandidos que não sabia a senha porque o cofre pertencia ao pai da mulher e ele nunca revelou o código.
Os ladrões então se dividiram. Dois foram para o quarto torturar a mulher e os outros três passaram a chutar e dar socos no homem. Eles ameaçavam levar a menina de 7 anos com eles se Anderson Freitas não desse a senha.
No quarto, os encapuzados deram pontapés na mulher, puxaram o cabelo, deram choques elétricos e uma surra com fios elétricos. A mulher ainda teve os dedos apertados com alicate e o corpo queimado com água quente. Por fim, para obter a senha, os homens a esfaquearam nas costas.
Depois de mais de uma hora de tortura, a gangue acabou se convencendo de que o casal realmente não sabia a senha. Os homens pegaram documentos, joias e objetos e foram embora.
A família ficou amarrada em um dos cômodos e, só quando conseguiu se soltar, Anderson Freitas chamou a polícia. A mulher foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao hospital, onde continua internada.
Anderson Freitas foi medicado e liberado. A criança não teve ferimentos.
A polícia começou ontem mesmo a fazer rastreamentos para tentar descobrir quem é a quadrilha. Os encapuzados se comunicavam por rádio, dentro da casa, e tinham, segundo as vítimas, sete armas.

Correio de Uberlândia